Após um grande season finale, com um super cliffhanger, CM retorna com um bom episódio. Vemos o desenrolar da explosão e logo descobrimos que (sim, meu lado trágico lamentou pois eu adoraria ter visto a morte de um dos personagens, como disse no comentário do 3X20; mas precisaria de uma dose de coragem e ousadia que as séries hoje em dia não têm) ninguém morreu. Sequer havia alguém dentro do carro!! Era a SUV de Hotch, e ele e Kate estavam se aproximando dela quando um dos membros do tal grupo terrorista detona uma bomba. Ela é mais seriamente ferida e tem que ser levada a um hospital, em estado gravíssimo.
Paralelamente, Rossi e Reid, com o apoio técnico de Garcia, a força bruta de Morgan e JJ e Prentiss com colaborações menores, vão percebendo que há algo muito errado no perfil que eles haviam traçado. Começam a repassar todos os detalhes, rever todos os aspectos, até que, uma vez que todos se encontram no hospital onde Kate está sendo operada, percebem que este, e um misterioso 'alguém' que lá está, sob a proteção do serviço secreto, era o verdadeiro alvo do ataque.
O episódio teve muitos bons aspectos - e alguns bem fraquinhos.
Definitivamente, Morgan é Rambo. Bem que eu já desconfiava, após tantas intervenções espetaculares ao longo da série, mas dessa vez foi demais!! E com direito a um melodrama 'de quinta' com a Garcia. Tsc, tsc, tsc.
Por um acaso, esperava-se que eu me surpreendesse que Sam era o responsável pela bomba, e que o paramédico era o terrorista??? Eu não sou nada brilhante para sacar coisas antes de serem reveladas em séries/filmes, mas esses dois me pareceram óbvios demais!!
Se para Hotch e para Morgan não importa que era o protegido peo serviço secreto, para mim importava. E muito!! E aposto que para eles e para qualquer um também. Só que ia dar muito trabalho para os roteiristas explicarem, então ficou mais fácil colocar esse ar de desinteresse nos dois personagens. É o que penso.
Por outro lado, gostei muito da cena em que Morgan persegue o 'garoto' pelo metro. Gostei do clima de suspense. E adorei a última frase de Sam, ao dizer que os outros acabariam derrotados 'because you fear what we embrace'. (pode parecer papo de maluco, mas eu invejo a convicção de terroristas, fanáticos, etc. Acho tão difícl acreditar em alguma coisa hoje em dia, quem dirá com convicção.)
Também gostei de ver tantos agentes da CIA e do FBI serem enganados como foram. Apesar de o terrorista não ter conseguido o que planejara, é muito mais crível que ele, de verdade, enganasse a todos como fez do que Morgan se livrasse da ambulância daquela forma.
E também gostei daquele baita clichê 'never leave a man behind!' que Morgan menciona quando insiste em ir ajudar Hotch e Kate. Adoro esse tipo de comprometimento!
Espero que o namoradinho cajun da JJ fique preso no aeroporto pelo resto da temporada.
E o que foi aquele diálogo entre Morgan e Hotch, no fim do episódio?? Ok, Morgan resiste à idéia da promoção por apego à equipe. Mas o que Hotch quis dizer com (algo parecido com) 'suas ações, por mais corajosas que tenham sido, seriam as ações de um agente que, na verdade, não confia em ninguém?'. Como assim?? Aquela dificuldade de confiar, em razão dos abusos que sofreu na infância, que o episódio 'Profiler, Profiled' (2X12) nos mostrou, ficou no passado, como o próprio Hotch afirmou para sua superiora no final daquela temporada. Ele afirma que Morgan tem dificuldade em confiar e, inclusive, o provoca quando pergunta, novamente, se ele vai insistir em dirigir. Ok, saber confiar é tão importante quanto ser de confiança quando se trabalha numa equipe como eles, mas porque Hotch questionou isso, agora, não ficou muito claro para mim.
sábado, 27 de setembro de 2008
[CRIMINAL MINDS] 4X01 "Mayhem"
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[CSI:NY] 5x01 Veritas
Finalmente, o episódio pelo qual eu mais estava esperando. Com perigo e investigação combinados de uma forma que tem mostrado ótimos resultados em CSI:NY, a quinta temporada começou muito bem.
No final de Hostage, Joe (Elias Koteas) tem Mac Taylor como refém. 'Veritas' prossegue com Mac saindo do rio Hudson, em Jersey City. Ele vai em direção a estrada, consegue fazer uma motorista parar e pede o celular dela emprestado.

Depois de ser atendido por pára-médicos, Mac recebe de Flach a notícia de que o corpo de Derrick James (Dayo Ade), principal suspeito do primeiro assalto ao banco, recém fora retirado tirado da água e que a polícia de Jersey City não irá realizar uma investigação conjunta. Tudo o que os peritos de NY conseguem é permissão para tirar fotos no local e receber informações sobre o andamento das investigações.

Adam diz porque acredita que Joe ainda está em NY e em busca do dinheiro. Também é Adam quem descobre que a irmã de Flach — Samantha Flack (Kathleen Munroe) — é a dona do carro em que Joe fugiu após o primeiro assalto. A desconhecida que ajudou Mac no começo do episódio não só é a 'amiga' de Samantha, mas também é cúmplice no assalto.

Stella também corre risco de vida ao perseguir Joe e ser surpreendida por ele.

Ethan Scott (verdadeiro nome de 'Joe') se sente tão confiante de que vai escapar que diz a Mac que vai "sentir falta da voz e das ameaças vazias" do perito. Scott não imaginava, entretanto, que estava prestes a ser capturado.

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quinta-feira, 25 de setembro de 2008
[Heroes] 3x01-02 - "The Second Coming" e "The Butterfly Effect"
E após quase 10 meses “Heroes” está de volta com a promessa de uma terceira temporada que irá redimir o fracasso da anterior. Estreando com dois episódios de uma só vez, os criadores da série chutaram o pau da barraca, numa tentativa desesperada de reformulação geral do enredo, e investiram em ação, surpresas à vontade, tramas envolvendo praticamente todos os personagens, retorno de antigos e o acréscimo de mais gente nova. Essa salada de informações acabou sendo bem digerida, muito embora é preciso ignorar preceitos que os autores haviam estabelecido antes. É esquecer a lógica interna e ver onde isso tudo vai dar.
A terceira temporada já começa de forma curiosa, com um futuro onde Claire tenta matar Peter e este retorna para nosso presente com o objetivo de matar o irmão, responsável pelo destino cruel de nossos protagonistas. A seqüência funciona muito bem para estabelecer o que provavelmente será a trama central desta temporada. Ainda que utilizar mais uma vez um futuro negro como objetivo a ser evitado não seja nada original, funciona porque não precisamos ver este futuro: o fato de Claire querer atirar em Peter e este assassinar friamente o irmão já dá o tom do que está por vir, além de responder logo nos primeiros minutos do episódio a dúvida de quem teria atirado em Nathan no final da segunda temporada.
