sábado, 31 de maio de 2008

[Extra] Final alternativo de LOST e O que Kate ouve no Tel

Como Fuzii deixou nos seus comentários, os produtores de Lost filmaram algumas versões alternativas para despistar possíveis vazamentos de informações da season finale, os famosos spoilers. E quem estava no caixão era um dos maiores.

Aqui estão as cenas:



Não sei quanto a vocês, mas eu ficaria BEM mais surpresa.

Aqui está a cena em que Kate recebe o telefonema, arrumaram e agora dá para saber o que a voz fala:




Danielle Mística

[LOST] 4x13 There's No Place Like Home, Parte 2

Depois de duas semanas, finalmente acompanhamos a derradeira conclusão para o episódio que traz os Oceanic 6 e, de quebra, mais algumas surpresas para fora da Ilha. Nesse tempo fiquei pensando o que me faria lembrar dessa temporada de Lost. Pouca coisa que aconteceu na Ilha, por exemplo, se salvará. Confesso que tenho um problema enorme com roteiros mecânicos, em que as coisas parecem ir se encaixando para chegar em alguma conclusão e os personagens são reduzidos a meras ferramentas, deixando de lado algumas de suas motivações (sim, Dextah, eu estou olhando para você!). Então, chegamos a um final que vinha sendo desenhado desde o começo da temporada, com o resgate dos Oceanic 6.

Claro que muita coisa serviu apenas para mover o episódio a frente, mas a despedida daqueles que ficaram na Ilha, ou até pelo caminho, adicionaram uma carga dramática enorme ao esperado resgate. Para mim, o momento mais significativo foi aquele em que a bomba estava prestes a explodir no cargueiro e o helicóptero precisava fazer um pouso forçado. Talvez porque Michael morreu, enfim – e eu esperava que Christian materializasse sarcástico e dizendo: "Você realmente achou que iria sobreviver? HA!". Mas, pelo menos, Michael demonstrou um breve momento de felicidade ao saber que Sun estava grávida.
Então, Sawyer jogou-se ao mar e desistiu de ser resgatado para salvar todos os outros (quem mais pensou que seria Jack a empurrá-lo do helicóptero?), Jin convenientemente acabou não chegando a tempo e explodindo junto do cargueiro, enquanto Sun aos berros assistia à sua morte. Além do ator também ter sido preso no Havaí, acredito que o pouco arco que Jin tinha já acabou resolvido, e o desejo de vingança que Sun sente no futuro seja o suficiente para mantê-lo "vivo". Enquanto isso, Locke mostra preocupação por quem poderia estar no cargueiro e Ben tenta convencê-lo que existem coisas mais importantes para fazer.
Sim, eles ainda não haviam desistido de mover a Ilha e o pior é que Locke nem acabou sendo importante para que isso acontecesse, como todos os episódios anteriores pareciam enfatizar. Como muita gente desconfiava, a Dharma posicionou suas estações estrategicamente nos locais "mágicos" da Ilha. Se me permitem, vou tirar as aspas do mágico – desse jeito. Porque, sinceramente, uma roda de burro numa caverna de gelo subterrânea é um fenômeno único, além de um devaneio enorme dos roteiristas. É impressionante como a mística da Ilha, nessa temporada, parece ter vindo de uma história em quadrinhos ruim, lembrando até algumas das explicações da "teoria definitiva". Tá certo que prefiro um jump desses do que ver Benjamin Linus sair navegando a Ilha por aí.
Sacrificando a si próprio pelo bem da Ilha, Ben é teleportado para seu flashforward em The Shape of Things to Come, mas ainda ficamos sem saber como ele aproveitou e se aproximou tão facilmente de Sayid. Como já sabemos que ele sempre tem um plano, o mais importante é Ben revelar que não poderia mais voltar quando saísse da Ilha dessa forma. Assim, faz sentido imaginar que Widmore tenha passado por situação parecida, sendo essa a razão de mandar uma equipe para a Ilha. Aliás, essa equipe foi uma das minhas maiores decepções nessa temporada, já que enxergava um grande potencial para desenvolver esses personagens. Claro que acabaram deixando isso de lado pelo número reduzido de episódios, mas só por Charlotte questionar (sim, os personagens fazem isso em Lost) sua própria origem já foi o suficiente para mostrar o quanto eu estava certo. Se ela nasceu mesmo na Ilha, a primeira hipótese seria que ela fosse Annie, o primeiro amor de Ben. No entanto, além de não ter uma idade compatível com Benjamin, os dois já haviam se encontrado e depois de quase matá-la, ele dava a entender que havia pesquisado seu passado. O fato é que algumas particularidades de quem nasce na Ilha talvez possam surgir daí.

