terça-feira, 22 de setembro de 2009

[Mad Men] 3x05 The Fog

Antes de começar esse texto, sei que minhas análises dos episódios tem atrasado cada vez mais pra serem publicadas, mas estou dando tempo de pelo menos uma semana pra todo mundo assistir. Como ninguém tem reclamado (se é que alguém lê, né?), pretendo continuar desse jeito mesmo. Essa semana o texto entraria originalmente no domingo, mas resolvi reescrever para a aproveitar a vitória de Mad Men na cerimônia do Emmy. Não quero de jeito nenhum forçar ninguém a gostar, mas só tentar mostrar por que a série é tão favorita a vencer assim, ainda que seja tão impopular no país e a maioria considere-a lenta e chata. Basicamente, Mad Men agrada aos dois extremos da indústria, tanto aos mais experiente e conservadores membros que tendem a identificar-se com toda a nostalgia da época, quanto aos mais novos pela complexidade das personagens e relação com a época atual. Nem é preciso dizer que tecnicamente a série é impecável, nos seus figurinos, cenários e até a inserção de momentos-chave da História americana no cotidiano dessas pessoas. Por isso, num cenário bastante pessimista (ou para alguns, otimista) Mad Men poderia ter até menos da metade dos votos dos jurados que o resto seria distribuído entre os outros concorrentes. E num ano em que mais um foi incluído no páreo, era praticamente impossível que Matthew Weiner e equipe não levassem o prêmio pra casa. Se é merecido? Com certeza, e tomando como base o episódio da semana passada, vou explicar por quê.
"The Fog" esteve longe de ser um episódio perfeito de Mad Men. A direção pareceu um pouco irregular e muitos artifícios com certeza não me agradaram. Logo no início em meio à conversa com a professora, por exemplo, rola um inexplicável corte brusco mostrando Sally com sangue em seu rosto. Também acho que a comoção do carcereiro ao lado de Don foi um pouco excessiva -- principalmente quando chega a colocar a mão em seu rosto --, ainda que mostrasse toda sua determinação em mudar de vida, algo que Don não pode nem mesmo considerar. Sem contar a sequência dos devaneios de Betty, que mais uma vez pareceram um atalho pra trazer coisas de seu inconsciente e motivar suas ações (ou a falta delas) daqui pra frente. Mas tudo isso não é suficiente pra condenar o episódio, porque todo o resto compensa qualquer deslize. Apesar de dificilmente apontar esses erros nas minhas análises, não é por uma simples questão da série ter "crédito" comigo, mas sim a constatação de que o texto dela é infinitamente superior a qualquer outra na televisão atual. Se não quer acreditar em mim, basta ver que a série também dominou a categoria de melhor roteiro, com quatro indicações dentre as cinco possíveis. Claro que são muitas razões juntas que contribuem pra toda essa qualidade, mas na minha opinião dois pontos destacam-se:

1) O tema dos episódios: Sei que muita gente resiste em encontrar qualquer significado para cenas de séries ou filmes. A primeira pergunta que fazem é até que ponto quem criou a história realmente tinha a intenção de passar essa mensagem. Mas em "The Fog" fica difícil negar: já na primeira cena, Don e Betty tem um encontro na escola com a professora de Sally, que mostra-se preocupada com o comportamento da garota. Depois disso, Betty precisa ser levada ao hospital pra entrar em trabalho de parto, e Don Draper tem esperar pacientemente numa ala separada, onde encontra um outro homem, carcereiro de uma prisão, que também espera por notícias de sua esposa. Todos esses lugares não são mera coincidência, já que são todas instituições estudadas por Foucault principalmente em seu livro Vigiar e Punir, quando analisa a forma como a sociedade organiza-se e disciplina seus membros. Se parasse apenas por aí já consideraria um roteiro bem esperto, mas a melhor parte vem quando percebemos que todas as tramas desse episódio mostram seus personagens exatamente "aprisionados".

O caso mais óbvio é de Betty, perto de dar à luz seu terceiro bebê e fazendo de tudo pra salvar seu casamento, murmurando no alto de seus delírios que é apenas uma dona-de-casa. Já Pete não consegue ir muito além com sua ideia de fazer um comercial atendendo aos públicos branco e negro, ainda enfrentando as resistências do conservadorismo e segregação na Sterling Cooper. Peggy só quer ter seu trabalho reconhecido dentro da empresa, que ainda segue os antigos padrões de pagar menos para mulheres. Seus motivos são mais do que justos para Don, mas agora ele também tem de trabalhar dentro dos limites estabelecidos por Pryce e os ingleses.

2) Sutileza pra tratar os conflitos: Mad Men sabe como nenhuma outra evitar conflitos e expor as cicatrizes na hora certa. Quando você pensa que numa situação delicada logo alguém aparecerá pra ter uma conclusão, a série leva você pra um novo caminho. Desde o final da temporada passada ficamos nos perguntando como teria ficado a relação entre Pete e Peggy, após ficar sabendo da gravidez dela. Os roteiristas então aproveitaram essa carta na manga depois de quatro episódios, quando Duck volta pra oferecer aos dois uma chance em sua nova empresa. Chance essa que tiraria os dois das "amarras" da Sterling Cooper. O encontro dos dois no restaurante já é constrangedor o bastante pra Pete logo arrumar um jeito de escapar. Mas depois de Peggy ter seu pedido de aumento rejeitado por Don e parecer decidida a tomar a decisão de partir, Pete resolve interpelá-la num dos corredores e dizer que suas decisões nesse caso também lhe afetam, como se ainda ecoassem em suas palavras a "perda" do filho. Não existe clímax, é apenas mais um momento de frustração de Pete, como se a tensão sempre estivesse ali presente e fosse continuar assim.


Mas como já disse anteriormente, estes são apenas alguns dos detalhes que contribuem para todo esse sucesso. São os pequenos momentos de silêncio, às vezes mais impactantes do que qualquer fala. Toda a encenação, preocupada com a postura e gesto de cada um de seus personagens. Isso é o "pouco" que faz de Mad Men se diferenciar de todas as outras, sendo fascinante por respeitar acima de tudo a inteligência de quem assiste. E é por isso que, a não ser que haja comoção generalizada por conta da conclusão de Lost, Mad Men parece ter caminho livre para mais um triunfo no Emmy do ano que vem.

Fotos: Popsugar/UK e AMC.

e.fuzii
twitter.com/efuzii

[Fringe] 2x01 A New Day in the Old Town

O retorno de Fringe foi, em uma palavra, intenso!
Com a trama já bem desenvolvida depois da última temporada, é visível que sobrou mais espaço pra dar vazão a outras situações. Como o Padrão já está "escancarado" o que se nota agora é a necessidade de se aprofundar na história e em como cada um está envolvido nela religando passado e presente.

Logo de cara, a possibilidade de Peter Bishop ser o Peter de uma realidade alternativa, lançada na temporada passada, é uma história que devemos ver com mais detalhes. Walter não consegue esconder [pelo menos não de nós] que esse mistério está vivo em sua mente.

Olívia, depois da insólita conversa com William Bell naquele universo paralelo e seu ressurgimento espantoso tem zilhões de questionamentos em sua mente. Teria ela uma missão a cumprir? Ou quem sabe uma mensagem a ser passada? Obviamente que acordar de um coma dando conselhos em grego [Einai kalytero anthropo apo ton patera toy] a Peter não costuma ser nada normal.