Claro que com isto, os roteiristas ignoram uma regra estabelecida em “Six Months Ago”, aquela que dizia que Hiro não podia viajar no tempo e mudar o futuro. Outro problema é que no final da última temporada, Mamãe Petrelli conversava com alguém por telefone dizendo entender que era inevitável a morte de Nathan e, sendo um ato isolado de Peter reprovado por ela depois, só posso concluir que os roteiristas também ignoraram a continuidade. E por que Peter escolheria atirar em Nathan em público, já que, como irmão, teria sido mais fácil matá-lo “em particular”? Pela emoção, claro.
Também no season premiere tivemos uma das seqüências mais interessantes de toda a série, ainda que ela torne a primeira temporada irrelevante, em retrocesso: depois de nossos heróis passarem todo o primeiro ano salvando a cheerleader para salvar o mundo, em poucos minutos de episódio, Sylar consegue os poderes de Claire. E o que descobrimos? Que ela não morre e nem o mundo acaba! Claro que antes ela morria, inclusive em “Five Years Gone”, mas os roteiristas preferiram ignorar isto e acrescentaram um novo elemento: Claire é especial dentre os especiais e não pode morrer. Mas a seqüência é interessante, primeiro pela própria escatologia, tão “sci-fi”, em ver a mocinha com o crânio aberto e o vilão brincando com seu cérebro; segundo, porque finalmente vemos como Sylar absorve os poderes de suas vítimas e de quebra ainda faz piada com o fato de que muitos fãs achavam que ele comia os cérebros.
As ramificações destes dois eventos trouxeram complicações que só nos resta aguardar para que resultem em acontecimentos empolgantes: Nathan ressuscita e se torna um fanático religioso pronto para o Senado (em outra série, isso poderia render algo bom, mas em “Heroes” não aposto), que pode estar sendo guiado por Linderman ou não – de minha parte, acredito que o beijo de Peter em sua testa foi a causa da sua ressurreição e o resto é pegadinha de roteirista fã de Malcolm McDowell para lhe arranjar uns trocados; o Peter do presente fica preso no corpo de um dos presos da Companhia (graças a um novo poder do Peter do futuro), que acaba fugindo com outros vilões, depois que Sylar e Elle se enfrentam, custando a vida de Bob e dando a Mamãe Petrelli a direção da Organização. Tudo isso me pareceu muito bem narrado, em alta velocidade, sem perder muito tempo com demais explicações. E que tal a possibilidade de Sylar ser um Petrelli? Ah, e não vamos nos esquecer do pobre Matt, que foi parar na África e encontrou alguém com os mesmos poderes de Isaac, e que já previu um futuro bem mais empolgante que o da primeira temporada. Ao invés de uma Nova York explodindo, teremos o planeta mesmo rachado em dois. Acho bem mais legal.
Também descobrimos que Angela Petrelli tem sonhos premonitórios. E eu que achava que Peter havia adquirido este poder quando cuidava de Charles Deveaux. Mas, enfim, o fato é que Mamãe Petrelli teve um desses pesadelos que deveriam deixar qualquer espectador empolgado. Falo de um bando de vilões assassinando impiedosamente todos os nossos heróis. O problema é que nesta série quem morre sempre tem uma chance de retornar, então qual a tensão e expectativa que existe? É o grande problema que “Heroes” terá que driblar caso queira manter seus fãs, porque já sabemos que nada é definitivo e os roteiristas podem aprontar o que quiserem e recomeçar tudo de novo.
O caso mais grotesco nesse sentido é a nova personagem de Ali Larter. Nem Niki, nem Jessica. Agora temos Tracy, que longe de ser uma outra personalidade, é uma pessoa que entra na trama através de um governador que quer se aproximar de Nathan. E como se não bastasse, ela ainda tem poderes bem diferentes de Niki, e que só está descobrindo agora, juntamente com a existência do seu clone. Como o “núcleo Micah” foi o único a não aparecer nos dois episódios, explicações de o que teria acontecido com Niki/Jessica no incêndio fica para a posteridade. Mas não consigo imaginar um motivo para esse storyline que não seja apenas a de manter Larter no elenco, depois de tão bizarro acidente no final da segunda temporada.
E como se todos esses acontecimentos não fossem combustível suficiente para manter uma temporada inteira, ainda tivemos mais via os personagens mais chatos da série. Mohinder 3.0 volta mais estúpido do que nunca e depois de um ato extremamente egoísta frente a Maya (mais bonita e menos chata), resolve testar sua nova descoberta em si mesmo, apressada e irresponsavelmente. Claro que as coisas dão certo no início, e o cientista vira o próprio Peter Parker (sem as teias), traça a Maya (o que Matt achará disso?) e, claro, as coisas começam a dar errado depois. Onde isso vai dar, ninguém sabe. O fato é que sua nova descoberta é uma das respostas possíveis para o Ando do futuro ter super poderes e trair Hiro. Ou seria Hiro o verdadeiro traidor? A dupla japonesa continua chata, ainda que tenha sido divertido ver Hiro entediado brincando com os ponteiros de um relógio, e o congelamento do tempo para descobrirmos a nova personagem, tão rápida que comprova que na verdade Hiro não pára o tempo totalmente. Não gostei da atriz, mas o que interessa é que mais um elemento importante foi acrescentado: uma fórmula química pela metade, guardada por gerações da família Nakamura (ó céus...), e que é roubada, sabe-se lá a mando de quem.
Com tudo isso, é impressionante como a narrativa não se perdeu, não ficou confusa e nem perdeu o fôlego. O que não quer dizer que foi primoroso. Se todas essas subtramas fizerem sentido e formarem um todo coerente (algo que raramente já ocorreu nesta série), vai ser possível ignorar os eventos do passado e aproveitar a diversão como se “Heroes” estivesse começando do zero. Acredito que seja a última chance dos autores em manter alguma credibilidade e não acabar com a série de vez.
Hélio.
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[CSI:Miami] 7x01 Ressurection
O episódio começa exatamente onde fomos deixados no final da 6ª temporada: Horatio baleado.

Problemas com a equipe à parte, porque Wolfe liberou o corpo antes de Calleigh e Eric chegarem; que momento! Juro que comemorei. Algo tipo "foi tardeeeeeeeee".

Mas algo estava errado, por dois motivos. O primeiro e mais óbvio: o título do episódio, Ressurection. O segundo, não soube de qualquer rumor sobre Caruso ser substituído. A saída de William Petersen do CSI em Las Vegas movimentou os fofoqueiros de plantão; algo parecido acontecer com David Caruso não ficaria por menos.

Eric não perde a oportunidade de tirar satisfações depois de descobrir sobre o sms "It's done" que vemos Wolfe receber no começo do episódio. Na verdade, era tudo um plano de Horatio para conseguir pegar Ron Sarris e proteger o filho. (Ops... e a ex também. Será que rola mais alguma coisa aí?)

Horatio sempre resolve seus problemas a sua maneira mesmo. Não foi emocionante, ou sensacional; mas foi um bom episódio para começar a temporada. Vamos ver como CSI:NY e CSI iniciam, respectivamente, a 5ª e a 9ª temporada.
