sábado, 30 de junho de 2007

LOST: O Que Sabemos Até Agora - 5ª Parte

A INICIATIVA DHARMA

Origem: O pouco que sabemos sobre o surgimento da Iniciativa DHARMA se resume às informações divulgadas no vídeo de orientação da Estação Cisne (que pode ser conferido aqui), apresentado pelo Dr. Marvin Candle, e ao vídeo de orientação da Iniciativa Dharma, apresentado por Alvar Hanso (visto aqui). Com base neles, podemos dizer que:

  • O projeto foi criado em 1970 por Gerald e Karen Degroot, doutores da Univerdade de Michigan, seguindo os passos de pioneiros como B.F. Skinner. Eles imaginaram um gigantesco centro de pesquisas onde cientistas e pensadores de todo o mundo pudessem realizar pesquisas sobre: meteorologia, psicologia, parapsicologia, zoologia, eletromagnetismo e socialismo utópico;
  • O projeto foi financiado por industrialistas dinamarqueses reclusos, em especial Alvar Hanso, fundador da Fundação Hanso;
  • A localização exata da Ilha só era conhecida pelos Degroots, por Alvar Hanso, e por alguns membro do alto escalão da Fundação Hanso;
  • O pessoal escolhido para fazer parte do projeto passava por um teste de sobrevivência antes de ser enviado para a Ilha;
  • Com base nos valores ambientais e humanos fornecidos pela Equação Valenzetti, os projetos da Iniciativa DHARMA foram planejados, objetivando mudar esses valores, através da manipulação do ambiente;
  • DHARMA é um acrônimo para: Department of Heuristcs And Research on Material Application (Departamento de Heurísticas e Pesquisas em Aplicações Materiais);
  • Foram construídas estações subterrâneas na Ilha que serviriam de laboratórios para todas as pesquisas a serem realizadas;
  • Os suprimentos, como alimentos e medicamentos, seriam entregues perpetuamente, através de helicópteros;
  • Uma antena de rádio foi construída na Ilha para transmitir, em uma freqüência apenas conhecida pelos realizadores do projeto, unicamente os valores da Equação Valenzetti. Alvar Hanso dá a entender no vídeo de Orientação da Iniciativa DHARMA que a transmissão só será interrompida quando algum dos valores for alterado através de uma das pesquisas realizadas na Ilha;
  • Assim que se instalaram na Ilha, os membros do projeto passaram a sofrer ataques dos habitantes originais do lugar, que logo foram designados como Hostis;
  • Graças aos ataques dos Hostis, e do monstro de fumaça, a Iniciativa DHARMA construiu uma cerca com sonares de alta freqüência em torno de seu quartel. É possível que este também seja o motivo de informarem aos ocupantes das estações da Ilha sobre uma doença que se espalhara por ela, botando-a em quarentena;
  • Em meados dos anos 80, possivelmente em 1985 (se levarmos em consideração a menção de um incidente ocorrido neste ano presente no mapa desenhado na Estação Cisne), os Hostis organizaram seu ataque definitivo ao pessoal da DHARMA, auxiliados por membros rebeldes da Iniciativa, entre eles Benjamin Linus, filho de um dos funcionários do projeto. Com isto, os Hostis tomaram o controle de todas as instalações da Iniciativa DHARMA presentes na Ilha, excetuando apenas a Estação Cisne, por motivos até o momento desconhecidos (especulo que eles talvez soubessem da importância do trabalho ali realizado, e por isto deixaram-na intacta).

O Complexo DHARMA: até o momento sabemos que ele inclui as sete estações de pesquisas, um quartel reservado à habitação de seus membros, a torre de transmissão, estradas espalhadas pela Ilha, e a Balsa de Pala. Vejamos cada um deles em detalhes:

O Quartel: é um complexo residencial construído na Ilha para o qual os membros da DHARMA pudessem se recolher após realizar seus trabalhos nas estações de pesquisa.

  • Tinha, além das habitações, uma casa de jogos, um parque infantil e uma escola;
  • Todo ele era envolvido por uma cerca ultrasônica, a fim de protegê-los do ataque dos Hostis, e do monstro de fumaça;
  • Aparentemente foi um dos primeiros lugares a serem ocupados pelos Hostis durante após a Purgação.

Estação Cisne (The Swan): foi a mais explorada pelos sobreviventes do 815. Seu objetivo original era, possivelmente, estudar a anomalia eletromagnética que a Iniciativa DHARMA encontrara naquele ponto da Ilha. Em algum momento, durante seus experimentos, a anomalia ficou fora de controle, e desde então a DHARMA teve que reformular seus planos para a estação, tornando-a um meio de controle da anomalia. Construíram a parede de concreto reforçado ao redor da fonte de eletromagnetismo, e desenvolveram o sistema de controle computadorizado para a liberação periódica de energia, iniciando, assim, o “ritual” dos 108 minutos:

  • Foi a primeira encontrada pelos sobreviventes do 815. Locke que Boone a descobriram quando procuravam Charlie e Claire (na ocasião seqüestrados por Ethan) e “apelidaram-na” de Escotilha;
  • Locke e Jack, usando as dinamites retiradas do Black Rock, explodiram a entrada da escotilha. Logo descobriram que ela era habitada por Desmond, um conhecido de Jack que inseria a cada 108 minutos um código no único computador (muito antigo, por sinal) presente no local. Segundo ele, estava “salvando o mundo” com isto;
  • Além do computador, a Estação Cisne possuía uma cozinha inteiramente equipada, duas camas, um banheiro, um depósito de armas, e uma despensa, cujos suprimentos são fornecidos periodicamente;
  • Ela também possuía portas reforçadas, cuja finlaidade era lacrar o setor onde se localizava o computador da estação, enquanto era efetuada a entrega de novos suprimentos (jogados de pára-quedas não se sabe exatamente de qual veículo aéreo). O motivo do isolamento é provavelmente para que um dos parceiros vá até a floresta buscar a entrega, enquanto o outro permanece em seu interior, protegido do ambiente externo, dando prosseguimento ao “ritual” de apertar o botão;
  • A Cisne também contava com um estoque de medicamentos, usados, segundo Kevin Inman, para se prevenirem da tal “doença” que existia do lado de fora da estação. Parte deles foram levados por Desmond quando fugiu do lugar;
  • Uma das paredes próxima à entrada da escotilha era coberta por um mural enigmático (que pode ser conferido aqui), onde eram citados os números (com o 108 dentro de um sol), o desenho de um casal, algumas casas, peixes, uma jangada, referência a alguém doente (o autor do mural), e pessoas fugindo do que parecia ser uma onda gigante (tsunami?). Outra das paredes apresentava um calendário improvisado de riscos de marcação de alguém que ficou muito tempo ali dentro;
  • Em uma de suas portas reforçadas Locke encontrou, por "acidente", um mapa de todo o complexo DHARMA existente na Ilha, desenhado com tinta vísivel apenas quando exposta a luz negra (confiram uma de suas versões aqui e outra aqui). O mapa tinha referências a outras estações, a uma rede de computadores que percorre a Ilha, ao incidente citado em seu vídeo Orientação, entre muitos outros fragmentos dispersos de informações, que iam desde fórmulas matemáticas, até trechos em latim. O mapa, foi feito por Radzinsky, antigo parceiro de Kevin Inman, e ele próprio;
  • Kevin e Radzinsky possivelmente revezavam em saídas periódicas da estação, empreendidas para recolher informações necessárias para a criação do mapa da DHARMA;
  • Radzinsky também foi o responsável por editar o vídeo Orientação, e possivelmente a pessoa que pôs um de seus fragmentos dentro da Bíblia que Mr. Eko encontrou na Estação Flecha (Arrow);
  • Radzinsky se matou enquanto Kevin dormia;
  • Kevin parecia não se importar com a ameaça da doença que supostamente existia na Ilha, ou até sabia que ela não passava de uma mentira, tanto que saiu sem proteção até o local onde consertava o barco de Desmond, para fugir da Ilha. Foi neste mesmo local que Desmond o matou por acidente;
  • A estação também tinha uma parede de concreto que apresentava alto índice de eletromagnetismo, que mais tarde se revelou uma “represa eletromagnética”;
  • O esquema de apertar o botão servia para descarregar uma quantidade específica e segura de energia eletromagnética, acumulada a cada 108 minutos pela represa que continha a anomalia, a fim de que ela não alcançasse níveis excessivos e perigosos, os quais ameaçariam a integridade da Ilha (e, dizem alguns, até do mundo inteiro);
  • O incidente, citado tanto no vídeo Orientação, como no mapa da DHARMA, pode ter ligações com a anomalia eletromagnética (embora também possa estar relacionado com a Purgação);
  • A queda do vôo 815 da Oceanic Airlines foi causada por uma falha no sistema de liberação de energia da anomalia. Isto não só pode ter afetado os aparelhos da aeronave, como também despedaçado o avião em pleno vôo, além de abalar as estruturas da Ilha, gerando tremores por toda a sua extensão;
  • Quando Desmond ativou a chave de segurança, que acionou a bomba nuclear e implodiu a Estação Cisne, e conseqüentemente a anomalia eletromagnética, todos na Ilha ouviram um zumbido muito agudo, e viram o céu ficar violeta. O P.E.M. (pulso eletromagnético) gerado danificou os aparelhos de comunicação das instalações da DHARMA com o mundo exterior, assim como o sonar da Estação Espelho, e a antena da Estação Chama;
  • Tudo que restou da Estação Cisne foi uma cratera, e a porta de sua escotilha, que foi arremessada até a praia.

