quarta-feira, 31 de outubro de 2007

[HEROES] Spoiler: 2x08 Four Months Ago

* No episódio 8, que volta quatro meses no tempo, veja quão sádica Elle pode ser ao atacar Peter. Ah, sim, os lábios dos dois quase se encontram.

* Maya é má. Veja o que ela fez quatro meses antes.

* Sabe o rosto desfigurado que Nathan vê freqüentemente no espelho? Fontes confirmam que aquele é Nathan meses atrás. Parece haver um novo "tipo de cura" que, além de Nathan, talvez Isaac, DL, Simone e Chandra Suresh já conheçam (só para citar alguns).

* Kensei tem 400 anos e continua com uma ótima aparência sem precisar de uma gota de botox? Sério! Ele pode ter escolhido um nome de origem inglesa. Você verá em breve. E Peter terá um novo amigo.

* Sylar irá matar um dois dos heróis. Não deixe a dupla Mylar (Maya e Sylar) enganá-lo.

Fonte: E! Online


Tatiane
tatiane@comentariosemserie.com

terça-feira, 30 de outubro de 2007

[Dexter] 2x05 The Dark Defender


Dex adora filas? Rá, essa foi muito boa. Ele tem razão quando diz que muito do que somos, realmente, mostra-se numa fila, qualquer fila. Irritação, mau humor, impaciência...


E a versão "açougueiro herói" repercute em Miami. Dex abre um daqueles sorrisinhos e talvez, quem sabe, acabe acreditando que é realmente um enviado de Deus. A sua identificação do que é um herói é bem divertida: "Parte humano, parte mutante, identidade secreta e arqui-inimigos" .

Neste episódio descobrimos mais sobre o passado de Dex, como Harry já conhecia sua mãe, Laura Moser, e como, de forma indireta, teve a sua parcela de culpa na história do seu assassinato. E pior, Harry pode ter sido um amante de Laura e, talvez, pai de Dex de verdade. Ok, agora eu forcei...

O confronto de Dex com aquele que o transformou foi uma quebra total do código, em minha opinião. Ele improvisou, estava enraivecido, nada do seu jeito frio e do seu distanciamento profissional estava presente. No entanto, talvez esta seja a única morte com algum significado para ele. E não apenas para aplacar seus instintos. E foi, estranhamente, a única morte a poupar. Talvez para manter o que ele ainda é.

O que mais me assombrou no episódio, no entanto, foi a "confissão de Dex", nunca ele se abriu assim com uma pessoa. Imaginava que o mais próximo da verdade seria com Rita. Mas Lila conseguiu isto. Apesar do lance "salvar a si mesmo" ser o clichê do clichê, a cena foi muito boa. O que me irrita mesmo é Lila e sua eterna expressão "olha como sou super flexível e descolada".

Dexter

Dexter tem muito com o que lidar daqui pra frente. Rita e sua mãe, Lila e o que contou a ela.A sua esperança numa vida sem segredos vai ter que esperar. Já que a câmera gravou todos os seus passos.


Frase legal:
Defensor sombrio? Hmm, Miami está muito quente para todo este couro

Sneak Peek episódio 2x06





Danielle Mística

[HEROES] "SPOILERS!!!"

Antes de falar sobre o rolo com o spoiler do episódio 2x11 lá no fórum da NBC, vou deixar uma nota rápida sobre a entrevista de James Kynson Lee (Ando Masahashi) para Ileane Rudolph do TvGuide.

O desejo secreto de Ando por um super poder
por Ileane Rudolph

Ando pode ser Sancho Pança para um Hiro Don Quixote; mas para James Kyson Lee -- o ator coreano que interpreta Ando -- o assalariado japonês, que se tornou um aprendiz de salvador do mundo em Heroes, não podia estar mais feliz. Lee -- que visitou Nova Iorque durante o "Asian American Arts Alliance awards" e um torneio de poker beneficente -- falou sobre aprender japonês, seus novos filmes e a chave da felicidade de Ando.

Clique aqui para ler a entrevista completa.

2x11 Powerless
(a bomba)

Vocês não fazem idéia a confusão que rolou no fórum oficial da NBC por causa de spoilers que mais pareciam trechos do roteiro da série.

No último post, eu escrevi que tinha ficado em "estado de choque" depois de ler o tal spoiler. Bem, não exagerei tanto assim. O fato é que os spoilers parecem mesmo trechos do roteiro do episódio 2x11, cujo título -- de acordo com "a fonte" -- é Powerless.

Já que falei da confusão, e tenho certeza que deixei vocês curiosos (alguns até bravos, reclamando nos comentários hehehe), vou contar tudo o que rolou lá no fórum da NBC em detalhes. Em seguida, todo o spoiler traduzido.

A confusão propriamente dita começou quando o(a) usuário(a) "Insider" abriu o tópico "Major info #4" (se não me engano era esse o título), e escreveu nada menos que um post enorme com detalhes, segundo esse usuário, do episódio 2x11.

Entre "suporters" (os que apoiaram a iniciativa do 'Insider', e - sim - fui parte desse 'grupo') e "haters" (os que simplesmente acharam o fim do mundo o conteúdo do post), o ti-ti-ti foi parar na moderação do fórum. Em tempo, os "haters" foram usuários um tanto (para não dizer muuuito) mal educados e saíram dos limites em alguns momentos.

Para encurtar um pouco a história, que é longa, ontem (29/out) entro no fórum e encontro outro post do Insider em que ele pedia desculpas a todos e citava uma MP (mensagem particular) que recebeu de um dos moderadores do fórum. Diz ele, Insider, que essa MP continha um pedido para que ele não criasse novos tópicos com o tipo de spoiler que ele havia divulgado.

Resumo da ópera: a fonte secou. :(

Acho que foi um disperdício ele não ter criado um tópico com as atualizações que ele disse ter recebido. Mas agora ele está decidido, não escreve mais nem uma linha sobre o assunto.

