quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

[24] 6x11 - 4 P.M. - 5 P.M.

Bom dia amigos, fãs de 24, apreciadores da série, odiadores e afins. Foi uma longa semana até este episódio, que, da mesma forma que o 6x06, foi de transição e revelações, e senti que ele acabou muito rapidamente pelo tempo que esperei para assisti-lo, :( Mas 24 é assim. É a única desvantagem da série. E devo já começar confessando que assisti a droga do promo, e tenho que agradecer a Deus por não morar em lugares que exibem o episódio em primeira mão, pois haveria os intervalos e também as chamadas do próximo; no caso de 24, elas só arruínam a graça do episódio que há por vir. Tentarei não ver mais promos...

Antes de comentar o episódio, vale um comentário pela legenda: estava beirando a perfeição. De forma alguma estou criticando a Equipe24br, também gosto muito dela, mas a equipe Others merece o elogio.


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Fiquei triste em saber que o que aconteceu a Logan depois de sua diabólica participação na quinta temporada foi apenas uma prisão domicilar. Mais triste ainda fiquei com a frieza desse reencontro, já que o Jack não é do tipo que trata bem aqueles que lhe fizeram mal. O que não entendi ainda foi o acordo secreto que Logan conseguira, que só então foi revelado ao Jack, mas os termos ainda estão obscuros. Claro que, como ex-presidente, ele deve ter muita história pra contar, mas o que não bate é que quem quer que tenha concedido o acordo a ele deveria ter pedido informações a respeito a morte de David Palmer em si, mas a única coisa que restou ser descoberta foi o papel de Graem e Phillip, o que permaneceu desconhecido, até ser descoberto nesta temporada. E se não foi sobre os Bauers, do que ele teria falado de tão bombástico para conseguir o acordo? Só se ele tivesse outros podres no currículo para usar na barganha, o que é inconsistente com o que a série nos mostrou desde o episódio 4x16. Todos foram enganados pela aparente bundabilidade do Logan na quinta temporada, quando então no 5x16 ele se revela peça chave na trama do Sentox, e descobrimos que ele autorizara a morte de David “pelo bem do país”. Fora a conspiração, eu ainda assim não acreditaria que ele tivesse cometido outros crimes notórios.


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E, curiosamente, descobrimos que já chega a dez o número de elementos envolvidos da conspiração, só não entendo, até agora, o que um russo teria para fazer nela.


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Bom, voltando aos fatos anteriores, Logan autorizou a morte do presidente russo em solo americano, em face a uma ameaça terrorista vinda de... separatistas russos. Lembramos também que a conspiração consistia em municiar terroristas (Bierko e companhia) com gás Sentox para atacarem a Rússia mas programar os cilindros para detonarem antes, nas caras deles, sem ferir nenhuma cidade russa, mas aproveitando o fato para provar a existência de armas químicas na região da Ásia Central, então justificar-se-ia o aumento do efetivo militar ali e, de acordo com os idealizadores do plano, garantir o “fluxo de petróleo para a América”. Dou parabéns a quem conseguir montar esse quebra-cabeças antes de ver o próximo episódio, porque eu ainda não consegui. Mas uma coisa é certa: esta parece ser a temporada mais intimamente relacionada com a que vem imediatamente antes. Gostei desse link direto entre a 5ª e a 6ª.

Este episódio foi abaixo da média, mas não quer dizer que tenha sido ruim. Ele foi mais centrado na armação dentro do bunker. E, como eu previa, Assad salvou Wayne, mas pelo jeito conseguirão colocar a culpa nele do mesmo jeito: ficou parecendo que ele detonou uma bomba como se estivesse presa ao corpo, para quem via de frente. E, com a capacidade de discnernimento reduzida pelo ataque, ninguém vai pensar que ele foi amplamente revistado antes de entrar, vão acusá-lo antes de fazer investigações. A não ser que Lennox sobreviva, já que ele ouviu tudo. No mais, este episódio reforça a minha preocupação com o rumo que a série vem tomando desde a quinta temporada: com tanta gente querida morta, os novos personagens estão custando a nos conquistar como os anteriores. E isso é algo que dá saudade na primeira temporada, em que a série retratava 24 horas da vida DE JACK BAUER, então a maioria das cenas eram voltadas para ele, também porque havia o drama familiar em paralelo com a ameaça do terror à vida de David Palmer. Agora, não que isso destrua completamente a série, mas o terror está claramente ganhando muito mais importância, e os personagens, que são essenciais para formar um vínculo mais forte entre a série e os espectadores, estão ficando de lado. Para você ver, Bill entrou na quarta temporada, e quanto sabemos sobre ele? Agora pegue os personagens desta temporada, Nadia é um bom exemplo. Chloe não está sendo devidamente aproveitada, e apenas Morris ta tendo a devida atenção. Por falar nisso, o desenvolvimento dele está satisfatório.

Vamos esperar então o 12, já que os episódios 12’s de cada temporada estão sempre entre os melhores. Basta olhar para trás e verificar! Abraços galera.

[Heroes] 1x17 - "Company Man"

Depois de um episódio muito bom que avançou consideravelmente a trama principal da série, “Heroes” segue com esse surpreendente “Company Man”, que traz muitas revelações, mais mistérios e mudanças drásticas para alguns de seus personagens. Infelizmente continuo achando que falta à série um time de roteiristas talentosos: é possível ver claramente as intenções dos autores em relação ao que vai acontecer e como deve acontecer, mas o desenvolvimento desses acontecimentos nem sempre é satisfatório.


Que não me entendam mal. Achei que o episódio poderia ter sido melhor exatamente porque os elementos da trama são excelentes. Mas “Company Man” evidenciou mais ainda a pobreza do texto da série. Os diálogos são medonhos e algumas soluções encontradas carecem de justificativa plausível. Alguns atores também não colaboram. Desculpem-me, mas Jack Coleman, o Mr. Bennet, desperdiça o papel que tem em mãos. Não chega a ser um Ramamurthy (Mohinder), mas no geral o elenco atua no nível de um drama adolescente, o que me incomoda, pois falta a energia que os atores de X-Men mostram, para ficar num exemplo semelhante.


Em uma série de tv é sempre um risco apontar erros no roteiro, sob pena de que eles podem ser explicados em episódios futuros. Mas minha primeira implicância com o episódio é: Onde foi parar Hana? Sendo uma espécie de internet ambulante, ela seria essencial para descobrir arquivos de Bennet, além do óbvio interesse que tem em saber o que aconteceu com ela. Oras, afinal foi ela quem começou a cruzada de Ted e Matt em busca de respostas. Eu espero que haja uma resposta coerente, caso contrário seu sumiço fica constando como conveniência do roteiro.


Onde está a Hana?

Minha segunda implicância é com a estupidez de Matt: de onde ele tirou que Mr. Bennet seria o responsável por sua habilidade de ler pensamentos? Matt já tinha descoberto seu dom antes de ser seqüestrado (e lembrava disso depois que sua memória foi apagada), não havia motivo para pensar desta forma.