Estação Flecha (The Arrow): sendo ela uma estação incompleta, cuja construção foi provavelmente interrompida após a Purgação, não é possível dizer qual seria sua função:

  • Paralelamente à descoberta da Estação Cisne, o grupo da traseira a encontrou, supostamente localizada no sudeste da Ilha;
  • A estação estava vazia, aparentemente incompleta, e possuía apenas instalações elétricas, que ainda funcionavam. Fora isto, Ana Lucia, Bernard, Cindy, Libby, Goodwin e Mr. Eko encontraram um baú contendo um rádio transmissor, um olho de vidro, e uma Bíblia oca, em cujo interior estava um fragmento do vídeo Orientação da Estação Cisne.

Estação Caduceu (também conhecida como “The Staff” ou “Estação Médica”): tudo indica que era usada pela Iniciativa DHARMA como hospital. Após a Purgação os Outros a utilizaram para realizarem suas pesquisas sobre a doença das gestantes:

  • Foi nesta estação que Claire foi mantida sob os cuidados de Ethan, logo após ele seqüestrá-la;
  • Era equipada por instrumentos e aparelhos médicos, quartos hospitalares, sala de cirurgia, um quarto para criança totalmente decorado, um vestiário, onde os Outros guardavam seus disfarces de “maltrapilhos” (incluindo uma das barbas falsas possivelmente usadas por Tom), uma escotilha de escape (cujo destino permanece desconhecido), e um quarto secreto (cuja entrada se localiza atrás de um dos armários do vestiário), para onde levavam as mulheres grávidas que já não tinham chances de sobreviver à gravidez;
  • Logo após a fuga de Claire, os Outros abandonaram esta estação.

Estação Pérola (The Pearl): localizada no centro do Complexo DHARMA, segundo o mapa desenhado na porta reforçada da Estação Cisne, é uma estação com dupla função: monitoramento das demais estações, e palco de um possível experimento psicológico, tendo em vista que ela própria também era monitorada:

  • Desde o acidente que matou Boone, ela esteve escondida sob o avião nigeriano;
  • Possui uma sala com monitores, duas cadeiras com mesinhas de anotações acopladas, vários cadernos, cápsulas para armazená-los, um tubo de ar comprimido para despachá-las, um computador antigo com impressora matricial, um vídeo-cassete e um banheiro;
  • Locke e Mr. Eko encontraram nela um vídeo Orientação (vejam-no aqui) que afirmava que tudo ocorrido na Estação Cisne era um experimento psicológico;
  • Também encontraram um relatório detalhando cada vez que o botão foi acionado na Estação Cisne, que mais tarde Desmond usou para descobrir que foi sua falha a causa do acidente do avião da Oceanic;
  • A Estação Pérola era usada para monitorar as outras estações da Iniciativa DHARMA;
  • Era visitava periodicamente pelos Outros. Ben e Juliet fizeram isto pouco antes de ele ser capturados por Rousseau. Foi nesta ocasião que começaram a traçar um plano para atrair Jack até eles;
  • Os cadernos de anotações, enviados pelo tubo de ar comprimido, eram encaminhados para um depósito ao ar livre, no meio de um lugar isolado da Ilha (enquanto no vídeo Orientação era dito que chegavam até a administração geral do projeto);
  • Sayid, restabelecendo a conexão de um dos monitores com a câmera localizada em outra estação, captou a primeira imagem de Mikhail na Estação Chama.

Estação Hidra (The Hydra): tudo indica ser a estação que originalmente realizava pesquisas na área de zoologia:

  • Era usada pelos Outros como prisão;
  • Possui jaulas para ursos; um aquário, sob o qual ficam salas para examinar peixes de médio porte (em uma das quais Jack ficou preso); uma sala de operações, equipada com instrumentos médicos (provavelmente levados até lá após abandonarem a Estação Caduceu); uma sala de monitoramento, de onde é possível observar todos os pontos da estação; várias outras salas usadas como celas, sendo uma delas usada especialmente para efetuar lavagem cerebral (onde Karl ficou preso por um tempo, após tentar fugir da jaula onde estava) e, por fim, um auditório (no qual os Outros realizaram o julgamento de Juliet);
  • Está localizada em uma ilhota vizinha à Ilha;
  • O tubarão com a marca da DHARMA que atacou Michael e Sawyer possivelmente fazia parte dessa estação;
  • O submarino que os Outros tinham era usado para transportar o pessoal da Ilha para a Estação Hidra e vice-versa;
  • Há uma criação de coelhos por lá.

Estação Chama (The Flame): era controlada por Mikhail Bakunin. Seu objetivo original era servir à Iniciativa DHARMA como canal de comunicação com o mundo exterior. Através dela era possível ter acesso às mais variadas informações provenientes do mundo inteiro:

  • Durante a Purgação, passou a ser controlada pelos Outros, que encarregaram Mikhail de guardá-la;
  • Possui uma antena de alta freqüência, computadores ligadas à rede central, a DHARMANET (citada no Mapa da DHARMA), com acesso a um satélite, ao sonar da Estação Espelho, e ao quartel, até pouco tempo ocupado pelos Outros;
  • Mikhail matinha uma pequena criação de vacas e cavalos por lá, e parecia caçar com certa freqüência, tendo em vista a carne congelada que Kate achou no refrigerador da estação;
  • O local também tinha uma ampla sala de estar, e um porão com diversas prateleiras cheias de carcaças de computadores antigos, e pastas com esquemas das instalações da DHARMA e descrições dos diversos protocolos usados pelo projeto quando ainda estava ativo (entre eles o de recebimento de suprimentos). Foi em uma dessas pastas que Sayid encontrou o mapa que levava ao quartel dos Outros, e também os esquemas da Estação Espelho, que mais tarde foram usados para traçarem o plano de invasão e destruição da mesma, cumprido por Charlie e Desmond.

Estação Espelho (The Looking-Glass): sua principal função era servir de guia para que os submarinos da Iniciativa DHARMA localizassem a Ilha. Além disto, era usada para filtrar todas as comunicações provenientes das instalações do projeto, possivelmente com o intuito de impedir que qualquer membro revelasse sua existência para o mundo exterior:

  • Era o ponto para o qual se dirigia o cabo de energia encontrado por Sayid na praia, quando havia decidido abandonar o acampamento com a finalidade de mapear a Ilha;
  • Localizasse no fundo do mar que cerca a Ilha;
  • Como sua entrada fica na parte de baixo, as únicas formas de acessá-la é com o uso de equipamentos de mergulho (ou muito fôlego, no caso de Charlie e Desmond), ou por intermédio de um submarino (provavelmente o meio que originalmente os membros da DHARMA usavam para chegarem até ela);
  • Possivelmente contava com alguns quartos, banheiro e cozinha, pois era projetada para servir de habitação a seus ocupantes por um longo período, como era o caso de Bonnie e Greta;
  • E, claro, possuía uma sala de controle com acesso ao sonar, que indicava a localização da Ilha para submarinos, e também o equipamento usado para bloquear qualquer freqüência de rádio transmitida do interior da Ilha;
  • Também contava com um computador conectado a um satélite, o que explica aquela transmissão de Penny captada por Charlie em seus minutos finais de vida;
  • É ela também a responsável por impedir que o pedido de socorro gravado por Rousseau alcançasse o mundo exterior. E deve ter sido o suposto meio usado pelos Outros para impedir que a Fundação Hanso descobrisse sobre a Purgação (o que explicaria, em parte, porque ela, supostamente, nunca mandou uma equipe para recuperar o controle da Ilha).

Torre de Transmissão: segundo Alvar Hanso, no vídeo Orientação da Iniciativa DHARMA (divulgado durante o Lost Experience), sua função era transmitir uma gravação que repetia indefinidamente os valores da Equação Valenzetti (4, 8,15 ,16 ,23 e 42). Sua transmissão só seria interrompida caso a Iniciativa DHARMA descobrisse os meios de alterar os valores indicados pela equação, e dessa forma evitar os eventos que levariam à extinção da espécie humana:

  • É ela que transmitia a mensagem com os números que atraiu a equipe de Danielle Rousseau para a Ilha;
  • A mensagem com os números também foi captada por Sam Toomey e Leonard “Lenny” Simms no Pacífico. Números estes que, anos depois, Hurley ouviria de Lenny no instituto psiquiátrico onde ambos estavam internados, e usaria para jogar na loteria;
  • Quando se viu sem chances de sair da Ilha com seus companheiros, Rousseau substituiu a mensagem com os números pelo seu pedido de socorro, que 16 anos depois seria captado por Sayid quando tentava pedir resgate usando o transceiver do piloto do vôo 815;
  • Segundo Rousseau, localiza-se próxima ao Black Rock;
  • Até recentemente transmitia a mensagem de socorro de Danielle, quando foi desligada para liberar a freqüência que ocupava, permitindo que Jack estabelecesse contato com o navio que trouxe Naomi e seu helicóptero para próximo da Ilha.

Balsa de Pala: ficava atracada no pequeno cais de onde os Outros partiram com Jack, Sawyer e Hurley para a Estação Hidra. O destino da embarcação original é desconhecido. Muitos até podem confundi-la com o barco usado pelos Outros para seqüestrar Walt, mas aquele se tratava de um barco de pesca de pequeno porte:

  • Foi citada uma única vez no vídeo Orientação da Estação Pérola, dando a entender que era pra onde os membros da DHARMA se dirigiam quando seu período de trabalho nas estações terminava. Suponho que de lá eles eram levados a algum navio que os conduzia de volta ao continente de onde partiram para se juntarem ao projeto.