Pois o "seja um homem melhor do que seu pai" pronunciado pela agente Dunham mexeu não só com o jovem Bishop mas com todos os espectadores. A sensação de que Bell estaria tentando se comunicar com o "nosso" mundo parece bastante evidente. Apesar disso há uma corrida contrária que visa impedir qualquer ação a que Olivia esteja destinada.

Aos poucos vamos sendo apresentados aos que talvez sejam os verdadeiros vilões. À medida em que os casos vão sendo resolvidos os nós nem sempre são desatados, mas se tornam "pontos" que ligam uma grande rede; rede essa que vai além da nossa realidade e nos leva a conhecer uma espécie de soldado metamorfo com tecnologia avançadíssima e uma meta bem clara: eliminar Olivia. Vale destacar o modo peculiar como as informações são transmitidas ao assassino.

E como a loira estava num pós-trauma em escala interdimensional [=S] coube a inclusão de uma nova personagem - a agente júnior Amy Jessup [Meghan Markle]. A moça é bastante obstinada e já garantiu seu lugarzinho no Clube da Bizarrice roubando conseguindo informação restrita sobre o que a trupe de Philip Broyles faz. E a entrada dela, além de bem aceita pelo grupo, servirá para revirar o baú de mistérios não resolvidos com ânimo novo.

Aí um gancho interessante: o ator Kirk Acevedo ganhou um upgrade em seu personagem. Acontece que o perseguidor de Dunham assume o corpo do agente Francis e deve ficar infiltrado trazendo um forte conflito nessa temporada. Outro motivo pra adesão de Jessup pois ela deverá ser a nova responsável pelo elo de ligação entre a Fringe Division e o FBI.

Também sobrou espaço pra outra coisa nessa nova temporada: romance...
Rachel, na iminência do desligamento dos aparelhos da irmã, acaba revelando a Peter o interesse de Olivia por ele - não que ele já não soubesse. E entre atentados contra suas vidas e flores ao pé da cama o casal tende a se aproximar nos próximos capítulos.
Mas não foi só. Um surpreendente beijo entre Broyles e Nina Sharp ilustra o motivo pelo qual os dois são aliados em suas decisões.

Pra quebrar um pouco o impacto, como de costume, ainda deu tempo do bolo-de-aniversário-do-Peter que Walter fez questão de fazer. O que mostra que aos poucos pai e filho estão deixando o passado pra trás e se dando uma nova chance.




[Alison do Vale]
twitter: @menino_magro

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

[House] Nova Temporada, Novo Comentarista





Hoje começa a sexta temporada de “House” e farei os comentários a partir desta semana. O Alan, que era o comentarista oficial, desistiu depois que a série se tornou algo como “House & Thirteen – Uma Dupla Muito Louca”, então aceitei o desafio, acreditando que esta fase ruim já passou.


De fato, a quinta temporada foi o pior momento da série, ao dar atenção demais a personagens secundários que não mereciam atenção nenhuma. Mas os últimos episódios ameaçaram um retorno à boa forma, com o resgate progressivo de Cameron e Chase ao mesmo tempo em que tenta se livrar da equipe médica atual, ignorando, inclusive, a doença de Thirteen. Críticos americanos que tiveram acesso ao season premiere de hoje garantem que vem coisa boa por aí, impressão que já se tinha desde a reviravolta do último episódio (menos pela reviravolta em si e mais pelas possibilidades que surgem).


Este post é apenas uma apresentação de como eu vejo a série, sobre o que me atrai nela e que tipo de comentário vocês encontrarão aqui.


Sou da turma que considera “House” um dos mais brilhantes programas da televisão. Ao contrário de séries como “Deadwood”, “Sopranos” ou “Mad Men”, não é sua intenção ousar na narrativa, flertar com a linguagem cinematográfica ou fazer do ato de filmar uma experiência complexa e estimulante, e aprofundar em personagens tridimensionais. O brilhantismo de “House” está em lidar com a linguagem televisiva da maneira mais simples e direta possível, sem deixar de ser inteligente e divertida.


Todo mundo já conhece a estrutura “camisa-de-força”: paciente apresenta sintomas inusitados, House e sua equipe tentam encontrar diagnóstico, quadro do paciente se complica e mistério se desvenda no último minuto (na maioria das vezes, uma “iluminação” repentina do protagonista). Roteiro e atuações, portanto, precisam ser mais do que afiados. Ou seja, as molas mestras de qualquer show televisivo que se preze (pra dirigir os episódios, qualquer diretor padrão da indústria).


A essa altura, nem é preciso comentar como a série se estrutura em histórias de investigação e mistério (os amigos House e Wilson sendo referências óbvias a Holmes e Watson) guiadas por um protagonista fascinante pela combinação de fatores (ele é brilhante, sarcástico, hilário, cruel, mal humorado, grosseiro), que tem Hugh Laurie numa dessas atuações de ficar para a história da humanidade.


Mas o que mais me fascina é como os autores vêem e tratam as questões que abordam. Através de seu protagonista, questionam o mundo e suas verdades à nossa volta. Não há espaço para moralidades, o Dr. House está ali para negar o que é instituído, o que é considerado normal e padrão. E tudo com muito humor fino e rápido. O moralismo também passa longe: enquanto em outra série médica como “Grey´s Anatomy”, pode se extrair humor de médicos envergonhados porque viram uma colega de trabalho nua, ou porque um paciente só aplaca sua dor com filmes pornográficos, em “House” a nudez ou o sexo não são motivos de vergonha (um paciente adolescente tem um orgasmo diante da Dra. Cameron, que trata o incidente com a seriedade que deve ser – a piada vem depois, com House, obviamente, mas longe de passar pelo embaraço ou coisa parecida).


É a forma de lidar com esse tipo de coisa, ou com questões mais sérias, que faz de “House” uma série especial. É ser inteligente e afirmar uma postura ética (e não moral) diante do outro, ao mesmo tempo em que diverte pelo humor, surpreende pelo mistério, encanta pela relação que o protagonista mantém com os demais personagens, tudo marcado com alguns dos diálogos e sacadas mais espertos da TV atual.


Infelizmente, com o sucesso enorme da série, os autores parecem ter sentido uma necessidade em “avançar” a trama. Parece uma exigência de mercado que House mude, tenha romances, que os coadjuvantes participem mais ativamente da história, enfim... que haja movimento. Mas o melhor para “House” seria um eterno presente. Novo paciente, novo mistério, investigação divertida, algumas discussões interessantes sobre o tema em questão, resolução da trama e pronto. Até semana que vem para um novo episódio.


Não que tudo que tenha mudado se tornou um desastre. Uma grande qualidade da série é ter feito Dr. House passar por diversas situações e sair ileso delas, sem mudanças na sua peculiar personalidade. E não foi coisa fácil. E se as tramas que envolvem um personagem que quer destituir o protagonista de seu trono (o diretor da clínica na 1ª temporada, o policial da 3ª) são as menos interessantes da série, a formação da nova equipe médica na 4ª foi uma das coisas mais engraçadas, descabidas e non-senses que já realizaram. Não é que sair da estrutura regular da série seja ruim. Mas sempre temo que House irá ceder, se tornar mais amistoso, compreensível ou qualquer coisa do tipo. E normalmente com dramas e histórias que desviam o que a série tem de melhor e só não se torna apenas mais uma série médica como tantas outras por conta de seu protagonista.