Minha terceira implicância é com os poderes do Haitiano. É preciso que isso se explique logo. Muito se dizia de sua capacidade de bloquear poderes, mas o chefe de Bennet (o PÉSSIMO Eric Roberts) só faz menção à sua capacidade de apagar memórias. No entanto, isso não é o suficiente para bloquear as habilidades de Matt e Eden, e até mesmo apagar Sylar. E aí a dúvida que fica é: Por que diabos ele não apagou o Ted?! Teria sido fácil, prático e rápido. Acabaria com (quase) todos os problemas. Novamente porque era extremamente conveniente para o roteiro?


O Haitiano e seus poderes inexplicáveis.

Daí em diante, tudo parece desabar numa seqüência de absurdos, tão mal construídos (ou explicados) que me impediu de ter um envolvimento mais emocional com situações realmente dramáticas e trágicas envolvendo os protagonistas. Para começar, a presença do chefe de Bennet em sua casa. De onde ele surgiu? Pelo que entendi, o próprio Bennet quem o teria chamado, mas para que?! Sua presença claramente só piorou as coisas (ele NUNCA teria descoberto sobre a Claire), pois resolveu atirar em sabe-se lá quem. Foi apenas um tiro, de péssima pontaria e não conseguindo o que queria (matar Ted ou Bennet?), não é de se supor que ele atiraria de novo? Revendo a cena novamente, a impressão que dá é que se Eric Roberts aparecesse e dissesse “Estou aqui apenas para fazer com que Ted se descontrole e tenhamos momentos dramáticos com efeitos especiais bacanas”, teria dado no mesmo.


"Meu nome é Eric Roberts, sou péssimo ator e tô aqui porque o diretor mandou."

O descontrole de Ted é um daqueles momentos em que precisamos ignorar a verossimilhança. Primeiro, porque acredito que naquela situação ele teria explodido de uma vez, como se espera que aconteça em Nova York. Depois porque independente da intensidade, Matt NUNCA conseguiria ter saído vivo, muito menos sem ferimentos. O mesmo vale para Bennet que, vejam só, até tentou encostar num cara que estava exalando radiação o suficiente para botar fogo em toda a casa! Espero que ao menos a suspeita de contaminação por radiação seja abordada em episódios futuros.


A importantíssima seqüência final é precedida por um último flashback que estabelecerá a intensidade dramática dos últimos minutos do episódio. Seria uma cena tocante, mas percebe-se claramente a pressa com que foi elaborada. Até ignorei o fato de que uma revelação dessas que se faz a um filho é sempre com a presença do pai e da mãe, e não em um momento com apenas um deles, que de repente resolve contar um “segredinho”. Mas quem, ao receber a notícia de que é filha adotiva, diria “Mas eu pensei que vocês eram meus verdadeiros pais”? E que tal: “Você não cresceu dentro de sua mãe, mas cresceu em nosso corações”? É só mais uma prova de que nessa série é difícil uma boa cota de diálogos inteligentes.


Momento mexicano: Bennet Ronaldo e Claire do Bairro em momento revelador.

Para completar minha lista de implicâncias (já, já, chego nos elogios!), eu confesso não ter entendido o porquê de Bennet levar um tiro. Não bastava o Haitiano apagar suas memórias? Ele teria capacidade suficiente de fugir com a Claire, derrubando Bennet sem ter que atirar nele. Quem não acreditaria nisso?


Tudo isso me incomodou no episódio porque fica claro ali que a história tem material farto para nos prender a atenção, com uma trama intrigante e cheia de possibilidades. A idéia de centrar todo o episódio naqueles personagens, sem dispersar a atenção para outros acontecimentos importantes (a morte de Simone, por exemplo), foi ótima. Foi um episódio com mais revelações do que poderíamos querer, e mais mistérios surgiram daí.


Uma das grandes revelações foi o envolvimento do pai de Hiro, como um dos prováveis cabeças da Organização em que Bennet trabalha. Mais do que isso, graças a ele que Bennet adotou Claire. O mistério que surge disso é se o pai sabe que Hiro tem poderes. A situação envolvendo os dois em “Distractions” não dava a entender que o Sr. Nakamura teria noção de que a jornada de Hiro tivesse a ver com super poderes. O outro ponto interessante é que o casal Bennet tentava sem sucesso ter um filho, na época da adoção de Claire. O que teria acontecido para nascer Lyle? Ou ele foi adotado também?


Surpresa nenhuma: Hiro, nerd desde criancinha.

A revelação de que Claude já foi parceiro de Bennet também traz questões interessantes, em especial o motivo para que Bennet tenha tentado matar seu parceiro: Claude estaria escondendo alguém com poderes. O nome de Nathan logo vem à mente, ainda mais considerando que o Haitiano (que, pasmem!, Bennet ainda achava que era mudo) disse receber ordens que precedem as de Bennet em relação a vida de Claire. Mas um conluio entre os três (Claude, Nathan e Haitiano) parece improvável, já que o Haitiano tentou capturar Claude no episódio passado e Nathan pareceu realmente surpreso ao descobrir que a filha estava viva. Além do mais, Claude treina o irmão de Nathan e ele certamente não deixaria isso passar em branco.


Teoria da vez. Nathan teria resgatado Claude?

Com a revelação de Linderman prometida para o próximo episódio (pelo preview, eu cantei a pedra de que o ator seria Malcolm McDowell e agora estou lendo fóruns que falam na contratação do cara), é possível que surjam mais esclarecimentos sobre as intrigas envolvendo a Organização e como tudo isso será amarrado para o final da temporada.


Episódio difícil de avaliar. Desenvolvimento cheio de falhas, mas importantíssimo para a série, surpreendentemente revelador. Nota 8,5.


No próximo episódio: Hiro tem uma ajuda muito especial para conseguir sua espada, Nathan encontra Jessica, Linderman revelado e afinal... a Simone morreu?



Hélio

domingo, 25 de fevereiro de 2007

[EXTRA] Palpites para o Oscar

Está em cima da hora para arriscar palpites para o Oscar que tem cerimonia marcada para hoje a noite, mas resolvi postar mesmo assim. Nessa hora, todo cinéfilo que goste ou não dos premios da Academia, gosta de dar um pitaco, e eu não vou ser diferente. Se alguém ler este post antes da entrega dos prêmios, por favor deixe seus palpites. Quem sabe ano que vem, com mais calma, não façamos um bolão com direito a brindes, hein, tio Ribas?


Enquanto isso, seguem minhas apostas:

Melhor Filme

Babel
Cartas de Iwo Jima
Os Infiltrados
Pequena Miss Sunshine
A Rainha


Este ano vem sendo considerado como um dos mais difíceis da história para se prever qual será o filme do ano. Antes de saírem os indicados, a disputa parecia ser clara entre Dreamgirls e Babel. Mas o musical conseguiu o feito inédito de ser o filme com mais indicações do ano que não compete a Melhor Filme. Já Babel vem perdendo prestígio: não é favorito em nenhuma das outras categorias e não venceu nenhum prêmio dado pelos principais sindicatos do cinema (produtores, diretores, atores e roteiristas). Dirigido por um mexicano e tendo menos da metade da projeção sendo falado em língua inglesa, tem as chances ainda menores. Mas venceu o Globo de Ouro, é o filme com mais indicações dentre os concorrentes e muitos dão a ele a importância que Crash teve o ano passado.


