terça-feira, 16 de julho de 2013

[Emmy 2013] Melhores Séries - Drama (Veteranas - Parte 2)

Continuando o post anterior, mas antes algo que esqueci de dizer: os comentários sobre as séries evitam ao máximo spoilers sobre elas.

Completando, então, a lista das melhores séries veteranas concorrentes ao Emmy:





6º - Justified – 4ª Temporada

Vendo em retrospecto, talvez “Justified” nem merecesse uma posição tão boa: após uma temporada divertida, mas problemática, pelo excesso de vilões, a opção para este ano foi um “whodunnit” não muito interessante, que demora a engrenar, e com subtramas que parecem que resultarão em algo maior, mas que ficam pelo caminho (o ex-marido lutador da namorada de Raylan; o fugitivo interpretado por Chris Chalk; o pastor e sua irmã). Mas o fato é que ainda que os problemas superassem em quantidade as qualidades, estas são tão incríveis que tudo é perdoado. Poucas séries são tão prazerosas em se ouvir diálogos, com caracterizações tão divertidas de personagens e do ambiente caipira em que convivem. Troco qualquer “relevância narrativa” e mesmo séries inteiras pelo prazer de acompanhar Raylan Givens entrando na sala de Art, fazendo uma visita ao bar de Boyd, interrogando bandidos idiotas ou supostamente ameaçadores, fazendo parceria com Rachel ou Tim, ou ainda as reações de Wynn Duffy ao que acontece em sua volta, Boyd intimidando alguém, ou uma visita rápida de quem quer que seja ao território de Limehouse. Ainda poderia falar de Arlo, mas sua participação nesta temporada talvez tenha sido o maior tiro no pé que a série já deu, impedindo que temas e relações mais complexas pudessem se manter por mais tempo. Também não gosto do caminho moralizante trilhado por Boyd e Ava, mas terminam a temporada com novas e estimulantes possibilidades para o ano que vem. Fora isso, o mistério se resolve de forma satisfatória e a tempo de nos proporcionar episódios extraordinários lidando com as consequências da revelação (“Decoy” e “Peace of Mind”), uma feliz junção de grandes diálogos, humor, tensão e sequências marcantes (em que participam novos e ótimos personagens vividos por Patton Oswalt e Mike O’Malley).

Chances no Emmy: O melhor momento da série, a 2ª temporada, rendeu indicações para Timothy Olyphant, Walton Goggins e a vitória para Margo Martindale. Provavelmente esteve muito próxima de uma indicação a Melhor Série, mas com competição cada vez maior surgindo e sem alcançar seu ápice, dificilmente veremos um ano tão rico de indicações como o de dois anos atrás. Pelo número de vagas abertas para Ator Coadjuvante, Goggins ainda é uma possibilidade, mas Olyphant teria que desbancar um dos seis indicados do ano passado (todos retornam), além de novos candidatos que atendem por nomes como Kevin Spacey e Jeff Daniels. Jeremy Davies ganhou ano passado como Ator Coadjuvante, mas não retorna este ano. Se votantes quiserem manter alguém do elenco, bons nomes não faltam: Patton Oswalt, Mike O’Malley e Jim Beaver são todos nomes respeitáveis e com grandes momentos na série. Mas nenhuma indicação entre os convidados me deixaria mais feliz que a de Abby Miller. Ellen May deve ser a personagem mais pateticamente trágica e triste da TV, e há momentos realmente especiais da atriz, tanto com Joelle Carter como com Beaver. No mais, seria mais do que justo ver “Decoy” indicado para Melhor Roteiro, mas votantes gostam muito de pilotos e finais de temporada de suas séries prediletas, então não deve acontecer.