A atenção dada a Thirteen e Foreman na temporada passada, ou o excesso de tentativas em relacionar os dramas de coadjuvantes com as dores dos pacientes fez deste o pior momento da série. E House delirando em mais um season finale também não foi uma solução das mais criativas. Mas o fato é que, por pior que seja, é sempre possível se divertir com o protagonista, sua lógica e sarcasmo. E agora ele está de volta. E internado.


Não sei ainda se criarei um padrão para os comentários. Não serão tão longos como esse post, talvez eu destaque alguns diálogos e certamente não vou me ater ou sequer falar sobre a doença e os sintomas em questão. Mas pelo menos tentarei ser rápido e postar o mais breve possível após o episódio ir ao ar.



Hélio Flores.
http://twitter.com/helioflores

[Supernatural] 5.02 God Good Y' all

Foto: Reprodução


No começo, parecia apenas um episódio de transição, ou, nos termos de Arquivo X, "monster of the week". Mas não foi. Este episódio marcou o começo do fim dos tempos. E um dos cavalheiros do Apocalipse deu ar de sua graça. Aliás, o pessoal de SN curte o cast de Lost.

O Cavalheiro nada mais é do que "Esaú", haha, o "aquele que não tem nome" de Lost, inimigo de Jacob (sim, o Lúcifer). O nêmesis de Jacob mandou muito bem como um cavalheiro chique, irônico e persuasivo. E ele tem um carro vermelho! Trés chic! Bíblia "interpretada" com uma elegância.

Oi! Eu na ilha com meu amigão, Jacob, digo, Lúcifer (Titus Welliver e Mark Pellegrino)



Castiel também apareceu numa ponta bacana e engraçada. Anjo com celular é muito pós moderno. Adoro também quando ele coloca Dean no lugar e manda parar com a brincadeira. Tem que ser sério, Dean, poxa, o mundo está no fim...

Quem também retornou em grande estilo foras as meninas, Jo e Ellen. Jo estava mais perdida que cego em tiroteio, mas eles insistem em colocar essa moça na série, fazer o que?

Se não bastasse tanta coisa pra fazer, como deter toda uma população que se enxerga como demônio (SN tb é filosofia existencialista :P ), ainda temos que ficar roendo as unhas esperando o bom Bob voltar a andar e praguejar contra o céu.

Olha, foi bom, aliás, SN começando bem, conquistando território, colocando Deus na questão, brincando e deixando os irmãos brilharem.
E quem aqui não ficou chateada com a separação de Dean e Sam? Pode isso, Kripke? Ah não!

Gente, se Deus não levar essa. O que será de nós?

Cenas legais:

- Bob pedindo ao céu pernas novas. E xingando Castiel por ter perdido seus poderes "logo agora".
- Dean dizendo ao "rambo" da cidade onde serviu. "Inferno". E o cara: Sério? Diz onde. Dean: Inferno.
-Dean respondendo ao mesmo cara após falar sobre a queda da estrela. "Não, não estamos em Arquivo X".
- Castiel fazendo uma ligação divina para os irmãos. E Dean zoando muito.


Danielle M (/@danna_)

[Melrose Place] S01E01 - Pilot

Por Rafael S


Depois do sucesso (para os padrões de audiência da CW) que foi 90210, spin-off de Barrados no Baile, a emissora resolveu apostar de novo nessa fórmula: estreou no último dia 8 de Setembro a nova versão de Melrose Place. A série original, que era derivada de Barrados no Baile, durou 7 temporadas, entre 1992 e 1999. A CW resolveu utilizar o mesmo formato de 90210: uma nova geração de personagens, mas com alguns atores da série clássica. Dos antigos, nesse episódio piloto voltam a cena Michael (interpretado pelo Thomas Calabro) e Sydney (Laura Leighton). Quer dizer, por pouco tempo, afinal sua morte é o ponto de partida para a nova Melrose Place.

Essa nova encarnação de Melrose Place traz os seguintes personagens principais: David (Shaun Sipos), jovem rebelde e inconsequente, envolvido com drogas e roubos, além ser filho do Michael; Ella (Katie Cassidy, de Harper's Island), publicitária ambiciosa, que não mede esforços para conseguir o que quer; O misterioso cozinheiro Auggie (Colin Egglesfield); O jovem casal Jonah (Michael Rady, de Greek) e Riley (Jessica Lucas, de 90210), que está prestes a dar um passo adiante em seu relacionamento; A estudante de medicina Lauren (Stephanie Jacobsen, de Terminator: The Sarah Connor Chronicles), garota bastante dedicada ao trabalho e aos estudos, mas com sérios problemas financeiros. E por fim, a novata Violet (a cantora Ashlee Simpson-Wentz), recém-chegada no condomínio.

E unindo todos esses personagens está Sydney, que era a síndica do condomínio. E quando em uma bela manhã ela aparece morta, boiando na clássica piscina símbolo da série, começa a procura pelo assassino, e todos os moradores parecem esconder alguns segredos que podem ajudar a explicar esse crime.



Embora sua morte aconteça antes da sequência de créditos do primeiro capítulo, com certeza a presença de Sydney ainda será notada por muito tempo. A série faz uso de flashbacks dos personagens para montar a personalidade de Sydney em seus últimos momentos, além de lançar dúvidas na cabeça do espectador, já que vários ali parecem ter tido motivos para o cometer o assassinato. Já nesse piloto, várias suspeitas são plantadas, como a visita que David fez a ela na noite de sua morte (além do envolvimento amoroso entre os dois), Auggie se livrando de roupas sujas de sangue e a chegada repentina de Violet no condomínio apenas alguns dias antes de sua morte. Sem contar no Michael, que apesar da discreta participação nesse piloto, teve uma discussão tensa com Sydney alguns dias antes da morte dela.



Mas o episódio traz mais que a trama de assassinato. O destaque fica para os dilemas morais vividos por dois personagens, Jonah e Lauren. Jonah sonha em ser um grande cineasta, mas enquanto não consegue ser descoberto por um estúdio, ganha a vida filmando festas de aniversário e outros trabalhos menos cotados. É quando ele sem querer filma um grande produtor de Hollywood (casado) dando uns amassos em uma jovem garota, amiga de sua filha. Então Jonah recebe o que seria a oportunidade da sua vida: ter seu filme comprado e financiado pelo produtor, mas tendo que retribuir com seu silêncio sobre o flagra. Já Lauren, atolada de dívidas, e com a perspectiva de ser expulsa da faculdade por falta de pagamento, recebe a indecorosa proposta de ganhar dinheiro para passar a noite com um jovem empresário que conheceu no hospital.

Dois personagens, duas decisões difíceis, que diretamente envolvem suas vidas e suas convicções. Ao fazer cada um deles decidir por um caminho diferente, os roteiristas acertaram em poder desenvolver a partir daí os dois lados da moeda. Haverá uma decisão certa e outra errada? Ou os limites estão cada vez mais nublados? No mundo de jovens adultos de Melrose Place, cheio de mentiras e ambições, as respostas podem não ser tão simples. E a última cena do episódio, com os personagens se despedindo do alegre brinde à memória da Sydney, e depois cada um sozinho lidando com seus dramas/dilemas é a representação perfeita disso.



Não acompanhava a série clássica, então escreverei sobre a nova com olhos de um novato. Já li comentários que algumas das subtramas desse piloto são recicladas da série original. Inspiração ou mera falta de criatividade? Se você era fã do Melrose Place original, sinta-se convidado a comentar suas impressões sobre a nova série na seção de comentários do blog.

