Por Rafael S
Depois do sucesso (para os padrões de audiência da CW) que foi 90210, spin-off de Barrados no Baile, a emissora resolveu apostar de novo nessa fórmula: estreou no último dia 8 de Setembro a nova versão de Melrose Place. A série original, que era derivada de Barrados no Baile, durou 7 temporadas, entre 1992 e 1999. A CW resolveu utilizar o mesmo formato de 90210: uma nova geração de personagens, mas com alguns atores da série clássica. Dos antigos, nesse episódio piloto voltam a cena Michael (interpretado pelo Thomas Calabro) e Sydney (Laura Leighton). Quer dizer, por pouco tempo, afinal sua morte é o ponto de partida para a nova Melrose Place.
Essa nova encarnação de Melrose Place traz os seguintes personagens principais: David (Shaun Sipos), jovem rebelde e inconsequente, envolvido com drogas e roubos, além ser filho do Michael; Ella (Katie Cassidy, de Harper's Island), publicitária ambiciosa, que não mede esforços para conseguir o que quer; O misterioso cozinheiro Auggie (Colin Egglesfield); O jovem casal Jonah (Michael Rady, de Greek) e Riley (Jessica Lucas, de 90210), que está prestes a dar um passo adiante em seu relacionamento; A estudante de medicina Lauren (Stephanie Jacobsen, de Terminator: The Sarah Connor Chronicles), garota bastante dedicada ao trabalho e aos estudos, mas com sérios problemas financeiros. E por fim, a novata Violet (a cantora Ashlee Simpson-Wentz), recém-chegada no condomínio.
E unindo todos esses personagens está Sydney, que era a síndica do condomínio. E quando em uma bela manhã ela aparece morta, boiando na clássica piscina símbolo da série, começa a procura pelo assassino, e todos os moradores parecem esconder alguns segredos que podem ajudar a explicar esse crime.
Embora sua morte aconteça antes da sequência de créditos do primeiro capítulo, com certeza a presença de Sydney ainda será notada por muito tempo. A série faz uso de flashbacks dos personagens para montar a personalidade de Sydney em seus últimos momentos, além de lançar dúvidas na cabeça do espectador, já que vários ali parecem ter tido motivos para o cometer o assassinato. Já nesse piloto, várias suspeitas são plantadas, como a visita que David fez a ela na noite de sua morte (além do envolvimento amoroso entre os dois), Auggie se livrando de roupas sujas de sangue e a chegada repentina de Violet no condomínio apenas alguns dias antes de sua morte. Sem contar no Michael, que apesar da discreta participação nesse piloto, teve uma discussão tensa com Sydney alguns dias antes da morte dela.
Mas o episódio traz mais que a trama de assassinato. O destaque fica para os dilemas morais vividos por dois personagens, Jonah e Lauren. Jonah sonha em ser um grande cineasta, mas enquanto não consegue ser descoberto por um estúdio, ganha a vida filmando festas de aniversário e outros trabalhos menos cotados. É quando ele sem querer filma um grande produtor de Hollywood (casado) dando uns amassos em uma jovem garota, amiga de sua filha. Então Jonah recebe o que seria a oportunidade da sua vida: ter seu filme comprado e financiado pelo produtor, mas tendo que retribuir com seu silêncio sobre o flagra. Já Lauren, atolada de dívidas, e com a perspectiva de ser expulsa da faculdade por falta de pagamento, recebe a indecorosa proposta de ganhar dinheiro para passar a noite com um jovem empresário que conheceu no hospital.
Dois personagens, duas decisões difíceis, que diretamente envolvem suas vidas e suas convicções. Ao fazer cada um deles decidir por um caminho diferente, os roteiristas acertaram em poder desenvolver a partir daí os dois lados da moeda. Haverá uma decisão certa e outra errada? Ou os limites estão cada vez mais nublados? No mundo de jovens adultos de Melrose Place, cheio de mentiras e ambições, as respostas podem não ser tão simples. E a última cena do episódio, com os personagens se despedindo do alegre brinde à memória da Sydney, e depois cada um sozinho lidando com seus dramas/dilemas é a representação perfeita disso.
Não acompanhava a série clássica, então escreverei sobre a nova com olhos de um novato. Já li comentários que algumas das subtramas desse piloto são recicladas da série original. Inspiração ou mera falta de criatividade? Se você era fã do Melrose Place original, sinta-se convidado a comentar suas impressões sobre a nova série na seção de comentários do blog.
Me agradou bastante a abordagem mais adulta da série, diferente dos dilemas adolescentes de 90210. O que dá uma liberdade maior para possíveis tramas que virão a seguir. Sejam todos benvindos mais uma vez ao famoso endereço de número 4616, com a piscina mais famosa (e misteriosa) da televisão.
Fotos: Reprodução
Rafael S
http://twitter.com/rafaelsaraiva
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
[Melrose Place] S01E01 - Pilot
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sábado, 19 de setembro de 2009
[Extra] [Dharma Day 2] - Evento reúne fãs de LOST
Olá pessoal...
Como já comentei com no meu primeiro post por aqui, faço parte junto com o Leco, Danna M. e Alison do blog Teorias Lost e esse ano iremos marcar presença mais uma vez, em um evento bem bacana que reúne fãs de Lost em São Paulo, o Dharma Day 2!
O e.fuzii e a Célia Kfouri aqui do blog CES também marcarão presença por lá, se você é fã de Lost não deixe de ir e mesmo que não seja passe por lá pra nos dar um oi! =P
Acontece neste sábado (19) em São Paulo o Dharma Day 2, evento que reúne fãs de "Lost" para debates sobre a série na Livraria Cultura do Shopping Market Place. A iniciativa de organizar o encontro partiu de Fabio Hofnik, 29 anos, que trabalha com cinema e decidiu não discutir a série apenas pela internet. "A coisa mais legal é conhecer outras pessoas que gostam do tema", diz. Em setembro do ano passado ele e mais quatro amigos organizaram a o primeiro encontro de fãs de "Lost", com divulgação pela internet, e reuniram cerca de 150 pessoas. A expectativa é atrair um público semelhante neste ano.
"Vamos propor alguns temas e deixar o público falar, pois no evento do ano passado acabamos não dando muito espaço para o pessoal opinar", diz Hofnik. Segundo o organizador, o público do evento tem um perfil bem variado. "Colocamos um formulário de sugestões no site do Dharma Day e vimos que, na média, são pessoas de 20 a 24 anos, com profissões variadas, de médicos a matemáticos, homens e mulheres", conta. Para ele, 90% das pessoas que comparecem ao evento querem saber as novidades, discutir e argumentar.
Hofnik conta que não existe um consenso entre os fãs sobre qual foi a melhor temporada da série. "Cada uma tem um tema muito específico. Tem gente que gosta mais da viagem no tempo, tem quem prefira o passado misterioso da ilha, é bem dividido". O DVD da quinta temporada, já exibida na televisão, sai este ano no Brasil. A sexta e última temporada estreia em janeiro de 2010 nos Estados Unidos.
O organizador não considera o Dharma Day um "evento nerd". "O público é muito variado, ainda que 'Lost' seja tido como uma coisa nerd. Vai muita gente com camiseta da série, mas não fantasiada", diz ele, que confessa "esse ano dizem que vai ter um pessoal com os macacões da iniciativa Dharma, vamos ver".
* Fonte: UOL por Daniela Salú
Informações
Data: 19 de Setembro de 2009
Horário: a partir das 15:00hs
Local: Livraria Cultura – Shopping Market Place
Endereço: Av. Dr. Chucri Zaidan, 902 – São Paulo, SP
Entrada livre
Outras informações visite o Site: www.dharmaday.com
Abraços!
Mario Toshio
Twitter: @mario_toshio
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sexta-feira, 18 de setembro de 2009
[Glee] 1x03 Acafellas
Já é uma tradição nas séries mais populares da televisão americana que os seus primeiros episódios (4 ou às vezes até 5) sejam ainda vistos como uma espécie de piloto. Ao invés de avançar logo a história, a estratégia é ainda investir numa trama fechada pra "fisgar" novos espectadores semana após semana. Entretanto, é importante também que ofereça algum atrativo para aqueles que já estão acompanhando. E é nesse quesito que acho que esse terceiro episódio falha vergonhosamente. Além de um problema grave de ritmo, que às vezes nos faz acreditar que passaram-se meses entre uma sequência e outra, diria que a história chega até a retroceder quando resolve-se logo afastar as cheerleaders do Glee Club e voltar à falta de integrantes, algo que parecia tão urgente na semana passada. A própria dinâmica de Quinn e Rachel confrontando-se pela atenção de Finn pareceu esquecida e tudo que restou foi uma busca desesperada por um novo coreógrafo. Se o plano de Sue era que os garotos contratassem uma versão masculina dela mesma, sinto muito mas não deu certo.