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quarta-feira, 24 de setembro de 2008
[Supernatural] 4.01 Lazarus Rising
Depois da melhor season finale possível, com Dean levado ao inferno à mando de Lilith , arrastado e estripado pelo cão do diabo. O que mais poderíamos esperar?
Uma open season infinitamente superior a passada. Já começo destacando o excelente trabalho de edição de som, mais do que as próprias imagens, o som nos deu uma medida exata do que estava acontecendo e nos coloca bem no clima soturno da série. Me senti no próprio inferno de Hellraiser.
E o episódio em si? Caramba! Outro nível alcançado por Supernatural. Lázaro, como meio mundo que freqüentou escola dominical sabe, é a referência ao homem salvo por Jesus, que retornou do mundo dos mortos, com a célebre frase: levanta-te a anda-te. Dean saindo da cova, tal qual como no filme "Os Mortos Vivos" e visualizando toda aquela terra modificada, árvores dizimadas como uma bomba nuclear, foi de tirar o fôlego e como se os produtores mandassem recado: Sim, nós temos O orçamento.
O irmão especial da vez é Dean. Apesar de Sean e sua união com Ruby desenvolver ainda mais "a parada esquisita dos poderes".
Os produtores de SN sempre disseram que não usariam qualquer forma de intervenção divina na série. Mas o recurso foi, desculpem o trocadilho, miraculosamente usado. E muito bem. Não sei onde li uma vez que os anjos causam mais arrepios do que os demônios. Pois bem, Castiello me causou essa sensação. Kripke nos pegou ou realmente aí tem coisa?
Ansiosa por esta temporada e pela grande batalha que vem por aí. Se realmente o divino se manifesta em SN, a briga será feia. Céu e inferno na luta pela alma dos humanos. Acho um mote interessante e coloca a série além do seu repertório de lendas urbanas e folclore.
Supernatural evoluiu. E eu aprovo completamente essa mudança. Que o sagrado e o profano se encontrem!
Cenas legais:
-Dean e sua aversão ao Ipod. Purista. A Mac agradece :P
-Bobby e seus testes, hilária a cena da água benta. "seguro morreu de velho".
- Dean e Castiello: _ Colega, da próxima vez abaixe o volume
_ Então você está na forma de algum contador tributário?
_ O seu problema, Dean, é que você não tem fé. Deus têm planos para você.
-Sam e o abraço em Dean. Ahh, eu chorei viu!
Danielle M
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terça-feira, 23 de setembro de 2008
[Alice] 1x01 Pela toca do coelho
A primeira preocupação que tive quando descobri que seria Karim Aïnouz o diretor de "Alice" era como São Paulo seria revelada na série, tanto por já ter sido retratada diversas vezes na ficção como por ser a minha cidade de nascença. Isso porque um dos mais fascinantes aspectos de "O Céu de Suely", seu último longa, é a forma como a cidadezinha de Iguatu vai sendo montada diante de nossos olhos, enquanto acompanhamos o retorno da personagem principal. Nesse caso, São Paulo é apresentada da forma que já estamos acostumados a ver: panoramas de seus arranha-céus, as luzes de seu trânsito caótico e pelo olhar disperso de seus habitantes. Tudo isso simples o suficiente para conseguir chocar Alice, que já desestabilizada pela morte do pai quer fugir da cidade de qualquer maneira. Mas soa um pouco estranho que alguém que tenha uma passado com a cidade e pareça bem esclarecida seja levada por sua amiga/estranha Dani a uma festa banal, e acabe reduzida ao clichê máximo de "Maria Pick-up". Embora a montagem inicial tente passar o quão estável era a vida dela em Palmas, sua transformação acontece bruscamente, sem dar tempo para que possamos entender quem ela realmente é. Seja pela dor da perda, o isolamento ou mesmo sua aparente ingenuidade, a vida de Alice caiu na armadilha clichê que a cidade preparou. No final, devo confessar que fiquei muito mais interessado por sua vida em Palmas do que em suas desventuras paulistanas.
Minha esperança é que a personagem ainda mantenha sua essência e saiba lidar com essa fantasia de liberdade que São Paulo pretende passar. Pela horrenda cena final em que Alice diz querer aproveitar aquilo que seu pai desperdiçou, é difícil ter esperança pelo que vem pela frente. Esse confuso episódio piloto com certeza não seria suficiente para emplacar, mas como a série foi planejada como um todo -- assim como outras da HBO e a maioria dos canais a cabo --, ainda estou otimista que possa melhorar. Bons motivos não faltam: as razões para seu pai ter se suicidado, a briga pela herança e os relacionamentos de Alice com a meia-irmã e seu noivo.
Por outro lado, a parte técnica da produção é de encher os olhos, principalmente a bela fotografia e a trilha sonora do Instituto (aquele que faz turnê do disco "Racional" há milhares de anos). A direção embora escorregue em algumas cenas consegue levar bem os atores, que comparando com outras séries nacionais está acima da média. Destaque para a cena de sexo entre Alice e o DJ, intensa sem chegar a ser vulgar e com um belo plano mostrando o amanhecer ao fundo, com os primeiros raios de Sol atravessando o casal. Andréia Horta, que também está no ar pela Record em Chamas da Vida, transmite um ar bastante honesto à protagonista e me deixou impressionado. Mas como não é só de protagonista que vive uma boa série, espero que o resto do elenco consiga também se destacar.
Para quem interessar, o primeiro episódio também está disponível para ser assistido pelo site oficial da série.
e.fuzii
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segunda-feira, 22 de setembro de 2008
[CSI:NY] Gary Sinise renova contrato até 2011
O acordo com Sinise foi fechado antes mesmo de a emissora renovar a série para a temporada 2008/09, mas pelo visto não restam dúvidas de que a equipe de investigadores de Nova York vai continuar na ativa no ano que vem. A série está quase sempre entre os dez programas mais vistos na TV americana.
Fonte: Séries Etc.
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domingo, 21 de setembro de 2008
[Dexter] [Supernatural] O que vem por aí...
Eu sei, eu sei. Estamos atrasados. Não é pouco caso não. Vida corrida e tempo de menos.
Supernatural e Dexter (vazado) retornaram! Já os vi e gostei muito.
Os comentários virão em breve e, por em breve, significa até terça feira no mais tardar.
Obrigada pela paciência e por nos acompanhar.**Fotos: Reprodução
Danielle M
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sexta-feira, 19 de setembro de 2008
[Alice] A nova série da HBO
Nesse domingo, além da festa do Emmy, temos a estréia de "Alice" na HBO. O canal já apresentou duas produções retratando o Rio de Janeiro -- as duas temporadas de "Mandrake" e a excelente "Filhos do Carnaval" --, mas essa é a primeira tentativa de uma série ambientada em São Paulo. Segundo a matéria da Folha de S. Paulo, o executivo da empresa, Luis Peraza, estima que cada episódio custe 1 milhão de reais para ser produzido. O objetivo da HBO é ampliar sua base de assinantes e explorando produções com temática brasileira "ter um diferencial que faça o assinante pagar a mensalidade contente". E para falar a verdade, mesmo sendo um pacote adicional na NET, é um dos poucos canais que vale o dinheiro que pago. Afinal, além dos filmes, que outro canal conta com séries como Mad Men, The Wire, In Treatment e Skins? Fora a disponibilidade de horário alternativo, com três horas de diferença, para todas as atrações. E olha que nem ganho nada para falar tão bem assim...