Me agradou bastante a abordagem mais adulta da série, diferente dos dilemas adolescentes de 90210. O que dá uma liberdade maior para possíveis tramas que virão a seguir. Sejam todos benvindos mais uma vez ao famoso endereço de número 4616, com a piscina mais famosa (e misteriosa) da televisão.

Fotos: Reprodução



Rafael S
http://twitter.com/rafaelsaraiva

sábado, 19 de setembro de 2009

[Extra] [Dharma Day 2] - Evento reúne fãs de LOST

Olá pessoal...
Como já comentei com no meu primeiro post por aqui, faço parte junto com o Leco, Danna M. e Alison do blog Teorias Lost e esse ano iremos marcar presença mais uma vez, em um evento bem bacana que reúne fãs de Lost em São Paulo, o Dharma Day 2!
O e.fuzii e a Célia Kfouri aqui do blog CES também marcarão presença por lá, se você é fã de Lost não deixe de ir e mesmo que não seja passe por lá pra nos dar um oi! =P


Acontece neste sábado (19) em São Paulo o Dharma Day 2, evento que reúne fãs de "Lost" para debates sobre a série na Livraria Cultura do Shopping Market Place. A iniciativa de organizar o encontro partiu de Fabio Hofnik, 29 anos, que trabalha com cinema e decidiu não discutir a série apenas pela internet. "A coisa mais legal é conhecer outras pessoas que gostam do tema", diz. Em setembro do ano passado ele e mais quatro amigos organizaram a o primeiro encontro de fãs de "Lost", com divulgação pela internet, e reuniram cerca de 150 pessoas. A expectativa é atrair um público semelhante neste ano.
"Vamos propor alguns temas e deixar o público falar, pois no evento do ano passado acabamos não dando muito espaço para o pessoal opinar", diz Hofnik. Segundo o organizador, o público do evento tem um perfil bem variado. "Colocamos um formulário de sugestões no site do Dharma Day e vimos que, na média, são pessoas de 20 a 24 anos, com profissões variadas, de médicos a matemáticos, homens e mulheres", conta. Para ele, 90% das pessoas que comparecem ao evento querem saber as novidades, discutir e argumentar.

Hofnik conta que não existe um consenso entre os fãs sobre qual foi a melhor temporada da série. "Cada uma tem um tema muito específico. Tem gente que gosta mais da viagem no tempo, tem quem prefira o passado misterioso da ilha, é bem dividido". O DVD da quinta temporada, já exibida na televisão, sai este ano no Brasil. A sexta e última temporada estreia em janeiro de 2010 nos Estados Unidos.

O organizador não considera o Dharma Day um "evento nerd". "O público é muito variado, ainda que 'Lost' seja tido como uma coisa nerd. Vai muita gente com camiseta da série, mas não fantasiada", diz ele, que confessa "esse ano dizem que vai ter um pessoal com os macacões da iniciativa Dharma, vamos ver".

* Fonte: UOL por Daniela Salú

Informações
Data: 19 de Setembro de 2009
Horário: a partir das 15:00hs
Local: Livraria Cultura – Shopping Market Place
Endereço: Av. Dr. Chucri Zaidan, 902 – São Paulo, SP
Entrada livre

Outras informações visite o Site: www.dharmaday.com

Abraços!

Mario Toshio
Twitter: @mario_toshio

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

[Glee] 1x03 Acafellas

Já é uma tradição nas séries mais populares da televisão americana que os seus primeiros episódios (4 ou às vezes até 5) sejam ainda vistos como uma espécie de piloto. Ao invés de avançar logo a história, a estratégia é ainda investir numa trama fechada pra "fisgar" novos espectadores semana após semana. Entretanto, é importante também que ofereça algum atrativo para aqueles que já estão acompanhando. E é nesse quesito que acho que esse terceiro episódio falha vergonhosamente. Além de um problema grave de ritmo, que às vezes nos faz acreditar que passaram-se meses entre uma sequência e outra, diria que a história chega até a retroceder quando resolve-se logo afastar as cheerleaders do Glee Club e voltar à falta de integrantes, algo que parecia tão urgente na semana passada. A própria dinâmica de Quinn e Rachel confrontando-se pela atenção de Finn pareceu esquecida e tudo que restou foi uma busca desesperada por um novo coreógrafo. Se o plano de Sue era que os garotos contratassem uma versão masculina dela mesma, sinto muito mas não deu certo.

Apesar de ainda insistirem na gravidez falsa da esposa de Will, sem que ninguém note nenhuma alteração física na moça aliás, dessa vez sinto que a relação dos dois foi melhor retratada. Talvez até pela presença dos pais de Will, ficou claro que pelo menos um sente admiração pelo outro. Fica claro aqui também que essa tentativa de "aquecer os corações" a todo custo também pode prejudicar a série. Além de não convencer que Will largaria as coreografias do Glee Club por causa de uma simples reclamação, chega a ser constrangedor que o pai dele apareça pra falar sobre suas frustrações de nunca ter seguido adiante em Direito pra no final simplesmente decidir ir. É preciso algo mais sustentável pra garantir o sucesso de uma conclusão dessas e o próprio interesse do público, como vemos também no caso da súbita atração de Mercedes por Kurt. Embora seja comum um arco desses, do gay saindo do armário após virar alvo de uma garota, é algo que precisa de mais episódios pra convencer. O clímax dessa relação veio no número musical em que Mercedes canta no cenário de lava-carros que, ainda que fosse a melhor performance da noite com sobras, enquadra-se naquele momento de devaneio convencional que não me agrada. E talvez seja esse clima de mundo musical que divida a opinião de tanta gente.

O fato é que buscando esses exageros nas personagens e situações, Glee desafia muito seus limites de tolerância. Chega uma hora que se você não está devidamente inserido na série, assistir a um grupo de adultos apresentando-se diante dos pais dos alunos é um caso de vergonha alheia. E é exatamente onde mora o perigo: uma vez que você rejeita -- e começa a enjoar desse mundo de fantasia --, é preciso algo muito convincente pra te atrair de volta na sequência. Nem preciso dizer o quanto o texto da série é esperto com tiradas excelentes, mas algumas cenas ainda esforçam-se demais em fazer rir. Achei hilária a dose de humor negro do professor recém-aleijado de seus polegares comendo seu bolo, por exemplo. Já as razões pro rapaz do moicano juntar-se ao Acafellas não funcionaram. Tudo parece uma questão de experiência nesse começo, mas esperava que essas ideias já estivessem mais amadurecidas na cabeça desses produtores. Pelo menos a impressão que ficou pra mim é que o roteiro desse episódio e a conexão entre essas tramas foram todos decididos na última hora, infelizmente.

e.fuzii
twitter.com/efuzii

[The Vampire Diaries] 1.01 - Piloto

Os vampiros retornaram com força total, vide o grande sucesso das adaptações das séries Crepúsculo e The Sookie Stackhouse Chronicles para cinema e TV, respectivamente. A CW obviamente não quis ficar de fora, e decidiu fazer sua adaptação, escolhendo a série The Vampire Diaries. Para azar nosso, a emisora decidiu seguir o caminho de Crepúsculo e fez uma série visando o público adolescente, que se empolga fácil com qualquer coisa.


Tem a menina que não se sente à vontade no lugar que vive nem com a vida que tem por causa da morte dos pais. Tem a melhor amiga boba, mas engraçada. Tem a garota fácil que quer ser mais que um objeto. Tem o aluno novo e misterioso, mas legal, que todas querem. Tem o outro novato e misterioso, mas não tão legal. Tem MGMT na trilha sonora, e, olha só, pessoas escrevendo em diários! Se isso não faz soar o alarme de "Corra, clichê" na cabeça, para completar, os dois recém chegados, que tem algum interesse na protagonista, são os vampiros do título.