E isso nos leva ao intrigante flashforward final dos Oceanic 6. Dessa vez seguindo de onde a temporada passada nos deixou, no confronto entre o barbudo Jack e a replicante Kate. Ela recusa-se a voltar à Ilha e nem quer ouvir falar nisso. Enquanto Claire convence Kate de que Aaron não pode voltar à Ilha, Jeremy Bentham diz para Jack que voltar à Ilha é a única forma de garantir a salvação de Kate e Aaron. Assim, o cabeça de nabo caminha para ser peça fundamental exatamente por ter nascido na Ilha. O problema é que ninguém nunca chegou a alguma conclusão sobre seu destino, se ele deveria ser criado por Claire ou até ter nascido, se deveria ser largado na floresta ou se deveria ir ou voltar. Eu sinto muita pena dessa criança quando crescer...
Sun aparece cada vez mais próxima de Widmore e até pretende colocar o pacto de silêncio em cheque. Jack também chega a sugerir que ele seria a outra pessoa que Sun culpa pela morte de Jin, mas ela tem pelo menos meio mundo para culpar por isso. Ben, por matar Keamy, seria um deles e Widmore também, então a não ser que seja um blefe, não existe interesses similares entre os dois. Enquanto isso, Sayid procura por Hurley e pede sua ajuda após ficar sabendo da morte de Bentham, desconfiando até que não seria suicídio mesmo. Mas se aquela notícia, vinculada na época, é mesmo verdadeira, quem seria o suposto filho deixado por Bentham/Locke?
Jeremy Bentham é uma referência ao filósofo que tentou colocar em prática durante toda vida sua idéia do panóptico da prisão, onde os prisioneiros eram convencidos de estar sob vigilância a todo momento, devido a disposição das celas. A revelação nos últimos segundos de que ele não passava de um pseudônimo para John Locke também foi interessante por contrastar a idéia que a temporada inteira tentava nos convencer: de que Locke sempre esteve certo em permanecer na Ilha e a volta de Jack seria por um misto de saudosismo e renúncia. No último encontro entre Jack e Locke na Ilha, após a temporada inteira separados, novamente acompanhamos o embate entre fé e os milagres da Ilha com o racionalismo e a teimosia de Jack, disposto a levar o resgate até as últimas conseqüências. E foi exatamente isso o que aconteceu, fazendo com que os Oceanic 6 tivessem de contar suas mentiras para preservar quem ainda estivesse preso na Ilha. Ao contrário do que muita gente imaginava, essa decisão não foi tomada em segundos, mas sim calculada na uma semana em que estiveram a bordo do Penny's Boat.
Sim, Penny's Boat! Desmond, de quase afogado, acabou nos braços de Penny. Surpreendente e muito bem-vindo por ainda estarmos bastante envolvidos com o casal, principalmente pela comunicação do casal ainda nessa temporada. É claro que ela conseguiria rastrear a ligação, já que com dinheiro e determinação consegue-se tudo.
Penny e Desmond! A imagem já fala por si só. O casal ainda continuará em cena, escondido provavelmente, e alvo de Benjamin Linus na sua vingança contra Widmore.
Fazendo outra participação especial em Season Finales, Walt aparece para visitar Hurley e saber o motivo para tantas mentiras. A única coisa que me incomodou é que talvez fosse mais interessante deixar Aaron escondido junto de Desmond e Penny. Mas essa "adoção" talvez fosse para ajudar Kate em seu julgamento, assim como o testemunho de Jack dizendo que ela resgatou a todos.
Apesar de ter sido um belo episódio de conclusão, fechando a maioria dos arcos e as pontas soltas entre o presente e os flashforwards, senti falta de algumas coisas:
— Claire não ter subido no helicóptero como a visão de Desmond previa.
— Hurley lamentar-se com Jack, no sanatório, pela escolha de seguir Locke.
— A operação do apêndice de Jack só servir como algum tipo de mensagem da Ilha.
— O confronto entre Jin e Charlotte, em coreano, não ter ajudado em nada o resgate de Sun.

Entretanto, o grande mérito do episódio foi adicionar diversas possibilidades para a próxima temporada. Contanto que não inventem de já mandar todos os Oceanic 6 de volta a Ilha para depois amarrar as pontas (o que ocasionaria os mesmos desconfortos dessa temporada), será interessante acompanhar aqueles que não decidiram se juntar ao bote de Faraday e os figurantes. Não precisar aguentar nenhum triângulo amoroso e nem Jack querendo liderar e fazer discursos a todo momento será um alívio enorme. Fora isso, eles ainda não sabem que os seis conseguiram escapar da explosão do cargueiro. Do lado dos Outros, poderemos acompanhar a ascenção e queda de John Locke como seu líder, aprendendo junto dele toda a história por trás das diversas gerações a passarem pela Ilha. E ainda temos a saga de Jack e Benjamin para reunir todos os Oceanic 6 em uma só decisão: retornar à Ilha.
Ansioso ou não, agora só nos resta mesmo esperar.

"Checkmate, Mr. Eko!"



e.fuzii

segunda-feira, 26 de maio de 2008

[House] 4x16 "Wilson's Heart"

No episódio anterior, "House's Head", descobrimos que Amber era o paciente a beira da morte que House tanto procurava. Em "Wilson's Heart", a segunda parte do season finale, House, Wilson e sua equipe correm para diagnosticar Amber a tempo de salvá-la. Ela chega ao hospital com o coração parado e é mantida em hipotermia até ser diagnosticada.

O tratamento de Amber mostra claramente porque médicos não devem tratar amigos e parentes: House está sendo conservador, evitando procedimentos arriscados, a exemplo de Wilson, que se recusa a permitir qualquer procedimento que venha a tirar Amber do estado de hipotermia, mesmo que eles representam a única esperança de cura. Como esperado, os testes e tentativas feitos pela equipe não dão resultado, o que resta então é House voltar a buscar suas memórias pedidas.