A série apresenta a história de Alice, que, após receber a notícia do falecimento de seu pai, tem de sair de Palmas para vir ao funeral em São Paulo. Longe de seu amor, ela tem de encarar o caos da cidade enquanto reencontra a nova família de seu pai. A produção é dirigida pelo cineasta Karim Aïnouz em parceria com Sérgio Machado. Na condição de migrane, Alice tem bastante relação com a jornada frustrada de Hermila no último filme de Aïnouz -- o provocante "Céu de Suely" --, e claro, com a mais famosa Alice da literatura, figura central do livro de Lewis Carroll. Através do reencontro com essa metrópole sempre pulsante, a visão de Alice também nos levará para uma espécie de mundo de fantasia, onde ela embarcará em uma jornada de auto-conhecimento.
Alice
Estréia domingo às 22h na HBO.
Reprises: Segunda às 22h na HBO Plus e quinta às 21h na HBO.
e.fuzii
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segunda-feira, 15 de setembro de 2008
[Mad Men] 2x07 The Gold Violin
Desde que assisti ao episódio "The Hobo Code" ainda na temporada passada, na intrigante (e triste) cena em que Salvatore mostra-se retraído durante a conversa com o representante da Belle Jolie, minha principal dúvida era como os roteiristas iriam lidar com seu aparente homossexualismo. Quando ele já aparece casado então, tudo levava a crer que aquilo seria só o início de futuras frustrações e lamentações. Pois Salvatore já começa a mostrar alguns dilemas, agora que uma súbita paixão por Ken parece surgir. Ken mostrou uma sensibilidade nunca antes explorada na série, tanto interpretando a obra na sala de Cooper como por buscar referências e querer eternizar os momentos de seu cotidiano em seus contos. É atraído por esses contos que Sal convida Ken para um almoço em sua casa e chega ao ponto de não conseguir manter sua pose de marido. Mesmo que nenhum dos dois pareça ter desconfiado -- eu acredito que a sua esposa reclame de estar excluída apenas da conversa profissional dos dois --, Salvatore ter mantido o isqueiro de Ken como uma espécie de souvenir mostra que, embora saiba o quanto ele pode magoar sua esposa, ele também não está disposto a colocar essa paixão de lado. Esse conto que resulta no almoço -- e dá também nome ao episódio -- trata exatamente de um violino que, embora belo, não serve para ser tocado. Pela forma como Ken elogia o ambiente na casa de Sal e diz ser aquilo que anseia para seu próprio casamento, é óbvia a relação que se estabelece entre o casal e esse violino. Mas não são só os dois que vivem de aparência nessa sociedade, assim como pudemos ver na outra história desse episódio.
Jimmy Barrett era um dos poucos personagem que parecia não dividir as opiniões dos espectadores, principalmente porque em sua primeira cena -- quando faz comentários desrespeitosos ao casal Utz -- ele já cria essa antipatia em torno de seu personagem. E esse sentimento vinha crescendo a medida que ele mostrava-se dependente de sua mulher e cada vez mais passado para trás. Mas aqui ele inverte esse quadro ao agir maquiavélicamente para derrubar o disfarce de Don Draper. Depois de ganhar a confiança de Betty e usar de sua sedução para trazer o casal Draper para a festa, ele aplica um golpe de mestre justamente mostrando para Betty a verdade e deixando que ela mesma tirasse suas conclusões. A cena em que os dois assistem a Don e Bobbie conversando sobre negócios é mais uma amostra do excelente trabalho de Jon Hamm, que transmite à distância todo desconforto necessário naquela situação para convencer Betty a cair na real. Já imaginava que Jimmy deixaria Betty decidir sozinha o que fazer com essa revelação, mas ele vai além ao confrontar Don Draper e dar um golpe muito pior do que qualquer agressão física. É difícil imaginar o que será do casal Draper a partir daqui, até porque por maior que sejam suas reclamações, Betty parece concordar em manter esse "violino dourado" inteiro, mesmo sem sua sinfonia. Comprovando mais uma vez a sua ingenuidade quase infantil, Betty mostra-se incapaz de lidar com a situação e termina colocando tudo para fora, com uma certa dose de ironia, no carro novo de Don. Quem diria que Jimmy Barrett seria tão mau quanto o pica-pau...
e.fuzii
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terça-feira, 9 de setembro de 2008
[Mad Men] 2x06 Maidenform
O que você vê quando se olha no espelho? Para os que acreditam, histórias antigas contam que é sua própria alma que aparece refletida. Mas pelo uso da própria palavra no sentido literal, olhar sua própria imagem no espelho é refletir sobre si mesmo, sejam suas experiências do passado, seus segredos mais íntimos ou seus anseios pelo futuro. Já logo de início temos uma montagem envolvendo as mulheres de Mad Men na frente do espelho, vestindo confortavelmente seus sutiãs. É isso que liga as duas idéias desenvolvidas a partir daí: a duplicidade das mulheres, que tem seus momentos Marilyn Monroe e Jackie Kennedy, e a nova propaganda dos sutiãs Playtex desenvolvida por Don e sua equipe. Dessa vez, Peggy sente na pele aquilo que Bobbie se referia no episódio passado. Ela nunca encontrará seu lugar na Sterling Cooper se continuar comportando-se como homem, já que ninguém está disposto a dar essa chance. Mas quando Peggy entra no jogo da sua maneira, apostando na sua sexualidade, ela consegue ser bem sucedida. Ela tem, então, de encarar o ar de reprovação de Peter, bastante semelhante com o instinto protetor que Don tem com Betty, dizendo que seu biquini é uma ato desesperador. Se essa idéia de que toda mulher tem uma Jackie/Marilyn no seu interior, os dois querem manter suas mulheres bem longe disso.
Mesmo que Peggy resista a esse rótulo criado pelos outros publicitários -- e eu queria muito saber qual era a idéia dela para a propaganda -- todas as outras mulheres quando não tomam essa forma, são vistas desse jeito pelos homens. Vemos todos os rapazes se reunindo para o teste das modelos, vemos Peter correndo atrás de outro rabo de saia e Don Draper ainda interessado na imprevisível Bobbie. Mas nesse caso, como já ficava evidente, a forma com que os dois lidam com suas mentiras é praticamente oposta. Bobbie percebe isso ao mencionar a ida dos dois à casa de praia e tenta, então, testar os limites de Don revelando as fofocas que correm entre as mulheres. Ele tem consciência desse seu outro lado e sabe que tem de ser mantido em segredo a qualquer custo, assim como sua própria identidade roubada. Mas quando Don vê sua filha venerá-lo como herói de guerra, ele não se mostra confortável. E depois de saber sobre sua reputação com as mulheres, Don não aguenta nem ser olhado por sua filha e nem encarar sua própria imagem no espelho. Na excelente cena final, a câmera também vai se afastando e deixa Don sozinho, enquanto tudo que nos resta é sua imperfeita imagem no espelho, carregada pela culpa.