Com tantos prós e contras, Os Infiltrados e Pequena Miss Sunshine acabaram despontando como grandes possibilidades. O primeiro tem a vantagem de um grande elenco, uma super produção, um grande diretor. Mas trata-se de um filme policial, considerado como um bom entretenimento, mas sem a grandeza e importância temática dos outros concorrentes. Resta então Pequena Miss Sunshine, um filme de "bom coração", que todos acham bonito e já ganhou os principais prêmios dos sindicatos (produtores, atores - elenco e roteiristas). No entanto, sua vitória vai contra todas as estatisticas da Academia: além de ser um filme pequeno e independente, o filme sequer foi indicado para Melhor Diretor e Melhor Montagem, categorias que sempre foram associadas ao Melhor Filme. No caso de Melhor Montagem, não sei se houve na história algum filme que ganhou a categoria principal sem nem ter sido indicado a este premio, e este ano apenas Babel e Os Infiltrados concorrem a melhor edição de imagens. Mas a Academia já surpreendeu ano passado com Crash, e talvez surpreenda novamente com Sunshine, não se importando com estes detalhes. Seja como for, o Melhor Filme vai ser uma escolha incomum na história do Oscar.


A Rainha e Cartas de Iwo Jima têm chances zero.



Vai ganhar: Pequena Miss Sunshine

Quem merece: Cartas de Iwo Jima

Quem faltou: Volver



Melhor Ator

Forest Whitaker - O Último Rei da Escócia
Leonardo DiCaprio - Diamante de Sangue
Peter O"Toole - Venus
Ryan Gosling - Half Nelson
Will Smith - À Procura da Felicidade


Uma das propagandas de marketing do filme O Ultimo Rei da Escocia refere-se a atuação de Whitaker como uma das mais premiadas de toda a história. Realmente, eu nao lembro de UMA ÚNICA premiação que tenha dado o premio de melhor ator para outro que nao fosse Whitaker. No entanto, a campanha para DiCaprio não é pequena e se houver alguma grande surpresa esta noite, pode ser nesta categoria. Até porque Whitaker não é o tipo de ator que a Academia costuma premiar: negro, ele não é Denzel Washington ou Jamie Foxx. Com quase 50 anos, este grande ator sempre foi relegado a papeis menores em filmes menores. Além de ser feio. É o típico comentário de um Rubens Ewald Filho, mas é assim que a mentalidade dos academicos funciona. Como este ano é um ano de exceção, ainda acredito na vitória de Whitaker, mas com DiCaprio seguindo de perto (eu apostaria em Leo, se a indicação tivesse vindo por Os Infiltrados). Surpresa das surpresas seria o premio quase postumo para Peter O´Toole. Alguém duvida que é a ultima chance do cara?


Vai ganhar: Forest Whitaker.

Quem merece: O unico que vi foi Ryan Gosling e está fenomenal. Portanto...

Quem faltou: Sacha Baron Cohen, por Borat.


Melhor Ator Coadjuvante

Alan Arkin - Pequena Miss Sunshine
Djimon Hounsou - Diamante de Sangue
Eddie Murphy - Dreamgirls - Em Busca de um Sonho
Mark Wahlberg - Os Infiltrados
Jackie Earle Haley - Pecados Íntimos


É nesta categoria que vou arriscar em alguem que nao seja favorito. Eddie Murphy já ganhou Globo de Ouro e Sindicato dos Atores, mas sempre foi visto com antipatia por muitos dentro da indústria, além de seus inúmeros comentários sobre o preconceito da Academia para com negros. Se perder, não vai poder falar nada, já que negros vêm ganhando premios importantes nos últimos anos, além de Hudson e Whitaker serem prováveis vencedores na noite de hoje. Mas tendo o papel da sua vida, quem sabe os membros da Academia não reconheçam o valor de quem já foi um de seus grandes comediantes. Mas acredito na possibilidade de Alan Arkin ou Mark Wahlberg, como suporte para seus respectivos filmes na categoria principal.


Quem vai ganhar: Alan Arkin.

Quem merece: Mark Wahlberg.

Quem faltou: Jack Nicholson, por Os Infiltrados.



Melhor Atriz

Helen Mirren - A Rainha
Judi Dench - Notas Sobre um Escândalo
Kate Winslet - Pecados Íntimos
Meryl Streep - O Diabo Veste Prada
Penélope Cruz - Volver


Aqui nem é preciso comentar.


Vai ganhar: Helen Mirren.

Quem merece: Helen Mirren.

Quem faltou: Helen Mirren já está aí? Então ninguém.



Melhor Atriz Coadjuvante

Abigail Breslin - Pequena Miss Sunshine
Adriana Barraza - Babel
Cate Blanchett - Notas Sobre um Escândalo
Jennifer Hudson - Dreamgirls - Em Busca de um Sonho
Rinko Kikuchi - Babel


Se uma das categorias de coadjuvante irá surpreender, eu imagino que seja a de ator. Mas e se for aqui? Jennifer Hudson é favoritissima e duvido muito que perca. Como suporte para o Melhor Filme, somente Abigail Breslin seria uma vitória compreensível, já que as atrizes de Babel anulariam uma a outra. Infelizmente não vi Notas Sobre um Escandalo, mas nao acredito em surpresas aqui, já que Blanchett já foi premiada antes.


Quem vai ganhar: Jennifer Hudson.

Quem merece: Rinko Kikuchi.

Quem faltou: Carmem Maura, por Volver.



Melhor Direção

Alejandro González Iñárritu - Babel
Clint Eastwood - Cartas de Iwo Jima
Martin Scorsese - Os Infiltrados
Paul Greengrass - Vôo United 93
Stephen Frears - A Rainha


Seria engraçado se no anúncio de melhor diretor, não fosse lido o nome de Martin Scorsese. Seria um daqueles choques como quando Lauren Bacall perdeu para Juliette Binoche 10 anos atrás e a gente se diverte vendo a cara de todos estupefatos (inclusive de Binoche). Mas não vai ser dessa vez. Depois de 6 indicações, já passou da hora de premiar um dos nomes mais importantes do cinema americano e o único que seria capaz de tirar esse prêmio do mestre Scorsese, era o outro mestre Eastwood, mas que já ganhou 2 anos atrás, justamente contra Martin.


Quem vai ganhar: Martin Scorsese.

Quem merece: Clint Eastwood.

Quem faltou: Pedro Almodovar, por Volver.




Melhor Roteiro Original

Babel
Cartas de Iwo Jima
O Labirinto do Fauno
Pequena Miss Sunshine
A Rainha


Se apostei em Pequena Miss Sunshine para melhor filme, é coerente acreditar que também levará outros prêmios e este é até mais provável que os de coadjuvante a que concorre. Além de já ter vencido este prêmio pelo Sindicato dos Roteiristas.


Quem vai ganhar: Pequena Miss Sunshine.

Quem merece: A Rainha

Quem faltou: Volver! Sempre!



Melhor Roteiro Adaptado

Borat
Filhos da Esperança
Os Infiltrados
Notas Sobre um Escândalo
Pecados Íntimos


Como único indicado a Melhor Filme da categoria, é coerente que Os Infiltrados seja o vencedor, até porque nenhum outro tem prestígio para desbancá-lo, exceto talvez por Borat. Talvez os membros da Academia fiquem curiosos para ver um discurso de agradecimento de Sacha Baron...