Os sonhos são o que mais fornece dicas a House durante o episódio, apresentando a solução para trazer as memórias a tona a tempo de salvar Amber: estímulos elétricos diretamente no hipotálamo. Wilson e Cuddy são relutantes no início, mas ele muda de opinião quando vê as memórias de House como sua última esperança. Realizado o procedimento, as memórias vem a tona e o mistério é enfim revelado, e se mostrou bem simples: House estava bêbado demais para voltar dirigindo para casa, liga para Wilson pedindo ajuda, mas quem vai buscá-lo é Amber. Nada de drogas ou doenças graves, o que Amber tinha era gripe. Mas não é a doença que a está matando, mas sim o que ela usou para combate-la. A amantadina não pôde ser filtrada pelo seu organismo devido a falha dos rins, nem pode ser removida do sangue pela hemodiálise. Não há cura.

A morte da Amber me pegou de surpresa e não me agradou muito, mas pensando um pouco depois dever o episódio, tenho que admitir que foi o melhor modo de encerrar a história do season finale. A série já se mostrou competente ao abordar a morte em episódios anteriores, e dessa vez não foi diferente. A despedida de Amber foi emocionante, sem apelar para o melodrama, e com uma ótima escolha de trilha sonora, "Re: Stacks" do Bon Iver. Diria que essa cena está, sem dúvida, entre os momentos mais emocionantes da série até aqui.


Ainda temos mais uma alucinação de House, dessa vez enquanto ele está em coma. House e Amber estão sós em um ônibus branco, que lembra a sala em que ela estava durante o episódio e remete ao céu, e ele então desabafa. Ele não quer voltar, voltar para onde há dor, onde ele é infeliz, mas o que ele mais quer, é que Wilson não o odeie. Como Amber bem lembra, "You Can't Always Get What You Want". Ao acordar do coma, House encontra Cuddy a sua espera, mas Wilson não está lá. Ele brevemente vê House algum tempo depois, mas não diz uma palavra. O ódio está evidente em sua expressão, a amizade está abalada, resta saber até quando.


Me pergunto se os acontecimentos desse final de temporada serão suficientes para mudar House. Já tivemos vários momentos na série que abriram a possibilidade de mudanas, mas até agora, ele continua o mesmo. Pode-se imaginar que nada do que aconteceu antes foi forte o suficiente para forçar House a mudar, mas eu acredito que tudo o que aconteceu aqui ainda não é. Podemos ver um House diferente no início da próxima temporada, mas a exemplo do que aconteceu na terceira temporada, isso não vai durar muito. Além disso, naquele início de terceiro temporada, foi mostrado um House fraco, hesitante, e ficou claro que por mais que alguns aspectos da personalidade de House não nos agradem, sem eles ele não é a mesma pessoa, o médico brilhante e admirado. Só vendo a quinta temporada para saber se estou certo.

Até lá!

Allan

sábado, 24 de maio de 2008

[CRIMINAL MINDS] 3x20 "Lo-Fi" Season Finale





WOW!!!

Quem diria! E eu que já estava perdendo as esperanças...

A temporada termina com um grande episódio, o melhor desses 20. Nem vi os quarenta minutos passarem! Grande cliffhanger!!

Vejamos. A equipe é chamada a Nova York para ajudar num caso em que pessoas estão sendo executadas, a esmo, nas estações de metro. Uma grande novidade é que Garcia vai junto! Ela será essencial no monitoramento. O deslumbre dela quando embarca no jato é muito engraçado.

Penelope a bordo.

Nos crimes que estão ocorrendo, tudo é completamente aleatório. Nada em comum entre as vítimas, entre os locais, nada. E tudo é absolutamente bem planejado, pois as mortes são ao meio-dia, isto é, muito movimento e muita claridade, e de forma que as inúmeras câmeras nunca captam imagens significativas.

Em meio à trama principal, temos a questão de JJ e sua gravidez mantida em segredo, e revelada quando o Will aparece lá, pois não se conforma por ela estar atuando grávida. Aff, pra que isso no meio de um episódio tão bom?!?! Anyway, adorei o apelido que ele já recebeu nos sites americanos de comentários: ele, detetive em New Orleans, virou “mumblin’ cajun”, porque realmente é muito difícil de entender o que ele fala.
Temos também a tensão entre Morgan e a agente encarregada do caso, que parece ter sido ‘ex’ de Hotch. Ela hostiliza Morgan porque está prestes a perder seu cargo para ele, caso não esclareça essa série de assassinatos.


Voltando ao caso central, após fazer e refazer perfis, descartarem possibilidades, reconsiderarem fatores, etc, percebem que estão lidando com inúmeros unsubs, ou melhor, cada crime foi cometido por um unsub diferente. O que isso quer dizer?? Percebem que estão lidando com um grupo de terroristas, e que seus membros estão sendo treinados para entrarem em ação. As mortes são um tipo de teste, de iniciação, e as cenas que mostram a ‘sala de aula’ deles, reunidos e acompanhando tudo (pois hackearam o sistema de segurança) são de dar medo.


Escola de terror.

Quando um deles atira num policial, a equipe percebe que foi deliberado, isto é, ele poderia ter fugido mas preferiu arriscar sua vida para atingir o policial. A coisa está tomando proporção. Eles estão progredindo, no jargão dos profilers. Toda a equipe precisa agir mais rápido. Cada um recebe uma tarefa e saem para cumpri-la.