Apesar de ainda insistirem na gravidez falsa da esposa de Will, sem que ninguém note nenhuma alteração física na moça aliás, dessa vez sinto que a relação dos dois foi melhor retratada. Talvez até pela presença dos pais de Will, ficou claro que pelo menos um sente admiração pelo outro. Fica claro aqui também que essa tentativa de "aquecer os corações" a todo custo também pode prejudicar a série. Além de não convencer que Will largaria as coreografias do Glee Club por causa de uma simples reclamação, chega a ser constrangedor que o pai dele apareça pra falar sobre suas frustrações de nunca ter seguido adiante em Direito pra no final simplesmente decidir ir. É preciso algo mais sustentável pra garantir o sucesso de uma conclusão dessas e o próprio interesse do público, como vemos também no caso da súbita atração de Mercedes por Kurt. Embora seja comum um arco desses, do gay saindo do armário após virar alvo de uma garota, é algo que precisa de mais episódios pra convencer. O clímax dessa relação veio no número musical em que Mercedes canta no cenário de lava-carros que, ainda que fosse a melhor performance da noite com sobras, enquadra-se naquele momento de devaneio convencional que não me agrada. E talvez seja esse clima de mundo musical que divida a opinião de tanta gente.
O fato é que buscando esses exageros nas personagens e situações, Glee desafia muito seus limites de tolerância. Chega uma hora que se você não está devidamente inserido na série, assistir a um grupo de adultos apresentando-se diante dos pais dos alunos é um caso de vergonha alheia. E é exatamente onde mora o perigo: uma vez que você rejeita -- e começa a enjoar desse mundo de fantasia --, é preciso algo muito convincente pra te atrair de volta na sequência. Nem preciso dizer o quanto o texto da série é esperto com tiradas excelentes, mas algumas cenas ainda esforçam-se demais em fazer rir. Achei hilária a dose de humor negro do professor recém-aleijado de seus polegares comendo seu bolo, por exemplo. Já as razões pro rapaz do moicano juntar-se ao Acafellas não funcionaram. Tudo parece uma questão de experiência nesse começo, mas esperava que essas ideias já estivessem mais amadurecidas na cabeça desses produtores. Pelo menos a impressão que ficou pra mim é que o roteiro desse episódio e a conexão entre essas tramas foram todos decididos na última hora, infelizmente.
e.fuzii
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[The Vampire Diaries] 1.01 - Piloto
Os vampiros retornaram com força total, vide o grande sucesso das adaptações das séries Crepúsculo e The Sookie Stackhouse Chronicles para cinema e TV, respectivamente. A CW obviamente não quis ficar de fora, e decidiu fazer sua adaptação, escolhendo a série The Vampire Diaries. Para azar nosso, a emisora decidiu seguir o caminho de Crepúsculo e fez uma série visando o público adolescente, que se empolga fácil com qualquer coisa.
Tem a menina que não se sente à vontade no lugar que vive nem com a vida que tem por causa da morte dos pais. Tem a melhor amiga boba, mas engraçada. Tem a garota fácil que quer ser mais que um objeto. Tem o aluno novo e misterioso, mas legal, que todas querem. Tem o outro novato e misterioso, mas não tão legal. Tem MGMT na trilha sonora, e, olha só, pessoas escrevendo em diários! Se isso não faz soar o alarme de "Corra, clichê" na cabeça, para completar, os dois recém chegados, que tem algum interesse na protagonista, são os vampiros do título.
The Vampire Diaries é uma mistura de tudo que já vimos antes, mesmo em séries que não envolvem vampiros (se tirassem os vampiros, The Vampire Diaries seria outra One Tree Hill, série da, surpresa, surpresa, CW). Apesar disso, assistindo The Vampire Diaries com expectativa zero, foi até possível encontrar alguns motivos para ver o segundo episódio, como saber por quanto tempo o Ian Somerhalder consegue manter aquele sorriso canastrão. Marcelle (www.twitter.com/marcellemml)
Fotos: Divulgação
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009
[Sons of Anarchy] Sobre a Série

Mais de 4 milhões de americanos estiveram com seus televisores ligados no canal FX para a estréia da segunda temporada de “Sons of Anarchy”, que ocorreu na semana passada. Números gigantes para um canal fechado, que exibia uma série sobre motoqueiros criminosos, tendo um impressionante aumento de 95% de audiência em relação ao piloto exibido há um ano.
Inédita na TV brasileira e a julgar pela ausência de comentários sobre a série em alguns dos mais famosos sites especializados do país, “Sons of Anarchy” ainda não pegou no Brasil, embora já exista o Box em DVD da sua Primeira Temporada, lançado mês passado.
Girando em torno de um grupo de motoqueiros que trabalha com contrabando de armas, a série estreou ano passado com muitas expectativas, já que é criação de Kurt Sutter, considerado um dos roteiristas mais criativos de “The Shield”. No entanto, o piloto não agradou a quase ninguém e muitos desistiram da série, mesmo porque os episódios seguintes também não empolgavam.
De fato, não havia muito o que elogiar: um protagonista fraco (a escolha de Charlie Hunnam para o papel foi um desastre), histórias clichês envolvendo rivalidade entre gangues, polícia corrupta e a idéia de um clube de motoqueiros que defende sua pequena cidade ao mesmo tempo que esconde suas atividades escusas. Tudo parecia óbvio demais e sem força para sustentar a atenção.
Tudo começa a mudar lá pelo quinto ou sexto episódio, quando a série mostra a que veio, ainda que marcada mais pelas partes do que pelo todo. Boas idéias e uma dose generosa de violência e agressividade sem floreios vão tomando conta dos episódios, dando os tons de tragédia anunciada que logo fizeram os fãs notarem as referências a Shakespeare. Gemma, a personagem de Katey Sagal (a eterna Mrs. Bundy), por exemplo, é caracterizada como uma Lady MacBeth, que mostra suas garras já no piloto da série, deixando claro o que essa mulher é capaz de fazer para manutenção de sua família (e que envolve o próprio clube).
Sagal, na verdade, talvez seja a principal razão para se acompanhar “Sons of Anarchy” no início, seja pela força de sua atuação, pela escrita de sua personagem, mas também porque o elenco masculino é grande (sem espaço para muito desenvolvimento, além do protagonista) e as poucas personagens femininas são fracas. No episódio 6, “AK-51”, há uma sequencia envolvendo Sagal e um skate, que é um dos momentos mais fortes de toda a temporada, e que dá mostras da vitalidade da série, na execução da violência e de como esta violência está perfeitamente engendrada na realidade destes personagens. Traição e menopausa nunca foram combinações tão potentes como aqui.
A partir da metade da temporada, “Sons of Anarchy” começa a expandir seus horizontes e, apesar de insistir em clichês e tramas bobas (um stalker dos mais psicóticos, a leitura de um livro escrito pelo pai do protagonista), torna-se bem mais interessante, com a ajuda mais do que bem vinda da maravilhosa Ally Walker como uma agente federal disposta a acabar com o clube, e de Ryan Hurst, no papel de Opie, um membro que decidiu se afastar do clube e ter uma vida normal ao lado de esposa e filhos, após cumprir pena na prisão sem deletar os companheiros. Opie será o protagonista dos momentos mais intensos do final da temporada, um dos elementos que dará a tônica deste novo ano.
E ao contrário do início da primeira temporada, a estréia na semana passada mostrou que “Sons of Anarchy” já encontrou seu caminho e tem tudo para ser uma das séries mais eletrizantes do ano: o episódio “Albification” dá aula de como gerar expectativas para toda uma temporada, apresentando novos inimigos, as complicações e dramas internos prestes a explodir e, após uma morte violenta no meio do episódio, ainda tivemos um final barra pesada, que surpreende pela coragem e violência (após ver o episódio, o crítico Alan Sepinwall perguntou a Kurt Sutter “What the hell is wrong with you?”), brilhante pela sutil preparação desenvolvida ao longo do episódio. Ainda tenho alguns problemas com a série, que não me convenceu na resolução provisória de algumas questões, mas são momentos assim que fazem valer a pena.
Um season premiere intenso que os milhares de novos telespectadores que estavam acompanhando certamente vão querer ver o que está por vir. Porque aquele final parecia dizer “É isso que vocês vão ter nessa série, uma descida ao inferno na vida dessas pessoas. É pegar ou largar”. E é difícil largar.
Sons of Anarchy é exibida nos EUA pelo canal pago FX, toda terça-feira. A primeira temporada já está disponível em DVD no Brasil;
Por falta de tempo (e até mesmo de admiradores), a série não será acompanhada semanalmente pelo blog. Mas no futuro, aguardem novos comentários resumindo vários episódios.
Hélio Flores.
http://twitter.com/helioflores
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[Bones] 5x01 Harbingers in the Fountain
DISCLAIMER: Meu teclado nao tem acento! Update: Anita mora nos Eua.
Enfim, ai vai:
Tudo se passa 6 semanas depois do final da 4a temporada. Brennan passou esse meio tempo na Guatemala, enquanto Booth se recuperava, já que os medicos disseram que ele ia se recuperar. Ok, a amnésia foi passageira.
Angela leva Brennan para conhecer Avalon (Cindy Lauper interpretando uma psíquica) e deixar que esta leia cartas de Tarot para Bones. Tipo, oi? Brennan e Tarot?
Angela é a selecionada para tentar reconstruir o disquinho, e tambem de fazer reconstruçao facial baseada nos cranios, para eles poderem descobrir quem sao essas pessoas. O primeiro crânio que ela reconstruiu, é exatamente o rosto da Avalon...
