sábado, 30 de junho de 2007

LOST: O Que Sabemos Até Agora - 5ª Parte

A INICIATIVA DHARMA

Origem: O pouco que sabemos sobre o surgimento da Iniciativa DHARMA se resume às informações divulgadas no vídeo de orientação da Estação Cisne (que pode ser conferido aqui), apresentado pelo Dr. Marvin Candle, e ao vídeo de orientação da Iniciativa Dharma, apresentado por Alvar Hanso (visto aqui). Com base neles, podemos dizer que:

  • O projeto foi criado em 1970 por Gerald e Karen Degroot, doutores da Univerdade de Michigan, seguindo os passos de pioneiros como B.F. Skinner. Eles imaginaram um gigantesco centro de pesquisas onde cientistas e pensadores de todo o mundo pudessem realizar pesquisas sobre: meteorologia, psicologia, parapsicologia, zoologia, eletromagnetismo e socialismo utópico;
  • O projeto foi financiado por industrialistas dinamarqueses reclusos, em especial Alvar Hanso, fundador da Fundação Hanso;
  • A localização exata da Ilha só era conhecida pelos Degroots, por Alvar Hanso, e por alguns membro do alto escalão da Fundação Hanso;
  • O pessoal escolhido para fazer parte do projeto passava por um teste de sobrevivência antes de ser enviado para a Ilha;
  • Com base nos valores ambientais e humanos fornecidos pela Equação Valenzetti, os projetos da Iniciativa DHARMA foram planejados, objetivando mudar esses valores, através da manipulação do ambiente;
  • DHARMA é um acrônimo para: Department of Heuristcs And Research on Material Application (Departamento de Heurísticas e Pesquisas em Aplicações Materiais);
  • Foram construídas estações subterrâneas na Ilha que serviriam de laboratórios para todas as pesquisas a serem realizadas;
  • Os suprimentos, como alimentos e medicamentos, seriam entregues perpetuamente, através de helicópteros;
  • Uma antena de rádio foi construída na Ilha para transmitir, em uma freqüência apenas conhecida pelos realizadores do projeto, unicamente os valores da Equação Valenzetti. Alvar Hanso dá a entender no vídeo de Orientação da Iniciativa DHARMA que a transmissão só será interrompida quando algum dos valores for alterado através de uma das pesquisas realizadas na Ilha;
  • Assim que se instalaram na Ilha, os membros do projeto passaram a sofrer ataques dos habitantes originais do lugar, que logo foram designados como Hostis;
  • Graças aos ataques dos Hostis, e do monstro de fumaça, a Iniciativa DHARMA construiu uma cerca com sonares de alta freqüência em torno de seu quartel. É possível que este também seja o motivo de informarem aos ocupantes das estações da Ilha sobre uma doença que se espalhara por ela, botando-a em quarentena;
  • Em meados dos anos 80, possivelmente em 1985 (se levarmos em consideração a menção de um incidente ocorrido neste ano presente no mapa desenhado na Estação Cisne), os Hostis organizaram seu ataque definitivo ao pessoal da DHARMA, auxiliados por membros rebeldes da Iniciativa, entre eles Benjamin Linus, filho de um dos funcionários do projeto. Com isto, os Hostis tomaram o controle de todas as instalações da Iniciativa DHARMA presentes na Ilha, excetuando apenas a Estação Cisne, por motivos até o momento desconhecidos (especulo que eles talvez soubessem da importância do trabalho ali realizado, e por isto deixaram-na intacta).

O Complexo DHARMA: até o momento sabemos que ele inclui as sete estações de pesquisas, um quartel reservado à habitação de seus membros, a torre de transmissão, estradas espalhadas pela Ilha, e a Balsa de Pala. Vejamos cada um deles em detalhes:

O Quartel: é um complexo residencial construído na Ilha para o qual os membros da DHARMA pudessem se recolher após realizar seus trabalhos nas estações de pesquisa.

  • Tinha, além das habitações, uma casa de jogos, um parque infantil e uma escola;
  • Todo ele era envolvido por uma cerca ultrasônica, a fim de protegê-los do ataque dos Hostis, e do monstro de fumaça;
  • Aparentemente foi um dos primeiros lugares a serem ocupados pelos Hostis durante após a Purgação.