Bom, aqui faço um parênteses. A essa altura, eu estava absolutamente envolvida com o desenrolar dos fatos, num clima de tensao crescente, vidrada na tela! Quase sem ar! Aí percebo que já se passaram quarenta minutos de episódio. Como assim?? A trama nem começou a ser desvendada!!! Vejo que faltam apenas 30 segundos para acabar o episódio, começo a ficar confusa, e aí percebo que o suspense foi muito bem conduzido – e que é ótimo não ler spoilers!!

Cada um entra numa SUV (como sempre, eles têm vários carrões pretos iguais à disposição), cada um com o propósito de tomar a providência que lhe coube (incluindo a JJ, grávida). As tomadas mostrando, quase simultaneamente, cada um deles, em cada um dos carros, vão se sobrepondo, muito rapidamente. (e eu, ainda, sem noção do que estava por vir).
Só restam 10 segundos de episódio: de repente, uma grande explosão em um dos carros. Um deles está morto (sim, depois de uma explosão dessas, não vou considerar a possibilidade de sobrevida), vítima dos terroristas. E nem podemos imaginar quem.



Nossa!! Fazia muito tempo que eu não ficava sem fôlego assim, numa seqüência!! Quem será que se foi??

Na base do puro palpite, arriscaria dizer que foi o Morgan. Muito em evidência tanto nesse episódio quanto no 3x19. Demais, até. E ele que insistiu que todos deveriam estar nas ruas! Além disso, matar uma grávida, eu duvido. Hotch e Rossi precisam permanecer, depois da saída de Gideon. Reid e Garcia são geniais, não dá pra abrir mão. Até poderia ser a Prentiss, mas voto no Morgan por ter recebido tanto destaque ultimamente.
Morgan em evidência.



Que viver, verá. Que venha a season four.

Célia.

[CRIMINAL MINDS] 3x19 "Tabula Rasa"






Um comentário breve e objetivo. É o que esse episódio merece – pela sua grandeza, em si, e diante o ‘finale’, que já assisti, e que em seguida comentarei.

Mais um episódio sem ‘unsub’. Definitivamente, não sei onde querem chegar com isso. De qualquer forma, nesse episódio, foi interessante ver um tipo de flashback de um caso em que Hotch, Morgan e Reid atuaram, quatro anos antes (Gideon deveria ter aparecido também...). E Reid estreando na BAU!


Reid e Morgan, quatro anos antes.

Um serial killer em fuga – seqüência eletrizante, culminando com o salto de Morgan - sofre um acidente que deixa em coma por quatro anos. Agora ele acorda e, ao que parece, não se lembra de nada. Diante disso, pode ser julgado, considerado responsável, declarado culpado?? Crimes dos quais não se recorda??


Ele pode ser responsabilizado?


A BAU é chamada para confirmar se tal amnésia é autêntica. Durante os testes, comprovam que sim, mas os procedimentos utilizados despertam as lembranças adormecidas e eles, de maneira admirável, chegam a questionar se tinham o direito de ter feito isso. Foi bacana.

Bacana mesmo foi a cena em que Hotch está depondo como testemunha no julgamennto do unsub. Muito boa! A maestria com que ele traçou – e expôs! – o perfil do advogado de defesa foi o máximo. Precisa e impiedosa. Desconcertante é melhor adjetivo.

Hotch sendo ouvido... e o advogado sendo decifrado.

Episódio apenas mediano, principalmente porque escrevo já tendo assistido ao finale. Sem necessidade de qualquer suspense: o 3x20, finalmente, trouxe de volta os grandes momentos da série. Arrasou!

Célia.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

[Extra] CQC

Acho o Pânico um porre, eles já ultrapassaram há muito tempo a tênue linha que os separavam de qualquer programinha de quinta categoria, como do Sérgio Mallandro e João Kleber. Por uma suposta diversão e desconstrução da aura de glamour das celebrities nacionais, Vesgo e Sílvio submeteram pessoas sérias a constrangimentos absurdos. Isso não é nada engraçado. E sem contar que o Vesgo é um wannabe do caramba. A própria piada pronta.

E daí? Daí que a Band exibe ao vivo nas noites de segunda feira, lá pelas 22 horas, o CQC, Custe o que Custar, um programa que existe em seu formato em alguns países da América Latina. Por motivos que eu não entendo, ou por pura ignorância, ou quem sabe, preguiça, compararam o CQC com Pânico. Nhé. Em NADA eles lembram o da Rede TV.

Primeiro porque trata-se de uma idéia importada, como já disse, depois porque um dos integrantes, Marcelo Tas, já deu expediente com o hilário Ernesto Varela, um repórter/personagem que o Vesgo copia descaradamente. Claro, falta muito contéudo para ele chegar aos pés de Tas, mas a idéia do repórter irreverente, que fala o que quer, que deixa seus convidados sem ação, está ali e pertence ao Tas. Nada mais idiota do que comparar o programinha da Rede TV com o da Band.

Enquanto o Pânico e o seu principal quadro percorrem o caminho da grosseria gratuita, do humor agressivo, da perseguição pura e simples, do constrangimento . O CQC busca pautas na política e no comportamento. Sim, há situações constrangedoras, mas estas são causadas pelas próprias respostas dos entrevistados.