Então, se Peter representa o recém-casado e Don já sente as frustrações de seu casamento, temos no topo de tudo isso Duck Phillips, que precisa encarar a terrível notícia do casamento de sua ex-mulher. Envolvido em tantos problemas -- pessoais e profissionais -- ele acaba sucumbindo à bebida, que parece ser a principal razão da separação (e também da sua falida carreira), embora não consiga fazer isso na presença de seu cachorro Chancey. E mais do que um alívio cômico nessa cena, o cão serve como um cúmplice de todos os seus erros passados. Muitas vezes acredito que o grande tema da série é o esforço em mostrar a queda de muitos desses homens, mas se esse é o ciclo inevitável a que todos estarão condenados, somente o tempo para nos dizer.
e.fuzii
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domingo, 31 de agosto de 2008
[Mad Men] 2x05 The New Girl
Embora tivesse acompanhado por toda a temporada anterior a jornada de Peggy para ser reconhecida na Sterling Cooper -- o que incluiu um susto no final --, nunca imaginei que ela teria tanto destaque a partir de agora. Mas ainda que esse título esteja relacionado com a transformação de Peggy, o episódio consegue dar um ótimo panorama da situação da mulher na sociedade americana dos anos 60. Ou seja, se Manoel Carlos assistisse, estaria apaixonado. Porque, afinal, as mulheres sofrem ainda mais por até aqui ainda estarem sob a sombra dos homens. E o elenco feminina é sempre um destaque a parte da série e já deveria ter sido reconhecido no Emmy dessa ano. Em meio a todas essas mudanças, algumas mulheres ainda buscam sua independência, e outras não resistem à pressão, como podemos ver na primeira aparição de Rachel na temporada, agora já casada. A reação triste de Don a essa novidade durante o jantar é evidente, ao mesmo tempo que ele mostra-se fascinado pela forma que Bobbie assessora seu marido.
Então, não poderia haver forma melhor de trazer todas as memórias de Peggy à tona do que Don ter de confiar sua fragilidade a ela. A partir daí já ficava flagrante que havia alguma dívida maior a acertar e que essa ajuda iria muito além do respeito pela figura de Draper como chefe. Em seu flashback, vemos sua irmã Anita grávida e poderíamos até concluir que ela não estaria cuidando realmente do filho de Peggy, mas acho que não faria sentido por ela parecer cercada de culpa ao dar "boa noite" ao garoto em Flight 1. A visita mais importante vem logo depois, com Don Draper aparecendo para instruir sua comandada a esquecer tudo que aconteceu e seguir em frente, seu método preferido de lidar com a vida. Porém, para Peggy não é tão simples esquecer aquilo que todos a sua volta tentam lembrá-la e isso a aproxima muito mais de Bobbie, que diferentemente do publicitário, aprende com suas dificuldades ao invés de tentar esquecê-las. Bobbie aconselha Peggy não para fazê-la de possível amante, mas sim para tomar o lugar de Don. Ela enxerga que profissionalmente, uma mulher pode ir muito mais longe quando usa aquela sexualidade reprimida por tanto tempo a seu favor.
No escritório, principalmente em relação às secretárias (entre elas a nova secretária de Don), temos diversos exemplos disso. Uma dessas cenas marcantes é a conversa de igual para igual entre Roger e Joan, tentando mostrar como seria seu casamento depois de um ano. Enquanto as reclamações de Roger deveriam servir de conselhos para a moça, o mais irônico é que Joan entende que ela mesma seria capaz de exercer seu controle no casamento. E se a mulher de Pete ainda não consegue se ver livre dessas amarras, é cada vez mais interessante acompanhar Betty reagindo aos mistérios que envolvem Don Draper e perguntar-se até que ponto ela ainda suportará ficar ao seu lado.
e.fuzii
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domingo, 24 de agosto de 2008
[Mad Men] 2x04 Three Sundays
Desde que Peggy visitou sua família em Flight 1, muitas questões ficaram sobre sua relação com a mãe e, principalmente, com a irmã. Afinal, por maiores que sejam os laços, ninguém agiria de forma tão passiva numa situação como essa. Para essas revelações os roteiristas nos levam de volta à igreja, dessa vez concentrando-se nos domingos de Páscoa e nos dois anteriores. E numa história assim, não poderia faltar a figura de um padre, claro. Confesso que foi uma alívio quando o padre Gill mostrou-se interessado nas capacidades de Peggy, o que não envolvia em nada seu voto de castidade cheio de clichês. Na verdade, essa é uma das qualidades do roteiro, que ao invés de concentrar-se em desenvolver a personagem do padre, procura adicionar através dessa possível amizade uma profundidade ainda maior a Peggy e sua família. Para sua mãe, a ajuda que Peggy dá ao discurso do padre é mais um motivo de orgulho, como fica claro na forma inflamada de descrever a profissão da filha. Afinal, Peggy representa a nova postura da mulher nessa década e causa inveja a tantas outras, como as secretárias da Sterling Cooper e sua própria irmã Anita. Além disso, a obrigação de Anita em tomar conta de um filho que não é seu é a última constatação de que ela está fadada a ser a mãe dona-de-casa para o resto da vida. Isso acaba envolvido na sua confissão, que longe de ser um ato de vingança, soa como um desabafo pelo que ela gostaria de ser, mas nunca poderá. Essa revelação muda completamente a dinâmica da possível amizade entre os dois, como fica claro na visita de Peggy no domingo de Páscoa. Pela forma ambígua com que o padre Gill referiu-se ao menino, não acho que ele traiu nenhum tipo de confidência, sendo muito mais importante para Peggy despertar para o que ele acredita ser a vontade de Deus. E nesse caso, não há simbolismo cristão melhor para representar o recomeço: o ovo de Páscoa.
Já na campanha da American Airlines, a situação acaba fora de controle quando o contato de Duck acaba demitido antes da apresentação. Mais uma vez muitas divergências acabam surgindo daí. Enquanto Don mantém sua opinião de que são eles a oferecer a solução e não os clientes a escolher, Duck prepara um "banquete" com três opções diferentes para os executivos da AA. É uma das tradições que começam a mudar e que, infelizmente, perduram até hoje em grande parte do mercado publicitário: quem detém o dinheiro, detém o poder de decisão. Após o fracasso, é Roger quem demonstra um perfil arrojado, sempre atrás de novos desafios e Don responde que eles ainda deveriam mostrar lealdade com seus clientes. E nesse perfil perseguidor de Roger, chega a ser engraçado como depois de todos os seus problemas na temporada passada ele arrumou formas de "contornar" seus prazeres, sejam os cigarros — pegando dos outros como se não fosse sua culpa — ou o sexo na forma de uma prostituta — que é uma profissional e não constitui uma traição para ele — nesse episódio. A escolha por não mostrar a apresentação talvez foi acertada, porque não acredito que Don tenha feito uma de suas mágicas mais uma vez, principalmente pelo nervosismo que tomava conta dos publicitários enquanto faziam os últimos preparativos.