Os Números e a Equação Vallenzetti: 4, 8, 15, 16, 23 e 42 são os números que desde o início da série tem nos intrigado por seu significado real em meio a tantos mistérios. De lá pra cá descobrimos informações importantes sobre seu papel na trama de Lost, tais como:

  • Após a crise dos mísseis em Cuba, durante a Guerra Fria, os Estados Unidos e a então União Soviética resolveram encontrar uma solução para a ameaça de se destruírem mutuamente durante o conflito. O resultado foi a Equação Valenzetti, desenvolvida pelo matemático italiano Enzo Valenzetti, que previa o número exato de anos e meses até que a humanidade se extinguisse, fosse através de guerra nuclear, biológica, química ou convencional, epidemia, superpopulação, entre outros;
  • A equação fornecia valores ambientais e humanos essenciais, que influiriam diretamente no processo de extinção da humanidade, os quais foram usados pela Iniciativa DHARMA como guias de seus experimentos;
  • Eram continuamente transmitidos pela torre da DHARMA próxima ao Black Rock, indicando que o projeto ainda não havia encontrado meios de mudar os valores da equação, como forma de impedir os eventos catalizadores de nossa extinção;
  • A transmissão dos números foram captadas tanto por Sam Toomey e Leonard “Lenny” Simms, quando serviam na Marinha há 16 anos (contatos a partir de 2004), como pela equipe de pesquisas de Danielle Rousseau;
  • Também estavam gravados na escotilha da Estação Cisne;
  • Eram digitados no computador da Estação Cisne para descarregar o acúmulo de energia eletromagnética da anomalia represada;
  • Foram vistos em diversas ocasiões nos flashbacks dos sobreviventes (uma relação completa sobre tais aparições vocês podem encontrar aqui);
  • Possuem uma ligação maior com Hurley que, usando-os, ganhou na loteria, mas, ao mesmo tempo, gerou má sorte às pessoas ao seu redor (o que pode ou não ser uma simples paranóia dele).

E por hoje é só. Dessa vez ficarei devendo as imagens, pois tive problemas para enviá-las para o Photobucket (onde armazeno todas as que ilustraram as partes anteriores), e porque o Blogger simplesmente não me deixa fazer isto (não me perguntem porque).

Na próxima parte falaremos dos "Personagens Intrigantes de LOST."

Rodrigo "Wolv" Ferreira

sexta-feira, 29 de junho de 2007

[CSI NY] Snow Day - 3*24 - sf




Volteeeeei!

Mas é bem rapidinho, só pra falar sobre O MELHOR season finale DE TODA a franquia: Snow Day.

Na verdade, ainda estou sem palavras para descrever esse episódio.
Mas achei um vídeo com uma seleção de cenas que vai fazer você concordar comigo.



Tati Grissom

[DEXTER] La Dolce Vita dos Serial Killers





Fala a verdade. Toda vez que passa um crime hediondo na tv, uma manchete sangrenta no jornal da banca, vamos lá e damos uma espiadinha.Ou então, mais escancarado, pesquisamos na internet, procuramos tudo sobre o assunto, elaboramos tratados sobre a psiquê desse povo que mata assim: em pedacinhos, com todo um ritual...


Violência é violência? Ahh, não. Ela tem suas nuances e seus requintes. Aí que está a "beleza" da coisa.

Aqui no Brasil a "coisa" é diferente. A nossa violência não é patológica, mas fruto de uma sociedade desigual, de anos de opressão e blá, blá, blá.

Diferente dos americanos, a nossa curiosidade é mórbida, mas com um distanciamento quase cientifício para nos envolver, sem envolver, de fato.

Já na Gringolândia, o assunto é mais complexo. Vítima de malucos que pegam armas e saem disparando geral, celebridades assassinas (OJ Simpson e, o mais recente, Chris Benoit, que acabou de cometer suicídio, depois de trucidar a família) e assassinos em série que, do nada, começam a matar seguindo rituais estranhos, metódicos e com carga sexual que só Freud explica (mas Lacan tb dá as suas pinceladas).

Invariavelmente os assassinos seriais transformam-se em super famosos! São uma dicotomia entre a atração e a repulsa. Fascinam, e, muitas vezes, são objetos de admiração e imitação. Jack, O Estripador, o Zodíaco, Jeffrey Dahmer...Esses caras marcaram suas épocas e, com todo clichê do mundo, com muito sangue.

Natural que o cinema, indústria mais querida e difusora do American Way Of Life, trabalhe com isso. John Walters dirigiu "Mamãe é de Morte", que mostra bem esse lado fashion e super cool de ser um serial killer.

Oliver Stone pegou dois da espécie e os transformou nas criaturas mais sexy e descoladas do planeta em "Assassinos por Natureza".

Exemplos não faltam e a TV americana tb aderiu. Dexter é umas das melhores séries surgidas no ano passado. E trata exatamente sobre esse tema: Serial Killers e o modus operandis.

Dexter é um cara bronzeado, vive na ensolarada Miami, charmoso, bom de papo, amigável...mas bem na dele. Tenta desesperadamente se adaptar ao nosso mundo de sentimentos aflorados, de humanidade. Mas ele é incapaz de sentir e vive uma vida que não é sua: "As pessoas fingem muitas das interações humanas, mas me sinto fingindo todas. E as finjo muito bem".

Com um ímpeto de matar, ele é educado pelo seu pai adotivo (Harry) a controlar isso e só canalizá-lo para situação extremas, como um juiz para outros assassinos seriais, assim, seguindo o Código Harry, Dexter vira um assassino serial que mata assassinos seriais. Irresistível!

Não tentem julgar. Só apreciem. Vale a pena. Já dizia a música dos Stones, temos uma certa simpatia pelo Diabo.

->Dexter estréia na TV a cabo brasileira no domingo,dia 8 de julho, às 21 horas na FOX. Serão 12 episódios e vamos acompanhar cada um por aqui!

Danielle Mística

[THE 4400] 402 – Fear Itself


Foi um bom episódio, onde começamos a perceber ainda mais que a Promicina pode ser perigosa não só pelo fato de que pode matar quem usar, mas se usada de forma errada...


Temos também Diana voltando, pelo menos temporariamente, à NTAC...


O EPISÓDIO...

Brandon Powell, um garoto autista. Quando seu pai tenta usar a Promicina para curar o autismo de Brandon, desperta uma habilidade muito perigosa: o medo! O medo que Brandon pode fazer as pessoas sentirem pelos seus piores medos...
Agora, como controlar uma criança autista com uma habilidade dessas!?


Tom e Diana investigam o caso, após Jed Garritt (o substituto de Diana) sentir os sintomas da habilidade de Brandon. Eles encontram a criança em uma linha de trem, depois de sofrer um acidente de carro com a mãe que foi “infectada” pelo medo também. Tom seda Brandon e ele é levado para a NTAC, onde recebe o Inibidor de Promicina. Com isso, Shawn é chamado e consegue curar o autismo de Brandon...


Além de Shawn ajudar Brandon, tem outro embate com seu irmão Danny que quer tomar uma dose de Promicina. Shawn não acha que o risco valha a pena, mas ajuda o irmão a conseguir a dose depois de conversar com Kyle, e descobrir que seu primo também tomou.

Isabelle recebe a visita de um advogado querendo transferi-la para uma outra instalação. Mas antes, ele tem uma condição: testar Isabelle para saber sua resistência à Promicina, se a substância que Richard injetou nela realmente a torna livre de habilidades. O teste é feito, e Isabelle descobre que uma dose de Promicina pode matá-la por reação alérgica... bye bye habilidades! Será!?


Descobrimos a habilidade de Kyle, ou melhor, confirmamos! Como no post do episódio anterior, eu comentei que haveria a possibilidade de Cassie ser a habilidade... e é!!!


Mas antes de Kyle perceber isso, Cassie o leva até uma casa onde, segundo ela, ele terá respostas. Kyle conhece um cara que conta uma história sobre um grupo que se chamava “Luz Branca”. Esse grupo acreditava que o Mundo mudaria, que um novo Messias surgiria e que seria o responsável por essa mudança com um elixir... junto, um curandeiro que cura as pessoas com as mãos... e o Sacerdote, que guia o Messias para a Iluminação: Kyle, segundo Cassie. Um livro mostra muitas coisas que o “Luz Branca” acreditava, entre elas um desenho do Messias muito parecido com Jordan Collier...
Nesse momento, que é antes de Kyle perceber que Cassie é sua habilidade, ele acha que Cassie é uma maluca que quer aproveitar para “divulgar” sua “sociedade”...


Com Kyle sendo Sacerdote, agora esperamos para ver como realmente ele se junta a Collier e como o guiará...


CURTINHAS...

- O sobrenome de Brandon e seus pais é Powell... mesmo nome do Museu onde Tom encontrou a pintura de Alana... interessante!
- Tenho a leve impressão que Meghan, a nova chefe na NTAC, tem uma “queda” por Tom...
- O pai de Meghan está muito mal no Hospital e acho que ela pedirá ajuda a Tom e Shawn...