E o pessoal do CQC adora política. Enfim, programa bom, não é para qualquer um, total recomendo. São um bando de rapazes legais, inteligentes e bonitinhos que é uma beleza. Destaque para Danilo Gentili, que meio mundo já sabe que faz o impagável Repórter Inexperiente. As entrevistas com Gretchen ( vídeo abaixo), Mãe Dinah e Carla Perez são hilárias! E é claro, a sua expulsão do Congresso Nacional.




Danielle Mística

sexta-feira, 16 de maio de 2008

[LOST] 4x12 There's No Place Like Home, Parte 1

Em outro título inspirado no Mágico de Oz (o outro contava o passado de Ben em "The Man Behind the Curtain"), "There's No Place Like Home" apresentou uma forma bem sistemática de movimentar as peças para os acontecimentos que estão por vir. Poderia ser apenas mais um episódio de preparação, mas desconfio que o ponto em comum que ligará essas duas (ou três) partes finais seja os flashforwards dos Oceanic 6. Nesse caso, para ganhar tempo, o arco de desenvolvimento das personagens acaba sendo bastante resumido e tudo que resta é a ação que nos leva de um lado para o outro da Ilha.
Devo confessar que nunca havia assistido a tanta gente correndo de um lado para o outro em tão pouco tempo. Só Kate conseguiu praticamente completar uma maratona. Jack procurava pelo sinal do helicóptero, Sawyer tentava reunir-se ao pessoal da praia e os "movedores de Ilha" seguiam em direção à estação Orquídea. Enquanto isso, Dan Faraday trata de levar o casal coreano e alguns figurantes para o cargueiro. Então quer dizer que existem figurantes com tratamento diferenciado? Tá legal, então.
Sayid tenta avisar Jack que seu barco de resgate já está na praia, ao mesmo tempo que Lapidus também parece ser uma saída segura da Ilha. Mas movido por sua perseverança, Jack vai junto de Sawyer em direção também da estação Orquídea, na busca por Hurley. Minha aposta é que ali seja o ponto de encontro entre todos os grupos dentro da Ilha, inclusive Sayid e Kate capturados pelos Outros (acho que tive um déjà vu), mas a forma como Jack e Sawyer encontrarão a estação, sem a ajuda de Jacob ou outro mapa qualquer, passa a ser intrigante.
Já nos eventos do futuro, somos colocados como testemunhas do primeiro contato dos Oceanic 6 com seus familiares e imprensa. Eles passam a ser celebridades e eu gostaria que essa situação fosse abordada mais ainda daqui para a frente. Com uma história simples para encobrir a queda do avião utilizando ainda a localização dos destroços falsos do vôo 815, a porta-voz da Oceanic (interpretada pela sempre excelente Michelle Forbes) explica que os sobreviventes foram encontrados numa praia da Indonésia, após ficarem 108 (go figure!) dias perdidos numa de suas ilhas inabitadas. Na própria entrevista coletiva, Sun confessa que Jin não foi um dos 8 que teriam sobrevivido à queda do avião. Sua hesitação e o suspense criado, com a trilha sonora e tudo, faz crer que isso tenha algum significado, seja ele qual for. Minha suspeita de que Kate teria mesmo tomado o filho para si também foi confirmada. Afinal, se eles conseguem encobrir um acidente desse porte, essa graviidez não é nada.
A história de Hurley com certeza é a mais irritante para mim, passando uma sensação de auto-paródia. Que Hugo é muitas vezes o alívio cômico eu até concordo, mas imitar os sussurros da Ilha fora dela para criar algum tipo de suspense é querer ridicularizar a série dentro dela mesma. Os números também voltaram a aparecer, na forma mais randômica possível. Sayid finalmente teve seu esperado reencontro com Nadia, embora por sabermos seu futuro, teve praticamente cara de despedida.
Jack finalmente conseguiu fazer seu discurso para homenagear Christian Shephard. Pois é, impossível ele resistir a um discurso e fico até imaginando se sua passagem pelo velório do morto misterioso também não foi para incluir mais um em seu currículo. Porém, o mais interessante foi a visita da mãe de Claire, saída do coma. Não por terem praticamente revivido-a e sim por revelar o parentesco entre Jack e Claire, num dos momentos mais impressionantes de Jack na série. Se alguém disser que fiquei emocionado com essa cena, nego até a morte. Muito bem interpretado o desespero de Jack por ter deixado Claire na Ilha (creio eu) e Aaron acabar no colo de Kate. Afinal, ele deve ter sido o mentor da idéia de encobrir os fatos e sugerir que Kate criasse seu sobrinho. E ele teve de engolir tudo isso na frente da mãe de Claire. Confesso que essa revelação que já sabíamos foi muito melhor do que eu esperava.
Entretanto, a principal dúvida que o episódio nos deixa é o destino de Sun. Parece evidente agora que Sun ficou mesmo viúva, principalmente pelo tom que culpa seu pai pela desgraça que aconteceu com Jin. Ainda serve de gancho também o confronto em coreano entre Charlotte e Jin, que com certeza terá sua conclusão. Se ela conseguir sair do barco repleto de explosivos, e que devem ser acionados através do dispositivo no braço de Keamy, sobram Jin, que deve morrer, e Michael, que ainda não deveria morrer. Entre os dois fica Desmond, que torço para que sobreviva por tudo que ainda representa no futuro.
Com Benjamin sendo levado a nocaute na frente da estação Orquídea e a promessa de um plano, esperamos pelo desenrolar do Season Finale, que deve contar com muitas chantagens e ameaças. Gostaria que restasse alguma esperança para mais um sobrevivente além dos Oceanic 6, mas acredito que o desenvolvimento do futuro seja a única forma de aparecer alguma surpresa nesse final, sobrando pouca coisa para podermos apostar. Fora, é claro, o misterioso morto do caixão, que deve ser finalmente revelado. Façam suas apostas! NOOOOT!