5º - Boardwalk Empire – 3ª Temporada

Se “Homeland” não consegue lidar com coadjuvantes, “Boardwalk Empire” tira isso de letra. Pense em Chalky White lidando com seu futuro genro nos primeiros episódios desta temporada: ainda que pudesse ser visto apenas como uma forma da série continuar com ator e personagem por perto, já que não se conectava a nenhuma das outras tramas, é tão bem executado (em termos de performance, dramatização e comentário sócio-político da época) que passa longe do desleixo e desinteresse da subtrama de Dana Brody na série da Showtime. O que dizer, então, quando na reta final da temporada vemos que se encaixa perfeitamente com o que os roteiristas prepararam para a série? Não só esta, mas todas as subtramas tornam-se importantes para o todo, no que é, sem dúvida, a mais redonda temporada da série e, talvez, de qualquer série vista este ano. Se havia preocupações após o destino de Jimmy Darmody na temporada anterior, Terence Winter mostra um controle absoluto de tudo, com cada uma das situações vistas nos primeiros episódios sendo potencializadas ao final. Nos dá um grande oponente para Nucky, estreita, modifica e desestabiliza alianças entre os “chefões”, continua o crescimento de Margaret como personagem (sem esquecer do quanto é insustentável o seu casamento), além do sempre forte e impactante material para Richard e Gillian. E tudo com um olhar afiado sobre politicagem e moralidade. Com o top 3 desta lista dando adeus até o fim do ano que vem, “Boardwalk Empire” será o que de mais refinado nos restará. Que tenha uma longa vida.

Chances no Emmy: com novas e fortes candidatas ao prêmio principal, parece ser consenso que as séries da HBO são as que correm mais risco em não retornarem este ano. É interessante que “Boardwalk” sempre é vista como a mais frágil da categoria, por ser a série que menos se discute e que menos tem fãs ardorosos, além de ter sido exibida há tanto tempo que é possível que muitos a esqueçam. Mas o fato é que a série continua sendo indicada para premiações similares (Globo de Ouro e SAG) e, contra todas as expectativas, o final da temporada anterior venceu o prêmio de Direção no Emmy 2012, vencendo “Homeland”, “Downton Abbey”, “Mad Men” e “Breaking Bad”. Steve Buscemi também pode ficar de fora da congestionada categoria Melhor Ator, até porque muitas vezes a impressão é de que Nucky Thompson é coadjuvante de sua própria história. Mas se votantes lembrarem-se de um episódio como “The Milkmaid's Lot”, é impossível não indicá-lo. E apesar do fantástico elenco continuar sendo ignorado (Kelly Macdonald conseguiu uma vez pelo primeiro ano), Bobby Cannavale tem boas chances como Ator Coadjuvante (mesmo que fosse esperado concorrer na categoria Ator Convidado) pelo marcante Gyp Rosetti. Mas o ator já é bem conhecido dos votantes (duas vezes já indicado, a última foi ano passado por “Nurse Jackie”, e novamente é candidato – Ator Convidado Comédia).




4º - Game of Thrones – 3ª Temporada

 






