Para quem imaginava que Bobbie não voltaria a dar o ar de sua graça, ela veio disposta a mais, muito mais. Depois de receber um excelente conselho profissional de Don, ela mais uma vez se joga para cima dele, usando da recém-instalada tranca na porta de sua sala. É o que eu venho frisando: se pareceu escandoloso a forma de Don atacá-la no episódio anterior, tudo é ainda pior nessas investidas de Bobbie. Embora ache terrível personagens que não tenham limites e estejam dispostos a tudo (como aconteceu com Lyla em "Dexter"), estou curioso para saber até que ponto os roteirista pretendem levá-la.
A situação na casa dos Draper também não é das melhores. É impossível não estabelecer o paralelo entre as mentiras de Don Draper e de seu filho Bobby e fica evidente que Betty cobra uma reação mais enérgica do marido por achar que as mentiras já são banais para ele. Mas é no momento que Don levanta e joga longe o robô do filho que enxergamos mais uma vez o Dick Whitman por debaixo da publicidade, que ele tanto tenta esconder e manter longe de sua família. Don descreve seu pai como exatamente igual a ele, mas maior, e isso é o que ele tenta fazer de Bobby, um reflexo desse novo homem transformado. Pelo menos, é um alívio perceber que no final Betty parece entender o recado. Mas a preocupação maior ainda é em relação a Sally e seu estranho descobrimento precoce do álcool. Ela é sempre cheia de vida e nos brindou (é, não resisti) com cenas hilariantes na curta visita à Sterling Cooper, num excelente trabalho da atriz-mirim (mas não posso dizer o mesmo de Bobby). Acho difícil desses casos com a bebida serem meros detalhes, principalmente pelo cuidado em registrar o copo em sua mão nesse episódio.
No próximo episódio, Don recebe os cuidados de uma nova secretária e mais uma das participações de Bobbie, que prometem dar uma idéia melhor dos rumos para essa temporada.
e.fuzii
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quarta-feira, 20 de agosto de 2008
[Mad Men] 2x03 The Benefactor
Esse terceiro episódio de "Mad Men" poderia facilmente ser inserido em qualquer outro momento da história. Afinal, o único indício óbvio de que acontece num momento posterior é Salvatore alterando um dos rascunhos da Mohawk para a American Airlines. Durante grande parte do episódio acompanhamos Harry tentando encontrar sua função e importância na Sterling Cooper, oferecendo espaço publicitário no controverso episódio tratando de aborto da série "The Defenders", que -- adivinhe -- tem exatamente o mesmo título "The Benefactor". Como já era de se esperar (por todo o cuidado histórico da produção) esse episódio realmente aconteceu nessa época, e teve de fato seus patrocinadores recuando pelo assunto abordado. A série por si só já era controversa, tratando de forma ambígua muitos dos casos defendidos nos tribunais, mas obteve reconhecimento ao ganhar três prêmios Emmy seguidos entre os anos de 1962 e 1964. Para maiores informações, recomendo lerem sobre a série no The Museum of Broadcast Communications.
Apesar de não conseguir ter a idéia aprovada pelo representante da Belle Jolie, Harry teve seu sonhado aumento, além de ficar encarregado do setor de mídia da agência -- o que está bem atrasada para ser estabelecido nessa época. Porém, o mais fascinante é a forma de Harry compartilhar sua tristeza com sua esposa, buscando uma relação mais próxima após sua traição ter sido descoberta. Essa talvez tenha sido a idéia combinada entre os dois para tentar salvar o casamento. Peggy também teve uma pequena participação no episódio e embora estivesse clara demais sua relação com a cena de "The Defenders" (principalmente pela câmera flagrá-la ao fundo), é interessante imaginar o que ela estaria pensando ou se até consideraria o aborto assim como a personagem.
Don Draper demorou para aparecer, mas foi quem trouxe a dinâmica necessária para "The Benefactor" funcionar. Após ter sido indiretamente responsável pelo escândalo de Jimmy Barrett, Don é obrigado a demitir sua nova secretária, por não conseguir "administrar expectativas". Isso é parte importante da sua personalidade, tanto em sua profissão como publicitário -- e ainda mais pelos ideais românticos que ele tanto preza -- como na forma de tratar os clientes e pessoas ao seu redor. Se até aqui Don esteve passivo demais diante de tudo que acontecia, dessa vez ele precisou tomar decisões drásticas para resolver o empasse criado por Jimmy. Tenho até de defender Don por mais um caso de infidelidade: no sexo durante a chuva de granizo, ele enxergou uma forma de corresponder àquilo que Bobbie, a mulher/empresária de Jimmy, estava esperando. E quando Bobbie tenta mais uma vez seduzí-lo para conseguir o que quer -- repare como ela espera Don providencialmente no corredor do restaurante --, ele precisa colocá-la de volta em seu lugar. Até porque, ela já sabia que o contrato não previa nenhum tipo de "perdão" e levou Don para encurralá-lo durante o jantar.
Pelo envolvimento entre os dois ser puramente sexual, Draper pega em seu ponto fraco (literalmente falando) e consegue a desculpa que precisava. Foi uma cena controversa, bastante comentada em fóruns de discussão e censurada por muita gente (principalmente pelas mulheres), mas não posso negar que Bobbie pediu por isso. Para quem não viu e ficou curioso, a própria AMC usou a cena como propaganda da série essa semana.
Entretanto, quem surpreendeu mais uma vez foi Betty, na constante procura por seus limites. Ela já vinha perdendo sua ingenuidade desde o final da temporada, mas foi nesse intervalo que ela parece ter mudado definitivamente. Em outro excelente trabalho de January Jones, transmitindo desde a segurança até seus receios apenas na mudança de tom de voz, Betty agora adota uma postura semelhante a Don, mantendo seus segredos e experimentando até onde sua sexualidade pode levá-la. Além disso, motivado por aquele seu pensamento de que Don parece fazer sexo com ela enquanto satisfaz outra mulher, Betty tenta ser essa outra mulher seduzindo o cavaleiro solteiro. Mas na hora que o rapaz analisa a tristeza no rosto de Betty -- que de forma hilária justifica ser de origem nórdica -- e aceita essas provocações, ela recua por passar do limite imposto, talvez ainda algum resquício de sua ingenuidade quase infantil. Mas ela ainda quer manter sua "amizade" com o rapaz, porque isso lhe convêm. É após o jantar que o casal Draper protagoniza a cena mais ambígua do seriado até aqui, também amplamente discutida e analisada. Betty diz chorar por felicidade e que os dois formam um grande time, mas isso não me convenceu. Embora Betty enxergue que fez seu papel durante o jantar e esteja contente por corresponder às expectativas de Don -- e dos Schillings, que são os benfeitores em questão --, ela não parece feliz por sujeitar-se a isso. Mesmo que essa tenha sido uma de suas exigências após o final da temporada passada, não parece ser o que Betty deseja para sua vida. Para mim, ela é uma personagem ainda mais misteriosa do que o próprio Don e estou bastante ansioso para saber até que ponto o casal Draper chegará para se adaptar às expectativas dessa sociedade.
e.fuzii
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terça-feira, 19 de agosto de 2008
[CSI:NY] 5x01 Veritas (spoiler)
Mac está em uma estrada de New Jersey, machucado e tentando acenar para um carro, pedindo ajuda. A maioria dos carros passa reto. Então Mac vai para a estrada e faz um motorista parar para evitar que o atinja.