Quem vai ganha: Os Infiltrados.

Quem merece: Não vi os dois últimos, então Filhos da Esperança é o melhor.

Quem faltou: Lembro de poucos que poderiam concorrer, então Obrigado por Fumar.



Melhor Filme de Animação

Carros
A Casa Monstro
Happy Feet: O Pingüim


Carros venceu esta mesma categoria no Globo de Ouro e no Sindicato dos Produtores. Mas não acredito que os membros da Academia façam o mesmo, mas somente porque acho esse desenho MUITO chato. E Happy Feet é realmente maravilhoso, original, assustador, engraçadíssimo.


Quem vai ganhar: Happy Feet.

Quem merece: Happy Feet.

Quem faltou: Não sou um fã de desenhos e o pingüim foi o único que me encantou.


Não vou listar todas as outras categorias para não prolongar mais, então ficam só os palpites para os vencedores.


Melhor Filme Estrangeiro: O Labirinto do Fauno. (Mas a Vida dos Outros está logo atrás)

Melhor Direção de Arte: Dreamgirls

Melhor Fotografia: Filhos da Esperança

Melhor Figurino: Dreamgirls

Melhor Montagem: Babel

Melhor Maquiagem: O Labirinto do Fauno

Melhor Trilha Sonora: A Rainha

Melhor Canção Original: Dreamgirls, sem a menor idéia por qual seja.

Melhor Edição de Som: Piratas do Caribe: O Baú da Morte

Melhor Som: Dreamgirls

Melhores Efeitos Visuais: Piratas do Caribe: O Baú da Morte

Melhor Documentário: Uma Verdade Inconveniente (coloquem Michael Moore pra agradecer!)



Hélio.




sábado, 24 de fevereiro de 2007

[Heroes] 1x16 - "Unexpected"

Uau. Depois de quatro episódios seguidos que desafiaram a credibilidade dos roteiristas da série, com um desenvolvimento lento (e muitas vezes ruim) da trama, “Heroes” finalmente retorna à boa forma. O título do episódio é “Unexpected” e talvez o mais inesperado tenha sido essa qualidade súbita e necessária no arco final da temporada. Para ser sincero, eu não me empolgo tanto com “Heroes” desde os cinco primeiros capítulos da série. Tudo funcionou perfeitamente no episódio. Ou quase. Mas chegaremos lá.


Logo no início, antes mesmo do “previously”, tivemos a tão famosa seqüência (existente no Youtube há semanas) em que a nova, misteriosa e necessariamente morena Hana Gitelman, vulgo Wireless, encontra Ted. Também já sequestrada e marcada por Bennet, Hana é uma espécie de internet ambulante, poder realmente interessante que bota a falecida Charlie no chinelo – quem precisa memorizar e aprender algo quando se pode acessar o Google?


Hana e Ted: Search & Destroy

Hana propõe a Ted ir atrás de seus sequestradores e o episódio tem início com a boa frase de efeito: “Eu posso encontrá-los e você pode detoná-los”. É o motivo perfeito para que Matt finalmente faça parte do núcleo central da história. O trio, ao final, coloca Bennet contra a parede e a promessa é de que no próximo episódio muitas informações sejam reveladas.


Mr. Bennet, por outro lado, antes de ser confrontado pelo trio, precisa enfrentar a fúria de Claire, que praticamente denunciou o haitiano para o pai. Será que Bennet terá a memória apagada também? Seja como for, Claire se rebelando contra ele é fruto do que vínhamos acompanhando em episódios anteriores, culminando na destruição da memória de sua mãe adotiva. É prova que os autores prepararam o terreno cuidadosamente: dificilmente Claire não se juntará ao grupo de Matt, em busca de respostas.


Peter e Claude retornam depois do sumiço do episódio anterior, e em grande estilo. Peter parece realmente absorver permanentemente o poder de quem ele encontra e as demonstrações de auto-controle dele sem dúvida foram os momentos mais “cool” do episódio. Também gera muitas perguntas interessantes: o que aconteceu quando Peter esteve em contato com o Haitiano? Afinal, um bloqueia e o outro absorve poderes. Um anularia o outro? Peter conseguiu usar seus poderes na presença dele, assim como Nathan. Talvez o dom do Haitiano ainda não tenha sido explicado totalmente. Outra dúvida que me veio a cabeça é se Peter teria absorvido também o poder da Eden, que ele encontrou quando visitou Mohinder pela primeira vez. A voz que ele faz quando exige a verdade de Isaac se assemelha muito a voz da Eden quando esta usava seu poder de persuasão.


Enfim, insisto em dizer que Peter é poderoso demais para permanecer por muito tempo na série e sua morte é bem possível no final da temporada. Ou os roteiristas terão que achar outra solução, que pode muito bem ter a ver com a cicatriz que ele vai ganhar citada pelo Hiro do futuro, ou a possibilidade já anunciada por Mohinder de se isolar a mutação genética e eliminar suas habilidades.


Super Peter fazendo algo inesperado.

De qualquer forma, seu encontro com Isaac deu uma leve demonstração de que Peter pode estar perdendo a sanidade e se voltando para o mau. A primeira conseqüência é a inesperada morte de Simone, que sem dúvida mudará muita coisa, e de cara a relação entre Isaac e Peter. É bem verdade que Isaac não tinha os motivos mais nobres em querer atirar em Peter, mas foi Peter o principal responsável pela morte de Simone. Também é bom lembrar que Simone está no sonho de Peter em que ele destrói a cidade. Ou as coisas já começaram a ser alteradas, ou Simone não morreu. Muita gente vinha apostando que a personagem desenvolveria alguma habilidade e que teria parte mais importante na trama. Mas se de fato morreu, é um pouco frustrante que tenha sido ela a personagem que os autores há muito anunciam que iria deixar a série. Ou mais algum protagonista irá morrer?


Fim trágico do triângulo amoroso?

Em relação a Claude, fiquei decepcionado em saber que ele apenas foi um dos heroes sequestrados e marcados por Bennet. Esperava que ele tivesse alguma relação mais profunda com a Organização, mas parece que é só.


Enquanto isso, Sylar continua colecionando poderes. E eu nunca gostei tanto do personagem quanto neste episódio. É impressionante seu cinismo com Mohinder. A vítima da vez foi Dale Smither, uma senhora com super audição. Mais do que uma habilidade interessante, havia uma excelente atriz. É uma pena que a participação tenha sido tão rápida. Assim como Charlie, gostaria de ver mais sobre Dale na série, o que infelizmente não será possível. A trama serviu também para mostrar que Sylar não tem controle absoluto dos poderes que rouba, logo de primeira. Quem sabe não seria ele a explodir Nova York? Espero estar errado. Gostaria muito de ver Sylar na próxima temporada.


Dale e o som da morte.