The Vampire Diaries é uma mistura de tudo que já vimos antes, mesmo em séries que não envolvem vampiros (se tirassem os vampiros, The Vampire Diaries seria outra One Tree Hill, série da, surpresa, surpresa, CW). Apesar disso, assistindo The Vampire Diaries com expectativa zero, foi até possível encontrar alguns motivos para ver o segundo episódio, como saber por quanto tempo o Ian Somerhalder consegue manter aquele sorriso canastrão.

Marcelle (www.twitter.com/marcellemml)
Fotos: Divulgação

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

[Sons of Anarchy] Sobre a Série


(o texto abaixo NÃO contêm spoilers relevantes - eu acho)


Mais de 4 milhões de americanos estiveram com seus televisores ligados no canal FX para a estréia da segunda temporada de “Sons of Anarchy”, que ocorreu na semana passada. Números gigantes para um canal fechado, que exibia uma série sobre motoqueiros criminosos, tendo um impressionante aumento de 95% de audiência em relação ao piloto exibido há um ano.


Inédita na TV brasileira e a julgar pela ausência de comentários sobre a série em alguns dos mais famosos sites especializados do país, “Sons of Anarchy” ainda não pegou no Brasil, embora já exista o Box em DVD da sua Primeira Temporada, lançado mês passado.


Girando em torno de um grupo de motoqueiros que trabalha com contrabando de armas, a série estreou ano passado com muitas expectativas, já que é criação de Kurt Sutter, considerado um dos roteiristas mais criativos de “The Shield”. No entanto, o piloto não agradou a quase ninguém e muitos desistiram da série, mesmo porque os episódios seguintes também não empolgavam.


De fato, não havia muito o que elogiar: um protagonista fraco (a escolha de Charlie Hunnam para o papel foi um desastre), histórias clichês envolvendo rivalidade entre gangues, polícia corrupta e a idéia de um clube de motoqueiros que defende sua pequena cidade ao mesmo tempo que esconde suas atividades escusas. Tudo parecia óbvio demais e sem força para sustentar a atenção.


Tudo começa a mudar lá pelo quinto ou sexto episódio, quando a série mostra a que veio, ainda que marcada mais pelas partes do que pelo todo. Boas idéias e uma dose generosa de violência e agressividade sem floreios vão tomando conta dos episódios, dando os tons de tragédia anunciada que logo fizeram os fãs notarem as referências a Shakespeare. Gemma, a personagem de Katey Sagal (a eterna Mrs. Bundy), por exemplo, é caracterizada como uma Lady MacBeth, que mostra suas garras já no piloto da série, deixando claro o que essa mulher é capaz de fazer para manutenção de sua família (e que envolve o próprio clube).


Sagal, na verdade, talvez seja a principal razão para se acompanhar “Sons of Anarchy” no início, seja pela força de sua atuação, pela escrita de sua personagem, mas também porque o elenco masculino é grande (sem espaço para muito desenvolvimento, além do protagonista) e as poucas personagens femininas são fracas. No episódio 6, “AK-51”, há uma sequencia envolvendo Sagal e um skate, que é um dos momentos mais fortes de toda a temporada, e que dá mostras da vitalidade da série, na execução da violência e de como esta violência está perfeitamente engendrada na realidade destes personagens. Traição e menopausa nunca foram combinações tão potentes como aqui.


A partir da metade da temporada, “Sons of Anarchy” começa a expandir seus horizontes e, apesar de insistir em clichês e tramas bobas (um stalker dos mais psicóticos, a leitura de um livro escrito pelo pai do protagonista), torna-se bem mais interessante, com a ajuda mais do que bem vinda da maravilhosa Ally Walker como uma agente federal disposta a acabar com o clube, e de Ryan Hurst, no papel de Opie, um membro que decidiu se afastar do clube e ter uma vida normal ao lado de esposa e filhos, após cumprir pena na prisão sem deletar os companheiros. Opie será o protagonista dos momentos mais intensos do final da temporada, um dos elementos que dará a tônica deste novo ano.


E ao contrário do início da primeira temporada, a estréia na semana passada mostrou que “Sons of Anarchy” já encontrou seu caminho e tem tudo para ser uma das séries mais eletrizantes do ano: o episódio “Albification” dá aula de como gerar expectativas para toda uma temporada, apresentando novos inimigos, as complicações e dramas internos prestes a explodir e, após uma morte violenta no meio do episódio, ainda tivemos um final barra pesada, que surpreende pela coragem e violência (após ver o episódio, o crítico Alan Sepinwall perguntou a Kurt Sutter “What the hell is wrong with you?”), brilhante pela sutil preparação desenvolvida ao longo do episódio. Ainda tenho alguns problemas com a série, que não me convenceu na resolução provisória de algumas questões, mas são momentos assim que fazem valer a pena.


Um season premiere intenso que os milhares de novos telespectadores que estavam acompanhando certamente vão querer ver o que está por vir. Porque aquele final parecia dizer “É isso que vocês vão ter nessa série, uma descida ao inferno na vida dessas pessoas. É pegar ou largar”. E é difícil largar.


Sons of Anarchy é exibida nos EUA pelo canal pago FX, toda terça-feira. A primeira temporada já está disponível em DVD no Brasil;

Por falta de tempo (e até mesmo de admiradores), a série não será acompanhada semanalmente pelo blog. Mas no futuro, aguardem novos comentários resumindo vários episódios.


Hélio Flores.

http://twitter.com/helioflores

[Bones] 5x01 Harbingers in the Fountain

Foto promocional da 5a temporada

DISCLAIMER: Meu teclado nao tem acento! Update: Anita mora nos Eua.

Gotta love the Canadians! Bones estreia hoje na tv americana, mas no Canadá, foi ontem! Claro que a primeira coisa que fiz ao acordar foi colocar o episódio pra baixar. (Ah, the thrill!) Foi fraquinho na minha opinião, teve uma leve "inspiração" em Arquivo X... Se lembram do último filme que saiu ano passado? Com o cara que tinha visões dos assassinatos das pessoas e acaba desconfiando que ele eh o assassino, etc? WELL, essa season première foi na mesma linha. Mas tambem nao eh novidade para quem acompanha Bones, que existe essa homenagem a Arquivo X. Até o David Duchovny (agente Mulder) já dirigiu episódio, e Booth e Bones sao os novos Mulder e Scully... (Ahem, eles querem ser)

Enfim, ai vai:

Tudo se passa 6 semanas depois do final da 4a temporada. Brennan passou esse meio tempo na Guatemala, enquanto Booth se recuperava, já que os medicos disseram que ele ia se recuperar. Ok, a amnésia foi passageira.

Angela leva Brennan para conhecer Avalon (Cindy Lauper interpretando uma psíquica) e deixar que esta leia cartas de Tarot para Bones. Tipo, oi? Brennan e Tarot?


Cindy Lauper, fazendo uma leitura de tarot para Bones.

Claro que Bones nao acredita nas previsões de Avalon (todas relacionadas a Booth e o período que ela esteve com ele no hospital - o sonho dele durante o coma foi aparentemente produto de uma história que Brennan estava escrevendo e leu para Booth enquanto ele estava desacordado), e deixa Angela e a psíquica para trás.