e.fuzii

quinta-feira, 15 de maio de 2008

[Battlestar Galactica] 4x04, 4x05 e 4x06 - "Escape Velocity", "The Road Less Traveled" e "Faith"

Bom, não estou tendo muito tempo para comentar a série aqui no blog, mas sempre reservo um tempinho para ler um pouco sobre as opiniões alheias. Francamente, não consigo entender a ampla maioria dos que participam da comunidade “oficial” do orkut, que tem criticado os últimos episódios exibidos. Porque a série vem explorando e desenvolvendo temas que sempre estiveram lá. Então qual o problema? A qualidade do texto, o desenvolvimento de personagens, os conflitos... tudo continua impecável, até mesmo os efeitos especiais (o acidente com o viper de Racetrack em “Escape Velocity”, o encontro de Starbuck e cia. com a basestar cylon em “Faith”) estão presentes e superiores aos da temporada passada.


Parece que tem havido uma necessidade cada vez maior de que respostas aos grandes mistérios da série sejam logo resolvidos, uma ansiedade que só aumenta a cada episódio que se aproxima do fim definitivo. A comparação entre “Battlestar Galactica” e “Lost” parece inevitável, no sentido de que ambas possuem uma mitologia muito discutida pelos fãs, que ainda estão cheios de dúvidas. A diferença, penso eu, é que o enigma faz parte da diversão de “Lost”. O jogo aí é se reinventar, eliminar mistérios não com respostas, mas com novos mistérios, brincar com as expectativas do espectador. “Lost” se sustenta (e faz isso maravilhosamente bem) pelo enigma. “Battlestar Galactica”, não. Ela traz alguns enigmas, sim, mas para além da diversão, há uma temática proposta, de usar a ficção científica como alegoria para comentar algumas questões próprias da humanidade, que serão sempre atuais. Não gostar do Baltar messiânico ou do Tyrol enlouquecido, a esta altura, me parece que é não entender o espírito da coisa.



Então como as coisas estão após estes três últimos episódios? Uma crise existencial em massa, começando pelos quatro novos cylons, que tentam se reestruturar, com níveis variáveis de sucesso. Tyrol sofreu as mudanças mais drásticas. Após perder a esposa, o que mais fazer? A cabeça raspada se tornou o símbolo máximo para mostrar sua despersonalização, uma identidade caótica que precisa urgentemente de uma ordenação. E o que funciona quando nada mais parece fazer sentido? A religião, claro. O culto de Gaius Baltar não poderia ter se fortalecido em melhor hora. Desígnios divinos? A aceitação de Tyrol foi muito bem construída, do ódio absoluto ao aperto de mão unificador. Que James Callis é um excelente ator, já sabíamos desde a primeira temporada. Mas Aaron Douglas nunca se mostrou tão grandioso.



Tigh também está passando pelos seus momentos difíceis. Se podemos acreditar que ser uma máquina não muda o que sempre fomos (como ele acredita), é bem verdade que nesta nova condição quem sabe possamos apagar coisas que fizemos. Eis o grande dilema de quem quer fingir que não é um cylon. Porque Tigh traz o peso de ter matado sua própria esposa, por traição a causa humana em New Caprica. É possível deletar a culpa que sente ou desligar a consciência? Tori, a nova cylon mais bem resolvida, acredita que sim, mas Tigh vai buscar em Six as respostas que procura porque, afinal, ela consegue conviver com o peso de ter matado toda a civilização humana. E é a dor que ele encontra como possível “salvação”. Nada mais cristão: é o sofrimento físico, da carne, que purifica a alma, e enquanto Six inflige dor a Tigh, Baltar paga sua própria penitência, definindo de uma vez seu papel protagonista na religião cylon, ao apanhar (e ser levantado por Six?) em nome de sua causa. Bom lembrar ainda que momentos antes Tori ensinava a ele algumas coisinhas sobre prazer e dor. A nova cylon, ainda misteriosa, parece peça fundamental e articuladora nos eventos que ligam os demais, especialmente agora que Roslyn tem lhe dado cada vez mais autonomia. A pergunta que fica é: Tori tem consciência de tudo o que faz e ainda fará?



O outro cylon é Anders, que ficou um tanto apagado nos últimos episódios, mas retornou com força total em “Faith”. O mais interessante é que Anders não se expressa com palavras, não sabemos o que se passa em sua cabeça, tal como sabemos em relação a Tyrol, Tigh e (em menor intensidade, claro) Tori. Ficamos apenas com alguns comportamentos, com o que é dito por outros e a ambigüidade de seu olhar. No último episódio, Anders atira em Gaeta, se volta contra o motim, mas não se sabe se é por amor a Starbuck ou uma necessidade ou curiosidade sua para saber o que encontrar na basestar. Mais uma interferência de um dos quatro cylons vital para os acontecimentos do futuro. E o que teria acontecido se ele tocasse a híbrida? Impressionante a tensão enorme causada unicamente por sua presença naquele ambiente. O momento mais tocante, sem dúvida, foi seu gesto ao tentar aliviar a morte de uma Sharon. Ato de humanidade ou de “cylonidade”?