Na semana que vem, mais dois episódios:

403 – “Audrey Parker's Come and Gone” (3ª Feira)
404 – “The Truth and Nothing But The Truth” (6ª Feira)

A 6ª Feira será o dia Oficial de “The 4400”, aqui no CS, a partir do episódio:
407 - "Till We Have Built Our Jerusalem"




Leco – The 4400

segunda-feira, 25 de junho de 2007

[FNL] 1x02 Eyes Wide Open

Enquanto as suspeitas de que Streets ficaria paralítico parecem confirmar-se, o time sofre com brigas pela liderança da equipe e desconfiança em Saracen, justificável pelo seu desempenho nos treinamentos. O treinador Taylor recebe confiança e apoio de Streets e de sua esposa Tami, enquanto tenta ensinar um pouco de liderança a Saracen. E assim, mesmo abalados, os Panthers vão pra mais uma partida...
10. Tyra Collete. Vagabunda. Admito que não é exatamente essa palavra que queria atribuir pra Tyra assim, logo no começo. Mas juro que pensei numa meia-dúzia de palavras piores pra serem usadas nessa situação. Afinal, o que mais posso dizer de alguém que está ao lado de seu namorado e duas cenas depois é flagrada em vias de transar com seu arqui-rival? Pelo menos valeu pela bela lição que a mãe de Smash aplicou nela: "Eu trabalho no Planejamento Familiar. Tenho certeza que nos veremos em breve, então".
9. Smash x Riggins. Os arqui-rivais. De um lado, Smash com sua confiança inabalável quer assumir a liderança, de outro, Riggins espera pela recuperação do amigo e provável única liderança que ele respeitará na vida.
8. Lyla Garrity. Alterando um misto de desilusão e otimismo com a situação de Streets, a pobre coitada terá sérios problemas. A única conclusão que posso chegar, é que ela apaixonou-se pelo mito Streets, não pelo que ele realmente é, assim como a cidade que parece mais interessada em rezar pelo quarterback. Espero que ela consiga manter-se sã quando descobrir que não integrará o elenco de Football Wives.
7. Coach Taylor visita Streets. Repetindo as palavras do treinador, Streets é um bom homem. Mesmo em sua condição limitada, ele ainda consegue pensar no time, apoiando Saracen como seu sucessor. E ele ainda chega a pedir desculpas para Taylor, por tê-lo decepcionado. A cena foi bela porque colocaram a bola de futebol assinada por todos os jogadores em segundo plano (sim, seria péssimo se tentassem nos comover com isso) e investiram em diálogos bem tramados.
6. Tim Riggins assiste à fita. O personagem que gosta de "machucar as pessoas" quase indo às lágrimas ao assistir centenas de vezes o lance da contusão de Streets. Talvez ele estivesse preocupado com seu futuro (quando não seria sustentado pelo amigo que chegou à NFL), ou talvez estivesse comovido mesmo, nunca se sabe.
5. Tami Taylor. A pressão de ser a esposa do treinador. Aguentar amigas pedindo pra escalar seus filhos e lidando com a fama de fazer parte indiretamente do orgulho da cidade. Concordo que não é a melhor opção trabalhar no colégio, mas depois de todo aquele discurso de apoio ao marido, aconselhar os alunos é o trabalho perfeito pra ela.
4. Saracen. Perfeito. Se já não fosse díficil o bastante treinar, estudar, trabalhar e ser o homem da casa, agora ele tem de lidar com o preço da fama. O desenrolar da relação entre ele e Landry, seu amigo "comum", tem cara de ser a mais interessante e real do seriado.
3. Streets fica paralizado. Depois de receber a notícia por telefone, o treinador Taylor teve, ainda por cima, de transmití-la para os outros jogadores. Cena tensa em que a câmera percorre o rosto dos atletas, Riggins fecha os olhos e levanta-se inconformado e os outros continuam ali perdidos pensando talvez que aquilo pode ocorrer com qualquer um deles. Péssima notícia pra véspera de um jogo.
2. A preleção final. Fora os votos de confiança e a dedicação em nome de Streets, o que fechou o arco do episódio foi a face tranqüila e confiante de Matt após confessar que o lance decisivo da semana passada não foi questão de sorte. Podia ter terminado ali, sem a necessidade do kick-off...
1. Coach Taylor ensina Matt a gritar. Matt tem muito do que se orgulhar e nada a envergonhar-se, mas sua timidez seja seu maior obstáculo. E é então que Coach Taylor tenta libertá-lo, tirando de sua rotina noturna, colocando pra enfrentar o som da torcida, procurar concentração e conseguir transmitir sua confiança à equipe que ele lidera. Tocante, pra qualquer fã, ver nascer um novo ídolo.

Observação Final: tremendo desrespeito do canal Sony com seus espectadores ao cortar quase um bloco do episódio na sexta-feira. Nas reprises do domingo, já exibiram sem os cortes (talvez pelas reclamações), que incluíam, nada mais, nada menos que os momentos 8, 5, 4 e até o momento 1 de minha lista.



e.fuzii

sexta-feira, 22 de junho de 2007

[House] Novos personagens na quarta temporada

Segundo Michael Ausiello, Foreman, Cameron e Chase não voltarão a fazer parte da equipe de House, porém continuarão na série. Seus substitutos serão quatro: dois homens e duas mulheres, entrando já no começa da próxima temporada.

Uma renovação na série parece ser uma boa idéia, mas fico preocupado com o equilíbrio entre o foco nos casos e em House e nos demais médicos com a adição de mais personagens. O equilíbrio que existia na primeira e segunda temporadas já foi afetado na terceira com um foco maior nos dramas dos médicos e, acredito eu, será mais abalado ainda com a entrada dos novos personagens. Resta esperar para ver como os roteiristas lidarão com essa mudança e se conseguirão manter o espírito da série intacto.



Allan

[THE 4400] 401 - The Wrath of Graham


Season Premiere da 4ª temporada de THE 4400
...


Um grande episódio de estréia da temporada, com algumas questões “filosóficas” tomando conta de alguns personagens e as questões deixadas no final da temporada passada já sendo abordadas logo de início... isso é ótimo!

Essa temporada começa 3 meses após o final da anterior...


O EPISÓDIO...

Em um evento no Centro 4400, Tom e Diana tem habilidades. Shawn apresenta Collier ede repente tudo é destruição... uma coisa verde começa a tomar o corpo de Collier!! Ele acorda...
Conversando com Burkhoff, e vendo a manchete de um jornal anunciando que as mortes por Promicina pode atingir 6000 em 1 ano, Collier se pergunta:

“Será que o mundo que criei é melhor!?”


Comecemos com Diana e Maia morando em San Sebastian, Espanha. Diana recebe uma proposta de trabalho para informar a União Européia sobre os “4400’s”. Ela gosta da idéia, mas Marco liga para Diana com uma informação que a faz mudar de idéia: o nome de sua irmã, April, estava numa lista de pessoas que pegaram uma dose de Promicina... Diana volta para Seattle!

Kyle também retorna para casa. Depois de ficar fora, ele volta a morar com seu pai. Kyle visita Shawn, que está em coma, e conta que aplicou uma dose de Promicina mas que nada havia mudado. No parque, ele conhece Cassie que diz que talvez Shawn possa sair do coma se receber uma dose de Promicina... Kyle acredita e leva a seringa, aplica em Shawn que acorda e sai do coma!
Seria Cassie a “habilidade” de Kyle!? Muito interessante...


Tom visita Isabelle na prisão tentando saber alguma coisa sobre Alana, mas só recebe alguma pista no final, de Meghan Doyle (a nova chefe da NTAC) quando ela diz que ele deve ir até o Museu Powell. Lá um quadro com a imagem de Alana (“Alana in repose”), datado em 1885 de Claude Pierrot...


Graham Holt, a referência ao nome do título do episódio, é um aluno do ensino médio pouco popular em sua escola que usou a Promicina...
Quando ele acreditava que nada havia acontecido, as pessoas começam a seguí-lo, como um “Deus”, dizendo seguirem sua luz... aos poucos, os seguidores de Graham se multiplicam e causam problemas para a NTAC. Graham começa a dominar a cidade de Seattle mas é impedido por Jordan Collier!


Tess começa a ter visões de pessoas mortas, e que ela acredita ter alguma culpa pelas mortes. Uma das visões é de Devon, a ex-secretária de Collier no Centro 4400.
Burkhoff é quem toma conta de Tess, que tem esquizofrenia, e ele acha que ela necessita de cuidados com especialistas. Collier diz que Burkhoff deve cuidar dela, isso causa uma discussão entre os dois. Burkhoff diz que não deixará nada acontecer com Tess e que a segurança ou a causa de Collier não vão impedi-lo de ajudar sua amada... Collier diz que essa não uma causa dele, e sim deles: Collier e Burkhoff!

Depois de Graham tomar uma rede de televisão e transmitir uma mensagem, Collier resolve ir atrás do garoto, mesmo com Burkhoff dizendo ser perigoso. Collier é “capturado” e levado até Graham. Quando o garoto tenta “converter” Collier, o “chefão dos 4400” se levanta e coloca as mãos na cabeça de Graham... Collier “limpa” Graham, tirando a Promicina de seu corpo, fazendo o garoto voltar a ser “comum”!!


Resta saber se Collier pode fazer isso com qualquer um ou somente com pessoas que aplicam a Promicina...

Depois de livrar a cidade de Graham, Collier grava uma mensagem para todos na Internet. Ele diz que “se juntando a ele ou não, todos caminham juntos e fazem a história”...


Próximo episódio...

402 - "Fear Itself"



Leco - The 4400

quarta-feira, 20 de junho de 2007

LOST: O Que Sabemos Até Agora - 4ª Parte

AS ORGANIZAÇÕES DE LOST

Fundação Hanso: é uma organização filantrópica com mais de 40 anos, cujo idealizador, Alvar Hanso, criou com o intuito de fornecer bolsas de pesquisas científicas e sociais para promover o avanço da raça humana e a paz mundial através de melhorias na saúde, vitalidade e longevidade:

Os projetos ativos da Fundação (divulgados durante o Lost Experience):

  • Iniciativa de Previsão Matemática (MFI);
  • Programa de Desenvolvimento de Bem Estar e Prevenção Mundial (WWP DP);
  • Apelo de Saúde Mental (MHA);
  • Iniciativa de Pesquisa Eletromagnética (ERI);
  • Instituto para Avanço Genômico (IGA);
  • Projeto de Extensão de Vida (LEP).