Dr. Sweets e Booth

Enquanto isso, Booth tem uma consulta com o Dr. Sweets para definir se ele está apto a voltar ao trabalho. Claro que ele está, apesar de um pouco estranho, e ele vai correndo para o laboratório para contar a Brennan. Logo atrás chega Angela e diz que Avalon a informou que há corpos enterrados debaixo de uma fonte. Booth estah ansioso para se jogar no trabalho, então ele e Brennan vao até a tal fonte com um aparelho que mostra o que está no subsolo, e sim, eles encontram esqueletos enterrados embaixo da fonte.

A escavação revela 12 corpos e que provavelmente estavam enterrados há mais de 10 anos, e enquanto Brennan e sua equipe trabalham removendo os restos e outras partículas a serem analisadas, Booth e Cam vao tomar uns drinks. Booth acaba dizendo para Cam que ele está apaixonado por Bones. E Cam conversa com ele e diz para ele esperar e ter certeza do que ele sente antes de se declarar, porque se ele mudar de idéia, ele vai magoar a Brennan. Mesmo assim, Booth vai pra casa e nao consegue dormir. Então aparece na escavação bem cedo, e parece que ele vai se abrir com Bones, mas antes que ele tenha uma chance, ela entrega um mini-cd que achou junto com os esqueletos para ele poder comecar a investigar.

Angela é a selecionada para tentar reconstruir o disquinho, e tambem de fazer reconstruçao facial baseada nos cranios, para eles poderem descobrir quem sao essas pessoas. O primeiro crânio que ela reconstruiu, é exatamente o rosto da Avalon...


Ao ser interrogada, Avalon parece surpresa. Nao é dela o crânio encontrado (duh!), mas de sua irmã, que ela acreditava estar feliz e distante numa comunidade submarina no qual elas pagaram 1 milhão de dolares para poderem ser aceitas. Avalon teria ido junto com a irmã, mas foi expulsa ao "quebrar as regras" do grupo e se consultar com um médico fora do "culto." Mas ela acreditava que a irma tinha ido. A irmã sofria muito com alergias, e acreditava que nessa cidade submarina ela poderia viver melhor.

Na intenção de identificar os corpos, Booth e Brennan contatam o médico que deveria ter ido com o resto do grupo para a cidade submarina mas acabou desistindo. Ele diz achou que tratar pacientes que soh tem alergias nao era um bom uso do tempo dele, que ele era mais necessario na "superfície." Booth quer ver os arquivos sobre esses pacientes, mas o médico insiste que eles consigam uma autorização do magistrado para isso.

Dr. Sweets vai atrás de Booth em seu escritório e afirma saber que Booth está apaixonado pela Brennan. Booth na hora pergunta se foi Cam que contou para ele, mas não, Sweets ficou sabendo via Avalon (risos!) mas que Booth acabou de comprovar que eh verdade. Entao Sweets mostra scans do cérebro de Booth antes, durante e apos o coma. E mostra que a parte do cerebro associada a estar apaixonado, nao mostrava indícios de estar apaixonado ANTES da operação, mas sim durante e após o coma. O argumento do Sweets eh que Booth talvez "volte ao normal" após uns dias e se ele se declarar para a Brennan, é bem possível que ele parta o coração dela quando mudasse de idéia.

Mas Booth está realmente apaixonado, e vai atrás de Avalon para perguntar o que ela acha. Imediatamente a "mentalista" tira um bloco de cartas de tarot e pede para Booth cortar. A primeira carta que ela vira revela a imagem do diabo, e Avalon diz que Brennan está em perigo e que Booth tem que ir atras dela AGORA. Claro que ele hesita achando que Avalon está querendo comprar tempo para fugir dele, mas no fim ele vai atrás.

Brennan está no hospital, atrás do médico do grupo, pois ela achou evidência de que as 12 vítimas foram envenenadas aos poucos e morreram disso, e ela queria - na maior inocência - comparar resultados. Mas ela pegou ele no flagra destruindo os arquivos dos pacientes que ela descobriu embaixo da fonte, e ele tenta atacar Brennan - que é salva por Booth depois de momentos de suspense.

O que resta é achar o líder do grupo, o homem que convenceu Avalon e todas as outras pessoas de que a cidade submarina que ele vendia era real. Mas quando trazem o suspeito, ele tem álibis infaliveis, e eles nao tem como provar que a pessoa sentada na sala de interrogação é o mesmo que matou todas aquelas pessoas.

Mas claro, com jeitinho tudo se consegue, e com a ajuda de Avalon, Brennan consegue uma maneira de comparar o DNA do suspeito com o do líder do culto anos atrás. E é o mesmo. O único problema agora é provar que é o assassino.

Claro que Brennan estah frustrada, mas Booth estah eh mais preocupado se ele fala ou nao para Brennan que estah apaixonado por ela. E SIM, ele se declara!! Ahn, quase. Ele diz "I love you" e depois termina com "Eu te amo, mas de maneira profissional, sabe?" E Brennan - sempre na inocência - dá um tapinha no ombro dele divertida e diz que também ama ela de maneira profissional (risos).

No fim, eles nao conseguem provar se o suspeito cometeu ou nao o crime, mas Caroline (a advogada do FBI, eu acho, nunca peguei a história dela direito) que é muito esperta, consegue incriminar o sujeito com outras alegações - se ele estava construindo uma cidade submarina, ou whatever, tinha que possuir contratos com empresas de construção, etc, se nao era fraude.

Ehhhhhhh... Meio "xumbrega" não pegarem o cara no final, mas isso quase nunca acontece em Bones, entao quem sabe num episódio futuro eles descobrem mais pistas? E quem também sabe a Cindy Lauper volta? (Nao faço questao).

Enfim, eu achei fraco, o caso que eles investigaram também era, mas acho que a idéia era mais começar uma temporada explorando o relacionamento de Booth com a Brennan, criar expectativas se eles vao ou não ficar juntos nessa temporada, o que esperar do Booth pós-operação, etc. Mas nao importa se o episódio é bom ou ruim, Bones é sempre um prazer de assistir justamente pela interação dos personagens, que sao sempre ótimos. Mas o que todo mundo estava comentando antes do episodio sair, sobre os "beijos" e "declaracoes de amor" que iam rolar? Nothing special. Mas resolvi que não ia entregar a parte dos beijos pra vocês, vão ter eh que assistir o episódio e descobrir :P (Mas já avisei que não são nada demais...)

O que voces acharam do comeco da temporada?




segunda-feira, 14 de setembro de 2009

[Bones] Season 4 Recap

-DISCLAIMER: Meu teclado nao tem acento!-

A terceira temporada (que foi curtinha) terminou com a solução do caso do Gormogon (o canibal que andou assombrando duas temporadas) que no fim nao era ninguém importante, só um cara com ilusão de grandeza, mas que recrutou o Zack Addy para o "lado negro da força" usando a lógica. Fiquei chateada com a resolução da trama. Eu sempre fui muito fã dos personagens dessa série, e eliminar o Zack da história desse jeito foi triste e depre. Mas qualquer outro teria sido tao triste quanto, mas fui a quarta temporada com esperança de que o Zack iria ser redimido pelos roteiristas e voltar para a serie.

Adiante, vou fazer um resuminho dos melhores momentos da temporada:

4x01 Yanks in the UK (Part 1)
A Brennan é convidada a fazer uma palestra em Oxford, na Inglaterra, e Booth a acompanha. Claro que um inglesinho acadêmico tem um crush nela, e pede ajuda para resolver um caso... Uma americana rica é guinchada de dentro do seu carro que tinha afundado no Rio Tamisa. Brennan logo declara que ela foi morta com uma "paulada" na cabeça, os restos da herdeira sao mandados para o Jeffersonian, e ela e Booth fican na Inglaterra para ajudar a resolver o caso junto com o Wexler (o Inglesinho com o crush na Brennan) e sua parceira.