Estação Cisne (The Swan): foi a mais explorada pelos sobreviventes do 815. Seu objetivo original era, possivelmente, estudar a anomalia eletromagnética que a Iniciativa DHARMA encontrara naquele ponto da Ilha. Em algum momento, durante seus experimentos, a anomalia ficou fora de controle, e desde então a DHARMA teve que reformular seus planos para a estação, tornando-a um meio de controle da anomalia. Construíram a parede de concreto reforçado ao redor da fonte de eletromagnetismo, e desenvolveram o sistema de controle computadorizado para a liberação periódica de energia, iniciando, assim, o “ritual” dos 108 minutos:

  • Foi a primeira encontrada pelos sobreviventes do 815. Locke que Boone a descobriram quando procuravam Charlie e Claire (na ocasião seqüestrados por Ethan) e “apelidaram-na” de Escotilha;
  • Locke e Jack, usando as dinamites retiradas do Black Rock, explodiram a entrada da escotilha. Logo descobriram que ela era habitada por Desmond, um conhecido de Jack que inseria a cada 108 minutos um código no único computador (muito antigo, por sinal) presente no local. Segundo ele, estava “salvando o mundo” com isto;
  • Além do computador, a Estação Cisne possuía uma cozinha inteiramente equipada, duas camas, um banheiro, um depósito de armas, e uma despensa, cujos suprimentos são fornecidos periodicamente;
  • Ela também possuía portas reforçadas, cuja finlaidade era lacrar o setor onde se localizava o computador da estação, enquanto era efetuada a entrega de novos suprimentos (jogados de pára-quedas não se sabe exatamente de qual veículo aéreo). O motivo do isolamento é provavelmente para que um dos parceiros vá até a floresta buscar a entrega, enquanto o outro permanece em seu interior, protegido do ambiente externo, dando prosseguimento ao “ritual” de apertar o botão;
  • A Cisne também contava com um estoque de medicamentos, usados, segundo Kevin Inman, para se prevenirem da tal “doença” que existia do lado de fora da estação. Parte deles foram levados por Desmond quando fugiu do lugar;
  • Uma das paredes próxima à entrada da escotilha era coberta por um mural enigmático (que pode ser conferido aqui), onde eram citados os números (com o 108 dentro de um sol), o desenho de um casal, algumas casas, peixes, uma jangada, referência a alguém doente (o autor do mural), e pessoas fugindo do que parecia ser uma onda gigante (tsunami?). Outra das paredes apresentava um calendário improvisado de riscos de marcação de alguém que ficou muito tempo ali dentro;
  • Em uma de suas portas reforçadas Locke encontrou, por "acidente", um mapa de todo o complexo DHARMA existente na Ilha, desenhado com tinta vísivel apenas quando exposta a luz negra (confiram uma de suas versões aqui e outra aqui). O mapa tinha referências a outras estações, a uma rede de computadores que percorre a Ilha, ao incidente citado em seu vídeo Orientação, entre muitos outros fragmentos dispersos de informações, que iam desde fórmulas matemáticas, até trechos em latim. O mapa, foi feito por Radzinsky, antigo parceiro de Kevin Inman, e ele próprio;
  • Kevin e Radzinsky possivelmente revezavam em saídas periódicas da estação, empreendidas para recolher informações necessárias para a criação do mapa da DHARMA;
  • Radzinsky também foi o responsável por editar o vídeo Orientação, e possivelmente a pessoa que pôs um de seus fragmentos dentro da Bíblia que Mr. Eko encontrou na Estação Flecha (Arrow);
  • Radzinsky se matou enquanto Kevin dormia;
  • Kevin parecia não se importar com a ameaça da doença que supostamente existia na Ilha, ou até sabia que ela não passava de uma mentira, tanto que saiu sem proteção até o local onde consertava o barco de Desmond, para fugir da Ilha. Foi neste mesmo local que Desmond o matou por acidente;
  • A estação também tinha uma parede de concreto que apresentava alto índice de eletromagnetismo, que mais tarde se revelou uma “represa eletromagnética”;
  • O esquema de apertar o botão servia para descarregar uma quantidade específica e segura de energia eletromagnética, acumulada a cada 108 minutos pela represa que continha a anomalia, a fim de que ela não alcançasse níveis excessivos e perigosos, os quais ameaçariam a integridade da Ilha (e, dizem alguns, até do mundo inteiro);
  • O incidente, citado tanto no vídeo Orientação, como no mapa da DHARMA, pode ter ligações com a anomalia eletromagnética (embora também possa estar relacionado com a Purgação);
  • A queda do vôo 815 da Oceanic Airlines foi causada por uma falha no sistema de liberação de energia da anomalia. Isto não só pode ter afetado os aparelhos da aeronave, como também despedaçado o avião em pleno vôo, além de abalar as estruturas da Ilha, gerando tremores por toda a sua extensão;
  • Quando Desmond ativou a chave de segurança, que acionou a bomba nuclear e implodiu a Estação Cisne, e conseqüentemente a anomalia eletromagnética, todos na Ilha ouviram um zumbido muito agudo, e viram o céu ficar violeta. O P.E.M. (pulso eletromagnético) gerado danificou os aparelhos de comunicação das instalações da DHARMA com o mundo exterior, assim como o sonar da Estação Espelho, e a antena da Estação Chama;
  • Tudo que restou da Estação Cisne foi uma cratera, e a porta de sua escotilha, que foi arremessada até a praia.