Comparando friamente, esta colocação deveria ser de “Boardwalk Empire”. Mas o aspecto viciante de “Game of Thrones” acabou sendo um critério decisivo: a série de Terence Winter é como um bom vinho a ser degustado calmamente; já a fantasia épica de Benioff/Weiss nos deixa querendo mais, curiosos com o destino dos personagens, torcendo para que certas coisas aconteçam, e mais empolgados em discutir numa mesa de bar ou no twitter (com o perigoso risco de ouvir/ler algum spoiler dos leitores da obra de Martin). E seus problemas são defensáveis: pela ambição do projeto, é impossível que todas as tramas e personagens consigam ser interessantes o tempo todo. Assim, para cada minuto perdido com Theon Greyjoy, somos recompensados em dobro com uma visita a King’s Landing (qualquer personagem interagindo com quem quer que seja serve); para cada momento que vemos pouco acontecer com Bran, há um onde muito acontece com Jaime e Brienne; e personagens importantes como Daenerys e Snow que tiveram uma fraca segunda temporada, tiveram muito mais o que fazer este ano. A estrutura narrativa e a montagem também se aprimoraram, com transições mais elegantes e funcionais entre as tramas, muitas vezes também ligadas tematicamente, além de fazer com que cada episódio pudesse terminar com uma sequência de maior impacto. Os que não gostam da série, aliás, costumam dizer que nada acontece por 55 minutos. Até tento compreender essa frustração, já que temos uma quantidade gigantesca de personagens prontos para a guerra e, portanto, a ação é esperada o tempo todo. Mas as melhores batalhas de “Game of Thrones” são verbais, o jogo é de xadrez (e não poderia ser diferente, pois os conflitos mais aguardados envolvem a chegada de personagens a King’s Landing e que estão muito distantes – Daenerys, Stannis, os mortos-vivos), e pra manter o interesse é preciso grandes personagens, grandes atores e inteligência na encenação. E há tudo isto, tanto no desenvolvimento de personagens e seus dramas (o maior deles sendo Jaime Lannister, e se muitos se surpreendem como ele se tornou um dos mais carismáticos este ano, basta retornar a alguns momentos-chave de temporadas anteriores pra perceber que a série já tinha isto bem estabelecido), quanto em pequenas pérolas espalhadas por todos os episódios - lembro, por exemplo, de Tywin Lannister se projetando sobre o Rei Joffrey, deixando claro, em silêncio, uma relação de poder que, com palavras, poderia não existir. É uma de muitas cenas que se resolvem lindamente graças à perfeita união de atores, posicionamento de câmera, luz e edição. E com tudo isto, nem precisei falar de “Dracarys!” e “Casamento Vermelho”. Pra que a covardia?

Chances no Emmy: Enquanto “Game of Thrones” não vencer a categoria principal, sempre haverá espaço para o argumento “o Emmy não gosta de séries do gênero fantasia/fantástico” e a possibilidade de não indicação. Mas esta é a sua temporada mais elogiada, e se isto não for o suficiente, o perfeitamente sádico “The Rains of Castamere” foi o episódio mais comentado dos últimos anos. A não ser que muitos votantes reajam como vários fãs raivosos que juraram em redes sociais que nunca mais voltariam a ver a série. “Castamere” ser indicado nas categorias Direção/Roteiro é mais complicado, apenas porque o excelente “Blackwater” da temporada anterior foi estranhamente ignorado. Além das óbvias indicações técnicas, Peter Dinklage continua sendo obrigatório na categoria Ator Coadjuvante. Nikolaj Coster-Waldau talvez tenha a melhor atuação da temporada (Charles Dance não se submeteu), e o efeito “Castamere” pode beneficiar Michelle Fairley, mas será uma (agradável) surpresa se houver reconhecimento para além de Dinklage. O mais perto disto é Diana Rigg, a excelente vovó Tyrell, como Atriz Convidada.




3º - Treme – 3ª Temporada

Não concordo com algumas críticas que consideram esta a melhor temporada de “Treme”. Sim, a série aproximou muitos dos personagens, como nunca antes (o que resultou em coisas adoráveis, como LaDonna e Albert), e não só dividindo os mesmos espaços físicos, como também os mesmos temas. Mas isto é necessário numa série como “Game of Thrones”. Aqui, a ambição de se narrar a reconstrução (e manutenção) de uma cidade e sua cultura acaba correndo o risco de se tornar didática e pedagógica: quanto mais direcionada por um roteiro, por personagens com dramas convencionais e similares, mais chances de termos uma série “com mensagens”. Quase podemos ver isto com o excesso de selvageria capitalista presente no chefe de Janette ou no projeto do centro cultural em que Delmond se envolve, na falência da instituição educacional (via Antoine e seus alunos), da polícia (via Toni e Terry) e da justiça (LaDonna). É tudo muito “in your face”. Felizmente, David Simon continua um dos grandes nomes da TV americana e as qualidades superlativas de “Treme” se sobressaem: o respeito e a admiração pela cultura local, sequências musicais deliciosas, sensibilidade para pequenos e preciosos momentos entre personagens, e uma capacidade singular de criar atmosfera e ambientação que nos coloca respirando e vivendo New Orleans. Há algo de épico em “Treme”, que infelizmente será encerrada após uma reduzida quarta temporada. Mas ficará como um documento histórico dos mais prazerosos de se ver e ouvir já realizados pela TV.