Antes de ir aos spoilers, quero dizer que -- embora tudo pareça fazer um pouco de sentido -- não há garantias reais de que o que foi divulgado pelo Insider seja verdade. Tudo o que ele escreveu lá no fórum da NBC, quando perguntado sobre suas fontes, foi "esperem e vejam se é verdade ou não". Corajoso, não?

Já que esperar para ver é tudo que nos resta mesmo... Alegria! Alegria! Vamos aos spoilers!

A partir daqui, leia "por sua conta e risco".
[O aviso está dado... Rsrsrs]


* Kensei é imortal. Ele não é mais conhecido como Kensei, seu nome agora é Adam Monroe. Os 12, da antiga geração, trairam Kansei/Adam, agora ele está atrás de vingança. David Anders continuará atuando como Adam na parte da história que se passa no presente.

* Peter irá ajudar Kensei/Adam a ter acesso ao vírus. Nesse ponto, Peter vê o futuro e a devastação causada pelo vírus. Ele acredita que Adam irá destruir o vírus, mas não sabe da verdadeira intenção do outro.

* Quando Hiro pergunta o porquê de estar ajudando Adam, Peter diz que Adam é seu amigo. Ele diz ainda que Adam salvou a vida de Nathan. Hiro irá tentar convencê-lo que também foi traído por Adam há 400 anos, e que ele (Peter) também será traído. Hiro também está tentando vingar a morte do pai, uma vez que Adam é o assassino da antiga geração. Peter responde que isso se deve ao fato de Kaito ter aprisionado Adam por 30 anos, dirá também que esteve na mesma prisão. Peter ainda diz que não quer machucar Hiro.

* Hiro e Peter estarão na Primatech. Adam também estará lá, mas Hiro irá parar o tempo fazendo que ele não se mova. Quando Hiro atingir a garganta de Peter com a espada, Peter usará eletricidade para revidar. Adam irá "querer de volta" sua espada.

* Matt irá voar até a Primatech com a ajuda de Nathan. Preste atenção no comentário de Matt quando eles chegarem.

* Matt irá perguntar a Nathan quão Peter é perigoso (em uma comparação ao incidente no Kirby Plaza). Nathan diz que não viu o irmão desde aquela noite. Matt tenta explicar a Nathan que Angela deu instruções sobre como matar Peter, se necessário. Nathan não presta atenção e diz que saberá lidar com o irmão se houver algum problema. Hiro se junta a Nathan e Matt.

* Peter diz a Adam como chegar ao vírus. Hiro tenta parar Adam mais uma vez, mas a confiança de Peter é tão grande que ele pára Hiro novamente. Nesse ponto, Matt diz a Peter (telepaticamente) que ele deve deixar Hiro e ir atrás de Adam. Peter parece fazer isso, mas ele resiste (mentalmente) a Matt.

* Nathan liberta Angela da prisão. Angela é a única sobrevivente dos 12. A vítima anterior fora Victoria Pratt. Matt é quem encontra o corpo de Victoria com uma foto contendo "o símbolo". Angela explica a Nathan e a Matt que está tudo acabado, Adam quer vingança e ela se sente derrotada. Então Nathan diz que Peter ainda está vivo.

* Hiro volta para o Japão, onde Ando está, tal é a vergonha por sua derrota. Ele falhou com o pai e não conseguiu impedir que o vírus fosse pego.

* Também vamos descobrir o destino de Adam. Ele será enterrado vivo em um caixão de metal com reforço externo de concreto, ao lado do túmulo de Kaito Nakamura. Nessa cena, veremos mais uma vez a barata.

* Nathan faz um pronunciamento ‘não-oficial’ sobre o foco de contaminação do vírus em Odessa (Texas). Ele não iria fazer esse pronunciamento, só o faz quando é empurrado pelo repórter Bruce Evans. Isso acontece na delegacia de Odessa. Esse discurso será transmitido para o mundo e será visto pelos outros heróis.
No discurso, Nathan fala sobre como a população da cidade tem sido corajosa ao se manter em suas casas, para a segurança do resto do mundo. Também é nesse momento que descobrimos porque o título do episódio é "powerless" ( = "sem poder").
Molly e Suresh verão esse pronunciamento, com eles no apartamento que fora de Isaac estão também Maya e Elle.
Claire tem a impressão de ver Peter, enquanto assiste Nathan na tv.

* Após o discurso Nathan fica doente.

* Alguém chamado Hype irá incendiar o restaurante em que Monica trabalha enquanto ela ainda está lá. Niki irá se sacrificar para salvá-la.

Não parou por aí! O tal Insider ainda teve a coragem de dizer que quem vai deter Sylar nessa temporada é Elle (personagem de Kristen Bell).
Pode isso?


Tatiane
tatiane@comentariosemserie.com

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

[Pushing Daisies] 1x04 Pigeon

Só fui perceber hoje que Pushing não tem abertura. Uma pena. Já faço uma advertência aos possíveis leitores que usarei extrema adjetivação para comentar os episódios. Estou contaminada e encantada.

E tudo começa com a jornada de Digby até Ned. Ah, que edificante. A lealdade canina é comovente em qualquer sentido. Enquanto isso, Ned continua extasiado por sua Chuck, a ponto de receber picadas de abelhas para agradá-la e ajudá-la no projeto de ter o “mel urbano”.

O caso da vez foi tão non sense quanto os outros, um piloto de avião que bate num “luxuoso condomínio’. Suicídio? Não, apenas pretexto para contar uma bela história de amor.


Ri de toda a situação do pombo e do pobre esquilo. Tivemos o primeiro pombo emo da história, divino, como disse Vivian. Fiquei imensamente feliz com as participações das tias neste episódio. Espero que voltem sempre. Gosto bastante das intervenções de Chuck, céus, como ela fala rápido! E como ela cai como uma princesinha de contos de fada e é pega por um charmoso cara loiro, Conrad, que poderia muito bem se passar por um príncipe. Mas como Pushing não é um conto de fadas comum, o protótipo de príncipe traveste-se depois numa deliciosa combinação: metade Chapeuzinho Vermelho, metade caçador. Este foi um episódio de homenagem aos contos clássicos de fadas.