Lauren Santana, a motorista, é cautelosa e não baixa o vidro do carro. Mac diz a ela que é do NYPD e que só precisa usar o celular. Ao perceber que Mac está realmente machucado, ela aceita e empresta o celular, com a condição que ele fique fora do carro. Logo depois um helicóptero sobrevoa a área.
Jersey City e a polícia de New Jersey State vão até o local onde Mac estava, que agora é tido como cena do crime. Enquanto Mac é atendido por um paramédico, Stella fica por perto. Ele tem dor de cabeça e a visão embaçada. O paramédico informa que Mac tem um ferimento grave na cabeça. Stella tenta convencê-lo que ele deve ir a um hospital, mas nem ela consegue convencer Mac.
O carro da polícia que Mac dirigia no final de "Hostage" é retirado da água pela polícia de New Jersey. Perto dali, dois mergulhadores encontram o corpo de Derrick James (Dayo Ade), o homem que matou o gerente do banco no primeiro assalto. Um ferimento a bala em Derrick faz Flack acreditar que algo está errado.
Enquanto todos tentam encontrar o atirador misterioso, "Joe"/Douglas (Elias Koteas), as coisas se complicam ainda mais depois que outro corpo é encontrado: o de Lauren Santana, a mulher que ajudara Mac. Flack pede a Adam duas horas antes de informar aos outros que o carro que Laura dirigia pertencia a irmã dele, Melanie.
Flack visita a irmã, uma bartender de vinte e poucos anos, para verificar se ela está envolvida no que aconteceu. Melanie diz não fazer idéia sobre o que Flack está falando, que ela apenas deixou a amiga pegar o carro emprestado. Obviamente a relação entre os dois irmãos é complicada. Flack diz que não irá ajudá-la de novo se ela entrar em confusão.
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[CSI] Lawrence Fishburne confirmado
Depois de certo suspense sobre os possíveis substitutos de William Petersen — que sai da série na próxima temporada — Lawrence Fishburne (Morpheus em Matrix) foi confirmado como um professor (ainda sem nome) com perfil genético de serial killer.
Mas, de acordo com o colunista Michael Ausiello, Grissom e o 'professor' — que será csi nível 1 — ainda vão trabalhar juntos no episódio nove ou dez. Outra boa notícia é que, pelo menos nesse episódio, Catherine Willows irá liderar os CSIs com o auxílio de Nick Stokes.
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domingo, 17 de agosto de 2008
[Fast News] Ellen DeGeneres se casa
Vivendo há quatro anos com a sua companheira gata Portia de Rossi (De Ally Macbeal, lembram?),Ellen resolveu formalizar a situação, neste sábado as moças se uniram na frente de 19 super seletos convidados . Agora na Califórnia é permitido o casamento entre homossexuais. Viva a diversidade!
Ellen, uma das maiores apresentadoras da TV americana, junto a Oprah Winter, vestia calça e coletes brancos. Já Portia arrasou com um modelo Zac Posen de frente única. Lindas e felizes.
Quase um conto de fadas, moderno, estiloso e com final feliz! Sucesso, meninas.
Danielle M
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quarta-feira, 13 de agosto de 2008
[Mad Men] 2x02 Flight 1
Costumo sempre dizer que considero Mad Men muito mais do que uma simples série de época. Chego a brincar que é até uma série da época, já que poderia facilmente servir de retrato da sociedade na televisão dos anos 60. O que para mim é o principal mérito de Mad Men é seu roteiro e personagens serem apenas conseqüências do que aconteceu naquela época. Era interessante, por exemplo, perceber como as pessoas lidavam com a eleição de Kennedy e Nixon -- com cada candidato simbolizando um ideal -- ou nesse episódio acompanhar a reação dos funcionários ao trágico acidente aéreo em Nova York, no dia 1o. de Maio de 1962 (que ocorreu juntamente com a parada para homenagear o astronauta americano John Glenn). Isso é algo que a História não conta, mas deveria. Ainda por manter a trama num ritmo cadenciado, somos praticamente cúmplices dos acontecimentos e nos aproximamos cada vez mais dessa época onde tantas mudanças de comportamento aconteceram.
Não quero parecer deselegante, mas Weiner fez um belo trabalho para incorporar na história a morte do ator Christopher Allport, que faleceu tragicamente no começo do ano após uma avalanche na Califórnia. Encarando a morte do pai no vôo da American Airlines, Pete teve outra vez um episódio centrado na turbulenta relação entre os dois. Como Alan Sepinwall publicou em sua resenha, Weiner revelou numa conferência suas inpirações para escrever o episódio:
"O segundo episódio para mim é sobre… como você deve reagir a qualquer coisa e como as pessoas esperam que você reaja, […] você deveria sentir algo, mas nem sempre está pronto para sentir, e isso leva tempo. Pelo menos para mim. Essa é a tensão que acontece para mim nesses casos, e é para Pete, para Don, para Duck, para Roger, também para Peggy. É assim que esse episódio reside emocionalmente para mim."
Isso é bastante flagrante na forma como Pete não consegue chorar, ou não encontra vontade nem de voltar para casa. É preciso Don convencê-lo a tomar essa decisão. Se as sessões de terapia com o doutor Paul (de In Treatment) me ensinaram alguma coisa, Pete sempre procurou uma figura paterna para amenizar seu conflito com o pai. Após sua morte, ele procura isso em Don Draper, mas devido aos problemas que lhe perseguem (obrigado a recusar a carteira da Monhawk para salvar a AA), Pete também acaba rejeitado. E é assim que Pete acaba mordendo a isca deixada por Duck Phillips. Confesso que não havia percebido a forma ardilosa de Duck ao oferecer o job da American Airlines para Pete. Foi só depois de ser apresentado como "o melhor" ao presidente da empresa que minha ficha caiu. Duck planejou tudo para alimentar esse desejo de vingança de Pete, coincidentemente através da publicidade, o principal ponto de discórdia entre ele e seu pai. Mais um excelente trabalho de roteiro por humanizar o personagem e guardar essa reviravolta para o final. Agora mais do que nunca, com Duck e Pete juntos, Don Draper terá sérios problemas para enfrentar na Sterling Cooper.