Membros da fundação (fonte: o resumo do site Lostcast sobre o Lost Experience):

  • Alvar Hanso (CEO e fundador):
    -
    Antes de fundar a organização, comercializou armas na Segunda Guerra Mundial, fornecendo-as para diversos movimentos de resistência na Europa;
    - Depois da guerra, Hanso se tornou um provedor de armamentos de alta tecnologia para a OTAN (Organização do Tratato do Atlântico Norte), e “falou formalmente” com as Nações Unidas, em 1967;
    -
    Está sumido desde 31 de dezembro de 2002, data de sua última aparição pública;
    - Existe algo obscuro sobre seu trabalho e dicas de que ele pode ter tentado um tratamento de extensão de vida nele mesmo;
    - Exames feitos por um médico, quando Alvar Hanso teve um ataque cardíaco, tiveram resultados “muito estranhos”;
    - Alvar Hanso esteve preso em sua casa na Noruega nos últimos anos em função de tratamentos médicos.

  • Dr. Thomas Mittelwerk (Presidente e Chefe de Tecnologia): segundo o site da fundação, é um pesquisador especializado em genética, mas não foi encontrado nenhum registro que prove que ele estudou na CalTech:
    - É tido como uma pessoa má e sem consciência;
    - Mittelwerk também participa da direção da Corporação Widmore, e está envolvido com a organização do Sr. Paik (pai da Sun);
    - Aparentemente ele assumiu o controle da Fundação Hanso quando Alvar se ausentou, mudando o foco de diversos projetos da organização;
    - Mittelwerk também também pode ter passado por tratamentos para prolongar sua vida, já que os resultados de seus testes são estranhos;
    - Após ter seus planos quase expostos ao mundo, Mittelwerk simulou uma invasão da polícia ao prédio da Fundação Hanso, que logo em seguida foi explodido, levando consigo todas as provas que o incriminavam;
    - Mittlewerk ainda tem um vírus desenvolvido para matar 30% da população onde ele é deflagrado (existem indícios de este vírus fazer parte de um projeto para diminuir a população mundial, combatendo o problema da superpopulação).

  • Hugh McIntyre (Diretor de Comunicações):
    - Chegou a aparecer na televisão nos EUA em um programa de entrevistas, onde disse que Lost é apenas um seriado e não deve ser levado a sério, e que a Fundação Hanso estava fazendo um ótimo trabalho;
    - Ele tinha uma amante, Darla Taft, que era uma funcionária do Consórcio Global de Bem Estar (ligado a um dos projetos da fundação);
    - Hugh e Darla morreram em um acidente de automóvel pouco antes de ela fornecer informações sobre os projetos da fundação a Rachel Blake (filha de Alvar Hanso que estava investigando as atividades da Fundação Hanso).

  • Peter Thompson (Vice-Presidente, Conselheiro Geral e Secretário): é um advogado que representou clientes como empresas acusadas de poluir o meio-ambiente, empresas de cigarro e criminosos, e depois de ter câncer, e ser curado pela Fundação, acabou trabalhando para ela:
    - Substituiu o diretor do Consórcio Global de Bem Estar;
    - Ele e Mittelwerk não se entendiam muito bem.

Atividades da Fundação Hanso (todas as informações abaixo foram divulgadas durante o Lost Experience):

  • O Projeto de Extensão de Vida tem como seu maior exemplo de sucesso Joop, um orangotango de 105 anos (fonte: Lostcast);
  • A Iniciativa de Previsão Matemática pode estar sendo utilizada para começar guerras, e não previni-las (fonte: Lostcast);
  • A Fundação Hanso pode ter ligações com compra ilegal de órgãos (fonte: Lostcast);
  • Durante pesquisas com primatas em Zanzibar, na África, pode ter sido responsável pela disseminação de uma doença que afeta o cérebro humano (fonte: Lostcast);
  • Existem dicas de que os tubarões (um dos quais visto na Ilha) sejam modificados geneticamente (semelhante aos ursos polares) (fonte: Jovem Nerd);
  • Como parte da Iniciativa de Pesquisa Eletromagnética, a fundação tem uma grande torre de antena de rádio no mar do Japão, que está causando muita interferência na rede elétrica da Coréia, além de deformidades nos peixes nascidos na área (fonte: Jovem Nerd);
  • Enzo Valenzetti (citado no mapa da porta da Estação Cisne) foi um matemático contratado pela ONU em 1963 para prever o futuro da humanidade. Com este objetivo elaborou uma equação para prever o apocalipse. A Fundação Hanso roubou esse segredo e começou a usá-lo para seus propósitos. Já Valenzetti supostamente morreu em um misterioso acidente de avião (fonte: Lostcast);
  • No Instituto Vlk, na Islândia, ligado à fundação, ocorriam experimentos usando estudantes autistas para calcular fissão nuclear, baseando-se na Equação Valenzetti. As equações de alguma forma incluem os mesmos hieróglifos vistos no contador, quando ele zera, que significam “Submundo” (fonte: Jovem Nerd);
  • Gary Troup, o autor de “Bad Twin”, também escreveu um livro sobre Valenzetti, mas a Fundação Hanso comprou todas as cópias e as usou para informações próprias (fonte: Jovem Nerd);
  • Existe a possibilidade da Corporação Widmore ter criado uma arma de pulsos eletromagnéticos que seria capaz de derrubar aviões (fonte: Lostcast);
  • Os chocolates Apollo foram comprados pela Fundação Hanso nos anos 70, e um comunicado secreto diz que os chocolates contém ingredientes que podem causar alucinações e ser usados para espalhar um vírus (fonte: Lostcast);
  • A fundação contratou a organização do Sr. Paik (pai da Sun), para que ela construisse um navio-hospital chamado Helgus Antonius. Não se sabe para que propósito ainda, mas todas as alas do barco estavam em quarentena (fonte: Jovem Nerd);
  • Há um projeto super-secreto da DHARMA chamado Protocolo Aranha, que busca o melhor “alvo-ilha” antes de fixar uma localidade. Há informações desse projeto no Sri Lanka (fonte: Jovem Nerd).

Corporação Widmore: tem como proprietário Charles Widmore, um industrial e filantropo, cujo nome está ligado tanto à indústria de construções como à farmacêutica:

  • Seu nome foi visto pela primeira vez em um prédio, próximo a um estúdio de TV onde Charlie gravava um comercial de fraldas estrelado pelo Drive Shaft, que trazia “Construções Widmore” pintado em sua fachada;
  • Os Laboratórios Widmore são responsáveis pela produção do teste de gravidez feito pela Sun;
  • O nome do laboratório estava pintado no motor do balão onde estava o verdadeiro Henry Gale;
  • Seu dono, Charles Widmore, é pai de Penny, namorada de Desmond, e foi o patrocinador da “volta ao mundo” que este decidiu fazer assim que saiu da prisão;
  • Penny mantém um posto de monitoramento global de anomalias eletromagnéticas, supostamente localizado na Antártica, comandado por dois “brasileiros”, que talvez tenham localizado a Ilha;
  • Assim que desativou o dispositivo da Estação Espelho, que impedia qualquer sinal saído da Ilha de chegar ao exterior, Charlie, de alguma forma, conseguiu abrir um canal de comunicação direto com Penny, que finalmente descobriu que Desmond, assim como parte dos passageiros do vôo 815 da Oceanic, estava vivo;
  • Tento em vista que as Organizações Widmore possuem alguma ligação com a Fundação Hanso, e conseqüentemente com a Iniciativa Dharma, sustento a hipótese de que a Construções Widmore foi encarregada de construir toda a infraestrutura do complexo do projeto na Ilha, enquanto os Laboratórios Widmore são os responsáveis por fornecer todos os medicamentos usados pelos membros da Dharma.

Mittlelos Bioscience: organização usada pelos Outros para atuarem no mundo exterior, provavelmente com a intenção de não demonstrarem qualquer vínculo com a Fundação Hanso e sua fracassada Iniciativa Dharma:

  • Foi mencionada pela primeira vez quando Richard Alpert tentava convencer Juliet a fazer parte da equipe de pesquisadores financiados pela organização;
  • Possuem recursos suficientes para contratar especialistas em diversos ramos da ciência espalhados pelo mundo, e levá-los até a Ilha;
  • É possível que esteja envolvida no seqüestro de Anthony Cooper, segundo o qual estava dirigindo seu carro em Tallahassee quando bateram na traseira do veículo, arremesando-o na mureta da pista. Pouco depois uns paramédicos o socorreram, amarraram-no em uma maca, e o puseram dentro de uma ambulância, enquanto lhe injetavam um “soro”. Depois disso adormeceu, e só acordou na Ilha.

Querem saber mais sobre o Lost Experience? Dêem uma olhada neste resumo detalhado que o Guileite do site Lostcast fez sobre o jogo, que nos revelou muitas informações sobre a Fundação Hanso (também disponível em PDF), algumas delas usadas para fazer esta parte do guia.

E caso tenha perdido as partes anteriores deste guia, seguem os links para todas logo abaixo:

1ª parte - Animais e Criaturas da Ilha

2ª parte - Locais e Elementos Misteriosos

3ª parte A - Fenômenos Gerados pela Ilha

3ª parte B - Fenômenos Gerados pela Ilha (continuação)

Continuamos na próxima semana com: "A Iniciativa Dharma"

Rodrigo "Wolv" Ferreira

sábado, 16 de junho de 2007

[THE SOPRANOS] Fim de uma era!