Reprodução The Pie Maker


Charlote se comporta divinamente. Que bela cena tocar as mãos de Conrad e pensar no fazedor de tortas. Ah, esse romantismo de Pushing...


The piemaker

Olive tenta colocar seu plano de desmascarar Chuck em ação, mas é tão atrapalhada e adorável que não consegue. Ah, olha o amor aí de novo. A cena da reciprocidade, com Olive fitando Ned e este fitando Chuck, é linda!

Nada tenho mais a dizer. Pushing me faz andar nas nuvens.

Frases legais

Ele era feliz”, dito com uma convicção hilária pela esposa do piloto.

"DNitch" . Ri muito.

"Este pombo é transmissor de mensagens ou doenças? – Ambos". As tias de Chuck são uma atração a parte.

"Ele era meu companheiro de prisão. - Companheiro é eufemismo para..? –Não neste caso, senhora."

Promo do episódio 1x05 Girth



Danielle Mística




domingo, 28 de outubro de 2007

[FNL] 2x04 Backfire

Jason e Tim dirigem-se para a viagem de suas vidas. Tá, nem tanto, mas essa pode ser a chance de Jason voltar a andar e os dois voltarem a ser bons amigos. Já em Dillon, Lyla continua sua cruzada católica, agora prestando serviços numa prisão. Ela tenta auxiliar um garoto que acaba de ganhar sua condicional, arrumando um emprego com seus pais. Buddy Garrity tenta ajudar, mesmo que o time esteja exigindo demais dele. Num golpe muito bem aplicado, Buddy demite MacGregor e consegue trazer Coach Taylor de volta aos Panthers. Ainda bem, porque sua presença já parece resolver o entrave entre Tami e Julie. Só falta agora arrumar os conflitos dentro do time.
5. Crazy Christian. Primeiro descobrimos o quão despreparada Lyla é para ser uma cristã devota. Porque vai dizer que aquelas perguntas, sobre guerra por exemplo, eram realmente tão difíceis de serem respondidas? Já a carona para o jovem na condicional foi duro de engolir. Dá pra entender que por sua imensa misericórdia ela queira ajudar o rapaz, mas tentaram simplificar a história demais, já o colocando como um caso perdido. Ele poderia ter sido melhor introduzido, mostrando um pouco de seu drama para depois conseguir ganhar nossa compaixão também.
4. Caindo na real. Julie aprendendo a dirigir enquanto discutia sua vida amorosa com Coach Taylor foi engraçadíssimo. Mas foi só com Julie e Tami no mesmo carro que a família Taylor voltou aos eixos. Claro, ainda falta discutir esse insuportável ciúme de Julie, mas pelo menos o Sueco parece já ser passado. Até porque a visita à casa dele foi absolutamente constrangedora. Achava que Julie deveria ter mantido-se firme apenas e, junto do espectador, analisar onde ela estava pisando (até pela sua teimosia durante esse começo de temporada) para só depois desabar em choro quando chegasse em casa. E veja só que foi apenas tirando Julie do castigo que ela pode tomar essa decisão, mais um ponto para a volta de Coach Taylor.
3. Os vilões sempre voltam. Minhas expectativas de que seria difícil tirar MacGregor do cargo, foram por terra com a manobra mágica de Buddy Garrity a frente do comitê. Embora como todo mundo também queria ver Coach Taylor de volta ao comando dos Panthers, achei uma tremenda sacanagem demitir o cara com apenas 2 jogos. Se realmente não estava agradando a forma como o técnico treinava o time, ou como isso afetou os jogadores, ainda havia tempo de mudar, sem precisar tomar uma decisão drástica dessas. No final, acabei até entendendo o lado de MacGregor ao confrontar Coach Taylor. Pronto, já temos o "Voodoo" da temporada que enfrentará os Panthers numa das fases finais.
2. CSI: Dillon. Era questão de tempo para encontrarem o corpo, e essas ceninhas em que parece que eles serão pegos a qualquer momento já estão cansando. Imagino que o que o policial se referiu ao "fechar o caso" fosse a denúncia de Tyra. As investigação devem prosseguir, infelizmente. E esse dilema de continuar guardando o segredo não evolui de jeito nenhum. Agora Landry simplesmente está paranóico pensando que todo mundo já está sabendo do segredo (embora o sermão do padre foi meio assustador, né?), mas adivinhe só quem mais sabe do segredo? Todos nós. E assim como Landry e Tyra, que não tem escolha a não ser continuar nesse caminho, os roteiristas não dão outra opção além de nos manterem como cúmplices.
1. "Sing it, Six!" Bom, então Jason vai mesmo fazer uma cirurgia que envolve médicos que marcam consultas e vão viajar com a família, proibições da FDA e o uso de fluídos de tubarão. É, Tim Riggins consegue explicar melhor e de forma mais resumida: "J is gonna die!". Nem vou entrar nos méritos de como Jason conseguiu esses 10 mil dólares para fazer a cirurgia (e os dois conversando na cena do hotel pareciam até dois ladrões fugitivos). Mas ele parece ter total confiança com essa ligeira melhora da mobilidade das suas mãos. A visita ao México trouxe bons momentos para os dois amigos, e uma atuação perfeita de Taylor Kitsch. Principalmente na cena do karaoke, quando tudo passa de celebração e alegria (os mexicanos amam os americanos, né?) para o discurso otimista de Jason, e a expressão facial de Tim subitamente mudando para um tom de preocupação com o amigo. E com Tim pedindo ajuda de Lyla (já que ele não é especialista na arte de falar), retornamos ao triângulo da primeira temporada.



e.fuzii

sábado, 27 de outubro de 2007

[Extra][Spoiler] Heroes 2x11 "Powerless"

Se não houver um hiatus no meio do caminho, o episódio 2x11 deve ir ao ar em dezembro. Ainda estou em estado de choque com o que li, porque -- para o azar de quem estava fazendo figa/'whatever' pra Heroes afundar -- as notícias são incríveis.