Na intenção de identificar os corpos, Booth e Brennan contatam o médico que deveria ter ido com o resto do grupo para a cidade submarina mas acabou desistindo. Ele diz achou que tratar pacientes que soh tem alergias nao era um bom uso do tempo dele, que ele era mais necessario na "superfície." Booth quer ver os arquivos sobre esses pacientes, mas o médico insiste que eles consigam uma autorização do magistrado para isso.
Dr. Sweets vai atrás de Booth em seu escritório e afirma saber que Booth está apaixonado pela Brennan. Booth na hora pergunta se foi Cam que contou para ele, mas não, Sweets ficou sabendo via Avalon (risos!) mas que Booth acabou de comprovar que eh verdade. Entao Sweets mostra scans do cérebro de Booth antes, durante e apos o coma. E mostra que a parte do cerebro associada a estar apaixonado, nao mostrava indícios de estar apaixonado ANTES da operação, mas sim durante e após o coma. O argumento do Sweets eh que Booth talvez "volte ao normal" após uns dias e se ele se declarar para a Brennan, é bem possível que ele parta o coração dela quando mudasse de idéia.
Mas Booth está realmente apaixonado, e vai atrás de Avalon para perguntar o que ela acha. Imediatamente a "mentalista" tira um bloco de cartas de tarot e pede para Booth cortar. A primeira carta que ela vira revela a imagem do diabo, e Avalon diz que Brennan está em perigo e que Booth tem que ir atras dela AGORA. Claro que ele hesita achando que Avalon está querendo comprar tempo para fugir dele, mas no fim ele vai atrás.
Brennan está no hospital, atrás do médico do grupo, pois ela achou evidência de que as 12 vítimas foram envenenadas aos poucos e morreram disso, e ela queria - na maior inocência - comparar resultados. Mas ela pegou ele no flagra destruindo os arquivos dos pacientes que ela descobriu embaixo da fonte, e ele tenta atacar Brennan - que é salva por Booth depois de momentos de suspense.
O que resta é achar o líder do grupo, o homem que convenceu Avalon e todas as outras pessoas de que a cidade submarina que ele vendia era real. Mas quando trazem o suspeito, ele tem álibis infaliveis, e eles nao tem como provar que a pessoa sentada na sala de interrogação é o mesmo que matou todas aquelas pessoas.
Mas claro, com jeitinho tudo se consegue, e com a ajuda de Avalon, Brennan consegue uma maneira de comparar o DNA do suspeito com o do líder do culto anos atrás. E é o mesmo. O único problema agora é provar que é o assassino.
Claro que Brennan estah frustrada, mas Booth estah eh mais preocupado se ele fala ou nao para Brennan que estah apaixonado por ela. E SIM, ele se declara!! Ahn, quase. Ele diz "I love you" e depois termina com "Eu te amo, mas de maneira profissional, sabe?" E Brennan - sempre na inocência - dá um tapinha no ombro dele divertida e diz que também ama ela de maneira profissional (risos).
No fim, eles nao conseguem provar se o suspeito cometeu ou nao o crime, mas Caroline (a advogada do FBI, eu acho, nunca peguei a história dela direito) que é muito esperta, consegue incriminar o sujeito com outras alegações - se ele estava construindo uma cidade submarina, ou whatever, tinha que possuir contratos com empresas de construção, etc, se nao era fraude.
Ehhhhhhh... Meio "xumbrega" não pegarem o cara no final, mas isso quase nunca acontece em Bones, entao quem sabe num episódio futuro eles descobrem mais pistas? E quem também sabe a Cindy Lauper volta? (Nao faço questao).
Enfim, eu achei fraco, o caso que eles investigaram também era, mas acho que a idéia era mais começar uma temporada explorando o relacionamento de Booth com a Brennan, criar expectativas se eles vao ou não ficar juntos nessa temporada, o que esperar do Booth pós-operação, etc. Mas nao importa se o episódio é bom ou ruim, Bones é sempre um prazer de assistir justamente pela interação dos personagens, que sao sempre ótimos. Mas o que todo mundo estava comentando antes do episodio sair, sobre os "beijos" e "declaracoes de amor" que iam rolar? Nothing special. Mas resolvi que não ia entregar a parte dos beijos pra vocês, vão ter eh que assistir o episódio e descobrir :P (Mas já avisei que não são nada demais...)
O que voces acharam do comeco da temporada?
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segunda-feira, 14 de setembro de 2009
[Bones] Season 4 Recap
-DISCLAIMER: Meu teclado nao tem acento!-
A terceira temporada (que foi curtinha) terminou com a solução do caso do Gormogon (o canibal que andou assombrando duas temporadas) que no fim nao era ninguém importante, só um cara com ilusão de grandeza, mas que recrutou o Zack Addy para o "lado negro da força" usando a lógica. Fiquei chateada com a resolução da trama. Eu sempre fui muito fã dos personagens dessa série, e eliminar o Zack da história desse jeito foi triste e depre. Mas qualquer outro teria sido tao triste quanto, mas fui a quarta temporada com esperança de que o Zack iria ser redimido pelos roteiristas e voltar para a serie.
Adiante, vou fazer um resuminho dos melhores momentos da temporada:
4x01 Yanks in the UK (Part 1)A Brennan é convidada a fazer uma palestra em Oxford, na Inglaterra, e Booth a acompanha. Claro que um inglesinho acadêmico tem um crush nela, e pede ajuda para resolver um caso... Uma americana rica é guinchada de dentro do seu carro que tinha afundado no Rio Tamisa. Brennan logo declara que ela foi morta com uma "paulada" na cabeça, os restos da herdeira sao mandados para o Jeffersonian, e ela e Booth fican na Inglaterra para ajudar a resolver o caso junto com o Wexler (o Inglesinho com o crush na Brennan) e sua parceira.
A herdeira tinha um caso com um nobre e estava gravida de 2 meses. Suspeito numero 1. Outra suspeita era a futura madrasta da herdeira. Mas no fim, o culpado foi o mordomo. Hein? Isso mesmo. Booth e Brennan descobrem que a herdeira assassinada era realmente filha do duque, o pai do namorado dela!! E o mordomo deles assumiu a culpa do assassinato, dizendo que a acertou na cabeca quando ouviu a garota falar para o duque que era filha dele.
Enquanto isso, back in the usa, o marido brasileiro desaparecido da Angela volta e ela pede o divórcio. Ele se recusa e diz que ainda estah apaixonado por ela.
E como o Zack está fora da série, não arrumaram um substituto , durante a quarta temporada vão circular diferentes assistentes por episódio.
4x02 Yanks in the UK (Part 2)
Caso da herdeira resolvido, Booth e Brennan prontos para voltar aos EUA e eis que um telefonema poe tudo em hold. A parceira do Wexler (o inglesinho com crush na Brennan) liga para eles e diz que encontraram um corpo no apartamento dele, todo queimado, e eh o Wexler. Bitucas de cigarro pelo apartamento levam a policia a pensar que o Wexler estava bebado e botou fogo na cama por acidente. Mas as investigacoes de Brennan e companhia provam o contrário, e que ele foi assassinado. Rola a usual lista de suspeitos, e o culpado foi: Vera, uma estudante do Wexler que junto com ele descobriu um sitio arqueologico em Londres, mas antes da descoberta tinham aceitado propina para dizer que o local nao tinha valor arqueológico e poderiam construir um prédio por cima (ou algo do gênero). E a arma do crime foi um fêmur de 2 mil anos de idade que estava no sítio arqueológico.
Enquanto isso, back in the usa, o marido perdido da Angela resolve dar a ela o divorcio, depois de vê-la beijando o Hodgins e vai embora. A Cam dá uma carona pro moçoo, mas o voo dele é cancelado, e ai.. eles dormem juntos. Cam fica se sentindo culpada durante todo o episódio "conto ou nao conto pra Angela?" Quando ela finalmente conta, a Angela fica puta. E nessas, ela descobre que se ela ainda fica com ciumes do ex-marido, ela nao estah pronta para se casar com o Hodgins, e ai termina com ele.
4x05 The Perfect Pieces in the Purple Pound
O episódio começa com um partes de um corpo encontrados num tanque. Sao 12 pedaços, mas nada da cabeça. A vítima é Jared Addison, 25, escritor e que tem uma doença tipo autismo. Booth e Brennan vao a casa dele e falam com a sua mãe, que diz que nao sabia que o guri estava desaparecido já que ele tinha isso passar uns tempos num hotel para terminar o livro que estava escrevendo.
O Zack tem sessões de terapia com o Dr. Sweets, e ele se mostra arrependido, nao pelo assassinato, mas por ter sucumbido a uma lógica falsa. Isso deixa o psicólogo frustrado, e ao ir embora, o seu cartão de visitante não funciona na saída.
Falando em Dr. Sweets, Booth e Brennan o chamam para dar uma olhada no quarto da vítima, onde tudo está organizado meticulosamente: Jared era OCD. Descobrem no quarto dele também uma foto, Kelly Sutton, 50, nua na banheira. Era a "namorada" do Jared. Ao ser interrogada, Kelly diz saber sobre Jared estar num hotel, mas que não era para escrever o livro, mas sim participar de uma conferência de mudanca de comportamento.