Estação Flecha (The Arrow): sendo ela uma estação incompleta, cuja construção foi provavelmente interrompida após a Purgação, não é possível dizer qual seria sua função:

  • Paralelamente à descoberta da Estação Cisne, o grupo da traseira a encontrou, supostamente localizada no sudeste da Ilha;
  • A estação estava vazia, aparentemente incompleta, e possuía apenas instalações elétricas, que ainda funcionavam. Fora isto, Ana Lucia, Bernard, Cindy, Libby, Goodwin e Mr. Eko encontraram um baú contendo um rádio transmissor, um olho de vidro, e uma Bíblia oca, em cujo interior estava um fragmento do vídeo Orientação da Estação Cisne.

Estação Caduceu (também conhecida como “The Staff” ou “Estação Médica”): tudo indica que era usada pela Iniciativa DHARMA como hospital. Após a Purgação os Outros a utilizaram para realizarem suas pesquisas sobre a doença das gestantes:

  • Foi nesta estação que Claire foi mantida sob os cuidados de Ethan, logo após ele seqüestrá-la;
  • Era equipada por instrumentos e aparelhos médicos, quartos hospitalares, sala de cirurgia, um quarto para criança totalmente decorado, um vestiário, onde os Outros guardavam seus disfarces de “maltrapilhos” (incluindo uma das barbas falsas possivelmente usadas por Tom), uma escotilha de escape (cujo destino permanece desconhecido), e um quarto secreto (cuja entrada se localiza atrás de um dos armários do vestiário), para onde levavam as mulheres grávidas que já não tinham chances de sobreviver à gravidez;
  • Logo após a fuga de Claire, os Outros abandonaram esta estação.

Estação Pérola (The Pearl): localizada no centro do Complexo DHARMA, segundo o mapa desenhado na porta reforçada da Estação Cisne, é uma estação com dupla função: monitoramento das demais estações, e palco de um possível experimento psicológico, tendo em vista que ela própria também era monitorada:

  • Desde o acidente que matou Boone, ela esteve escondida sob o avião nigeriano;
  • Possui uma sala com monitores, duas cadeiras com mesinhas de anotações acopladas, vários cadernos, cápsulas para armazená-los, um tubo de ar comprimido para despachá-las, um computador antigo com impressora matricial, um vídeo-cassete e um banheiro;
  • Locke e Mr. Eko encontraram nela um vídeo Orientação (vejam-no aqui) que afirmava que tudo ocorrido na Estação Cisne era um experimento psicológico;
  • Também encontraram um relatório detalhando cada vez que o botão foi acionado na Estação Cisne, que mais tarde Desmond usou para descobrir que foi sua falha a causa do acidente do avião da Oceanic;
  • A Estação Pérola era usada para monitorar as outras estações da Iniciativa DHARMA;
  • Era visitava periodicamente pelos Outros. Ben e Juliet fizeram isto pouco antes de ele ser capturados por Rousseau. Foi nesta ocasião que começaram a traçar um plano para atrair Jack até eles;
  • Os cadernos de anotações, enviados pelo tubo de ar comprimido, eram encaminhados para um depósito ao ar livre, no meio de um lugar isolado da Ilha (enquanto no vídeo Orientação era dito que chegavam até a administração geral do projeto);
  • Sayid, restabelecendo a conexão de um dos monitores com a câmera localizada em outra estação, captou a primeira imagem de Mikhail na Estação Chama.