Nem tudo funcionou perfeitamente no episódio. Hiro continua sendo alvo das piores idéias e a conclusão da trama iniciada no episódio anterior foi ridícula. Foi um tiroteio tosco e que só serviu para deixar um mistério: Hiro conseguiu usar sua habilidade para se salvar do tiro? A impressão inicial é que ele teria voltado e congelado alguns segundos no tempo, mas apenas aquela situação envolvendo os três (ele, Ando e Hope), enquanto a polícia chegasse. Mas isso não faria com que Hope sentisse a pressão da bala voltando para o revólver. Então o que realmente aconteceu? Talvez algo de interessante saia daí.


Embora a trama envolvendo Hiro tenha sido muito mal escrita até agora, o propósito foi alcançado: separá-lo de Ando. Não acredito que a participação de Ando tenha acabado aí, mas espero que os roteiristas não percam tempo com histórias paralelas. Na despedida entre os dois, a participação ultra-especial de Stan Lee, autoridade máxima em super-heróis. É prova que os autores não escondem que bebem na fonte das HQ´s, em especial dos X-Men.


Hiro e um convidado inesperado: Stan Lee, Marvel King.

Episódio muito bom, empolgante, prepara o terreno para muitas revelações e no percurso nos brinda com situações importantes envolvendo os personagens. Nota 9,0.


No próximo episódio: A situação literalmente pega fogo na casa dos Bennet. Afinal, Mr. Bennet é good guy ou bad guy?



Hélio.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

[ROME] 2x06 - Philippi

Um EPISÓDIO MARAVILHOSO!
De uma SÉRIE MARAVILHOSA, complexa e completa!!
Adoro esta série e PONTO!
Adorei este episódio e...




Vou começar meus comentários pela parte ficcional da história, resumindo que estou adorando todo o clima de "Máfia Italiana", mostrado neste seguimento, também estou curtindo todos os meandros e possibilidades de links que este "clima"está trazendo, por ora, só comento que não vejo a hora de poder ver mais a respeito da armadilha que Mêmio esta armando contra Vorenus, armando um "sujeito" (foto abaixo) para seduzir sua filha mais velha...



Saindo da parte ficcional e entrando rapidamente na parte comprovadamente histórica e/ou possivelmente histórica, que foi a tônica deste episódio, venho dizer que adorei toda a sequência de dialogos e açoes que envolveu o assassinato de Cicero, pelas mãos de Pullo



Adorei todo o clima de tensão entre os judeus, a alusão ao nome de Herodes, e a mostra do surgimento de um grupo radical de Judeus (comandados por timão e Levi) contrários à "união" com Roma, tais grupos tiveram importante papel na história da crucificação de Jesus.



Além disso, várias outras histórias foram contadas e/ou mostradas em paralelo, fechando links antigos ou linkando novas possibilidades como por exemplo o aquecimento do romance, e as inumeras possibilidades de conflito geradas ou que ainda irão gerar por tal relacionamento entre Agrippa e Otavia.




Além de tudo isso e (como eu sempre digo, nessa série, muito mais detalhes, momentos e curiosidades), tivemos a vitória do Segundo Triunvirato, e consequente morte de Brutus que, com o anel de Julio Cesar em seu dedo, teve uma sequencia de cenas primorosa, achei maravilhoso ver o "principal assassino" de Julio Cesar, em uma situação diametralmente oposta à que ele havia criado anos antes, ou seja, JC, um soldado, sozinho "contra" senadores, no campo de batalha destes(O Senado) fora cercado e perfurado mortalmente inumeras vezes, já Brutus, um Senador, sozinho contra soldados, no campo de batalha destes (literalmente no campo de batalha), fora cercado e perfurado mortalmente, inumeras vezes... Essa sequência, embora romantizada, como praticamente todas as outras do episódio, foi MARAVILHOSA!!

QUE O EPISÓDIO 207 VENHA LOGO!!


[LOST] 3x09 - "Stranger in a Strange Land"

Bom episódio, Um episódio que parece ser de preparação, nada anormal após 2 episódios "lunáticos" (no bom sentido) de Juliet sendo recrutada e Desmond confuso...
Foi interessante saber que Ethan era um grande cirurgião.
Isso mostra uma coisa: em muitos aspectos não deve existir uma hierarquia entre os OTHERS, por terem mandando seu cirurgião como infiltrado e também mostra que o próprio Ben tenha se colocado na situação de ser capturado por Danielle e ir parar na escotilha...

Legal saber que a OTHERSVILLE não fica em "Alcatraz"... mas será que é uma 3ª ilha ou fica mesmo numa região bem remota da ILHA principal!? Gostei dessa despistada...
É bem provável que nunca mais vejamos a Hydra, e os produtores sairam bem dessa: "Seus amigos sabem onde estamos!"
Sobre a tattoo do Jack, sem grandes revelações...a parte de cima, com o "5" e tal, deve ter relação com o caso da menina e o medo, aquela história que ele contou pra Kate...
"Ele caminha entre nós, mas não é um de nós!"
Emma e Zack reaparecendo com Cindy...os tailies estão vivos e bem de vida!!! Mas pra que??Acho que acabaram as dúvidas sobre quem manda no barraco, não!? Benjamim Linus é o cara...
Karl também nasceu na ILHA!!! Mais um "nativo"...

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

[24] 6x08-10 - 1:00 P.M. - 4 P.M.

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Caríssimos! Estou de volta, depois de pouco mais de uma semana ausente. Estive em Fortaleza, na esperança de que fizesse um Solzinho por lá, mas dos sete dias em que lá fiquei, seis choveram e/ou foram nublados. Uma pena. Mas deu pra curtir. A parte chata, obviamente, foi ter ficado atrasado com a minha querida série, pois lá eu não pude acompanhar, mas não fiquei parado. Tentava, à medida do possível, entrar nas comunidades e ler as notícias, que não foram lá muito boas. Não posso garantir a veracidade, mas houve reclamações nos EUA a respeito da violência em 24, obviamente por causa das cenas de tortura. Alguns sensacionalistas sem-noção chegaram até a falar que o seriado estaria influenciando os soldados americanos a repetir os procedimentos de Jack Bauer no Iraque, coisa que não poderia ser mais sem pé nem cabeça. Como se os generais, soldados e pentágono ainda não soubessem direito o que fazer lá e como se os protocolos militares já não estivessem claramente definidos. Soldado para superior: “Senhor, este prisioneiro não quer falar, aprendi um macete para forçá-lo! Foi vendo aquele seriado daquele agente durão, 24, sabe qual é? Então, o personagem principal, o Jack, fez bem assim oh:” [...] em que “[...]” corresponde a uma toalha enfiada na garganta do sujeito, ou uma execução-trote, ou pior ainda: um dedo quebrado, como no episódio 4x18. Mais infeliz ainda é chegar uma senhorinha igualmente sem-noção e dizer “É ótimo que não tenhamos mais esse tipo de cena, mas ao meu ver eles (os produtores da série) poderiam ter feito isso nas temporadas anteriores. É quase tarde demais.” Minha filha, primeiro preste atenção em todo o episódio, sobretudo nesta parte aqui:

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Se as cenas não te agradam, ninguém está te impedindo de trocar de canal ou apertar aquele botãozinho “Power” da televisão. Ainda que 9 da noite é tarde para as criancinhas americanas estarem na frente da TV. Isso não é nada menos do que hipocrisia, pois 24 está longe de ser o único programa que emprega a violência. Primeiro porque quase ninguém fala sobre os filmes de Hollywood, que faturam bilhões em bilheteria, DVDs e merchandising com cenas horrendas e histórias feitas especialmente para sensibilizar (o que é contrário ao objetivo de 24), promovendo tortura física na telona enquanto tortura o espectador psicologicamente. Se ele se torna polêmico por isso, logo virará um mito, desde que não apresente muitos clichês. A partir daí, será um filme-referência, mas atitude nenhuma será tomada contra seus produtores por iniciativa de ONG demagoga alguma. Quando os filmes vêm para a TV, eles não passam muito mais tarde do que 24. Depois, vejam Prison Break, que dispensa comentários. E pior, em Prison, quando há uma cena de tortura, em geral é por uma causa menos nobre. Normalmente, é por causa de alguém que deveria falar algo que não deseja, simplesmente por motivos pessoais. E isso pode levar a uma discussão mais aprofundada, que é a das circunstâncias da aplicação da tortura. Há situações em que ela pode ser aceitável? Deixarei a resposta para vocês.
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O fato é que, de acordo com a notícia, os dias, ou melhor, as horas das cenas de tortura estão contadas.
Agora, vamos aos episódios!

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O clima desta temporada está esquentando. Finalmente surgiu o algoz que está mancomunado com Fayed. General Gredenko, que fez negócios com o pai do Jack, não poderia mesmo vender as tão valiosas bombas apenas para serem desarmadas em solo americano. Ele viu a oportunidade perfeita em Fayed para realizar seu ousadíssimo plano. Resta saber como que foi que ele sabia tanto da vida do Phillip Bauer a ponto de saber inclusive do envolvimento dele na morte de David Palmer. No entanto, esta temporada ainda não está tão boa quanto a passada, que foi simplesmente eletrizante. A essa altura, ou seja, pelo episódio 10 da quinta temporada, nossa cabeça já estava mais intrigada do que agora querendo saber quem era quem entre os do mal. Mas pressinto que essa temporada, no final das contas, não ficará atrás da anterior. Como eu já havia dito, esta temporada está plantando um grande conflito para Jack resolver posteriormente, provavelmente no final desta temporada ou em meados da sétima. E ela está me convencendo cada vez mais que 24 é uma série fortemente linear em que os acontecimentos da primeira temporada influenciam sensivelmente o que acontece até hoje, coisa que acontece em poucas séries. Isso me leva a especular que, no final da série, provavelmente em 2009, chegaremos à conclusão de que tudo o que aconteceu em todo esse intervalo de tempo, apesar de diferentes ameaças serem retratadas, esteve interligado de alguma forma. Uns falam que a família Bauer está por trás de tudo desde a primeira temporada, coisa que eu já achei um absurdo, mas com o tempo isso pode se tornar plausível, embora improvável e forçado. Mas voltando ao contexto atual, já reapareceu o “grande” presidente Logan, com seu desleixo de sempre (nem pra fazer a barba) alegando saber sobre o paradeiro de Gredenko. Quer dizer então que o Logan é mais sujo ainda do que pensávamos? O tempo dirá.
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Outro particular que chamou atenção dos críticos amadores foi a associação Wayne-Assad. É do tipo de ocorrência na série que, caso vista de relance por alguém que nunca viu 24, iria provocar frases como “Mas como é que um suposto ex-terrorista em quem nem se tem confiança total ganha direito a conversa pessoal com o presidente, dentro do bunker de segurança máxima, e de quebra ainda banca o conselheiro dele?”
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Semelhante a essa é uma sobre a quinta temporada: “Como é que o presidente dos EUA, em sã consciência, autoriza a morte de um presidente russo em pleno território americano?” Só mesmo quem não entende a essência de 24, o que é muito comum, como andei percebendo: quem pega 24 no meio da trama não entende quase nada, e mesmo que entenda o conflito da presente temporada, ficará sem curtir a tensão que vai tomando conta do espectador que viu desde o começo. É um problema na série, mas eu prefiro assim mesmo. Ela é das pouquíssimas que prende a atenção.
Outro comentário que essas três horas me estimularam a fazer foi a ganância da Rita, que a levou a isso:
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Eu gosto quando a série mostra, de forma silenciosa, o que acontece a quem comete certas transgressões morais. Ela começou esperta, inventando a história do McCarthy, que, já morto, estaria esperando o dinheiro ou delataria Fayed. Mas perdeu a cabeça, e cometeu um erro fatal ao desistir do dinheiro. Outra transgressão moral bem punida foi a do sujeito do episódio 3x18, que três horas antes estava cometendo adultério num hotel, e acabou infectado com vírus Cordilla, morrendo dolorosamente.
Mas o momento mais crucial desses três episódios foi mesmo ver o Jack cara a cara com o pai, depois de saber quem realmente era ela. Rapidamente me veio a cabeça que Jack não morreria ali, pois a série tem que continuar, e Phillip já estava com a arma apontada para ele, e não parecia que ninguém interviria naquele lugar escondido. Algo tinha que acontecer. Logo, pensei que Phillip se daria um tiro, mas vendo a saída que os roteiristas criaram, que por sinal foi magnífica, lembrei-me que ele tinha assassinado Graem, portanto, não queria morrer.
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Foi um dos diálogos mais reveladores. Espero que ainda haja outro! Mas mais revelador ainda será o com Logan.
Até semana que vem, galerinha!

sábado, 17 de fevereiro de 2007

[Heroes] 1x15 - "Run!"

É realmente estranho ter que começar a escrever sobre cada episódio recente de “Heroes” dizendo que trata-se de um episódio de transição. Desde o seu retorno no final de janeiro, já são quatro episódios com esta característica e a pergunta que fica é: transição para o quê? Vamos admitir então que o ritmo da série será este, preparando sem pressa o clímax de final de temporada. Nada contra, se os diálogos e os dramas fossem melhor escritos, mas infelizmente os roteiristas continuam mostrando falta de talento.


Uma rápida comparação com “Lost” torna evidente o declínio de “Heroes”: a esta altura na primeira temporada da série de J. J. Abrams e Damon Lindelof já tínhamos os elementos que se tornariam o clímax do final de temporada (a jangada que partiria da ilha e a escotilha que precisava ser aberta). A espera foi preenchida com histórias muito bem escritas que não só traziam surpresas que fariam parte da mitologia da série (os números de Hurley), mas desenvolviam com profundidade muitos dos personagens (Sawyer, Jin, Locke, só pra citar os melhores exemplos). Os protagonistas de “Heroes” têm a profundidade de um pires.


Nesse sentido, é a história envolvendo Claire e seus pais que os roteiristas têm investido mais. Às vezes a impressão é que trata-se de um melodrama digno de Malhação. Mas curiosamente, há algo de interessante ali. Em um único episódio, percebemos que a menina indestrutível tem uma mãe biológica mercenária, um pai biológico que não se importa com ela, um pai adotivo que esconde muitos segredos e uma mãe adotiva com a memória absolutamente destruída. O material é muito bom. A execução, nem um pouco.


Pobre Claire: pais sorridentes, poderosos e ordinários.