Hodgins visita Zack no hospício, e entrega os arquivos do caso em que eles estao trabalhando, para ver se ele tem alguma sugestão.
Booth e Brennan conversam com Jim, o cara que estava administrando palestras na conferência que Jared atendeu, e ele conta que Jared era o melhor "aluno" dele. Ralph, outro "aluno" interrompe a conversa e diz que ele que assassinou Jared. No fim, depois de muita conversa, eles percebem que o cara é maluco, e que obviamente nao foi o culpado.
Proximo suspeito da lista, o antigo publisher do Jared, que encerrou o contrato com ele depois de dois livros, porque o Jared nao era "marketable." Ainda mais um suspeito, David, o filho da Kelly, já que o último lugar que o Jared esteve antes de morrer foi no local de trabalho de David para pedir a mão da mãe dele em casamento.
Mas no fim eles estão num beco sem saída. Sem o crânio, eles não vão descobrir a causa da morte. Nessa, entra o Zack no laboratório "eu sei onde a cabeça esta." Ele explica que, vendo as fotos do quarto do guri , notou que tudo no quarto estava organizado em grupos de 12 itens. Mas o problema é que Jared nao era OCD como imaginávamos, ele era germaphobe. Quem era OCD era a sua mãe. E foi ela quem matou o filho, e deixou os 12 pedaços no tanque, mas o pedaco 13, a cabeça, ela não conseguiu se desfazer e enterrou no quintal. A razão do assassinato é que Jared estava tomando controle da propria vida, saíndo de casa, casando, se curando da sua germofobia. Incomodando a sua mãe a pontod e matá-lo
Zack e os outros personagens vão jantar, enquanto isso, Sweets espera por ele do lado de fora da clínica psiquiatrica. Quando Zack aparece, ele conversa com Sweets e acaba contando que ele não matou ninguém no final da 3a temporada, mas que ajudou o assassino a cometer o crime. E Sweets implora para que Zack conte para a Brennan e para o Booth, mas ele se recusa, diz que se admitisse nao ter matado o cara, eles iam transferí-lo do hospício para a prisão, e que ele nao ia se dar bem. E assim, ele pula a cerca de arame enfarpado e volta pra clínica.
4x10 The Passenger in the Oven
Esse episódio foi clássico por ter se passado inteiramente num voo entre a China e EUA onde Booth e Brennan descobrem um corpo no forno do avião. Eles tem que resolver o crime antes do aviao pousar na China, se nao perdem jurisdição. A vítima eh um passageiro, e eles tem que encontrar o assassino antes que escape. É hilário, com os dois protagonistas se desdobrando para resolver o crime, e usando "props" dos passageiros e da aeronave, no melhor estilo McGyver.
A viítima era Elizabeth, que estava no avião seguindo o amante em sua viagem com a família. O cara admite o affair, mas garante que nao matou a moça. No fim, o assassino era o filho dele, e isso foi comprovado quando encontram um chip de computador no crânio da moça, justamente o jogo que estava faltando na coleção do "gameboy" (não era um gameboy, mas nao lembro que jogo era exatamente).
Enquanto isso, back in the lab: Nos últimos episódios, depois que a Angela e o Hodgins terminam, a Angela começa a namorar uma antiga namorada, a Roxie. Nesse episódio, no entanto, elas estão terminando o relacionamento.
4x14 Hero in the Hold
Na segunda temporada de Bones, um episódio mexeu comigo... Foi a história do Gravedigger, quando ele enterrou Brennan e Hodgins num carro, e os outros personagens tinham apenas 12 horas para encontrar o local onde eles estao enterrados. Mas depois nunca mais falamos nele, e o episódio terminou sem nenhum culpado (mas vários suspeitos). Aliás, falando em suspeitos, na época eu já tinha lido uns spoilers sobre no roteiro inicial, eles jah tinham cogitado três possilidades para o assassino. Um era o Zack Addy (planejado fazer ele de assassino faz tempo entao...), o outro era o agente do FBI que escreveu o livro sobre o Gravedigger, e a terceira suspeita era a escritora que co-escreveu o livro com o cara do FBI. E nesse spoiler falava quem os roteiristas decidiram que ia ser o assassino (dica: nao foi o zack! hehe).
Nesse episódio, o FBI está reabrindo o caso do Gravedigger, e acusam Brennan e Hodgins de ter sumido com evidência relacionada ao caso. Nesse mesmo dia, Booth é sequestrado pelo Gravedigger, e Brennan recebe o telefonema com o pedido de resgate. Eles têm 21 horas para encontrar Booth.
Booth acorda dentro de um pequeno compartimento. Usa a luz do seu relógio para se orientar, e consegue desatarraxar um parafuso usando as chaves do seu carro, e assim consegue escapar. Mas ai ele descobre que estah preso dentro de uma sala, que parece ser parte de um navio. E ele nao estah sozinho. Teddy Parker, um companheiro militar do Booth aparece, e ele tem certeza de que estah vendo alucinações, já que Teddy morreu anos atrás em combate. Booth continua tentando escapar da sala em que está preso, e a alucinação de Teddy o ajuda.
No laboratorio, Hodgins admite ter roubado a evidência que o FBI procurava (e razão pela qual o Booth acabou sendo sequestrado) e mostra a Brennan o pedaço do adesivo que lascou do carro do gravedigger quando este o atropelou na segunda temporada. Ele quer usar esse pedaço de evidencia para tentar achar o Gravedigger, e se eles nao conseguirem encontrar nada em 8 horas, a Brennan vai entregar o adesivo para o FBI e pagar o resgate (a Brennan é podre de rica apesar de nao falarem muito sobre isso na série, mas ela ganha dinheiro como escritora).
O primeiro suspeito é Vega, ex agente do FBI que escreveu sobre o gravedigger, e Brennan e Hodgins vão atrás dele, mas o encontram morto dentro do seu carro. Entao só sobra um suspeito (pelo menos para nos que lemos o spoiler antes hehe). E a essa altura, Brennan e cia sabem que Booth estah em algum lugar perto de água, porque ouviram o barulho de mar na ligação do gravedigger.
Booth e Teddy conseguem escapar da sala em que ele estava preso, e ele finalmente percebe que está num navio. Começa a procurar uma saida, sempre com Teddy junto e discutindo se ele eh um fantasma ou uma halucinacao, e sobre quando o Teddy morreu. Booth sempre se sentiu culpado pela morte do colega, e inclusivo deu o nome de Parker para o seu filho em homenagem a ele. Teddy está emocionado. Nisso, o Booth nota que o navio está cheio de explosivos, e que ele tem 7 horas para escapar.
Nisso, Brennan e Hodgins decidem dar a evidência ao Gravedigger, mas ao deixar a maleta no local combinado, o Gravedigger explode o local. E algumas horas depois, Brennan se pergunta porque eles ainda nao receberam a ligacão do Gravedigger com as coordenadas do Booth, e Sweets informa a Brennan que talvez o Gravedigger nunca tivesse a intençao de dizer onde Booth está. Brennan pede ajuda a Jared, irmao de Booth para que ele use seus contatos militares para conseguir que o corpo de Vega seje mandado para o laboratório para que Brennan possa analisá-lo. Ele no começo nao leva a serio, mas mais tarde aparece no laboratório com o corpo. Ele mentiu para conseguir isso, e quando for descoberto, vai perder o emprego. Eles descobrem que Vega lutou antes de morrer, e que o Gravedigger teria fraturado umas costelas nessa.
Nisso Taffet, a co-escritora do Vega aparece e exige que o corpo seje mandado de volta. Brennan então nota que ela nao consegue esticar o braco, e a aperta nas costelas e vê que Taffet sente dor. Acharam o, quer dizer, a Gravedigger.
Enquanto isso Booth e Teddy usam parte dos explosivos do navio para explodir a porta e conseguirem sair a superficie. Mas a explosao deixa Booth meio cego, e ele encontra Teddy sangrando no chão. Booth carrega Teddy e pede que ele o ajude a encontrar a saída já que nao consegue enxergar.
No laboratório, eles analisam as botas de Taffet, e encontram tinta que pertence a um navio. Ai eh só juntar dois e descobrem que tem um navio pronto pra explodir na costa, e é lá que o Booth está. Brennan pega um helicóptero (a essa altura Jared jah foi preso) e vai atrás de Booth. Ela só tem 5 minutos para encontrá-lo, e Brennan estah em pânico. Por sorte, o Booth já está na parte de cima do navio, ve o helicoptero e corre em tempo de pegar a carona antes do navio explodir. Claro, tem o momento de hesitação quando ele procura pelo Teddy e não o vê, o Booth nao quer partir sem o amigo. Mas o amigo era afinal só uma alucinação. Nao era?