Chances no Emmy: Nenhuma. A série passa longe do radar do Emmy, ainda que tenha conseguido duas indicações pela primeira temporada (Direção e Canção). E mesmo no incrível elenco, fica difícil votar em grandes atores como Clarke Peters e Wendell Pierce, quando concorrem na categoria principal, sendo claramente coadjuvantes.




2º - Breaking Bad – 5ª Temporada (Parte 1)

O que tinha a dizer já foi dito neste blog durante sua exibição. Quase um ano depois a impressão geral é a mesma: prejudicada levemente pela decisão da AMC em dividir a temporada, o que fez com que certos elementos fossem apressados. Continuo não tendo problemas com o último episódio, seja a passagem de tempo e as decisões de Walt, ou a cena final e a forma como foi representado um dos momentos mais aguardados de toda a série. Mas em menos de um mês saberemos como isso continuou.

Chances no Emmy: Na história da premiação há muitas séries (e atores/atrizes) que receberam indicações ao longo dos anos e que nunca venceram. “Breaking Bad” não me parece ser uma delas e talvez este seja o ano de reconhecimento na categoria principal: “Mad Men” perdeu a invencibilidade e “Homeland” não conseguiu sustentar a qualidade de sua temporada vencedora. Seria o momento ideal pra uma série que não só mantêm sua excelência, mas que a cada ano torna-se mais cultuada e comentada (é bom lembrar que ela veio do nada e que a própria premiação pode se orgulhar de revela-la ao mundo, quando deu o prêmio a Bryan Cranston por uma primeira temporada que pouca gente viu). Especialmente porque o Emmy 2014 terá que lidar com o fim da série de Vince Gilligan, mas também com o fim de “Mad Men”. Num mundo perfeito, um empate para se despedir de duas das mais marcantes séries da história seria ideal. Mas por que não começar a resolver o problema este ano? Portanto, já nem falo de chances de indicação, mas sim de vitória. O mesmo vale para Bryan Cranston e Aaron Paul, também favoritos para vencer em suas categorias. Anna Gunn conseguiu sua primeira indicação ano passado e deve se manter na categoria: com cenas muito mais intensas este ano (Skyler na piscina!), arriscaria dizer que é a atriz com mais chances de vencer Maggie Smith. A expectativa, então, é só se Jonathan Banks conseguirá ser indicado como Melhor Ator Coadjuvante. Com a vaga deixada por Giancarlo Esposito, seria uma escolha óbvia. E além das justas indicações técnicas (a série não vence aí desde a segunda temporada, quando o season finale levou um prêmio de Edição), é de esperar que algum episódio marque presença na categoria de Direção. Sempre uma escolha difícil quando se trata de “Breaking Bad”, mas “Fifty-One” já ganhou um prêmio do Sindicato dos Diretores (talvez por Rian Johnson ter dirigido o cult movie “Looper” no mesmo ano), embora eu consiga imaginar vários votantes pensando “naquele do roubo do trem” (“Dead Freight”).