A herdeira tinha um caso com um nobre e estava gravida de 2 meses. Suspeito numero 1. Outra suspeita era a futura madrasta da herdeira. Mas no fim, o culpado foi o mordomo. Hein? Isso mesmo. Booth e Brennan descobrem que a herdeira assassinada era realmente filha do duque, o pai do namorado dela!! E o mordomo deles assumiu a culpa do assassinato, dizendo que a acertou na cabeca quando ouviu a garota falar para o duque que era filha dele.

Enquanto isso, back in the usa, o marido brasileiro desaparecido da Angela volta e ela pede o divórcio. Ele se recusa e diz que ainda estah apaixonado por ela.
E como o Zack está fora da série, não arrumaram um substituto , durante a quarta temporada vão circular diferentes assistentes por episódio.

4x02 Yanks in the UK (Part 2)
Caso da herdeira resolvido, Booth e Brennan prontos para voltar aos EUA e eis que um telefonema poe tudo em hold. A parceira do Wexler (o inglesinho com crush na Brennan) liga para eles e diz que encontraram um corpo no apartamento dele, todo queimado, e eh o Wexler. Bitucas de cigarro pelo apartamento levam a policia a pensar que o Wexler estava bebado e botou fogo na cama por acidente. Mas as investigacoes de Brennan e companhia provam o contrário, e que ele foi assassinado. Rola a usual lista de suspeitos, e o culpado foi: Vera, uma estudante do Wexler que junto com ele descobriu um sitio arqueologico em Londres, mas antes da descoberta tinham aceitado propina para dizer que o local nao tinha valor arqueológico e poderiam construir um prédio por cima (ou algo do gênero). E a arma do crime foi um fêmur de 2 mil anos de idade que estava no sítio arqueológico.

Enquanto isso, back in the usa, o marido perdido da Angela resolve dar a ela o divorcio, depois de vê-la beijando o Hodgins e vai embora. A Cam dá uma carona pro moçoo, mas o voo dele é cancelado, e ai.. eles dormem juntos. Cam fica se sentindo culpada durante todo o episódio "conto ou nao conto pra Angela?" Quando ela finalmente conta, a Angela fica puta. E nessas, ela descobre que se ela ainda fica com ciumes do ex-marido, ela nao estah pronta para se casar com o Hodgins, e ai termina com ele.

4x05 The Perfect Pieces in the Purple Pound
Zack is back! Pelo menos por um episódio! Aliás, a única razão por eu comentar , foi memorável só por trazer de volta o Zack a trama.

O episódio começa com um partes de um corpo encontrados num tanque. Sao 12 pedaços, mas nada da cabeça. A vítima é Jared Addison, 25, escritor e que tem uma doença tipo autismo. Booth e Brennan vao a casa dele e falam com a sua mãe, que diz que nao sabia que o guri estava desaparecido já que ele tinha isso passar uns tempos num hotel para terminar o livro que estava escrevendo.

O Zack tem sessões de terapia com o Dr. Sweets, e ele se mostra arrependido, nao pelo assassinato, mas por ter sucumbido a uma lógica falsa. Isso deixa o psicólogo frustrado, e ao ir embora, o seu cartão de visitante não funciona na saída.

Falando em Dr. Sweets, Booth e Brennan o chamam para dar uma olhada no quarto da vítima, onde tudo está organizado meticulosamente: Jared era OCD. Descobrem no quarto dele também uma foto, Kelly Sutton, 50, nua na banheira. Era a "namorada" do Jared. Ao ser interrogada, Kelly diz saber sobre Jared estar num hotel, mas que não era para escrever o livro, mas sim participar de uma conferência de mudanca de comportamento.

Hodgins visita Zack no hospício, e entrega os arquivos do caso em que eles estao trabalhando, para ver se ele tem alguma sugestão.

Booth e Brennan conversam com Jim, o cara que estava administrando palestras na conferência que Jared atendeu, e ele conta que Jared era o melhor "aluno" dele. Ralph, outro "aluno" interrompe a conversa e diz que ele que assassinou Jared. No fim, depois de muita conversa, eles percebem que o cara é maluco, e que obviamente nao foi o culpado.

Proximo suspeito da lista, o antigo publisher do Jared, que encerrou o contrato com ele depois de dois livros, porque o Jared nao era "marketable." Ainda mais um suspeito, David, o filho da Kelly, já que o último lugar que o Jared esteve antes de morrer foi no local de trabalho de David para pedir a mão da mãe dele em casamento.

Mas no fim eles estão num beco sem saída. Sem o crânio, eles não vão descobrir a causa da morte. Nessa, entra o Zack no laboratório "eu sei onde a cabeça esta." Ele explica que, vendo as fotos do quarto do guri , notou que tudo no quarto estava organizado em grupos de 12 itens. Mas o problema é que Jared nao era OCD como imaginávamos, ele era germaphobe. Quem era OCD era a sua mãe. E foi ela quem matou o filho, e deixou os 12 pedaços no tanque, mas o pedaco 13, a cabeça, ela não conseguiu se desfazer e enterrou no quintal. A razão do assassinato é que Jared estava tomando controle da propria vida, saíndo de casa, casando, se curando da sua germofobia. Incomodando a sua mãe a pontod e matá-lo

Zack e os outros personagens vão jantar, enquanto isso, Sweets espera por ele do lado de fora da clínica psiquiatrica. Quando Zack aparece, ele conversa com Sweets e acaba contando que ele não matou ninguém no final da 3a temporada, mas que ajudou o assassino a cometer o crime. E Sweets implora para que Zack conte para a Brennan e para o Booth, mas ele se recusa, diz que se admitisse nao ter matado o cara, eles iam transferí-lo do hospício para a prisão, e que ele nao ia se dar bem. E assim, ele pula a cerca de arame enfarpado e volta pra clínica.

4x10 The Passenger in the Oven

Esse episódio foi clássico por ter se passado inteiramente num voo entre a China e EUA onde Booth e Brennan descobrem um corpo no forno do avião. Eles tem que resolver o crime antes do aviao pousar na China, se nao perdem jurisdição. A vítima eh um passageiro, e eles tem que encontrar o assassino antes que escape. É hilário, com os dois protagonistas se desdobrando para resolver o crime, e usando "props" dos passageiros e da aeronave, no melhor estilo McGyver.

A viítima era Elizabeth, que estava no avião seguindo o amante em sua viagem com a família. O cara admite o affair, mas garante que nao matou a moça. No fim, o assassino era o filho dele, e isso foi comprovado quando encontram um chip de computador no crânio da moça, justamente o jogo que estava faltando na coleção do "gameboy" (não era um gameboy, mas nao lembro que jogo era exatamente).

Enquanto isso, back in the lab: Nos últimos episódios, depois que a Angela e o Hodgins terminam, a Angela começa a namorar uma antiga namorada, a Roxie. Nesse episódio, no entanto, elas estão terminando o relacionamento.