É sempre tão chato ver episódios finais de séries, primeiro porque eles são finais, depois deles não virá mais nada, segundo porque eles constantemente nos lembram que, INFELIZMENTE, seriados (bons ruins, péssimos e ótimos) acabam...




Há mais de 8 anos atras (a série começou dia 10/01/1999), há seis temporadas, há 86 maravilhosos episódios, essa "familia meiga" representada na foto acima, entrava na casa dos fãs, pela primeira vez, junto com ela, vinha a promessa de um seriado que nos mostraria de maneira nua e crua, de maneira extremamente realista, o dia a dia de uma familia mafiosa em New Jersey...

Desde então fomos apresentados a uma série de histórias e personagens muito bem construidos (muitos também, muito bem destruidos), aos quais presto uma homenagem colocando-os nas 4 sequencias de fotos abaixo:






E assim fomos ao longo dos anos, conhecendo o dia dia desses personagens, nos acostumando, gostando, chegando, muitas vezes, ao cúmulo de ficar com dó e até torcer frenéticamente por esse grupo sanguinário de sociopatas, sem nenhum respeito com o próximo (que não estivesse realmente próximo por laços de sangue...)

Então um belo dia (10 de junho de 2007), o esperado e não desejado, acontece, surge o episódio final!

Muitos fãs (a maioria acho eu) pelo mundo todo, odiaram, muitos até hoje estão protestando em todos os lugares e para todas as pessoas que puderem, maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaas embora eu odeie finais de seriados que eu amo, eu assumo que amei esse final!!

Ta bom! Por uns 7 minutos eu fiquei olhando aquela tela escura, xingando quem tinha colocado aquela cópia cortada na internet, depois por mais uns 23 minutos (totalizando meia hora) eu comecei a xingar sozinho, todas as gerações de quem escolheu aquele final (dizem algumas lendas que existiam 3 finais possíveis), só que aos poucos eu fui acalmando e pensando, revi o final mais algumas vezes também e, então, algo aconteceu... Eu comecei a "entender", a captar o genial final!!

Antes de comentar sobre esse final genial(p/mim e terrivel p/os outros fãs), convido, quem quiser, a ver abaixo o video (que eu duvido que fique muito tempo no ar), dos últimos minutos desse seriado que vai fazer falta...MUUUUITA FALTA



Quem criou essa sequencia final, conseguiu, dentre muitas outras coisas, nos fazer acreditar que Meadow seria poupada de uma chacina, por não conseguir parar o carro(e aí teríamos, talvez, ela crescendo e comandando a familia); quem criou essa sequencia final, com o sujeito levantando e indo ao banheiro, fez uma sutil homenagem à biblia dos filmes de máfia, me refiro ao Poderoso Chefão; quem criou essa sequencia final, TOTALMENTE pautada na visão de Tony e finalizada com a impossibilidade dele (e nós por tabela) ver Meadow entrando (só vindo a ouvir o barulho do sino da porta abrindo); quem fez tudo isso, quem criou tudo isso, quem se ateve a todos os detalhes (um detalhe que merece destaque, é o fato de Tony ouvir o sino da porta, mas não ouvir o estampido do possível tiro em sua cabeça, e tal destaque a esse detalhe, se deve ao cuidado e ao realismo dessa cena, pois muitos sabem que um projetil é mais rápido que o som, por isso que, seja na ficção, seja na vida real, qdo se ouve um tiro, o correto é se jogar no chão, se proteger, pois se vcs ouviram o tiro, ele já passou e vcs estão inteiros deste, mas se joguem, se protejam p/evitar os próximos...), não merece criticas, muito pelo contrário, merecia ser premiado(a), pois a sequencia foi GENIAL!!!!!!!!!

Pena que não teremos mais episódios dessa série, pena que não veremos mais as aventuras e desventuras de "T" & gang (literalmente), pena que tudo indica que tivemos o fim da era máfia, seja no cinema seja na telinha, pois depois de "The Godfather" no cinema e "The Sopranos", na tv, dúvido que alguem consiga, no minimo, manter tal nível (torço para estar errado...), mas, por outro lado, pelo menos tal ERA, acaba de forma digna!

Vai deixar saudades?
Sem dúvida!!

Mas que descanse em paz, pois cumpriu seu papel com louvor!


DON'T STOP BELIEVIN
(Journey)

Just a small town girl, livin' in a lonely world
Apenas uma garota do interior,vivendo num mundo solitario
She took the midnight train goin' anywhere
Ela pegou o trem de meia-noite indo pra qualquer lugar
Just a city boy, born and raised in south Detroit
Apenas um garoto da cidade, nascido e criado em Detroid do sul
He took the midnight train goin' anywhere
Ele pegou o trem de meia-noite indo pra qualquer lugar.

A singer in a smokey room
Um cantor numa sala de fumantes
A smell of wine and cheap perfume
Cheiro de vinho e perfume barato
For a smile they can share the night
Por um sorriso eles podem dividir a noite
It goes on and on and on and on
E vai e vai e vai e vai

Strangers waiting, up and down the boulevard
Estranhos esperando, de cima a baixo no Boulevard
Their shadows searching in the night
Suas sombras procurando na noite
Streetlight people, living just to find emotion
Pessoas das luzes das ruas,vivendo apenas para achar emoção
Hiding, somewhere in the night
Escondendo-se,em algum lugar da noite

Working hard to get my fill,
Traballhando duro pra me manter
everybody wants a thrill
todos querem uma vez
Payin' anything to roll the dice,
Pagando tudo para rolar o dado,
just one more time
só mais uma vez
Some will win, some will lose
Alguns vão vencer,alguns vão perder
Some were born to sing the blues
Alguns nasceram para cantar o Blues
Oh, the movie never ends
Oh,o filme nunca acaba
It goes on and on and on and on
E vai e vai e vai e vai

(refrão)

Don't stop believin'
Não pare de acreditar
Hold on to the feelin'
Agarre-se ao sentimento
Streetlight people
Pessoas das luzes das ruas.

[FNL] 1x01 Pilot

Os 5 dias de preparação para o jogo de sexta-feira, estréia da temporada. Na apresentação da equipe, através de entrevistas na beira do campo, descobrimos que Coach Taylor tem sua primeira oportunidade como técnico-geral após 6 anos trabalhando no Dillon Panthers, e que Jason Streets é seu principal jogador, celebrado como o melhor quarterback a aparecer nos últimos 25 anos.
A cidade concentra-se, então, em tentar ao máximo apoiar o time, ao mesmo tempo que mostra uma cobrança excessiva, através dos jornalistas, diretores e até a prefeita. Mas o jogo de estréia guarda surpresas extremamente desagradáveis para o Dillon Panthers.
10. Under pressure. Que bela festa para o time aparecer, não? Coach Taylor descobre que só a vitória interessa. A prefeita mostra toda sua autoridade e recomenda a Saracen ouvir Black Sabbath. Okay, não é uma sugestão ruim... ainda que meio fora de contexto. E Riggins enfrenta investidas de fãs hmm... experientes, eu diria. "You ever blitzed an older woman? You could you know." Haha. Go, Riggins.
9. Coach Taylor. Seguro. Essa é a principal característica da atuação de Kyle Chandler. Emoção, dedicação e talento com certeza o levarão a suceder no novo cargo, mesmo com muita gente sendo contra.
8. Jason Streets #6. O melhor quarterback a aparecer nos últimos 25 anos. Uma tremenda responsabilidade. Mas ele corresponde chamando a atenção pra si quando o time precisa, no intervalo do jogo. Ele é o capitão, o personagem principal do time, aquele que serve de exemplo e divide entrevistas com o treinador. E ainda acha tempo pra amar Lyla Garrity, mesmo essa sendo a parte mais fácil de seu dia.
7. Smash Williams #20. "Man, this is the best team. They've got me." Não tem melhor forma de apresentá-lo. Smash é orgulhoso, mas consegue cumprir muito bem seu papel no campo. A jogada que ele faz, pulando sobre a linha de defesa a uma jarda é sensacional, mesmo pra ficção. Entretanto, vamos ver como ele sente a pressão do belo dia que as coisas começarem a não funcionar.
6. Clear Eyes, Full Heart, Can't Lose. Como marketing é ótimo o time (e no caso, o seriado) ter uma frase como lema. A preleção quando ela é introduzida também merece destaque por Coach Taylor. "I expect you to play football". Uma pena que a frase foi pessimamente traduzida na também péssima legendagem brasileira como "Visão e Coragem, Não perdem!"...
5. God. Sim, Deus tem coisas mais importantes pra preocupar-se além do futebol. Ainda assim, o paralelo feito entre futebol e religião é bem interessante. São praticamente costumes deixados de geração em geração, principalmente numa cidade pequena como Dillon.
4. Tim Riggins #33. Acho que Riggins foi o personagem mais brutalmente introduzido numa série que já vi. Primeiro ele diz odiar Smash por uma razão desconhecida e em seguida é jogado no meio de uma roda, tomando tackles seguidos dos outros jogadores como punição por aparecer bêbado. A cena é intensa, mas não conseguiu me causar comoção. Realmente conseguiram pintar um belo "vilão" no time.
3. Matt Saracen #7. Ator coadjuvante, jogador coadjuvante. Alçado num só episódio a jogador e personagem principal. Bravo!
2. O lançamento de Saracen. Na cena mais eletrizante da partida, Matt Saracen, após duas jogadas medíocres, consegue colocar dois membros da Defensive Line ao chão enquanto corre de costa. Mais um excelente trabalho de câmera, seguindo o jogador de diversos ângulos, embora, como sempre, o slow-motion fosse dispensável. Lançamento perfeito de aproximadamente 40 jardas. Touchdown, Panthers!
1. O acidente. Existem coisas que acontecem no esporte que são difíceis de explicar. Momentos inexperados que tomam o coração daqueles que jogam e torcem nos estádios. Posso exemplificar. Serginho, atleta do São Caetano, teve uma parada cardiorrespiratória num jogo contra o São Paulo há 3 anos atrás, e saiu do estádio do Morumbi já falecido. Eu estava no estádio e faltam palavras, até hoje, pra eu dizer o que aconteceu ali. Lembro-me do choro generalizado entre torcedores e atletas em campo. O jogo foi suspenso e os jogadores de ambas as equipes fizeram uma corrente pra rezar por ele.
Acho até forçada essa superação que os membros do Dillon encontraram pra continuar na partida, principalmente por serem tão novos, mesmo pelas proporções do acidente terem sido menores. Ainda assim, entendo que ganhou-se muito em emoção com a entrada de Saracen no lugar de Streets. Ao final, a visita do time ao hospital e as cenas de Streets na cama, imóvel, foram pra fechar com chave-de-ouro esse ótimo episódio-piloto.



e.fuzii

quinta-feira, 14 de junho de 2007

[Filme] O Pianista


O que é viver?