Bem, vamos aos spoilers!

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* Lembra o que Kaito disse um pouco antes de ser jogado do terraço? ("Não esperava que fosse você.") Sim! Já sabemos quem é o assassino de Kaito Nakamura e dos demais integrantes da geração anterior. O que falta para completar o quebra-cabeça é saber quem tem algumas centenas de anos e se chama Adam Monroe. (*Não* é um novo personagem, antes que alguém reclame.)

* Quando Hiro Pergunta a Peter porque ele está ajudando Adam, descobrimos que Peter tem certa 'dívida de gratidão' em relação ao novo (e muito mal intencionado) amigo. Porém (um Oscar de melhor ator para Adam!) Peter acredita nas boas inteções do moço.

* O vírus será uma ameaça também para pessoas sem poderes e alguém está disposto a causar uma epidemia. Hiro une-se a Matt e Nathan na tentativa de deter essa pessoa.

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Não se preocupe, as surpresas que Heroes reserva para esse episódio e para a temporada não foram completamente reveladas; tem mais. Acredite, essa temporada vai ser, de longe, muito melhor que a anterior.

Você iria mesmo cair da cadeira se eu contasse quem vai deter Sylar nesta temporada.

E que venham os próximos episódios!


Tatiane
tatiane@comentariosemserie.com

[CRIMINAL MINDS] S03E05 (Seven Seconds)

Cá estou eu, e cá está mais um episódio de Criminal Minds... Sim, eu sei que ele passa as quartas, maaaaaaas como a legenda só costuma sair nas sextas, e como este episódio foi mais um episódio padrão, cá estou eu no sábado...


"Nada é mais fácil do que censurar um malfeitor.
Nada é mais dificil do que entendê-lo
"
(Dostoevsky)

Bom, tivemos um episódio estranho, passado inteiramente dentro de um Shopping, e em condições bem surreais, pois além do fato de surgir um verdadeiro exército p/buscar uma garotinha perdida, sumida à minutos atras (nem tinha dado uma hora do desaparecimento), a equipe do "BAU" foi inteira para o local, até nossa queria Geek Loira, foi a campo...

Passadas essas coisas sem sentido, e passados os minutos iniciais bem chatinhos e até cansativos, o episódios aos poucos vai tomando uma consistência interessante e vai nos levando a uma tensão psicológica incômoda, até chegar ao final, com um resultado pouco esperado...

Digo pouco esperado porque, propositalmente o episódio vai nos levando a caminhos, de solução, errados, e soltando pistas que mais complicam do que ajudam...

Esquecendo o que já critiquei, e aceitando participar da surrealidade proposta pela besta que a criou, devo dizer que gostei do episódio, gostei bastante até, maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaas que essa tenha sido a última vez que teremos que aceitar babaquices e forçadas de barra!!

Que venha o próximo, e que venha sem apelaçãos!!!!


"Contos de fada não dizem às crianças que dragões existem. Crianças já sabem que dragões existem... Contos de fadas dizem às crianças que dragões podem ser mortos."
(G.K. Chesterton)

[Supernatural] 3x04 Sin City

Yeah, yeah, sin city, assim como o homônimo filme de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez. Não é novidade para ninguém.

O teaser de SN está bacana desde a season première, The Magnificent Seven. A igreja e o suicídio criaram um clima pesado, mais uma vez. Grande introdução para um episódio.

Bob e a colt, me deu saudade do estrago que esta arma faz. Richie, o caçador de demônio que mais parece um cafetão com sua vestimenta e suas falas de duplo sentido. Bom personagem, esses amigos de Dean são uma coisa :P. E a cidade que deveria ser industrial e quase deserta tem uma diversão daquelas, os olhinhos de Dean brilharam: “vamos fazer uma pesquisa”. Eita trabalho árduo.

E o que foi a cena do padre no bar? Chocada, bom, nem tanto, fácil imaginar que o padre estava metido nisso. Difícil mesmo deve ser para os meninos classificarem o que é estar possuído, do que é pura humanidade. Somos capazes de tanta coisa com, ou sem a influência de forças maiores. Sam e sua água benta nervosa e Dean faltando as suas aulas de latim me mataram de rir.


Reprodução

Quanto a Casey, muita coisa boa. Volta a argumentação apresentada na season première, o que é nossa essência humana a não ser isso mesmo: prontidão para vícios e pecados. Também há a crença em Lúcifer, o anjo caído de Deus. E é claro, delícia saber, o DOA tem um nome, Azazel. SN na mitologia bíblica. Pena que faltei às minhas aulas de catecismo...

Casey também revela o que todos nós já acreditávamos, com a queda de Azazel, Sam, que deveria liderar e não o faz, transforma tudo numa disputa pela liderança nesta guerra. Gordon está certo nisso. E acho que neste ponto que Ruby entra na história, ela também quer este poder, mas não luta contra os irmãos, mas sim junto a eles, uma tática interessante e que faz efeito, ela arrumou a colt. Finalmente Dean conta para Bobby sobre os acontecimentos da season finale. Não sei se o Sam que retornou é o mesmo. Há muito dele nas suas ações, menos o sangue frio, claro. Mas duas falas de Ruby, logo no final, me intrigaram: “Não seria você Sam, se gostasse” e “Serei uma anjinha caída no seu ombro” E ai? Ela é Lúcifer em pessoa?

SN tem muito ainda para contar.

Frases legais:

Vocês irmãos Winchester são famosos, não tanto como a Lindsay Lohan

O inferno? Você não gostará de lá, Dean..é uma.profundeza de desespero. Porque acha que queremos vir para cá?


E no próximo episódio, Bedtime Stories:




Danielle Mística


quinta-feira, 25 de outubro de 2007

[PODCAST] O novo Podcast do CeS: expectativa para as novas temporadas

Olá, mais uma vez os comentaristas do CeS se uniram para fazer um podcast.