Hiro, por outro lado, foi agraciado com as piores idéias. Já está mais do que claro que os roteiristas não sabem o que fazer com o personagem. Com poderes capazes de colocar em apuros os melhores escritores, Hiro acabou inexplicavelmente sem eles, provisoriamente. A primeira solução, a de que ele não podia mudar o passado, já soava inverossímil (afinal, ele salvou a cheerleader, indiretamente). Agora, tudo desabou, com a idéia de que o personagem recuperará seu dom após conseguir uma espada.


Sua jornada continua com interrupções pouco inspiradas e desta vez é Ando com seu fascínio por loiras de Las Vegas que atrasa sua missão. Embora tenha sua graça, foi jogo sujo colocar Ando numa enrascada (debaixo da cama de um homem armado) e tirá-lo dela sem nos mostrar como isso aconteceu. Acabou com todo o suspense criado. A história continua no próximo episódio e com bastante ação, segundo o preview divulgado.


Calma, Ando. Uma simples edição de imagens e você já estará longe.


Muito mais interessante no episódio foram os encontros de personagens que ainda não se conheciam. Apesar de um confronto injusto entre Matt e Jessica (quem vence? O cara que lê mentes ou a mulher super forte?!), alguns elementos foram lançados e que aumentam a expectativa para o que vai acontecer.


Vou tentar ignorar completamente o fato de que Micah não foi capaz de reconhecer Jessica (quando ele já tinha feito isso via telefone em “Nothing to Hide”), de que D.L. e Micah não questionem o fato de que Niki receba vários envelopes pelo correio após sair da cadeia, e que os roteiristas simplesmente esqueceram que Micah despejou milhares de dólares em cima do pai, dois episódios atrás.


Deixando de lado tantos furos, a história de Jessica trabalhando para Linderman e com a missão de matar o ex-funcionário que contrata os serviços de Matt, é o típico pretexto que funciona. Podemos apreciar Matt fazendo bom uso de seu poder e afanando os 2 milhões em diamantes (mas só depois de terem feito pouco caso dele, obviamente), além de constatar que ele não sabe diferenciar o que se fala e o que se pensa. Apreciar Ali Larter também tem sido cada vez mais prazeroso e isso inclui atributos físicos também. Que vilã sexy é a Jessica!


Enfim, é a segunda vez consecutiva que temos a imagem de Nathan encerrando um episódio, e desta vez certamente os desdobramentos serão mais interessantes. Falta coerência, no entanto: por que Linderman o quer morto, se o objetivo inicial é ter Nathan no congresso, chantageando-o com imagens dele e Niki/Jessica? O que mudou de lá pra cá? Vamos ver se pelo menos essa incongruência será explicada.


Covardia: Ler mentes X Superforça.


O outro bom encontro se deu entre Mohinder e Sylar. Não por causa do indiano, claro. Mas Sylar conseguiu um novo poder (derreter metais) e até Mohinder descobrir sua verdadeira identidade, ele já terá entrado em contato com outros heroes, o que talvez crie situações mais interessantes do que os últimos episódios têm mostrado até então.


Peter, Isaac, Simone e Claude não aparecem no episódio. É impressionante como Claude fez falta, mesmo tendo surgido apenas por agora.


Sylar ataca novamente.


Episódio razoável, com boas idéias sabotadas por uma execução ruim. Nota 6,5.

No próximo episódio: A morte há muito anunciada de um dos protagonistas?


Hélio.

[ROME] 2x05 - Heroes of the Republic

Muito batuta aprender história desse jeito, a cada novo episódio mais e mais eu gosto desse seriado...
Realmente é bem bacana ver figuras reais, vivas, onde antes eu só tinha letras escritas em livros



Esse episódio que começou com as cenas de Timão em uma "sinagoga" (e teve várias alusões religiosas, alusões estas tanto poli como monoteistas), foi marcado na parte histórica, pela subida de Otavio ao posto de Consul,"armando" para cima de Cicero (lider do Senado) seguida de um desconforto de todo o Senado que, coagido pelos soldados de Otavio, através de Cicero envia um pedido de ajuda a Brutus (que alegremente aceita e começa a marchar em direção a Roma.

Diante deste problema, e da desigualdade numérica (brutus tem 20 legiões, Otavio apenas 4 -cada legião variava, conforme a epoca, de 4500 a 6000 homens-), Otavio (auxiliado e/ou aconselhado, pelo menos na série, por Atia, sua mãe), se junta a Marco Antonio e Lépido, dando origem ao surgimento do Segundo Triunvirato, visando enfrentar Brutus e suas legiões (o inimigo dos meus inimigos é meu amigo), fechando o episódio com tal união, a qual históricamente sabemos que será vitoriosa, embora irá ter uma curta duração...Que venham os proximos capitulos!




Com relação à parte fictícia, temos a volta de Vorenus ao comando do submundo de Roma, fazendo acordos com inimigos e causando desgosto em seus amigos (como por exemplo o "capitão" que havia ficado cuidando da casa. Muito interessante nessas cenas, as várias alusões à Máfia, à familia, e à várias frase imortalizadas em filmes de máfia, quando tiver tempo quero pesquisar a respeito das ligações da Máfia com essa época do império Romano, sei que ela não surgiu nessa epoca, mas não sei qual foi sua fonte de inspiração...

Ainda nessa parte fictícia do seriado, o episódio girou bastante na relaçao tumultuada de Vorenus e seus filhos resgatados, principalmente no ódio nutrido pela mais velha (que o culpa de ter matado sua mãe) e ecoado pelos menores, isso, mesmo tendo sido contemporizado por Lyde (tia dos meninos) com certeza ainda irá trazer muitos problemas...
Aguardemos!!

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

[LOST] 3x08 - "Flashes Before Your Eyes" - EXTRA!!

SÓ UM ACRÉSCIMO E VIAGEM TEORIZANDO...



Desmond teve uma "alucinação" enquanto estava desacordado, misturando suas lembranças pré e durante a ILHA, como já tinha dito...

Mas como ele prevê a morte do Charlie!? Ele tem visão de outras dimensões, canais abertos com elas. Dessa forma ele vê certas coisas que acontecem em dimensões diferentes, mas que não acontecem na "dimensão real" (vamos chamar assim o tempo da ILHA), e ele ainda está confuso em relação ao que está acontecendo com ele... acho que a carga liberada após ele girar a chave teve um efeito muito grande na percepção do Des...

Muita viagem!? É só esperar, que esse epi será EXATAMENTE o meio da estória...


Sobre David Hume (wikipedia), acho que um trecho de um texto dele pode dar uma ajuda:

"O PROBLEMA DA CAUSALIDADE:Quando um evento provoca um outro evento, a maioria das pessoas pensa que estamos conscientes de uma conexão entre os dois que faz com que o segundo siga o primeiro.Hume questionou esta crença, notando que se é óbvio que nos apercebemos de dois eventos, não temos necessariamente de aperceber uma conexão entre os dois. E como havemos nós de nos aperceber desta misteriosa conexão senão através da nossa percepção ?Hume negou que possamos fazer qualquer ideia de causalidade que não através do seguinte: Quando vemos que dois eventos sempre ocorrem conjuntamente, tendemos a criar uma expectativa de que quando o primeiro ocorre, o segundo seguirá."

