domingo, 11 de maio de 2008

[CRIMINAL MINDS] 3x18 "The crossing"



Hesitei muito antes de escrever esse comentário. Protelei, protelei e quase ‘pulei’ esse 3x17. Acabei decidindo encarar e comentar de uma vez. Mas, da maneira mais breve possível, assim não sou tomada pelo mau humor. Sim, vocês sabem que eu tenho andado muito insatisfeita com os últimos episódios e não entendo o porquê de algumas mudanças – para pior! O episódio dessa semana, por exemplo, tratou de dois casos, o que é totalmente atípico e, em um deles, não havia um unsub!
Bom, mas me dispus a ser objetiva – para não soar rabugenta. Deixemos comentários mais demorados para o próximo episódio que – por favor! – tem tudo para ser melhor.

No episódio da semana, Rossi e Hotchner estão num seminário sobre terrorismo em Boston e lá pedem que eles avaliem uma mulher que matou marido, para afirmar se ela sofria ou não da tal síndrome da esposa espancada (O único detalhe que merece atenção é que ela não era fisicamente abusada, e sim psicologicamente, por mais de vinte anos. Ela se encaixaria na definição?). Ela é ré confessa. Não há investigação a ser feita, exceto diagnosticá-la. E isso os dois logo fazem, após algumas entrevistas com ela e com os filhos (tão abusadores quanto o pai assassinado). Pronto. Foi isso.


Hotch e Rossi (Mom and Dad, como Morgan os chamou), consultores de terrorismo

The battered woman

Paralelamente, Morgan, Reid, JJ e Prentiss aceitam acompanhar um caso em que ainda não houve crime. Uma mulher é perseguida (seguida, secretamente vigiada) por alguém há anos e, agora, depois de ela ter mudado de estado, o stalker a reencontrou. Pelo nível de obsessão que ele demonstra nas suas cartas, etc, supõem que ele está perdendo o controle e prestes a tornar-se agressivo. Após um esforço nada além do ordinário – e de deixar a moça vulnerável em muitas situações! – eles identificam o unsub (se é que podemos chamar assim) e salvam a vítima que já havia sido raptada. Pronto. Nada além.


O unsub e sua vítima, objeto de sua obsessão.

Para fechar com chave de ouro (!) um episódio que beirou o medíocre, vemos, na cena final, JJ ao telefone contando para seu sweetheart que está grávida. É demais.
Celia.

3 comentários:

jackie disse...

De fato não foi um daqueles epis. que prendem nossa atenção.

Gosto, do seu jeito de comentar vc não tem papas na lingua, não é???

Até mais...

Jackie (Criminal Minds - Brasil)

Celia Kfouri disse...

Jackie,

Infelizmente, os últimos episódios não me deixaram opção. Tive que ser um tanto contundente.

Mas cheia de esperança para uma guinada para esse season finale!

Gabriela Spinola disse...

A vítima do episódio, obsessão do unsub, era a A.D.A. Alexandra Thomas, de Cold Case, a mala mais mala que já tiveram na série dos mortos-vivos no final ao som de músicas famosas.