4x14 Hero in the Hold

Na segunda temporada de Bones, um episódio mexeu comigo... Foi a história do Gravedigger, quando ele enterrou Brennan e Hodgins num carro, e os outros personagens tinham apenas 12 horas para encontrar o local onde eles estao enterrados. Mas depois nunca mais falamos nele, e o episódio terminou sem nenhum culpado (mas vários suspeitos). Aliás, falando em suspeitos, na época eu já tinha lido uns spoilers sobre no roteiro inicial, eles jah tinham cogitado três possilidades para o assassino. Um era o Zack Addy (planejado fazer ele de assassino faz tempo entao...), o outro era o agente do FBI que escreveu o livro sobre o Gravedigger, e a terceira suspeita era a escritora que co-escreveu o livro com o cara do FBI. E nesse spoiler falava quem os roteiristas decidiram que ia ser o assassino (dica: nao foi o zack! hehe).

Nesse episódio, o FBI está reabrindo o caso do Gravedigger, e acusam Brennan e Hodgins de ter sumido com evidência relacionada ao caso. Nesse mesmo dia, Booth é sequestrado pelo Gravedigger, e Brennan recebe o telefonema com o pedido de resgate. Eles têm 21 horas para encontrar Booth.

Booth acorda dentro de um pequeno compartimento. Usa a luz do seu relógio para se orientar, e consegue desatarraxar um parafuso usando as chaves do seu carro, e assim consegue escapar. Mas ai ele descobre que estah preso dentro de uma sala, que parece ser parte de um navio. E ele nao estah sozinho. Teddy Parker, um companheiro militar do Booth aparece, e ele tem certeza de que estah vendo alucinações, já que Teddy morreu anos atrás em combate. Booth continua tentando escapar da sala em que está preso, e a alucinação de Teddy o ajuda.

No laboratorio, Hodgins admite ter roubado a evidência que o FBI procurava (e razão pela qual o Booth acabou sendo sequestrado) e mostra a Brennan o pedaço do adesivo que lascou do carro do gravedigger quando este o atropelou na segunda temporada. Ele quer usar esse pedaço de evidencia para tentar achar o Gravedigger, e se eles nao conseguirem encontrar nada em 8 horas, a Brennan vai entregar o adesivo para o FBI e pagar o resgate (a Brennan é podre de rica apesar de nao falarem muito sobre isso na série, mas ela ganha dinheiro como escritora).

O primeiro suspeito é Vega, ex agente do FBI que escreveu sobre o gravedigger, e Brennan e Hodgins vão atrás dele, mas o encontram morto dentro do seu carro. Entao só sobra um suspeito (pelo menos para nos que lemos o spoiler antes hehe). E a essa altura, Brennan e cia sabem que Booth estah em algum lugar perto de água, porque ouviram o barulho de mar na ligação do gravedigger.

Booth e Teddy conseguem escapar da sala em que ele estava preso, e ele finalmente percebe que está num navio. Começa a procurar uma saida, sempre com Teddy junto e discutindo se ele eh um fantasma ou uma halucinacao, e sobre quando o Teddy morreu. Booth sempre se sentiu culpado pela morte do colega, e inclusivo deu o nome de Parker para o seu filho em homenagem a ele. Teddy está emocionado. Nisso, o Booth nota que o navio está cheio de explosivos, e que ele tem 7 horas para escapar.

Nisso, Brennan e Hodgins decidem dar a evidência ao Gravedigger, mas ao deixar a maleta no local combinado, o Gravedigger explode o local. E algumas horas depois, Brennan se pergunta porque eles ainda nao receberam a ligacão do Gravedigger com as coordenadas do Booth, e Sweets informa a Brennan que talvez o Gravedigger nunca tivesse a intençao de dizer onde Booth está. Brennan pede ajuda a Jared, irmao de Booth para que ele use seus contatos militares para conseguir que o corpo de Vega seje mandado para o laboratório para que Brennan possa analisá-lo. Ele no começo nao leva a serio, mas mais tarde aparece no laboratório com o corpo. Ele mentiu para conseguir isso, e quando for descoberto, vai perder o emprego. Eles descobrem que Vega lutou antes de morrer, e que o Gravedigger teria fraturado umas costelas nessa.

Nisso Taffet, a co-escritora do Vega aparece e exige que o corpo seje mandado de volta. Brennan então nota que ela nao consegue esticar o braco, e a aperta nas costelas e vê que Taffet sente dor. Acharam o, quer dizer, a Gravedigger.

Enquanto isso Booth e Teddy usam parte dos explosivos do navio para explodir a porta e conseguirem sair a superficie. Mas a explosao deixa Booth meio cego, e ele encontra Teddy sangrando no chão. Booth carrega Teddy e pede que ele o ajude a encontrar a saída já que nao consegue enxergar.

No laboratório, eles analisam as botas de Taffet, e encontram tinta que pertence a um navio. Ai eh só juntar dois e descobrem que tem um navio pronto pra explodir na costa, e é lá que o Booth está. Brennan pega um helicóptero (a essa altura Jared jah foi preso) e vai atrás de Booth. Ela só tem 5 minutos para encontrá-lo, e Brennan estah em pânico. Por sorte, o Booth já está na parte de cima do navio, ve o helicoptero e corre em tempo de pegar a carona antes do navio explodir. Claro, tem o momento de hesitação quando ele procura pelo Teddy e não o vê, o Booth nao quer partir sem o amigo. Mas o amigo era afinal só uma alucinação. Nao era?

4x25 The Critic in the Cabernet


Esse foi o episódio pre-season finale, e tenho que admitir, eu achei que esse ERA a season finale. Tinha toda a cara. Nao vou comentar sobre o caso, mas sim sobre o que está acontecendo. Brennan resolve que quer um filho e pede a Booth semen para poder fazer fertilização in vitro. Diz que a escolha é lógica, porque tem atributos que ela admira e gostaria que o filho dela possuisse. Claro que isso mexe com o Booth de uma maneira incrível, e ele depois de muita discussão consigo mesmo, resolve doar o semen que a Brennan pediu. Mas ele tem visões e conversas com amigos que morreram na guerra e personagens de desenho animado. No final do episódio, quando ele comenta isso com a Brennan, ela se liga de que isso sao sintomas de um tumor no cerebro. Ela corre com o Booth para o hospital, e termina com ele na maca sendo levado para a sala de operações

Entao, concorda comigo que isso teria sido um ótimo cliffhanger para a season finale?

Mas os roteiristas nao deixaram por ae e mandaram uma season finale super divertida:

4x26 The End in the Beginning

O episódio eh todo as avessas. Começa com o Booth dormindo tranquilamente na sua cama, quando Brennan chega, tira a roupa junta-se a ele.

Quando eles acordam, Cam e Jared (o irmao do Booth) estão batendo na porta atras dos dois porque um crime foi cometido na casa noturna que os dois são donos, chamada "The Lab" (ha!). Alias, todo o episódio eh uma parada de personagens da série trabalhando no clube ou estão relacionados ao crime. Todos os candidatos a assistente que passaram pela série estao lá, e até o Zack estah de volta, como um dos funcionários do clube.

O episódio é divertido, o crime é resolvido, todo mundo acaba feliz... e ai o Booth acorda. Era tudo sonho dele no pós operatório, mas ao seu lado, está Brennan segurando sua mao. E ele pergunta "Quem é voce?"

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Agora é esperar a quinta temporada que estreia essa Quinta feira e ver se o Booth vai recuperar a memória. E aí? Quais as expectativas para essa nova temporada? Quais as teorias? O que voces acham que vai acontecer?



Anita (twitter.com/anitaefrango)

Fotos: http://bonesfansonline.com , http://www.screencaps.org/Drama/Bones/ , http://www.theaby.org