4x25 The Critic in the Cabernet
Esse foi o episódio pre-season finale, e tenho que admitir, eu achei que esse ERA a season finale. Tinha toda a cara. Nao vou comentar sobre o caso, mas sim sobre o que está acontecendo. Brennan resolve que quer um filho e pede a Booth semen para poder fazer fertilização in vitro. Diz que a escolha é lógica, porque tem atributos que ela admira e gostaria que o filho dela possuisse. Claro que isso mexe com o Booth de uma maneira incrível, e ele depois de muita discussão consigo mesmo, resolve doar o semen que a Brennan pediu. Mas ele tem visões e conversas com amigos que morreram na guerra e personagens de desenho animado. No final do episódio, quando ele comenta isso com a Brennan, ela se liga de que isso sao sintomas de um tumor no cerebro. Ela corre com o Booth para o hospital, e termina com ele na maca sendo levado para a sala de operações
Entao, concorda comigo que isso teria sido um ótimo cliffhanger para a season finale?
Mas os roteiristas nao deixaram por ae e mandaram uma season finale super divertida:
4x26 The End in the Beginning
O episódio eh todo as avessas. Começa com o Booth dormindo tranquilamente na sua cama, quando Brennan chega, tira a roupa junta-se a ele.
Quando eles acordam, Cam e Jared (o irmao do Booth) estão batendo na porta atras dos dois porque um crime foi cometido na casa noturna que os dois são donos, chamada "The Lab" (ha!). Alias, todo o episódio eh uma parada de personagens da série trabalhando no clube ou estão relacionados ao crime. Todos os candidatos a assistente que passaram pela série estao lá, e até o Zack estah de volta, como um dos funcionários do clube.
O episódio é divertido, o crime é resolvido, todo mundo acaba feliz... e ai o Booth acorda. Era tudo sonho dele no pós operatório, mas ao seu lado, está Brennan segurando sua mao. E ele pergunta "Quem é voce?"
---
Agora é esperar a quinta temporada que estreia essa Quinta feira e ver se o Booth vai recuperar a memória. E aí? Quais as expectativas para essa nova temporada? Quais as teorias? O que voces acham que vai acontecer?

Anita (twitter.com/anitaefrango)
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[Mad Men] 3x04 The Arrangements
Desde sua estreia, um dos passatempos favoritos da produção de Mad Men é encontrar formas de tentar nos chocar com os hábitos mais banais daquela época. Lembro que já no piloto as pessoas discutiam exaustivamente toda aquela fumaça no restaurante logo nas primeiras cenas. Outro dia mesmo estava mostrando a um amigo algumas sequências e a primeira coisa que ele notou foi o tanto que os publicitários da Sterling Cooper bebem durante o trabalho. Nesse episódio, já começamos com uma sequência de Gene levando as crianças pra passear no seu Lincoln, mas colocando Sally ao volante. Por mais que isso pudesse ser comum nos anos 60 (e talvez antes disso mais ainda), não seria surpresa que terminasse num desastre, ainda mais na condição instável que encontra-se o pai de Betty. Mas apesar disso, essa é forma que ele encontra pra demonstrar um mínimo de preocupação com essas crianças, ao contrário do comportamento omisso de Betty na temporada passada, principalmente após a separação de Don. Na semana passada mesmo, Gene foi o único a fazer questão de corresponder à provocação de Sally, que esperava chamar a atenção dos adultos quando roubou seus 5 dólares. Some-se a isso o fato de Betty já saber os males que o cigarro traz a sua saúde mas mesmo assim sujeitar o pobre filho que ainda nem veio a nascer, pra perceber que algo está muito errado no lar dos Draper.
É tudo uma questão de diferentes criações, ou até gerações, como fica claro quando Gene encara o capacete do soldado morto como um triunfo de guerra e Don repudia por respeito a quem um dia morreu vestindo-o. Ainda parece ser revoltante para uma criança entender como os adultos tentam lidar com a morte, na base de suas ironias para evitar os reais fatos. Mesmo Betty, com toda sua ingenuidade, não quer enfrentar o inevitável até que o policial bate à sua porta. Nesse caso, Gene lamenta por tanto ter protegido sua filha durante a vida e nos seus últimos dias esforça-se pra que isso não se reflita nos próprios netos. Mas ainda assim, Betty mostra-se seriamente afetada pela morte do pai, a ponto de prestar um último tributo comendo o pêssego que restou no seu carro, aquele que seria na verdade a única herança deixada a Sally. Por isso, ver a pequena Sally deitada lamentando-se sozinha no chão, diante das primeiras imagens do que viria a ser o confronto no Vietnã, talvez seja uma das cenas mais tristes em toda a série.
Porém, a relação entre pais e filhos não parou por aí, e até Don Draper aproveitou pra na calada da noite relembrar a figura severa de seu pai. Além disso, ele é o único a tentar inserir um pouco de perspectiva a Hoho, o filho de um multi-milionário que pretende investir toda sua fortuna para popularizar o Jai Alai na América. Mas o pai está decidido a deixar seu filho seguir em frente com seu sonho, para ter seu primeiro tropeço e aprender com a vida. Uma pena que Hoho deixa bem claro que Don será o responsável por qualquer fracasso nessa campanha. Pra um esporte que não se estabeleceu nem na Olimpíada até hoje, já podemos prever um grande conflito vindo daí. Também acompanhamos Peggy finalmente decidida a mudar-se para Manhattan. Diante de suas tentativas frustradas de encontrar uma companheira de quarto, Peggy aceita a ajuda de Joan pra reescrever seu anúncio. É mais um indício de que embora Peggy tenha todo o esforço e coragem para atingir seus objetivos, Joan ainda continua tendo todo seu talento mal aproveitado. A própria forma como ela agrada a mãe com uma nova televisão pra logo depois anunciar sua mudança já demonstra uma baita falta de "tato" pra lidar com a situação. Mas ainda assim, Peggy mostra que tinha razão sobre o fracasso da campanha da Patio, saindo de cena com seu sorriso triunfal, após os clientes terem reprovado a ideia.
Nem eles entendem exatamente o que há de errado, quando tudo na verdade parece ser desastroso: a ausência do carisma de Ann-Margret, a falta de originalidade e até de apelo ao público feminino. E apesar de essa ser a única parte do episódio que não se relacione com o tema principal -- a não ser que algum publicitário esforce-se em considerar uma de suas criações como seu filho --, parece ser determinante para o futuro de Sal. Mesmo que sua peça tenha sido reprovada, ele ganha um alívio pra sua carreira ao ser promovido a diretor de comerciais. No entanto, a situação com sua esposa está cada vez mais insuportável, já sem conseguir mais esconder sua homossexualidade. O rosto de horror de Kitty enquanto presenciava a transformação do marido imitando todos os trejeitos e olhares do comercial, mostra novamente a qualidade da produção de Mad Men, que sabe o quanto o silêncio pode incomodar bem mais do que tortas palavras.
e.fuzii
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domingo, 13 de setembro de 2009
[Supernatural] 5.01 - Sympathy For The Devil
Hope you guess my name
But whats puzzling you
Is the nature of my game*
E a season começa. Talvez sua derradeira, mas lá vamos nós acompanhar os irmãos numa temporada que já conta com Misha Collins - Castiel - no elenco fixo. E isso já uma ótima notícia e uma grande motivação para dar conta da "estrada até agora".
Aliás, Castiel coloca as coisas já sob a perspectiva divina. Quem retirou os Winchester da cena com Lúcifer e os colocou no avião? Quem deu a vida novamente a Castiel? Pois é. ELE!
E ELE, o Senhor, foi colocado como argumento de negação o tempo todo. Lúcifer, o ex Jacob de Lost :) , soube manipular os confusos sentimentos de Nick. Que Deus é este que permite uma família inteira ser retalhada? Omisso? Sádico? Vingança é o sentimento mais primitivo do ser humano, essa sensação de que faltou justiça divina, o "porque isso aconteceu comigo", costuma não falhar. E olha que Lúcifer nem precisou mentir. A verdade, mesmo deslocada de seu contexto, pode transformar pessoas pacatas em vingadores convictos. Olha, achei a argumentação bem pesada para uma série . Alguns filmes já trabalharam com essa temática, há um diálogo incrível em "O Advogado do Diabo" que trata exatamente sobre isso. Mas numa série "jovem", uau! :) Crédito também a Mark Pellegrino, um ator de primeira, quero logo ver as suas sequencias já como Lúcifer em pessoa.
And all the sinners saints
As heads is tails
Just call me lucifer
cause Im in need of some restraint*
Momento hilário foi com a Becky, chamando Sam de "firme", não conseguindo parar de tocá-lo, mas helloooo, quem resistiria? E é claro, a frase dos produtores para nós fãs pela boca da moça maluquinha " bela mudança de mitologia, chega de demônios", ri muito! Olha, adorei a Becky porque ela lembra muito os fãs de Arquivo X, aquele povo que fazia fanfics da série. E sem contar que ela e o escritor são muito teoria da conspiração! Tem como não gostar de SN, minha gente?
Apesar de um bom começo, confesso que achei um pouco anticlimax iniciar uma season desta maneira, foi soturna demais, pedia mais envolvimento e ação, coisa que faltou. Se bem que me pareceu bem literal a música dos Stones mesmo, "please allow me introduce myself , I´m a man of wealth and taste(...)" E foi bem isso mesmo, um episódio de apresentação do Diabo, suas motivações e, não só ele. Descobrimos que Dean, ora vejam só, é uma arma ambulante. Receptáculo do Arcanjo Miguel, parece bom. Introduce myself. Então a briga será boa e entre duas entidades?