Desta vez, falamos sobre a expectativa para as novas temporadas das séries. Também conversamos sobre as novidades Pushing Daisies, Californication, entre outras.

Como o assunto foi grande e as brincadeiras idem, optamos por dividir em duas partes este podcast.

Na primeira, o assunto passou por 24 horas, Heroes e mais algumas coisinhas...

Ambas partes estão em 4shared, com a opção de fazer o download ou apenas ouvir.

Parte 1


Na segunda, o assunto foi a franquia CSI, Séries Novas, House e Bones. E ensaiamos criar um roteiro para uma série adolescente:P

Parte 2

Foi uma delícia e pura diversão fazer! Os participantes Anita, Tatiane, Davi e Danielle Mística, agradecem :))


[24] Trailer da Sétima Temporada


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Olá leitores!

São exatamente 2:50 do dia 26/10/2007 e eu já estava com muito sono, quando resolvo voltar ao PC para desligá-lo, quando vejo que há um pequeno videozinho pendente, esperando ser assistido. Qual é? O trailer oficial da sétima temporada de 24, claro! Ao terminar de ver o trailer, desisti de ir dormir e imediatamente comecei a redigir este comentário.


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Uma cena muito esperada desde a segunda temporada está prestes a acontecer: o julgamento de Jack Bauer pelos seus atos. Com esse contexto, surgem muitas questões que gosto de levantar quando converso tanto com pessoas conhecedoras de 24, quanto com pessoas que nunca tiveram a felicidade de conhecer a série. Já discuti bastante sobre tortura aqui, não é? Então vamos guardar a próxima sessão para a vez que os episódios de fato vierem, ou seja, diga 13 de janeiro de 2008. No trailer, vemos o veterano ator Kurtwood Smith encabeçando a comissão do Senado que faz as retóricas perguntas a Jack. Essa poderá ser uma das horas que ele mais sofrerá, se formos analisar direito: seus atos não foram nobres, mas os propósitos foram. No entanto, vai depender do tanto que ele agradará à comissão. É possível que ele seja encarcerado pelos “crimes” que cometeu apenas porque a pessoa que está ali, à frente dele, exercendo um papel deliberativo não queira olhar para os fins, apenas frisar os meios que Bauer usou, especialmente no momento de tanta pressão que os EUA estão sofrendo no assunto “tortura ou simples interrogatório?”.

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O problema é que Jack, como já sabemos, é um homem muito íntegro e tem laços fortes com seus princípios. Não se deixa corromper e não muda o discurso. Portanto, vimos no trailer que ele respondeu veementemente que não se arrepende do que fez, logo ele teria total consciência de seus atos e, portanto, seria “loucura” para a comissão aliviar sua barra, pois isso abriria um precedente sem chances de retorno. Seria a criação de jurisprudência em favor dos “métodos alternativos de interrogatório”, usando aqueles eufemismos bizarros.


Como já anunciado anteriormente, Tony está de volta. Sim, está! Mas não como no episódio 4x07, em que ele surge triunfante abatendo os bandidos que perseguiam Jack e Audrey; está claro que agora ele passou para o lado de lá. Quem diria, hein? Não, talvez não seja uma novidade, Tony já fez papel de mau no fim da terceira temporada, quando foi obrigado a colaborar com Saunders para não perder sua amada Michelle. Todos pensaram, então, que ele havia virado um traidor, mas logo ficou claro que ele apenas colocou o amor à frente da pátria como prioridade. Já na quinta temporada, nas poucas aparições dele, vimos que ele está nada menos do que sedento por sangue, afinal tudo pelo que havia lutado (Michelle, para ele, era tudo) se fora, e ele apenas queria acertar as contas com os assassinos de sua mulher. Nessa hora, ele já agia de maneira errante e por conta própria. Deve ter, pois, “desembestado” de vez: virou um rebeldão; com seus conhecimentos de longos anos como agente, constituiu uma organização que se encaixa na descrição de terrorista. Como será esse mega reencontro, hein? Certamente vai ser melhor do que os reencontros de Jack com Audrey no quinto e no sexto dia.



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A parte muito ruim: não percebem que, apenas a partir desse trailer, vemos uma enorme semelhança com o plot do filme Duro de Matar 4.0? Afinal trata-se de Washington D.C., de um ex-agente que sumira, se rebelou e montou um plano de exploração de falhas de segurança para ser executado com ajuda de sua organização recém-formada. Parece até que há roteiristas em comum no filme e em 24. O que há de comum é a FOX. A diferença é que desta vez o líder já conhece o agente que o impedirá, Jack Bauer é claro, e isso poderá gerar muitos outros conflitos em torno dos personagens, que mexerá com os seus egos, coisa que Tony não é bom em deixar de lado.



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Vimos também aquela que tudo indica ser a bela Annie Wersching interpretando a agente do FBI Renée Walker, o que só me deixou mais ansioso para a premiere.



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Bill e Chloe também aparecerão, só não sabemos ainda o que farão. Procurarei saber para dizer-lhes em primeira (ou não) mão! :P



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Deu para dar uma olhada também no aspecto da nova presidente, que aparece à cabeceira de uma grande mesa de reunião, ao lado do Secretário de Defesa Ethan Kanin. Espero que ela não seja tão chata quanto a Caroline de Prison Break, pois uma lembra a outra não sei por quê.


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Só sei que, como temos o layer da Casa Branca com oficiais reunidos em grande estilo, certamente a crise não parará em invasões de sistemas nacionais; algo mais está acontecendo. O que é? O que Tony quer? Ele é mesmo vilão? Está agindo por conta própria? Ele tentou alertar alguém sobre algo e ninguém ouviu, assim como Thomas Gabriel no Die Hard 4.0? Estará seguindo ordens de alguém? Acho que não, mas como ele provavelmente aparecerá na premiere, será difícil que ele seja o único a tirar o sono de Jack neste sétimo dia.