Viver é apenas se manter com consciência, andar, respirar e comer? Ou, viver é além disto?

Viver é ter a possibilidade de cultuar quem se ama, se entregar ao que te faz bem e saber que não importa o que aconteça, pois, ao final da vida, olhar para trás e ver tudo o que passou traz a sensação de missão cumprida e a paz que a boa morte precisa para ocorrer.

No filme “O Pianista” o judeu Wladyslaw Szpilman vive, e em toda a sua plenitude ele vive com vontade de viver mais e poder continuar se entregando aos seus amores e e a sua arte, a música.

A cena onde ele está escondido em um apartamento, sem poder fazer um barulho se quer, com o risco de ser pego traz o momento mais lírico do filme. Ele se aproxima de um piano, abre sua tampa e toca. Mas toca sem encostar nas teclas, nós ouvimos sua musica, musica que nos remete a uma Polônia com medo, abandonada e sem perspectivas.

Ele lutou para fazer música e a música o salvou.

Outro momento desconcertante é o seu encontro com o Capitão Wilm Hosenfeld, no que restou do Gueto após a sua destruição. O Capitão sabe que a guerra está perdida e talvez, vislumbrando sua última possibilidade de sobreviver, ele salva Szpilman da morte. Na verdade não o salva da morte, apenas o poupa dela.

Além da música, a realidade de que existem bons e maus Alemães, bons e maus judeus, bons e maus nazistas nos bate mais forte, nos escancarando a realidade de que muitos dos que lutavam pelos lado Nazista também eram vítimas e que é possível ter um momento de redenção, de arrependimento e de culpa.

Um filme lindo, que deve ser visto por todos. Principalmente pelos amantes da boa música.

Um espetáculo!


Ficha Técnica

Título Original: Le Pianiste

Gênero: Drama

Tempo de Duração: 148 minutos

Ano de Lançamento (França): 2002

Site Oficial: http://www.thepianist-themovie.com/

Estúdio: Studio Canal / Beverly Detroit / Interscope Communications / Mainstream S.A. / Meespierson Film C.V. / R.P. Productions

Distribuição: Studio Canal / Bac Films / Europa Filmes

Direção: Roman Polanski

Roteiro: Ronald Harwood, baseado em livro de Wladyslaw Szpilman

Produção: Robert Benmussa, Roman Polanski e Alain Sarde

Música: Wojciech Kilar

Fotografia: Pawel Edelman

Desenho de Produção: Allan Starski

Direção de Arte: Sebastian T. Krawinkel

Figurino: Anna B. Sheppard

Edição: Hervé de Luze

Elenco

Adrien Brody (Wladyslaw Szpilman)

Thomas Kretschmann (Capitão Wilm Hosenfeld)

Frank Finlay (Pai)

Maureen Lipman (Mãe)

Emilia Fox (Dorota)

Ed Stoppard (Henryk)

Julia Rayner (Regina)

Jessica Kate Meyer (Halina)

Ruth Platt (Janina)

Katarzyna Figura (Kittie)

Valentine Pelka (Michal)

Popeck (Rubinstein)


Sinopse

O pianista polonês Wladyslaw Szpilman (Adrien Brody) interpretava peças clássicas em uma rádio de Varsóvia quando as primeiras bombas caíram sobre a cidade, em 1939. Com a invasão alemã e o início da 2ª Guerra Mundial, começaram também restrições aos judeus poloneses pelos nazistas. Inspirado nas memórias do pianista, o filme mostra o surgimento do Gueto de Varsóvia, quando os alemães construíram muros para encerrar os judeus em algumas áreas, e acompanha a perseguição que levou à captura e envio da família de Szpilman para os campos de concentração. Wladyslaw é o único que consegue fugir e é obrigado a se refugiar em prédios abandonados espalhados pela cidade, até que o pesadelo da guerra acabe.


Davi Godoy

LOST: O Que Sabemos Até Agora - 3ª Parte B

FENÔMENOS GERADOS PELA ILHA (continuação)

Sonhos: ao longo de toda a série, diversos personagens tiveram sonhos que podem ou não ser atribuídos a alguma influência exercida sobre eles pela Ilha. Eu os classificaria em dois tipos básicos: os sonhos premonitórios e os sonhos instrutivos:

Sonhos premonitórios: como o próprio nome indica, são aqueles que revelam, metafórica ou literalmente, eventos que ainda ocorrerão. Segue abaixo os que já vimos até então:

  • Claire foi a primeira a ter esse tipo de sonho. Ainda grávida na época, no sonho em questão ela se via sem barriga, vagando sem rumo pela floresta da Ilha, ouvindo um choro insistente de bebê. Logo ela encontra Locke, jogando cartas sozinho, de cabeça baixa. Assim que Claire se aproxima, Locke interrompe o jogo, ergue a cabeça em sua direção, exibindo um olho totalmente preto, e o outro inteiramente branco (semelhantes às pedras de mesma cor encontradas por Jack junto aos cadáveres “Adão e Eva”), e lhe diz: “Ele era sua responsabilidade, mas você o deu, Claire. Todos pagam o preço agora.” Claire se assusta, e corre mata adentro até encontrar um berço. O móbile preso a ele toca “Catch a Falling-Star” (Pegue uma Estrela Cadente), a música que seu pai lhe cantava quando era pequena. Seu enfeite é uma miniatura do avião da Oceanic partido ao meio. Ocorre um leve tremor, e o móbile começa a girar. Para o desespero de Claire, quando se aproxima do berço, no lugar de um bebê encontra uma poça de sangue.
    Este sonho pode ser uma forma que a Ilha encontrou de alertá-la sobre o perigo que ela corria ali pelo fato de estar grávida, pois já sabemos o quanto este estado pode ser fatal para uma mulher naquele lugar.
  • Outro sonho premonitório, que também pode ser encarado como instrutivo, foi o que Locke teve quando buscava um meio de abrir a escotilha. Na época ele vinha perdendo a esperança de conseguir isto, o que acabou refletindo em seu estado físico, fazendo com que perdesse temporariamente o movimento das pernas. No sonho Locke era surpreendido pelo barulho do motor de um avião. Quando olha para o céu vê o avião nigeriano caindo mais adiante na floresta. Em seguida sua mãe, Emily, aparece repentinamente, apontando para o céu. Boone, em estado de transe, subitamente aparece coberto de sangue, dizendo sem parar: Theresa cai escada acima, Theresa cai escada abaixo. Quando tenta caminhar até ele, Locke se descobre novamente preso à cadeira de rodas. Mais tarde, seguindo a direção onde o avião caiu no sonho, Boone e Locke o encontrariam em uma clareira. A descoberta terminaria com a morte do rapaz, e o retorno do movimento às pernas de Locke.

Sonhos instrutivos: sua função é servir de conselhos ou orientações:

  • O primeiro a ter este tipo de sonho foi Boone. Quando ele ainda se mostrava relutante em seguir Locke em sua busca pelas verdades da Ilha, este o amarrou e aplicou-lhe uma pasta alucinógena que o indiziu ao sono. No sonho Boone encontrava Shannon amarrada a uma árvore, prestes a ser atacada pelo “monstro”. Ele consegue desamarrá-la a tempo de fugirem juntos, mas durante a correria Shannon fica pra trás e é pega pela criatura. Mais adiante Boone encontra o corpo da irmã adotiva dilacerado e largado na beira de um rio.
    Apesar do espanto provocado pela cena, após relatar o sonho para Locke, Boone confessou que se sentiu aliviado ao vê-la morta. Foi a partir deste sonho que Boone se afastou da irmã, e se empenhou mais arduamente na tarefa de abrir a escotilha;
  • Quando se viu responsável pela “administração” da despensa da Estação Cisne, Hurley teve um sonho que o fez lembrar do quanto pode ser perigoso guardar um segredo, que no caso seria a existência da tal despensa, até que se resolvesse a melhor forma de dividir a comida entre os sobreviventes do 815.
    No sonho ele se via comendo a vontade todas as guloseimas do lugar, até ser surpreendido por Jin e o funcionário do posto de gasolina que lhe vendeu o bilhete de loteria premiado. Jin se dirige a Hurley falando um inglês impecável, enquanto o funcionário do posto, vestindo-se como o mascote da Mr. Clucks, emitia o mesmo barulho do contador da Estação Cisne. O sonho terminava com Hurley respondendo a Jin em coreano, e este dizendo a frase: “Tudo vai mudar”.
    No final, ele se decidiu por distribuir a comida por sua própria conta, livrando-se da responsabilidade de guardar um segredo que poderia prejudicar seu relacionamento com todos os demais, como ocorreu entre ele e seu amigo Johnny, quando este descobriu que Hugo estava lhe escondendo o fato de ter ganhado na loteria;
  • Charlie também teve os seus sonhos instrutivos quando Claire, depois de descobrir que ele escondia santinhas cheias de heroína, exigiu que se afastasse dela e de Aaron. No primeiro sonho Charlie revivia uma lembrança de sua infância, no Natal em que sua mãe lhe dera um piano de presente. Quando senta para tocar o instrumento, seu irmão, Liam, que também aparece no sonho como criança, subitamente aparece já adulto, usando fralda (referência ao comercial de TV gravado pelo Drive Shaft), pedindo para salvá-los. No mesmo instante Charlie também se vê adulto. Seu pai aparece rapidamente como um açougueiro que decapta bonecas com requintes de crueldade, e tenta desmotivá-lo a seguir o caminho da música. Assim que começa a tocar, o cenário muda de sua modesta residência para o mar da Ilha. Ouve-se um choro de bebê, que logo se revela vir de dentro do piano. Aaron está preso em seu interior, e Charlie não consegue tirá-lo de lá. O sonho termina com ele ouvindo sussurros vindos da floresta, e o piano sendo carregado mar adentro;
  • O segundo sonho começa com Charlie na praia da Ilha vendo o berço de Aaron ser carregado mar adentro. Com muito custo ele consegue resgatar o bebê. De volta à praia encontra sua mãe e Claire vestidas como dois anjos, ambas ajoelhadas na areia. O avião nigeriano cai do céu ao fundo, na direção da floresta, e uma pomba branca dá um rasante e some de cena. Elas repetem insistentemente que o bebê corre perigo e precisa ser salvo. O sonho termina com Hurley surgindo de repente, vestido como João Batista, chamando seu nome. Após isto, Charlie desperta e se vê na beira do mar segurando Aaron, enquanto Hurley, confuso, o encara.
    O sonho inteiro é uma referência ao quadro que aparece no primeiro sonho, retratando o batismo de Jesus Cristo.
    Por fim, com a ajuda de Mr. Eko, Charlie descobre que os sonhos eram um aviso para que ele ajudasse a salvar a alma de Aaron através do batismo, evitando que ela ficasse presa no limbo caso morresse. Vale lembrar que Charlie era católico;
  • Mr. Eko teve seu sonho de instrução quando Locke estava descrente sobre a importância de apertar o botão da Estação Cisne. No sonho ele via Ana Lucia na praia, minutos depois de ela ser assassinada por Michael (fato este que Eko desconhecia naquela hora). Inicialmente ela parece normal, mas instantes depois passa a exibir o ferimento da bala no meio do peito, e lhe diz que precisa ajudar John. Subitamente o cenário ao redor muda, e o nigeriano se vê dentro da estação, onde encontra seu irmão, Yemi, cuidando do computador. Este o adverte do quão importante é o trabalho desempenhado ali, e o instrui a convencer Locke a levá-lo até local marcado com um ponto de interrogação no mapa visto por ele na porta reforçada da Cisne. O sonho termina com Yemi digitando códigos no teclado do computador, cujas teclas são todas pontos de interrogação, pouco antes do marcador zerar (nele também aparecem interrogações no lugar de números). A estação começa a tremer, como num terremoto, mas logo pára, assim que o código, desconhecido por Mr. Eko, é inserido;
  • Quando ele e Mr. Eko se uniram para encontrar o “?” do Mapa da Dharma, Locke também teve um sonho de instrução, no qual se via na pele do padre, guiado por Yemi até o barranco onde o avião nigeriano se encontrava antes de cair, levando Boone à morte. Só era possível ver a marca da interrogação, feita na clareira abaixo, a partir daquele ponto;
  • Locke vendo-se desprovido de um propósito, após a destruição da Cisne, realizou um ritual xamânico, construindo uma "tenda de suor", na qual pediu novas instruções à Ilha. Esta o respondeu sob a forma de um sonho no qual o falecido Boone era seu "guia espiritual", ajudando-o a encontrar sua nova missão, conduzindo-o em uma cadeira de rodas através de um "aeroporto metafórico" em que todos os presentes eram pessoas com as quais convivera na Ilha. Cada um representava uma possibilidade de intervenção sua, porém nenhuma destinada a receber sua ajuda. Era Mr. Eko, o único ausente, aquele que necessitava de seu auxílio.

Fantasmas: podemos chamá-los também de materializações, já que não correspondem apenas a pessoas mortas, mas também a reminiscências do passado de cada um daqueles que viram alguma. Muitos os consideram manifestações da Ilha, ou ainda uma das formas do monstro de fumaça se comunicar. O que dá pra dizer é que sua origem ainda é incerta. Saibam abaixo sobre cada uma de suas aparições:

  • O primeiro foi Cristian Shepard, o pai de Jack, que conduziu o filho floresta adentro até as cavernas onde havia uma fonte d’água. Não há como dizer se foi intencional ou não. O fato é que Jack, na época, estava exausto, praticamente sem dormir, e atendendo sem descanso todos os sobreviventes desde o acidente. Também é importante observar que, nas cavernas, ele encontrou vazio o caixão onde devia estar o corpo do pai. Ele próprio alegou, na ocasião, que tudo pode ter sido uma ilusão provocada pelo cansaço e estresse;
  • Depois tivemos Walt, que apareceu para Shannon em duas ocasiões. Na primeira, logo após seu seqüestro pelos Outros, o garoto apareceu ensopado, falando de trás pra frente a frase: “Não aperte o botão. O botão é mau” (embora alguns afirmem que na verdade é “Aperte o botão. Não aperte o botão. O botão é mau”, eu acho mais lógica a primeira).
    Na segunda aparição ele estava novamente encharcado, e surgiu dentro da barraca onde Shannon havia transado com Sayid minutos antes. Dessa vez ele também disse uma frase de trás pra frente, mas não foi possível identificar seu conteúdo.
    Por fim, na terceira vez, Walt apareceu tanto para ela como para o iraquiano. Fez-lhe um sinal para que se calasse, e fugiu para dentro da mata. Shannon, curiosa, resolveu segui-lo, e acabou mortalmente ferida por um tiro disparado por Ana Lucia, que a confundiu com um Outro;
  • Dave, o amigo imaginário de Hurley, foi outra das aparições misteriosas ocorridas na Ilha. Ele tentava convencê-lo de que tudo o que ocorrera desde que Hugo não aceitou fugir da instituição psiquiátrica onde estava internado não passava de uma grande ilusão criada por sua mente, incluindo o prêmio que ganhou da loteria, o acidente de avião, a Ilha, e seu relacionamento com Libby. Tudo que ele precisava fazer para despertar da ilusão, segundo Dave, era pular de um precipício da Ilha.
    No final Libby convenceu Hurley de que apenas Dave era uma ilusão, enquanto todo o resto permanecia real.
    Dave pode ser considerado mero fruto da imaginação de Hurley, cuja mente estava perturbada pela culpa que sentia por comer demais, a ponto de esconder comida dos outros sobreviventes para alimentar seu vício.
    “Dave” é a forma abreviada de David, que por sua vez é o nome do pai de Hurley, que o abandonou quando era criança, e também o nome do marido de Libby, que morreu de uma doença ainda não revelada;
  • O cavalo preto que Kate encontrou na floresta também é considerado uma materialização, provavelmente provocada pela Ilha. O animal era idêntico àquele que causou, no passado de Kate, o acidente de automóvel que a permitiu fugir do agente Marshall pela primeira vez;
  • Já Mr. Eko foi conduzido pelo “fantasma” de Yemi até o local próximo à Estação Pérola, onde ainda estavam os destroços do avião nigeriano. No caminho foi atormentado pelos “zumbis” dos traficantes que ele havia matado na Nigéria, quando assumiu o lugar do irmão na igreja do vilarejo onde Yemi vivia. Quem também apareceu na floresta foi o coroinha que Eko conheceu na mesma época.
    Após descobrir que o corpo do irmão havia desaparecido do interior da fuselagem, Mr. Eko teve um novo encontro com o fantasma, que lhe pediu para se confessar. Ele negou o pedido, dizendo que não se arrependia de nada do que havia feito, pois foi tudo por sua sobrevivência e a do seu irmão. Isto fez com que o fantasma fugisse para dentro da floresta, pouco depois de dar a entender que ele não era o verdadeiro Yemi (“Você fala comigo como se eu fosse seu irmão”). Mr. Eko tentou segui-lo, mas na floresta foi surpreendido pelo monstro de fumaça, que o matou;
  • Ben também encontrou-se com um “fantasma” na Ilha, quando ainda era criança. Tratava-se de sua mãe, Emily, que o atraiu para os limites do quartel da Iniciativa Dharma, demarcados e protegidos pela cerca sônica. Ben queria acompanhá-la floresta adentro, passando para o outro lado da cerca, mas ela não deixou, dizendo que “ainda não era a hora”;
  • Por fim, Walt reapareceu repentinamente para Locke, quando ele já perdia as esperanças de sair vivo, e totalmente recuperado, de dentro da vala onde Ben o jogou logo após baleá-lo. Insistiu para que ele se levantasse, pois tinha “trabalho a fazer.”

Por hoje é só. Continuamos na próxima 3ª feira, com: "As Organizações de LOST."

Confiram as 3 primeiras partes nos links abaixo:

1ª parte - Animais e Criaturas da Ilha
2ª parte - Locais e Elementos Misteriosos

3ª parte A - Fenômenos Gerados pela Ilha

Rodrigo "Wolv" Ferreira