Como se não bastasse, a situação na casa dos Draper também não é das melhores. Por mais impagável que fosse ouvir Don concordar com Betty apenas para evitar uma briga, parece óbvio que o casal passa por um momento turbulento. Ainda mais pela discussão ter envolvido a felicidade do casal Francine e Carlton. A forma como as crianças são tratadas também parece chocante, sendo pela negligência de Betty ou por Don ensinar a filha a preparar drinks. Mesmo as queixas de Betty em relação à cópia do desenho feita pelo filho parecem ser direcionadas a Don, tentando encurralá-lo ao condenar suas mentiras. Algo que me deixa ainda mais interessado nesse começo de temporada é o fato de praticamente não sabermos nada desses quinze meses que passaram e tentarmos descobrir analisando os momentos mais sutis das personagens.
Por outro lado, grande parte da história de Peggy foi revelada nesse episódio. Como desconfiava, seu filho continua pelo menos em seu campo de visão, sob a guarda da irmã. Se existia uma crítica a ser feita na temporada passada era o absurdo de Peggy passar nove meses sem ter a menor noção de estar grávida. Esse tratamento psicológico que ela foi submetida foi uma explicação bastante convincente e ainda garantiu que o filho fosse criado pela irmã, talvez pelo Estado ter decidido isso. Mesmo que a mãe de Peggy parecesse condizente com essa situação, acho que a própria ida a Igreja mostra o quanto a família desaprova suas atitudes. Mas depois de um ano, os conflitos já estão mais dispersos. Peggy quer mesmo é aproveitar a vida, principalmente agora com sua posição na Sterling Cooper.
Só para completar, não acredito que Joan tenha sido exatamente racista ao confrontar Paul. Sim, não posso deixar de concordar que na festa e até na casa dos Draper com sua empregada, a maneira como os negros são tratados -- e até aceitam ser tratados -- demonstra que a sociedade é racista. Mas nesse caso específico, Joan parece mirar diretamente em Paul, como uma vingança por revelar sua vida pessoal. Se ela atingiu a garota foi apenas resultado, para condenar o namoro de Paul com uma negra só para parecer de vanguarda.
e.fuzii
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sexta-feira, 8 de agosto de 2008
[Mad Men] 2x01 For Those Who Think Young
Pois é, sei que não sentiram minha falta, mas estou de volta. E nada melhor do que voltar comentando minha menina dos olhos entre as séries de televisão no ano passado: Mad Men. Talvez uma das poucas séries que ainda consiga desenvolver um roteiro intrigante e sutil, sempre respeitando a inteligência do telespectador. Foram tantas manobras de marketing, maratonas de reprises e críticas positivas (entre elas as indicações ao Emmy) que a série re-estreou em sua segunda temporada com recorde de audiência para o canal AMC, conseguindo o dobro da média da temporada passada. Mas chega de falar dos bastidores e vamos falar dos fascinantes anos 60, palco da última grande mudança da sociedade americana.
Ao som de "Let's Twist Again", grande sucesso de Chubby Checker que já chegou a embalar uma das danças de Peggy em "The Hobo Code", acompanhamos cenas com algumas mudanças nas personagens 15 meses depois de Don Draper abandonar sua família no Dia de Ação de Graças. Sim, já estamos no ano de 1962, mais precisamente no dia dos namorados, como podemos constatar com o programa de televisão mostrando uma visita à Casa Branca apresentada por Jackie Kennedy.
O título "For Those Who Think Young" refere-se ao slogan da Pepsi no começo dos anos 60 e representa tudo aquilo que Don Draper tenta renegar. Enquanto os fantasmas da idade começam a preocupá-lo, com a consulta médica e a falha durante sua relação sexual com Betty, Don continua a manter sua postura romântica em relação à comunicação com seu público -- como no seu emocionante discurso sobre o carrossel em "The Wheel" -- sem perceber que a publicidade está cada vez mais sendo tomada pela racionalidade e ironia. Don tem razão em criticar aquilo que lhe parece ser uma geração sem sensibilidade e acima de tudo respeito, como fica evidente na cena do elevador em que um grupo de jovens continua disparando barbaridades mesmo na presença de uma mulher. E esse espírito jovem, antes incorporado em Peter, agora encontra apoio de Duck, que como pudemos ver na temporada anterior -- quando sugeriu a mudança de foco da Sterling Cooper -- conta com confiança total de Roger Sterling, tornando-se um oponente muito mais ameaçador para Don Draper. No entanto, chega a causar surpresa Don aceitar o desafio de que o livro de Frank O'Hara não seria para ele. Talvez ele enxergasse pelo título uma forma de aliviar seu stress. Embora tudo leva a crer que ele esteja enviando aqueles versos para Midge, não deixa de ser misteriosa a carta de Draper no final do episódio.
E falando em mistério, é interessante também desvendar o que poderia ter acontecido entre as duas temporadas, principalmente em relação a Peggy. A única coisa que se sabe através dos outros funcionários é que ela teria ficado três meses afastada, o que não descartaria a possibilidade de continuar com seu filho. Sua promoção de cargo também adicionou uma dinâmica interessante, repreendendo as fofocas pelos corredores e querendo mostrar superioridade à nova secretária de Don Draper. E com Joan desafiando Peggy, ao colocar em sua sala a máquina de Xerox, mais um confronto parece formar-se para a temporada.
Porém, a maior mudança e que deve gerar novos desdobramentos para Don Draper é a situação de sua mulher, Betty. O que aconteceu com o casal após aquele Dia de Ação de Graça deve ser revelado aos poucos, mas até pela presença da empregada doméstica em seu lar, parece visível como Betty está mais independente. Deslumbrada pela sexualidade cada vez mais recorrente, que nesse caso a atinge por uma ex-colega estar fazendo programas, Betty toma para si grande parte das opiniões de Don enquanto conversa com sua amiga. Além disso, ela chega a desafiar os seus próprios limites quando tenta ganhar de forma provocante um desconto com o mecânico (aliás, tive receio até dele usar de violência para concretizar essa fantasia).
No escritório, a única mudança digna de nota é Salvatore, que agora aparece casado. Mas duvido que sua saída do armário termine aí. Por tudo isso, a segunda temporada de Mad Men chega ainda mais promissora do que a anterior, com Don Draper e sua resistência pelo novo estar atingindo o limite. Sei que estou atrasado nos comentários, mas espero colocar tudo em dia na próxima semana. Até lá.
e.fuzii
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domingo, 3 de agosto de 2008
[Pushing Daisies] Novidades da 2a temporada e trailer
Depois de terminar a 1a temporada com apenas 9 episódios, devido a greve dos roteiristas, Pushing Daisies retorna nos EUA à partir de primeiro de outubro.
As principais novidades anunciadas na Comic Con são:
- Crescimento dos hilários personagens secundários na trama, Olive e Emerson
- Ned terá irmãos(meio irmãos) e eles vão aparecer.
- Nova personagem que chega e poderá ficar, uma investigadora particular.
De acordo com o Piemaker, Brian Füler anunciou os nomes dos primeiros episódios:
Ep. 2.01: Bzzzzzzzzz
Ep. 2.02: Circus Circus
Ep. 2.03: Bad Habits
Ep. 2.04: Frescorts
Ep. 2.05: Dim Sum Lose Some
Ep. 2.06: Oh Oh Oh It’s Magic
Danielle M
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