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

[LOST] 3x08 - "Flashes Before Your Eyes"



Muito bom, "episódio mitológico" de LOST...

E os produtores gostam disso: mitologia!

Primeiro... acho que esse episódio, que parece meio confuso, deve ter algumas respostas maiores do que podemos perceber. Talvez, mais para frente esse episódio se encaixe melhor na estória e se torne mais incrível ainda! Os produtores voltaram com episódios complexos depois da pausa, e haviam dito que este episódio tinha sido muito trabalhoso para ser feito...verdade!!

Uma coisa legal logo no início, foi fechar o círculo à volta da morte do Eko, contando para alguém do grupo e tomando a decisão de como se portar para os outros sobreviventes, atualizando a estória e colocando as coisas no eixo. Outra coisa, foi mais uma mostra de que os produtores estão atentos as questões dos fãs... o Charlie citando a idéia de que se o Desmond soubesse o futuro ele não estaria na ILHA!!! Mas, os caras conseguiram mostrar que não é bem assim, o DESTINO tem sua rota traçada... o destino voltando como tema importante!

Episódio flashback, é o que achei. Pela primeira vez a maior parte da estória foi em FB... vimos o que aconteceu com Desmond depois que virou a chave, mas ainda falta saber como saiu da escotilha...

Muitos detalhes "deja vu" no FB... o quadro na sala do Sr. Widmore com NAMASTÊ escrito ao contrário... o veleiro... a "entrega para 815"...

Acredito que, algumas coisas do FB do Desmond não tinham acontecido antes, se misturando com fatos reais de sua vida, como o Charlie e a vendedora dizendo o que ele devia fazer. Acho que as coisas ficaram misturadas em suas memórias e isso o deixou confuso... um stress pós-traumático...

Quando vi o Donovan pensei em Heroes e achei que estavam cutucando Heroes quando ele diz que viagem no tempo não existe!!! Muito bom...
Legal ver a WIDMORE INDUSTRIES... achei interessante a pergunta do Charles para o Desmond sobre experiência militar!!!

A foto de Desmond com Penny...o fundo era uma imagem!!!


Acho que é isso, um episódio que traz algumas peças para serem juntadas. Mas, já começamos a perceber que respostas estão sendo encaminhadas!!!

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

[House] 3x14 "Insensitive"

Hannah é uma adolescente com uma condição rara: CIPA (sigla em inglês para Congenital Insensitivity to Pain and Anhidrosis). Ela é incapaz de sentir dor, frio ou calor e, também, é incapaz de regular a temperatura do corpo e transpirar. Quando ela e sua mãe sofrem um acidente de carro são levadas ao Princeton-Plainsboro. Enquanto Foreman oferece cuidados médicos à garota, House percebe que ela possui CIPA e ordena uma série de testes para descobrir se a garota apresenta algum ferimento mais sério.

Ótimo episódio, com bons diálogos e um caso interessante. As cenas House-Cuddy foram o ponto alto do episódio. Tivemos também um Wilson mais presente, fazendo o papel de consciência do House, ao qual ele já deve estar acostumado. A equipe não ficou tão apagada quando no episódio anterior, inclusive a namorada do Foreman voltou.

É dia dos namorados na série. Cuddy sai para um encontro às escuras e House não a deixa em paz. Primeiro a interrompe quando ela está em uma cafeteria para pedir autorização para realizar uma biópsia (e desde quando House pede permissão?) e depois em sua própria casa.

A desculpa agora é que House não conseguiu entrar em contato com Dr. Bennett, o endocrinologista de plantão (resolvido o mistério: Cuddy é endocrinologista), pois ele não atendeu o telefone e então resolveu pedir ajuda a Cuddy. Detalhe: Cuddy falou com Dr. Bennett 15min atrás pelo telefone. Cuddy então diz que só há dois motivos para alguém ir à casa dela aquela hora: Ou esse alguém está preocupado com o bem estar dela, ou quer ela só para ele. House fica sem jeito e diz que o motivo dele é um terceiro: acabar com a felicidade de outras pessoas (essa desculpa não convenceu ninguém, House...).

"Encontrei você, Cuddy."

Esse episódio certamente agradou àqueles que esperam um relacionamento House-Cuddy. O sorriso da Cuddy não nega que ela está interessada e a repentina mudança de comportamento do House, pedindo a aprovação e conselhos da Cuddy, mostra claramente que ele está com ciúmes. Esta temporada está sendo bem "Huddy", vamos ver se no futuro teremos algo ou ficará só na promessa.

"Do you like me, House?"

Uma pergunta que pode surgir é por que House assumiu o caso da garota se não havia nenhum mistério, a doença que ela possuía era evidente e o necessário em termos de cuidados médicos era somente a realização alguns exames para verificar se ela não apresentava maiores ferimentos devido ao acidente que ela pudesse não ter notado devido a CIPA.
A resposta surge em uma discussão entre House e Wilson: House leu um artigo que relatava a descoberta recente de uma proteína que acelera o crescimento de nervos. A idéia seria retirar o nervo da espinha da garota e usar a proteína, o ramo de nervos resultantes seria impossível de transmitir a sensação de dor, devido à doença da garota. Por fim, o ramo poderia ser colocado em uma perna e acabar com dores crônicas. Isso explica o porque de House insistir em uma biópsia da espinha. House mais uma vez jogando a ética pela janela. Claro que House não precisa ser tão ético a ponto de ser um chato como a Cameron, mas isso foi um pouco exagerado...


Gostei do caso, mais ainda por ser algo diferente. Já cheguei a pensar se não sentir dor é algo bom, o que vi nesse episódio confirmou a minha idéia de que não é. Uma discussão entre House e Hannah para ver quem sofria mais foi uma boa idéia.

A priori Hannah não apresenta nada de errado, o que muda quando Cameron vê que a garota está com uma febre de 40°C, que não tem explicação aparente. A idéia de House é fazer uma biópsia no nervo espinhal, frente a negativa da equipe ele vai falar com Cuddy e a equipe tenta descobrir o que há de errado com a garota através de outros testes enquanto House não volta. Não obtiveram sucesso, o que obtiveram foi uma piora na condição de Hannah, que teve uma crise de paranóia e acabou sofrendo uma queda.

Wilson fez House declinar da idéia de uma biópsia no nervo espinhal, então a equipa realiza outra biópsia menos perigosa e o resultado indica que a garota apresenta algum tipo de desordem metabólica. Sabendo que a garota sentiu uma dor de cabeça ao visitar a mãe na UTI, House chega a conclusão de que a dor é só emocional, devida a um sentimento de culpa, sentimento este causado por deficiência de vitamina B12. A explicação para a deficiência foi bem inteligente; lembrou-me das aulas de biologia na escola. O único problema foi House abrindo o abdômen e o estômago da garota. House não é especialista nisso, deveriam deixar essas tarefas para pessoas da área. Ver House fazendo um pouco de tudo acaba incomodando, pois passa um sentimento de irrealidade.

"Apenas 7,6m? Droga, o recorde mundial é de 18,3m!"

Que sugestão foi aquela da Cameron para o Chase no final do episódio? Fiquei surpreso.




Música do episódio: Hit the Ground da Lizz Wright, faixa do álbum Dreaming Wide Awake.