Porque os cylons estão cada vez mais humanos, ou as diferenças estão mais difíceis de se perceber. Seja Athena dando uma bela lição a suas colegas Sharons, seja a mesma Athena sendo bastante desumana ao não se importar com a morte definitiva de uma das cópias, seja Six matando Barolay friamente e por trás, seja a mesma Six atormentada pelo trauma de ter sido morta friamente por Barolay em New Caprica... não há fronteiras entre bem e mal. Há, sim, uma falta de compreensão de seu lugar no mundo, de não saber o que fazer com os traumas, ressentimentos, com o desejo de vingança. Talvez a fé em algo maior seja a solução. Porque só essa crença em um poder superior, de que há um papel importante para cada um nessa vida, que faz Starbuck se aliar a Leoben, alguém que tanto lhe fez mal. E novamente temos Baltar e sua religião que canaliza toda essa força superior em um único deus. E eu só espero que os criadores de “Galactica” não concluam a série como uma pregação fundamentalista enfatizando o cristianismo como essencial para dar sentido a nossa vida...



Com toda essa crise vivida por boa parte dos personagens, ainda temos Roslyn tendo seu contato particular com a religião dos cylons. Incluir uma moribunda para lhe apontar este caminho não é dos recursos mais originais, mas a presidente está numa ala hospitalar convivendo com outros doentes. Parece natural que alguém lá esteja ouvindo as pregações de Baltar. Estas seqüências em “Faith” não tiveram a força de todo o resto do episódio, mas certamente é de suma importância para o que virá pela frente.


E o que virá pela frente, afinal?





Hélio.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

[House] 4x14 "Living the Dream" e 4x15 "House's Head"

4x14:Em Living the Dream, o paciente é alguém especial: Evan Greer, estrela da novela preferida de House. Porém, o ator não veio ao Princenton Plainsboro procurando por tratamento, mas sim foi seqüestrado por House e levado até lá, pois este suspeitava que Evan estava morrendo.


Alguns podem se perguntar o motivo que fez House levá-lo até lá: será sua paixão pela novela tanta que ele não quer ver uma de suas estrelas morrer? House realmente está se preocupando com alguém? A resposta é muito mais simples: o mistério é o que intriga House. Evan e seus sintomas são vistos por House diariamente, ele não consegue resistir e precisa resolver mais esse mistério.


O caso seguiu como de costume, com novos sintomas provando as suposições anteriores da equipe erradas e House salvando o paciente após uma epifania, mas dessa vez houve uma diferença. House errou o diagnóstico em parte: o paciente era sim alérgico, mas não a flores, mas sim ao quinino em sua água tônica. O paciente não morreu, por pura sorte, e House e o hospital conseguiram se safar dessa com apenas uma multa de 200.000 dólares. House já erro gravemente antes, mas gostaria de ver ele recebendo uma punição equivalente aos seus atos.

Novamente o casal Wilson e Amber teve espaço no episódio, dessa vez na medida certa.Algo que me surpreendeu foi ver Wilson pedindo conselhos sobre relacionamentos a House. Não tinha ninguém mais confiável para pedir conselhos? No mais, achei a cena da compra da cama ótima. Amber mostrou novamente que é ótima em manipulações. A cena em que ela diz a Wilson que não precisa que ele tome conta dela, apenas de si mesmo, também foi ótima. Começo a pensar que talvez ela realmente seja a mulher ideal para Wilson.


4x15: O episódio dessa semana começa de um modo diferente. Não vemos o paciente da semana, mas sim House em um clube de strippers, o que não é nada surpreendente conhecendo a personalidade do doutor. As coisas começam a ficar interessantes quando House afirma não se lembrar de nada que aconteceu com ele nas últimas horas, exceto de que alguém está prestes a morrer. Logo sabemos que House foi uma das vítimas de um acidente de ônibus e que alguém que estava naquele ônibus vai morrer. Assim tem início a primeira parte um dos episódios mais inusitados da série, com direito a alucinações e hipnose, tudo para trazer a tona as memórias perdidas e descobrir quem ele deve salvar.


A primeira parte do season finale foi um ótimo episódio, com boas doses de tensão e humor, e diferindo do padrão da série. As informações sobre quem está morrendo estão perdidas dentro da mente de House, e para encontrá-las, ele recorre a alucinações ou sonhos. A primeira alucinação ocorre quando Chase hipnotiza House, que leva ele e Wilson junto ao seu subconsciente. Uma seqüência das melhores seqüências do episódio, ainda mais com a aparição de Amber na fantasia. Ainda sob efeito de hipnose, House lembra porque estava em um ônibus (o bartender tomou as chaves da moto por ele estar muito bêbado) e também dos passageiros que estavam com ele. House se lembra especificamente de um punk, e acredita que ele é quem ele estava a procura.