As belas sequencias com o choro do bebê e sangue, aquele berço, foi muito Bebê de Rosemary! Aliás, este foi um episódio com boas referências a figura do diabo. Do título - música dos Stones - a alguns filmes clássicos do gênero.
Não há como negar, o Diabo é uma figura bastante curiosa. Apesar do começo devagar, acho que esta temporada renderá ótimos momentos.
Have some courtesy
Have some sympathy, and some taste*
* Trechos da letra de Sympathy For The Devil - Rolling Stones
Cenas legais:
- Sam e Dean no avião, com o desenho do diabinho. #euri
- Os arcanjos estão bem Matrix no jeito de vestir, hein. Armani puro.
- Bob: "Miguel é o anjo mais macho deles. Dean: Macho? Ele parece a Cate Blanchett".
- Aquele barulhinho irritante do começo do episódio? Meu vizinho não gostou nada :P Diabo é barulhento demais.
- Gripe suína (ok, governo, H1N1) como obra do diabo, hahahahaha
Danielle M (/@danna_)
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
[90210] S02E01 - To New Beginnings
Por Rafael S
Recomeço. Essa é a palavra de ordem para a maioria dos personagens de 90210 no início dessa segunda temporada. Recomeço para Naomi, que ainda gosta de Liam, mas tenta se ocupar com outros garotos (e homens mais velhos) para tirá-lo da cabeça. Recomeço para Adrianna, que está voltando aos poucos à realidade adolescente, mas ao mesmo tempo tendo que encarar o possível arrependimento de ter entregado sua filha para adoção. Recomeço até para Ethan, que largou a vida de mauricinho e foi tentar achar um rumo em outro estado (e fora da série - pelo menos por enquanto). E por fim, um recomeço doloroso para Annie. Desprezada pelos amigos, sem coragem de se abrir com sua família, ela está tendo que lidar com o estigma de "dedo-duro" que ganhou por todo o colégio, com as falsas acusações de ter transado com Liam e com sua culpa interna de ter atropelado (e matado) alguém enquanto dirigia bêbada no fim da temporada passada.
E esse inferno astral de Annie com certeza é o maior mudança nesse início de temporada. Sua derrocada já vinha acontecendo desde a metade final da primeira temporada, mas agora ela parece cada vez mais no fundo do poço. Um fenômeno bem fora do comum para alguém que é (ou era?) a protagonista da série. Annie era a garota do interior, certinha e com os dramas típicos de seriado adolescente. Naomi, à princípio, era aquela garota rica e mimada da cidade grande, extrovertida, e que tinha tudo para se tornar a "vilã" da série. Mas os episódios foram passando e isso não aconteceu. Naomi foi ganhando mais e mais destaque e conseguiu até seu próprio núcleo dramático (Liam e sua irmã Jen, que entraram na série do meio pro fim). Enquanto isso, Annie começou a deixar de ser o centro das tramas. Ao deixar de ser a típica garota "só sorrisos" sob os holofotes, ela foi ganhando um pouco mais de profundidade, mesmo com cada vez menos tempo de tela. Chega a ser um pouco paradoxal, mas gostei muito desse "rebaixamento" da Annie em 90210. Seu comportamento mais inconsequente agora pode gerar ótimas história (a começar por sua foto nua que caiu nas mãos da Naomi).
Assim, quando a segunda temporada abre com uma cena da Naomi, temos a constatação do que já estava bem claro: ela, pelo menos por enquanto, é o novo foco da série. Percebam como a narrativa que move esse primeiro episódio está toda relacionada a ela: a ida ao clube, a festa, a entrada do Teddy na trama. Até alguns dos dramas de Annie, como o mal-entendido com Liam e a polêmica foto do final estão fortemente atrelados a Naomi. E no fim das contas, isso foi uma ótima decisão. Naomi não faz o tipo frágil, tão manjado em séries e filmes adolescentes. Ela é dinâmica, tem iniciativa (muitos) defeitos. Sua presença central movimenta muito mais a trama, além de abrir um novo leque de possibilidades para 90210.
Infelizmente, nem tudo são flores. Mais uma vez, resolveram descaracterizar a Silver. Na subtrama sobre sua bipolaridade na primeira temporada, ela já apresentava comportamentos bem diferentes, mas justificáveis pelo seu problema. Mas agora, a Silver ácida e irônica, que não liga para os outros, que deu uma grande lição de moral em vários colegas no seu discurso no baile, simplesmente sumiu. Nessa season premiere, ela está totalmente...normal. Tomando sol na piscina, andando de braços dados com as amigas e dançando em meio a todo mundo na festa. Nada contra a amizade dela com a Naomi (é até natural, visto que elas já foram grandes amigas no passado), mas ver Silver perdendo todas as suas características que a tornam única é muito triste. O único momento que lembrou a velha Silver foram os cortes que ela deu no Teddy, mas foi muito pouco. Espero que isso seja consertado nos próximos capítulos.
E falando no Teddy, ele foi a grande novidade no elenco desse primeiro episódio. Riquinho, esperto e dissimulado, em apenas um capítulo ele já conseguiu plantar intrigas e confusões em todo mundo. Com sua cara de mauricinho e sorriso de propaganda de pasta de dente, será ele a aposta dos roteiristas para novo vilão da trama? Será que futuramente irá se associar a Jen em suas maldades? Ainda mais que foi seu carro que estava na estrada quando a Annie atropelou um homem...chantagem à vista?
Embora nesse episódio o foco tenha sido no clima praieiro e de festa, o ambiente escolar já está de volta. Tenho grande expectativa para o próximo episódio pela volta dos bons coadjuvantes que 90210: o diretor Harry (que apareceu nesse capítulo, mas em apenas uma cena), Kelly, Ryan, Donna, ou quem sabe algum outro ator de Barrados no Baile. E como disse no primeiro parágrafo, não duvido de um retorno (futuro) do Ethan à série, nem que seja para apenas um pequeno arco de episódios. Sua relação com a Silver ficou muito mal resolvida - e a troca de mensagens nesse episódio confirmou isso.
Enfim, entre muitos acertos e alguns erros, o saldo do começo dessa segunda temporada foi positivo. Basta uns pequenos ajustes para 90210 melhorar bastante. Pelo menos, a série parece no caminho certo, o que é mais importante.
E uma última consideração: a série ganhou uma nova abertura. Embora visualmente seja mais atrativa e criativa que a da primeira temporada (com os números 90210 aparecendo das mais diferentes formas) a música continua fraquíssima, não chegando perto do tema clássico de Barrados no Baile. Espero que consertem isso algum dia, uma boa abertura é um cartão de visitas para uma série.
Fotos: Reprodução
Rafael S
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quinta-feira, 10 de setembro de 2009
[Glee] 1x02 Showmance
Cercada de um imenso entusiasmo de (precoces) fãs que promoveram a série durante o verão americano inteiro, Glee finalmente está de volta para continuar de onde… começou. E apesar de ter ficado abaixo da estreia do piloto pós-American Idol, a recepção do público foi até melhor do que a Fox esperava, chegando a 7,5 milhões de espectadores. Se conseguirá manter ainda é muito cedo pra dizer, mas acho que a pergunta que todos querem fazer é a seguinte: correspondeu àquelas expectativas de quando assisti ao piloto? Diria que não, mas que fora alguns problemas na premissa da série, o que me incomodou mesmo seria facilmente consertado. Acho que não adianta muito reclamar da estrutura do episódio, porque afinal começo é assim mesmo, e quanto mais rápido forem desenvolvidas algumas tramas, melhor pra dinâmica da série. Sabe-se que a partir da próxima semana cada episódio será centrado num dos adolescentes do glee club, o que pode ser uma garantia de expandir as personagens nos mesmos moldes de Skins. Pra começo de conversa, três arcos já começam a ser formados e cada um deles teve seu número musical para acompanhar: "Gold Digger" para o professor Will tentando satisfazer os desejos de sua mulher, "Push It" na apresentação para tentar atrair novos membros para o coral -- e servindo de conclusão também para o "clube do celibato" -- e "Take a Bow" (da Rihanna) para o romance entre Finn e Rachel.
Acredito que a grande maioria das pessoas que assistiu, já pegou se perguntando o que fez o professor Will casar-se, ou até melhor dizendo, interessar-se pela sua mulher. Completamente intragável e essa história da gravidez falsa só adiciona ainda mais antipatia, mesmo que ela tente conserta do seu jeito. Por outro lado, ele parece sentir-se atraído por Emma, a conselheira do colégio portadora de T.O.C. E nem é preciso dizer que ela iria fundo nesse relacionamento, mas o que me deixa confuso é o seguinte: tá na cara que é pra gente torcer pelos dois mas a custo do quê? Mostrar que adultérios às vezes podem ser relevados? Não acredito que a Fox fosse deixar Ryan Murphy ir muito a frente com essa ideia, mas ainda espero pra ver. Até porque, se a questão era que os dois ficassem juntos, não precisava que o professor já começasse a série casado. Podem dizer também o que quiserem de Emma, mas ela é o tipo de personagem caricata que dá gosto de ver em série adolescente. Sua curta cena cantando "All By Myself" dentro do carro num tremendo temporal é a maior prova disso.