1º - Mad Men – 6ª Temporada

A mim parece desnecessário discutir se esta temporada de “Mad Men” é melhor ou pior que as anteriores. Porque não cabe na série o uso de alguns clichês que permitam comparações, como “a série amadureceu” ou “Matthew Weiner perdeu a mão”. A excelência e consistência me parecem evidentes, mudando apenas o tom que muitas vezes é dado pelo recorte que Weiner faz do espírito da época, do ano em questão. Como a série tem a pretensão de abordar toda uma década, os personagens inevitavelmente sofrem as consequências das mudanças e transformações dos costumes, cultura e valores que os EUA vivem nos anos 60: se 1968 é um ano de grandes tragédias nacionais (as mortes de Bobby Kennedy e Martin Luther King Jr.) e manifestações e atos violentos (Direitos Civis, Vietnã, criminalidade em alta em Nova York), temos Peggy sofrendo com a vizinhança, sirenes de polícia como som ambiente na casa dos Draper, um estranho roubo promovido por uma senhora negra; se a época é tomada cada vez mais por drogas que alteram os estados da consciência (seja para ter novas experiências, ou para aumentar a produtividade no trabalho), temos episódios que colocam os personagens (e a narrativa) neste estado de euforia e alucinação; se o mercado de trabalho aponta para a necessidade de novas configurações das empresas, temos mudanças inesperadas no status quo da série; e se é mais ou menos nesta época que Los Angeles começa a ser uma atraente opção ao caos nova-iorquino, temos aquele season finale. E no meio de tudo isso, Don Draper. Tão fascinante quanto sempre foi, mais perdido do que nunca. Os grandes diálogos, o fino humor, a elegância narrativa, a viagem no tempo que nos proporciona por meio da direção de arte e figurinos (aqui é preciso chamar a atenção para as brilhantes e imperdíveis análises de Tom e Lorenzo, na seção Mad Style), tudo continua intacto. Dizer que a quinta temporada é superior à sexta, pra mim, é como dizer que 67 foi um ano melhor que 68. E pararei por aqui, porque é impossível dar conta da quantidade de maravilhas que a série mais uma vez nos trouxe. O Eric Fuzii já fez um trabalho precioso aqui mesmo no blog.

Chances no Emmy: Após um recorde de quatro vitórias consecutivas na categoria principal, “Mad Men” conseguiu ano passado uma outra marca histórica, mas bem infeliz: a de maior derrotado do Emmy, perdendo em todas as 17 categorias em que foi indicado. A série manteve um domínio tão grande por tanto tempo, que a exaustão chegou com força total. Poderia ser pior este ano ou o prestígio é suficiente pra continuar forte ao menos nas indicações? O Globo de Ouro conseguiu esnobá-la na última edição e, apesar de sempre surgir grandes surpresas no anúncio dos indicados ao Emmy, poucas seriam tão desagradáveis. Talvez os votantes estejam apenas procurando novos vencedores, então esperem as mesmas indicações de sempre: além das técnicas, Melhor Série, Ator (Jon Hamm), Atriz (Elisabeth Moss), Atriz Coadjuvante (Christina Hendricks) e, no mínimo, Roteiro (onde a série costuma dominar, às vezes até com mais da metade das vagas). John Slattery perdeu seu lugar ano passado para Jared Harris e é improvável que retorne (Roger tem até alguns grandes momentos, mas no Emmy quando você é esnobado uma vez, é difícil ser lembrado de novo). Eu já perdi as esperanças de ver Vincent Kartheiser indicado, então seria uma boa surpresa ver Kevin Rahm assegurando a vaga da série na categoria de Ator Coadjuvante. Já January Jones (que tem sua melhor temporada em anos) e Jessica Paré (que desta vez tenta como Coadjuvante) correm muito por fora. Ben Feldman e Julia Ormond foram indicados ano passado nas categorias de Ator e Atriz Convidados, mas Feldman se submeteu como Coadjuvante este ano (curiosamente quando fez bem menos que na temporada passada) e Ormond pouco faz, sendo mais provável que seja substituída na categoria por Linda Cardellini. Curiosamente, James Wolk não concorre pela série pelo personagem mais comentado da temporada, Bob Benson (Wolk se submeteu apenas como Ator Coadjuvante em Minissérie/Telefilme, por “Political Animals”). E com elenco tão incrível, mais uma triste curiosidade: nestes cinco anos, “Mad Men” também detêm o recorde de 25 indicações para atuações (nas categorias de principal, coadjuvantes e convidados) e nenhuma vitória. Este recorde, lamentavelmente, parece que tende a aumentar este ano.


A seguir: As novas séries que concorrem ao Emmy 2013.






Hélio Flores

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