Com tantas zebras envolvendo a produção desta temporada de 24, como a mudança de roteiro, a prisão de Keifer e agora o incêndio no sul da Califórnia, combinados com a queda de audiência na sexta temporada, vimos que os produtores terão um árduo caminho pela frente. É aí que as coisas melhoram para nós, fãs!


Até breve!

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

[House] 4x04 "Guardian Angels"

A competição pelas vagas na equipe de House continua em Guardian Angels, episódio onde os candidatos remanescentes tratarão de Irene Walesa, uma paciente que está alucinando com pessoas mortas, incluindo o paciente do episódio anterior. Enquanto isso, vemos Foreman a procura de um novo emprego e ficamos sabendo qual será o papel de Cameron e Chase na série.


House continua a não decepcionar nessa quarta temporada, e temos mais um ótimo episódio. Mais centrado que o episódio anterior, "Guardian Angels" traz um caso interessante e um acirramento na competição entre os candidatos, que está cada vez mais interessante, conforme conhecemos melhor cada um dos personagens. Foreman não pareceu tão deslocado da trama principal como no episódio anterior, já que as suas aparições foram poucas. Interessante ver que ele tem dificuldades em conseguir um emprego por agir de modo semelhante a House. Eu sabia que os métodos não ortodoxos de House não eram nem um pouco bem vistos, mas não pensei que fossem tão mal vistos assim. No fim, ele teve que aceitar um emprego no Princenton Plainsboro. Será interessante ver novamente entre Foreman e House, ainda mais agora que Foreman não é mais empregado de House.


Chase mal apareceu no episódio, mas Cameron teve uma boa participação. Gostei de ver como os roteiristas a colocaram no episódio. Se o que aconteceu hoje se confirmar, os meus medos quanto ao prosseguimento dos três na série terão desaparecido. Para aqueles que estão lendo, mas não viram o episódio, eu explico: a participação de Cameron nesse episódio foi semelhante a participações de Wilson e Cuddy nos episódios anteriores, o que leva a pensar que os roteiristas darão um papel semelhante aos três "ex-ducklings", ou seja: eles serão personagens que terão participações de duração irregular, em alguns episódios estarão envolvidos com a trama principal, em outros não (como Chase nesse episódio) e em alguns poucos, nem aparecerão.


O caso foi interessante, apesar de tomar uma direção bem diferente do que eu esperava quando li a sinopse do episódio. Não houve um confronto entre o ceticismo de House e a possível "mediunidade" da paciente, como eu esperava. Pelo contrário, o episódio não tentou fazer crer que o que a paciente via era verdadeiro. A visão de Stark me pareceu facilmente explicável, o único momento que poderia trazer alguma credibilidade a paciente era quando ela afirmava ver o avô de House, mas logo que ela errou o nome dele, ficou claro que ela só estava alucinando. E falando na cena em que ela vê o suposto avô de House, digo que essa foi a melhor cena do episódio. House não enganou só a paciente, mas a mim também. Ele conseguiu fazer eu acreditar que ela tinha mesmo acertado, até o momento em que ele diz a Wilson que não possui nenhum avô chamado Walter. Ponto para os roteiristas e para Hugh Laurie.


A competição entre os candidatos ficou ainda mais acirrada nesse episódio. Amber continua fazendo de tudo para conseguir o emprego, me impressionei com como ela se aproveitou das alucinações da paciente para lembrar Treze de Stark e pressioná-la psicologicamente. Gostaria de ver Amber contrata, essa agressividade dela com certeza trará momentos interessantes para a série. O que eu gostei foi do House pegando no pé de Cole. Era óbvio que House não pegaria leve com um candidato religioso como ele, mas o que eu não esperava era a reação dele. Legal ver que ele tem coragem para desafiar House.


A demissão de Henry foi uma surpresa para mim, esperava que o demitido seria Taub (o cirurgião). Uma pena que pelo número de candidatos não teremos esse "survivor" por muito mais tempo. Estou gostando da competição e das situações bizarras (como desenterrar um morto) que House os faz passar. Estou evitando ler spoilers sobre a série ultimamente porque não quero saber quem serão os escolhidos, prefiro ficar no suspense e torcer para os meus candidatos. Foi difícil, mas eu já escolhi os meus três preferidos:

Amber Volakis


Jeffrey Cole e "Treze"


No próximo episódio: A equipe examina um ex-marine sofrendo de misteriosos sintomas desde que voltou do serviço militar, enquanto House lida com uma doença sua.

Allan

[Prison Break] 3x05 "Interference"

Finalmente, depois de quatro episódios onde a história não andou, tivemos algum progresso. O prazo está acabando e Scofield não pode mais perder tempo, então os preparativos para a fuga começam.


Apesar dos preparativos finalmente terem começado para valer e o prazo final estar chegando, pouco aconteceu. A rotina dos guardas já é conhecida, ao menos nas partes necessárias, e Michael já decidiu o horário da fuga (durante o dia! Gostei disso, promete bastante ação, vejamos se a promessa será cumprida) e o local, inclusive construiu um dispositivo para o ajudar a distrair um dos guardas (lembranças dos bons tempos da primeira temporada). O problema é que Scofield conseguiu chamar a atenção de um dos guardas com o binóculo que estava usando para observá-lo, o que levou a toda uma seqüência desnecessária de invasão da área dos presos pelos guardas e revistas, que só serviu para ocupar tempo do episódio.


Mahone, Bellick, T-Bag e Sucre continuam não tendo uma grande importância na série. A impressão que fica é que os roteiristas não tinham nenhum grande plano para os quatro, e só os mantiveram na série para ter ligações com as temporadas anteriores e manter alguns fãs. Os quatro já se mostraram capazes de muito mais, não vejo porque eles não tem um maior papel no plano de fuga, seja conseguindo uma vaga no grupo por meio de chantagem, como já aconteceu antes, ou sendo de alguma ajuda para Michael.