Já o professor cantando "Gold Digger" acaba sendo um dos destaques do episódio também, até pelo seu refrão "traiçoeiro" pra um cara branco. Ainda me incomoda toda essa mega produção em todas as músicas (com Auto-tune soando alto), mas sei também que trata-se de pura exigência de mercado. Só acho que a série teria muito a ganhar em credibilidade pelo menos nesses momentos do ensaios, até mesmo como improviso. Entre os números musicais, o único momento que realmente passou um pouco do ponto foi o lamento final de Rachel, que ficou com cara de videoclipe. Mas não tenho muito o que acrescentar em relação ao romance dos dois, porque era uma das armadilhas que já não me agradavam muito no próprio piloto. No entanto, essa foi a deixa pra criar a rivalidade com Quinn, a namorada-cheerleader de Finn (quem mais acha bizarro o nome dos dois rimarem desse jeito?), que será a espião dentro do glee club pra maquiavélica Sue. Com certeza parece ser a coisa mais idiota do mundo a garota juntar-se ao grupo ao invés de deixá-lo morrer por si só por falta de integrantes. Mas é a reação que esperaria de uma cheerleader comum que afinal nunca aceitaria perder o namorado sem um belo barraco.
Mas preciso dar crédito principalmente a Sue Sylvester, a tal treinadora das cheerleaders, que cada vez me faz adorar mais a fantástica Jane Lynch. A forma como ela tenta vencer tudo e controlar a todos, num sentido completamente paranóico, é com certeza o que vai fazer valer a pena assistir Glee. Aquele típico "vilão" que dá gosto de ver, cheia de complexos e tomada de orgulho, que pode ironizar a morte mas se ofender com um trocadilho logo em seguida. Aposto que Lynch então deve estar divertindo-se muito pra conciliar esse lado cínico e severo de sua personagem.
e.fuzii
twitter.com/efuzii
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É hoje! Supernatural retorna...e Lúcifer também!
Talvez em sua derradeira temporada, como já adiantamos aqui, SN volta com os irmãos Winchester´s e Castiel (Misha Collins ruleia \0/) num episódio de season première que promete. Afinal, é Lúcifer em pessoa (hoho, possuída, né?) que estará entre nós. Logo mais volto para comentar o 5.01 - Lucifer Is Coming (Simpathy For The Devil - se não vejo no twitter o povo comentando e a minha fonte favorita @supernaturalvicky, ainda estava achando que o nome do epi era Lucifer is Coming, mesmo sabendo muito antes que era Simpathy For The Devil, música dos Stones que gosto e que comentei aqui senilidade é isso aí :P)
terça-feira, 8 de setembro de 2009
[Fringe] - Impressões da 1ª e expectativas para a 2ª temporada
Fringe foi lançada nos EUA no dia 9 de setembro de 2008 mas antes mesmo desta data, o episódio "vazou" e os cerca de 45.000 downloads em menos de uma semana registrados pelo site Mininova e os 12 milhões de dólares investidos na produção do mesmo já atraíam fortemente as atenções.
A série também contava com a assinatura de J.J. Abrams na criação. O nome do responsável pela criação de Alias e LOST obviamente colaborou para arrebatar mais e mais curiosos.
Não podemos deixar de falar da polêmica em torno das semelhanças com a consagradíssima Arquivo X. Semelhanças que inclusive foram assumidas pelo próprio diretor que admitiu ter se inspirado não só em Arquivo X mas também em Twiligth Zone e histórias de Michael Crichton [famoso por suas obras ficcionais como Jurassic Park] para desenvolver o roteiro. Tudo isso acabou dando ao novo seriado mais publicidade ainda pra sua estreia e afirmo: Fringe não decepcionou!
Quanto às críticas que dizem que Fringe é cópia disso ou daquilo eu não concordo. Mas mesmo que concordasse não vejo onde isso é prejudicial. Mais do que uma referência à Arquivo X, Fringe faz uma reverência, uma quase-homenagem. J.J. bebeu da mesma fonte que Chris Carter [criador da série dos anos 90] e assim temos uma temática parecida e que parte dum princípio comum mas que acaba desenhando outro rumo.
O nome Fringe provém do termo fringe science ou ciência de borda - ciência essa que se refere a todos tipos de manifestação anormal que a ciência natural não consegue explicar. Coisas que a ficção científica exibe em filmes e livros e que a pseudo-ciência tenta mesmo sem demonstrações práticas provar que existem. Teletransporte, leitura mental e manipulação genética são apenas alguns dos exemplos de situações que Olivia Dunham, uma jovem e talentosa agente, procura solucionar nessa nova divisão do FBI a que foi recrutada.
Interpretada pela australiana Ana Torv a personagem investiga os casos sob a supervisão do excelente Lance Reddick [Mathew Abbadon de LOST] como Phillip Broyles.
Para ajudar em suas buscas a agente Dunham monta uma equipe de caráter duvidoso mas extremamente capaz.
Walter Bishop foi cientista do governo dos EUA durante os anos 70. Sendo responsável por uma série de experiências nada comuns envolvendo ciência de borda e após ter se envolvido num incidente no seu antigo laboratório em Harvard foi internado num hospital psiquiátrico onde ficou por 16 anos até ser tirado de lá pelo seu filho Peter [Joshua Jackson, de Dawson's Creek] - com quem não mantinha boas relações - a pedido de Olivia D. O filho de Walter também é considerado gênio. Com um QI acima da média, apesar de um temperamento um tanto conturbado é o único capaz de interpretar e traduzir os pensamentos e ideias de seu pai.
E não há somente o predomínio do mistério mas também um coerente uso do humor que torna cada episódio absolutamente envolvente.
A teoria da conspiração fica quase escancarada quando se percebe que os casos não são isolados e a intrincada rede de acontecimentos bizarros aos poucos vai transformando o planeta num verdadeiro "laboratório gigante" e cada evento se mostra uma pequena parte de um padrão absolutamente chocante.
A primeira temporada de Fringe dificilmente vai desapontar quem ainda não viu e quem teve a felicidade de assistir com certeza está ansioso pelo início da nova temporada que começa no dia 17 de setembro.
[Alison do Vale]
twitter: @menino_magro
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domingo, 6 de setembro de 2009
[Mad Men] 3x03 My Old Kentucky Home
Nos anos 60, depois de tanto tempo acompanhando a série, nem é preciso mais discutir o quanto é valorizada a identidade que as pessoas criam diante da sociedade. Ainda mais tendo a publicidade como tema principal, é muito mais importante saber "vender" sua vida, relacionamentos e suas posses, do que simplesmente ser honesto consigo mesmo. Nesse episódio, acompanhamos três reuniões num mesmo final de semana: Roger e Jane oferecendo uma festa temática em homenagem ao seu casamento; Joan convidando os amigos médicos do marido para um jantar; e Peggy tentando trabalhar na Sterling Cooper junto de Paul e Smith. Em meio a tudo isso está uma cena que fala pelo episódio, em que Don Draper encontra uma simpática figura no bar do clube em Roger recebe seus convidados. Diz ele que odeia presenciar casamentos por toda essa sensação de expectativas que nunca serão cumpridas, quando finalmente tem de encarar quem são. Por mais que tentem aparecer pra sociedade, eles vivem a realidade debaixo do mesmo teto, e o exemplo mais claro disso é Don e Betty. Mas é tanta sinceridade que Don sente-se até contagiado em dividir uma de suas passagens na infância com o senhor e chegam à conclusão que todo o glamur da alta sociedade é digno de pena, agora que presenciam tudo de dentro.
Essa conversa reflete exatamente o que vemos na casa de Joan, que cada vez parece mais frustrada com seu casamento. Quando ela recorre ao silêncio do marido e propõe o meio-termo pra domar seu temperamento difícil, tudo leva a crer que as cenas de estupro no final da temporada anterior foram mesmo jogadas pra debaixo do tapete. Pra piorar, Joan é aconselhada pela esposa de um dos médicos a não precipitar-se em engravidar; para logo depois na mesa de jantar tornar-se a única forma de evitar falar dos infortúnios na carreira do marido. Bem longe de todas as suas expectativas, sua linda interpretação de "C'est Magnifique" no acordeon é de cortar o coração. Da mesma forma, a dança de Peter e Trudy é de impressionar todos os presentes, e provavelmente os espectadores também. Mas vejo que essa interpretação toda ensaiada seja triste por ser o único alívio para esse casamento, tentando exibir à sociedade essa falsa alegria. É obvio que a impossibilidade de ter filhos ainda incomoda o casal, que logo tem de mudar de assunto quando Betty chega. Irritada também está a esposa de Harry, mas simplesmente por ele mostrar-se relapso como já conhecemos.