Estação Hidra (The Hydra): tudo indica ser a estação que originalmente realizava pesquisas na área de zoologia:

  • Era usada pelos Outros como prisão;
  • Possui jaulas para ursos; um aquário, sob o qual ficam salas para examinar peixes de médio porte (em uma das quais Jack ficou preso); uma sala de operações, equipada com instrumentos médicos (provavelmente levados até lá após abandonarem a Estação Caduceu); uma sala de monitoramento, de onde é possível observar todos os pontos da estação; várias outras salas usadas como celas, sendo uma delas usada especialmente para efetuar lavagem cerebral (onde Karl ficou preso por um tempo, após tentar fugir da jaula onde estava) e, por fim, um auditório (no qual os Outros realizaram o julgamento de Juliet);
  • Está localizada em uma ilhota vizinha à Ilha;
  • O tubarão com a marca da DHARMA que atacou Michael e Sawyer possivelmente fazia parte dessa estação;
  • O submarino que os Outros tinham era usado para transportar o pessoal da Ilha para a Estação Hidra e vice-versa;
  • Há uma criação de coelhos por lá.

Estação Chama (The Flame): era controlada por Mikhail Bakunin. Seu objetivo original era servir à Iniciativa DHARMA como canal de comunicação com o mundo exterior. Através dela era possível ter acesso às mais variadas informações provenientes do mundo inteiro:

  • Durante a Purgação, passou a ser controlada pelos Outros, que encarregaram Mikhail de guardá-la;
  • Possui uma antena de alta freqüência, computadores ligadas à rede central, a DHARMANET (citada no Mapa da DHARMA), com acesso a um satélite, ao sonar da Estação Espelho, e ao quartel, até pouco tempo ocupado pelos Outros;
  • Mikhail matinha uma pequena criação de vacas e cavalos por lá, e parecia caçar com certa freqüência, tendo em vista a carne congelada que Kate achou no refrigerador da estação;
  • O local também tinha uma ampla sala de estar, e um porão com diversas prateleiras cheias de carcaças de computadores antigos, e pastas com esquemas das instalações da DHARMA e descrições dos diversos protocolos usados pelo projeto quando ainda estava ativo (entre eles o de recebimento de suprimentos). Foi em uma dessas pastas que Sayid encontrou o mapa que levava ao quartel dos Outros, e também os esquemas da Estação Espelho, que mais tarde foram usados para traçarem o plano de invasão e destruição da mesma, cumprido por Charlie e Desmond.

Estação Espelho (The Looking-Glass): sua principal função era servir de guia para que os submarinos da Iniciativa DHARMA localizassem a Ilha. Além disto, era usada para filtrar todas as comunicações provenientes das instalações do projeto, possivelmente com o intuito de impedir que qualquer membro revelasse sua existência para o mundo exterior:

  • Era o ponto para o qual se dirigia o cabo de energia encontrado por Sayid na praia, quando havia decidido abandonar o acampamento com a finalidade de mapear a Ilha;
  • Localizasse no fundo do mar que cerca a Ilha;
  • Como sua entrada fica na parte de baixo, as únicas formas de acessá-la é com o uso de equipamentos de mergulho (ou muito fôlego, no caso de Charlie e Desmond), ou por intermédio de um submarino (provavelmente o meio que originalmente os membros da DHARMA usavam para chegarem até ela);
  • Possivelmente contava com alguns quartos, banheiro e cozinha, pois era projetada para servir de habitação a seus ocupantes por um longo período, como era o caso de Bonnie e Greta;
  • E, claro, possuía uma sala de controle com acesso ao sonar, que indicava a localização da Ilha para submarinos, e também o equipamento usado para bloquear qualquer freqüência de rádio transmitida do interior da Ilha;
  • Também contava com um computador conectado a um satélite, o que explica aquela transmissão de Penny captada por Charlie em seus minutos finais de vida;
  • É ela também a responsável por impedir que o pedido de socorro gravado por Rousseau alcançasse o mundo exterior. E deve ter sido o suposto meio usado pelos Outros para impedir que a Fundação Hanso descobrisse sobre a Purgação (o que explicaria, em parte, porque ela, supostamente, nunca mandou uma equipe para recuperar o controle da Ilha).