House estava errado. O motorista do ônibus não consegue mexer suas pernas. Ele é quem House buscava. Para descobrir o que há de errado com o motorista, House recorre novamente a alucinações. Para tentar alucinar, ele cheira as roupas dos passageiros, toma uma enorme quantidade de vicodin e por fim, deprivação dos sentidos. Essa última ilusão é, sem dúvida, a mais surreal do episódio. House alucina com Cuddy vestida de colegial fazendo strip, enquanto os dois discutem as possíveis doenças do motorista. Curiosamente, uma mulher que não estava no ônibus, surge na alucinação e o avisa que ela é a resposta. Seu subconsciente o está avisando que ele ainda não encontrou aquilo que procura.Quanto ao motorista, não há muito o que dizer. Tudo prosseguiu como de costume, a equipe não conseguiu chegar a causa de seu estado, e ele foi salvo por House em uma daquelas cenas tenas que já estão se tornando comuns, em que ele desafia a todos e faz o que acha certo para salvar o paciente.


Se o motorista não era quem House precisava salvar, então quem era? Para descobrir a resposta, ele tenta alucinar novamente. Dessa vez, ele toma pípulas para Alzheimer ereúne médicos e funcionários do hospital em um ônibus e os organiza do mesmo modo que os passageiros no ônibus em que ele estava, na esperança que ambos o ajudem a se lembrar. Ele alucina novamente com a mulher misteriosa, que o ajuda a encontrar quem ele procurava. Amber. Ele então se lembra do que houve no ônibus, e nós vemos o que aconteceu desde o acidente (que foi mostrado em uma ótima cena) até a ida de House ao clube de strippers. Amber seriamente ferida é o que House tentava lembrar e também o cliffhanger para o próximo episódio, Wilson's Heart.

Até lá.



Allan

terça-feira, 13 de maio de 2008

[Fast News] Olha a cara do novo "Barrados no Baile" (Beverly Hills, 90210 )

(Reprodução PerezHilton) Cast da SpinOff De Barrados

Pois é. Dizem que até Brenda, a intragável Shannen Doherty poderá fazer uma participação especial. Sem contar com as participações de Kelly e Donna, Jeannie Garth e Tori Spelling, respectivamente. Do enredo pouco sabemos. Apenas que não se traata de um remake, mas uma spinOff, o que me deixa curiosa, qual é o gancho? A cidade? A escola?

Será que a TV americana ainda tem fôlego para séries teens?

Danielle Mística



segunda-feira, 12 de maio de 2008

[Fast News] Trailer oficial de Arquivo X e Pré estréia de Sex And The City em Londres

Não me xinguem. Nem eu aguento mais. Mas fazer o que? Ignorar? Não dá. Aí está o trailer oficial de X Files - I Want To Believe. Saiu no site oficial do filme. Tinha contador e tudo mais.

Na verdade há poucas cenas adicionais em relação aos clandestinos já postados aqui.



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E foi em Londres a pré estréia de Sex And The City, as meninas estavam lindas, e olha que Sarah Jessica Parker veio com um adereço digno de nota 10 em fantasia no carnaval carioca.

Reprodução Petiscos


(Reprodução) Carmem Miranda style!

Danielle Mística

domingo, 11 de maio de 2008

[CRIMINAL MINDS] 3x18 "The crossing"



Hesitei muito antes de escrever esse comentário. Protelei, protelei e quase ‘pulei’ esse 3x17. Acabei decidindo encarar e comentar de uma vez. Mas, da maneira mais breve possível, assim não sou tomada pelo mau humor. Sim, vocês sabem que eu tenho andado muito insatisfeita com os últimos episódios e não entendo o porquê de algumas mudanças – para pior! O episódio dessa semana, por exemplo, tratou de dois casos, o que é totalmente atípico e, em um deles, não havia um unsub!
Bom, mas me dispus a ser objetiva – para não soar rabugenta. Deixemos comentários mais demorados para o próximo episódio que – por favor! – tem tudo para ser melhor.

No episódio da semana, Rossi e Hotchner estão num seminário sobre terrorismo em Boston e lá pedem que eles avaliem uma mulher que matou marido, para afirmar se ela sofria ou não da tal síndrome da esposa espancada (O único detalhe que merece atenção é que ela não era fisicamente abusada, e sim psicologicamente, por mais de vinte anos. Ela se encaixaria na definição?). Ela é ré confessa. Não há investigação a ser feita, exceto diagnosticá-la. E isso os dois logo fazem, após algumas entrevistas com ela e com os filhos (tão abusadores quanto o pai assassinado). Pronto. Foi isso.


Hotch e Rossi (Mom and Dad, como Morgan os chamou), consultores de terrorismo

The battered woman

Paralelamente, Morgan, Reid, JJ e Prentiss aceitam acompanhar um caso em que ainda não houve crime. Uma mulher é perseguida (seguida, secretamente vigiada) por alguém há anos e, agora, depois de ela ter mudado de estado, o stalker a reencontrou. Pelo nível de obsessão que ele demonstra nas suas cartas, etc, supõem que ele está perdendo o controle e prestes a tornar-se agressivo. Após um esforço nada além do ordinário – e de deixar a moça vulnerável em muitas situações! – eles identificam o unsub (se é que podemos chamar assim) e salvam a vítima que já havia sido raptada. Pronto. Nada além.


O unsub e sua vítima, objeto de sua obsessão.

Para fechar com chave de ouro (!) um episódio que beirou o medíocre, vemos, na cena final, JJ ao telefone contando para seu sweetheart que está grávida. É demais.
Celia.