Por outro lado, Peggy tem de superar expectativas enquanto é jogada para escanteio por Paul e Smith, aproveitando o final de semana para "relaxar" na sala de Harry. Mas é hilário como ela entra na sala, apresenta-se para o amigo-traficante de Paul e decide experimentar maconha. A partir daí, todos os personagens mostram um pouco de sua verdadeira identidade, como fica claro na contrangedora discussão de Paul com seu amigo. Tudo isso porque seu passado começar a vir à tona, como um garoto de sotaque estúpido aproveitando de uma bolsa de estudos da faculdade, e que deu sorte ao ganhar uma oportunidade em Nova York. Além de seus colegas de trabalho, Peggy ainda tem de aguentar as censuras de sua nova secretária, que parece agir aqui como sua mãe, preocupada com o futuro da garota e como será vista pela sociedade. Mal sabe ela que Peggy enfrentando todos esses receios é uma das que darão início a todo o movimento feminista da época.
Já o casal Draper aparece na festa de Roger e Jane contra a vontade de Don. Obviamente que pra ele, além de não ser adepto a esses eventos da alta sociedade, o enlace dos dois nunca foi muito bem visto. Na curta ausência de Don depois da insensível performance de Roger com a cara pintada -- na cena do bar já citada aqui --, Betty parece seduzida por um charmoso homem, e sua repentina falta de apetite pela dança é só um dos indícios disso. Quando Jane abusa da bebida, também pouco acostumada com festas desse tipo, acaba deixando escapar mais uma das verdades do episódio: a turbulenta relação do casal Draper durante a temporada passada. E após o mal entendido com Roger, Don Draper também tem de colocá-lo em seu lugar, dizendo o que as pessoas realmente pensam. Mas para Roger ainda é melhor viver aproveitando essa felicidade do que encarar a verdade.
Para concluir, temos uma história paralela na casa dos Draper, com Gene procurando seus 5 dólares roubados por Sally. Ainda que pareça apenas relacionar a empregada negra com a apresentação de Roger no palco, o interessante é a frase de Gene quando Don tenta "devolver" o dinheiro: "vocês pensam que podem resolver tudo com dinheiro". Nada mais sensato, para um sociedade que parece faltar cada vez mais um mínimo de vergonha na cara.
e.fuzii
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sexta-feira, 4 de setembro de 2009
[True Blood] 2x10 - New World In My View
Coisas que esqueci de mencionar no post anterior, sobre o que tava ocorrendo: Godric resolve se destruir (e se destrói, e Sookie fica com ele até o final, e Eric chora bem bebezão). É por aí que começa esse episódio. Mais um sonho erótico de Suke… ai ai, alguém acreditou que não era?
Eric: “ih era sonho?”
Enfim. A coisa fica boa quando ela acorda dentro do carro, voltando para Bon Temps com Jason e Bill dentro do caixão (Jess já tinha sido levada por Hoyt antes e tal).
A cidade está to-da-ca-ga-ds. Lixo nas ruas, pessoas completamente zoadas, se batendo, sendo atropeladas (pelo carro deles, inclusive), enfim: um pandemônio criado por ela, nossa querida e amada Maryann, que botou a cidade inteira na idéia de encontrar Sam para sacrificá-lo a Dionísio (ou, no caso, Baco – same shit). Todos estão atrás dele, enquanto ela continua na casa de Sookie criando uma escultura de carne, e penas, e flores, e coisas mil.
como diz Sookie depois: “isso fede”
A cidade toda está com seus olhinhos pretos supernatural, sob o comando da Maryann e como líder o querido Terry – que, mesmo sob efeito “demoníaco” da mênade, mantém seu amorzinho pela garçonete mais ruiva da história: Arlene. Esse amor é testando quando Jason resolve bancar o Rambo e salvar a cidade…
Aliás, muitas cenas curiosas acontecem de uma vez. Quando Sookie e Bill resolvem ir atrás de Tara, imaginando que ela está com Maryann na sua antiga casa, a coisa fica curiosa. Primeiro, Maryann surge toda na frente deles, e quer os impedir de ir embora. Pega Súke, Bill banca o vampiro macho, solta ela e resolve atacar Maryann… CUJO SANGUE PRETO O ENVENENA.
Bill: “CHOQUEEEI!”
Mas o pior nem é isso. Quando Sookie vê Bill super vomitandinho o sangue ruim da sangue ruim, choca igual e resolve bancar a jedi de sabre-de-mão pra cima da mênade.
- Use a força, Súke!
Os dois fogem e Maryann fica só se perguntando: o que é Sookie?, toda rindinho.
Enquanto isso, Sam e Bellefleur, depois de serem retardados o suficiente pra cair numa armadilha de Arlene, são presos no Merlotte. E quem resolve chegar todo Rambo pra salvar o dia? Ele. Jason.
Jason é o cara. Depois de tomar a decisão de ser o herói da história, surge no Merlotte com uma MOTOSSERRA. Como eu li por aí, ele vai todo “Evil Dead” pra cima da galere, destruindo o som com sua fúria mas não-dá-em-nada.
maior Rambo Fail da história
Enfim, ele resolve fazer Arlene de refém com uma pistola de pregos (juro), e Terry acaba cedendo. Todos a cidade, que estavam no Merlotte, saem do lugar; Jason tira Sam e Bellefleur de onde estavam escondidos e NÃO DÁ NEM UM MINUTO volta a galere atrás do Sam.
MEGA
FAIL.
Sam, mais esperto que qualquer um ali, resolve se entregar de vez antes que a merda fique maior. No fim das contas, Jason tem finalmente uma idéia decente e resolve falsear que é o tal “deus” que todos os maluquetes hipnotizados por Maryann estavam esperando. Sam ainda tem mais uma idéia brilhante, praticamente grita pra Jason dizer que o punirá e, então, quando a cena toda tá armada, ele novamente se faz de mosquinha e some diante de todos. Galere vai embora super UHUL, contar pra mênade o que acabou de acontecer.
Jason encontrou gente mais loser que ele. Uou.
A questão é que Sam volta todo enroladjenho na toalha, e o idiota (Jason) e o bêbado (Bellefleur) apenas se entreolham.
(adorei esse “ponto de vista” da galera sob efeito de Maryann!)
Enquanto isso, Sookie e Bill descobriram que Tara estava com Lafayette e sua mãe ex-bêbada, e, depois de lutar muito – tanto Bill para hipnotizá-la quanto Sookie para “atravessar” a escuridão da mente da amiga, finalmente a tiram do transe. Ela chora, tem aquele draminha todo, quer ir atrás dos Ovos (OPA!) mas Lafa e sua mãe a prendem em casa.
Sookie fica toda “nuossa minha amiguétche liberou geral heins, perdeu seu lado bom”, enquanto Bill lembra SÓ AGORA que conhece “uma pessoa” que pode saber como destruir a mênade Maryann. E vai atrás dela.
(adorei² a imagem dos olhos da Tara voltando ao normal!)
Enfim, uma coisinha digna paralela: Hoyt e Jess. Os dois estão na casa de Bill, segurando a véia chata mãe de Hoyt que, também sob efeito de Maryann, resolveu liberar geral. O cômico? Ela só fica controlada quando joga O WII DO BILL. Digno. No final, xinga tanto Hoyt que Jess perde o controle e a morde. UHUL \o\
Mas, agora, a coisa mais master de todo o epi.
É pela cena final que eu digo que True Blood é a melhor série no momento.
Quem dirigiu o episódio foi um cara chamado Adam Davidson, e ele não é FRACO (/novela das 7). Já dirigiu episódios bons de Lost, Grey’s Anatomy, Rome, Shark (apesar do ator ser toscão né? vamocombiná xD), ganhou até a Palma de Ouro em Cannes por um curta-metragem nos anos 90. Enfim, digno. E essa cena final…
Quando começou eu achei meio tosquinho. Bill surgiu todo arrumadón? AHAM, ele saiu correndo/voando e surgiu com outro figurino na tal casa toda rodeada de seguranças. Mas rapidamente o clima muda, e a cena é tão bem feita que eu até deixei passar essa coisa mal explicada (ele poderia sim ter trocado de roupa, mas vamos combinar né? tsc tsc). A música, AH, A MÚSICA, casa muito bem com as imagens.
E tem um primor estético difícil de se ver em séries de tv: além da qualidade da imagem – fotografia impecável, reflexos na água, closes discretos, mudanças de foco… dos movimentos de câmera bem elaborados, os slow-motions, gruas, travellings, etc… há um clima tenso E intenso sendo construído, e com tudo isso um suspense sutil. Ninguém imagina que o frame final será Bill dentro da tal sala da “mansão”, vendo algo que nos é mostrado apenas por uma perna e pé femininos com uma fina linha de sangue escorrendo e pingando no chão.
E aí? Será que a rainha caiu? Mórreu? Danou-se?
Não importa. Depois dessa cena ela pode até ter derrubado groselha na perna que eu achei digno.
o/
PS: O nome da música no final, que é MAGNÍFICA, é o nome do episódio: “New World In My View”, remixada por King Britt. Também foi trilha de Miami Vice – mas eu não vi o filme então, pra mim ela só surgiu em True Blood. Adoro Alan Ball e sua ironia, afinal, esta é uma música GOSPEL. A letra é um tratado do Apocalipse (sim, o livro da bíblia), praticamente um “pastor” falando/pregando, interpretando versículos...
Dignidade: define.
Tatah (@tatah_)
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