Torre de Transmissão: segundo Alvar Hanso, no vídeo Orientação da Iniciativa DHARMA (divulgado durante o Lost Experience), sua função era transmitir uma gravação que repetia indefinidamente os valores da Equação Valenzetti (4, 8,15 ,16 ,23 e 42). Sua transmissão só seria interrompida caso a Iniciativa DHARMA descobrisse os meios de alterar os valores indicados pela equação, e dessa forma evitar os eventos que levariam à extinção da espécie humana:

  • É ela que transmitia a mensagem com os números que atraiu a equipe de Danielle Rousseau para a Ilha;
  • A mensagem com os números também foi captada por Sam Toomey e Leonard “Lenny” Simms no Pacífico. Números estes que, anos depois, Hurley ouviria de Lenny no instituto psiquiátrico onde ambos estavam internados, e usaria para jogar na loteria;
  • Quando se viu sem chances de sair da Ilha com seus companheiros, Rousseau substituiu a mensagem com os números pelo seu pedido de socorro, que 16 anos depois seria captado por Sayid quando tentava pedir resgate usando o transceiver do piloto do vôo 815;
  • Segundo Rousseau, localiza-se próxima ao Black Rock;
  • Até recentemente transmitia a mensagem de socorro de Danielle, quando foi desligada para liberar a freqüência que ocupava, permitindo que Jack estabelecesse contato com o navio que trouxe Naomi e seu helicóptero para próximo da Ilha.

Balsa de Pala: ficava atracada no pequeno cais de onde os Outros partiram com Jack, Sawyer e Hurley para a Estação Hidra. O destino da embarcação original é desconhecido. Muitos até podem confundi-la com o barco usado pelos Outros para seqüestrar Walt, mas aquele se tratava de um barco de pesca de pequeno porte:

  • Foi citada uma única vez no vídeo Orientação da Estação Pérola, dando a entender que era pra onde os membros da DHARMA se dirigiam quando seu período de trabalho nas estações terminava. Suponho que de lá eles eram levados a algum navio que os conduzia de volta ao continente de onde partiram para se juntarem ao projeto.

Os Números e a Equação Vallenzetti: 4, 8, 15, 16, 23 e 42 são os números que desde o início da série tem nos intrigado por seu significado real em meio a tantos mistérios. De lá pra cá descobrimos informações importantes sobre seu papel na trama de Lost, tais como:

  • Após a crise dos mísseis em Cuba, durante a Guerra Fria, os Estados Unidos e a então União Soviética resolveram encontrar uma solução para a ameaça de se destruírem mutuamente durante o conflito. O resultado foi a Equação Valenzetti, desenvolvida pelo matemático italiano Enzo Valenzetti, que previa o número exato de anos e meses até que a humanidade se extinguisse, fosse através de guerra nuclear, biológica, química ou convencional, epidemia, superpopulação, entre outros;
  • A equação fornecia valores ambientais e humanos essenciais, que influiriam diretamente no processo de extinção da humanidade, os quais foram usados pela Iniciativa DHARMA como guias de seus experimentos;
  • Eram continuamente transmitidos pela torre da DHARMA próxima ao Black Rock, indicando que o projeto ainda não havia encontrado meios de mudar os valores da equação, como forma de impedir os eventos catalizadores de nossa extinção;
  • A transmissão dos números foram captadas tanto por Sam Toomey e Leonard “Lenny” Simms, quando serviam na Marinha há 16 anos (contatos a partir de 2004), como pela equipe de pesquisas de Danielle Rousseau;
  • Também estavam gravados na escotilha da Estação Cisne;
  • Eram digitados no computador da Estação Cisne para descarregar o acúmulo de energia eletromagnética da anomalia represada;
  • Foram vistos em diversas ocasiões nos flashbacks dos sobreviventes (uma relação completa sobre tais aparições vocês podem encontrar aqui);
  • Possuem uma ligação maior com Hurley que, usando-os, ganhou na loteria, mas, ao mesmo tempo, gerou má sorte às pessoas ao seu redor (o que pode ou não ser uma simples paranóia dele).

E por hoje é só. Dessa vez ficarei devendo as imagens, pois tive problemas para enviá-las para o Photobucket (onde armazeno todas as que ilustraram as partes anteriores), e porque o Blogger simplesmente não me deixa fazer isto (não me perguntem porque).

Na próxima parte falaremos dos "Personagens Intrigantes de LOST."

Rodrigo "Wolv" Ferreira

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