T-Bag não faz nada além de planejar contra Lechero, o que não desperta em nada meu interesse pois Lechero está longe de ser um personagem carismático ou interessante, Bellick continua vagando pela prisão em condições deploráveis, Mahone não faz nada além de sofrer de abstinência (tudo bem, ele descobriu que um guarda larga copos no pátio de tempos em tempos) e Sucre voltou a fazer nada de útil, tendo como papel no momento levar pacotes enviados por Augusto, que pelo que parece, está conspirando contra Lechero, como ele já desconfiava. Me pergunto porque não fazer Sucre ajudar Michael, investigando a rotina da prisão ou, se for mesmo necessário usá-lo para mostrar a traição de Augusto, por que não fazê-lo olhar os pacotes para ver se há algo que possa ser útil para ajudar na fuga?


Uma novidade foi a entrada de um novo prisioneiro em Sona, Andrew Tyge, mais um estrangeiro (o que há com essa predileção do governo Panamenho em mandar todo preso estrangeiro para Sona?). Ele diz conhecer Whistler, que se chamaria McFadden, e teria se encontrado com ele em Nice (uma cidade francesa) em 1997, e teria alguma relação com um embaixador. Eis um bom mistério, já que sabemos pouco sobre Whistler e sua ligação com a companhia, ligação que parece ser bem maior do que dito por ele, isso se ele se chama mesmo Whistler.



Do lado de fora da prisão, Lincoln e Sophia também começaram os preparativos para a fuga. Não goste de ver os dois juntos nesse episódio, por um motivo: os roteiristas estão claramente preparando um romance entre dois. Isso ficou claro quando Lincoln ficou olhando Sophia com uma cara de idiota. Não custava nada pensar em um jeito melhor para mostrar que ele está interessado nela, não? Tudo bem que o péssimo ator que interpreta Lincoln não ajuda, mas não deve ser algo muito difícil pensar em uma cena menos ridícula. Além disso, não vejo nenhum motivo para um novo romance nesse momento, ainda mais que esse romance não será tão interessante quanto o de Michael e Sara, sem dúvida nenhuma. Desse jeito, o romance acabará servindo apenas para deixar o progresso da trama principal mais lento, sem acrescentar nada.


No geral, um episódio lento, mas com mais acontecimentos do que os anteriores. Conhecendo a série, podemos esperar muito mais episódios como esse, já que Prison Break não é conhecida por solucionar as suas tramas rapidamente.

A série terá uma breve pausa e volta dia 5 de novembro. Até lá!

Allan

[Fast News] Pushing Daisies garante temporada completa

Ahhh, meu sonho! A série sensação, paixão do momento para muita gente bem humorada, acaba de garantir os nove episódios restantes. Ou seja, temporada completa, minha gente!

A kristen, da E! participou do último episódio (comentado aqui no blog) e está adorando a série. Mídia de primeira para Pushing. O relato e o vídeo, hilário, de kristen estão aqui

É isso aí, Ned terá muitas tortas para fazer e muita gente para tocar.

Pushing Daisies tem uma audiência média de nove milhões de pessoas. A rede ABC, que a exibe, está satisfeita. E nós também. Sorrisão de felicidade :))))) -> fãs de Pushing ficam assim



Promo episódio 1x04 -Pigeon

Volto daqui a 22 horas, 10 minutos e 5 segundos com o comentário deste episódio!



Danielle Mística

terça-feira, 23 de outubro de 2007

[Dexter] 2x04 See Through

Dexter recebe a visita da sogra. Não consigo imaginar uma coisa pior. Nem mesmo o Agente Especial Lungy. Nem mesmo as pedras :P

Se Rita acha o açougueiro um mostro, o capitão fica feliz em saber que ele só mata o lixo da sociedade. Opinião compartilhada pela sogra e pelos editoriais da TV. Essa é uma discussão que não acaba. Toda violência é injustificada? Estamos novamente na barbárie? Ou será que nem todos os seres humanos merecem a dádiva de estarem vivos e viver em sociedade?

Do outro lado da vida de Dex, temos as suas principais relações. Rita é calma e dócil. Sutil ao lidar com seu ciúme, aconselha Dex a arrumar alguém mais parecido com ele. Grande ironia, Dex, o cara que não sabe quem é para a sua madrinha, que é intensa, direta e uma ladra. Ou arte achada, na sua definição. Para falar a verdade, ainda não sei se gosto de Lila. Ele pode ajudá-lo a se tornar descuidado, e não uma pessoa disposta a se ver melhor.


Dexter


Legal ver Dex inseguro, tentando saber a todo custo o que diabos Mazouka encontrou. Malditas pedras. Algo tão banal. A perícia é realmente fascinante.


Reprodução - Showtime


O caso de Doakes não me impressionou, achei meio forçado. A única coisa bacana foi saber que aquela figura foi casado algum dia e ele chegou a sorrir neste episódio. Acho que nunca vi Doakes sorrindo.

E a Pascal está cada dia mais doida. O capitão disse bem: "Pascal retardou em 20 anos a moral das mulheres". Mas Laguerta conseguiu mostrar que pode ser tão fria quanto um homem. Fiquei passada! Cada um sabe o que pode fazer. Dex mata. Laguerta arma. Lila está certa. Mal e Bem não são termos absolutos.

Dex não matou ninguém e ainda viu a irmã transando! Nossa, isso são grandes motivos para traumas :P



Sneak Peek episódio 2x05



Danielle Mística


[Heroes] 2x05 - "Fight or Flight"

Após quatro episódios de poucas cenas interessantes no meio de muita enrolação, Heroes finalmente dá um sinal de vida. “Fight or Flight” é o primeiro episódio que realmente empolga (embora eu também goste do season premiere), com menos seqüências descartáveis e mais desenvolvimento real da trama.




Como já evidenciado no capítulo anterior, a série só tem a ganhar quando foca em menos personagens. Aqui, Hiro e Peter retornam, mas os gêmeos Maya e Alejandro (cuja trama só ficou interessante com a presença de Sylar) e o casal teen Claire e West ficam de fora, dando mais tempo de tela aos demais. O segredo também é ter algo de interessante a se desenvolver nas tramas em questão, gastando pouco tempo para aqueles que, se têm que aparecer, que seja o mínimo possível.


É o caso de Hiro. O episódio não perdeu muito tempo com ele, então não sou eu quem vai perder. Se Takezo Kensei terá uma participação mais importante na série, ainda é só especulação, mas enquanto isso não acontece, toda a história é medíocre e não serve nem como alívio cômico. Só impressiona como Hiro consegue escrever tanto em pedaços tão minúsculos de pergaminho. Felizmente, tivemos pouco dessa trama e talvez o episódio fosse ainda melhor sem ela.


Peter também não tem sido interessante na Irlanda e continuaria não sendo se considerarmos dois anti-clímax que ocorreram neste episódio: a revelação do conteúdo da caixa, que foi totalmente frustrante pela expectativa criada (com exceção de uma passagem para Montreal, não havia nada que não sabíamos), e o uso do poder de Isaac para pintar um quadro sem grandes promessas.


Ainda assim, a trama de Peter foi um dos grandes destaques do episódio, simplesmente pela presença daquela que está a sua caça: Elle, a responsável pelo poder que Peter tem de eletricidade. Sua introdução no início do episódio seria ridícula (a personagem fala sozinha e usa seus poderes apenas para causar efeito no espectador, sem lógica nenhuma dentro do contexto) se não fosse o fato de que Elle é vivida por Kristen Bell. É um desses casos em que nossa admiração por alguém afeta nosso discernimento. Mas a personagem teve outras duas cenas que definitivamente colocam-na como candidata a vilã favorita do ano. Elle é perigosa, sociopata (“Tudo bem, eu o matei, ok? Qual o problema?”) e tem um ar angelical que engana qualquer um. É uma boa oportunidade de Bell não ficar estigmatizada como a eterna Veronica Mars (ela é ótima atriz, é só checar sua participação especial na 1ª temporada de Deadwood).


Elle à caça de Peter Petrelli.


A trama também mostrou que Elle trabalha para uma companhia, que pode ou não ser A Companhia, seguindo ordens diretas de seu próprio pai. Seria Bob? Talvez óbvio demais, mas como temos visto que boa parte da nova geração de heróis é prole direta dos Doze vistos na fotografia do episódio anterior, é bem provável que Elle seja filha de algum deles.


Tão ou mais empolgante que a aparição de Kristen Bell foi a visita que Matt e Nathan fizeram ao pai do primeiro. Estranhamente, não tivemos uma cena mostrando a conversa entre Matt e Angela Petrelli. Por que ela não apareceu? Não seria interessante sua reação quando descobrisse que Matt iria atrás do pai?


Seja como for, foi um ótimo encontro, especialmente porque não sabemos o quanto de verdade seu pai lhe disse. Ele realmente recebeu a ameaça de morte? Se sim, por que estaria com a foto de Bob? E o poder de Matt é mesmo igual ao seu? Tudo indica que sim, pois Matt conseguiu se comunicar com Nathan telepaticamente, o que significa que seu poder está em evolução (mas em “Five Years Gone”, na 1ª temporada, ele ainda lia mentes apenas, mas deixa isso pra lá), continuando o que eu já havia dito sobre uma maior e justa participação do personagem na série, nesta temporada.


Todo o pesadelo vivido por Matt e Nathan foi muito bem construído e é um poder que explica perfeitamente o ataque que Angela Petrelli sofreu na delegacia, o que parece definir de uma vez que o pai de Matt é responsável pelas ameaças de morte. Por outro lado, não explica a morte de Nakamura, que foi jogado do prédio por alguém bem mais magro e Ando afirma que viu isso acontecer, ou seja, não pode ter sido um pesadelo que o fez se jogar. Então o mistério continua e fica cada vez mais interessante.


Nathan vivendo seu pior pesadelo.


Não dá pra deixar de notar a presença de Nathan nestes eventos: ele esbarra em Ando no season premiere, segundos antes de Nakamura encontrar sua foto no jornal que Ando traz; Angela encontra a foto dela ao sair da casa de Peter, minutos depois que Nathan chega lá; e agora ele está presente no local onde há mais duas fotos... e é ele quem encontra a foto de Bob. Sem falar que é ele quem mostra a Matt a foto completa com as doze pessoas. Seria coincidência ou Nathan está por trás disso, mesmo que ainda não saiba, sendo influenciado por alguém?


O episódio também deu destaque a nova personagem Monica. Gostei de como Micah acabou se tornando o orientador dela e descobrimos que ela não copia apenas o que vê na televisão. A escolha em pular corda para testar o poder soou bem verossímil. Afinal, estamos falando de uma adolescente e uma criança que não devem ter muitas boas lembranças envolvendo brincadeiras. A visita de Mohinder sugere que ela esteja com o vírus? A personagem e seu poder me agradaram bastante e por isso o episódio funcionou tão bem: Elle, Monica e o pai de Matt são novos personagens vividos por bons atores, com poderes e personalidades interessantes. E Heroes sempre teve problemas nesse quesito.


Tanta coisa pra fazer e ela pula corda...


No mais, tivemos Niki comprovando que a cura que ela estava atrás era mesmo para seu distúrbio de múltipla personalidade (mas o que Bob queria que ela fizesse?), e uma participação ultra-rápida de Bennet e o Haitiano em um chroma-key constrangedor fazendo supostamente a Ucrânia de fundo.


Nós também, Ando. Nós também.


Episódio bom, com a inclusão de personagens interessantes e mistérios que só aumentam o interesse pela temporada. Nota 8,0.


No próximo episódio: Bennet tenta localizar mais quadros de Isaac; Alejandro suspeita de Sylar; e Mohinder entra em conflito com a Companhia.




Hélio.